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ÚLTIMAS NOTÍCIAS
     
  11 dezembro de 2018
Voyager 2 entra no espaço interestelar
Pela segunda vez na história, um objeto feito pelo homem alcançou o espaço entre as estrelas. A sonda Voyager 2 da NASA saiu da heliosfera - a bolha protetora de partículas e campos magnéticos criada pelo Sol. Através da comparação de dados de diferentes instrumentos a bordo da pioneira sonda espacial, os cientistas da missão determinaram que atravessou a orla externa de heliosfera no dia 5 de novembro. Esta fronteira, chamada heliopausa, é onde o ténue e quente vento solar encontra o frio e denso meio interestelar. A sua gémea, a Voyager 1, cruzou este limite em 2012, mas a Voyager 2 transporta um instrumento ainda em funcionamento que fornecerá as primeiras observações do seu tipo sobre a natureza dessa porta de entrada no espaço interestelar. [Ler mais]
     
     
  11 dezembro de 2018
China lança rover para explorar a face oculta da Lua
A China lançou um rover no passado sábado que vai aterrar no lado oculto da Lua, a primeira vez que tal acontece. A missão da sonda lunar Chang'e 4 - cujo nome honra a deusa da Lua na mitologia chinesa - levantou voo às 18:23 a partir do centro de lançamento Xichang a bordo de um foguetão Long March 3B. O lançamento marcou o início de uma longa viagem até ao outro lado da Lua, com aterragem prevista para os primeiros dias do Ano Novo, com o objetivo de realizar experiências e investigar o terreno nunca antes percorrido. [Ler mais]
     
     
  11 dezembro de 2018
Lander InSight "ouve" ventos marcianos
O "lander" InSight (Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport) da NASA, que pousou em Marte há alguns dias, forneceu os primeiros "sons" de ventos marcianos no Planeta Vermelho. Os sensores do Insight capturaram um ruído baixo assombroso provocado por vibrações do vento, que sopra a uns estimados 5-7 metros por segundo, no passado dia 1 de dezembro, na direção noroeste-sudeste. Os ventos eram consistentes com a direção das estrias dos "diabos de poeira" na área de aterragem, que foram observados a partir de órbita. [Ler mais]
     
     
  7 dezembro de 2018
LIGO e Virgo anunciam quatro novas deteções
No passado sábado, dia 1 de dezembro, os cientistas que participaram no workshop de Física e Astronomia de Ondas Gravitacionais em College Park, no estado norte-americano de Maryland, apresentaram novos resultados dos detetores de ondas gravitacionais LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) da NSF (National Science Foundation) e do europeu Virgo, no que toca às suas pesquisas por objetos cósmicos coalescentes, como pares de buracos negros e pares de estrelas de neutrões. As colaborações LIGO e Virgo detetaram confiavelmente ondas gravitacionais de um total de 10 fusões binárias de buracos negros de massa estelar e uma fusão de estrelas de neutrões, que são os remanescentes esféricos e densos de explosões estelares. Seis dos eventos de fusão de buracos negros já tinham sido divulgados, sendo que quatro são novos. [Ler mais]
     
     
  7 dezembro de 2018
Combinação de telescópios revela mais de 100 exoplanetas
Uma equipa internacional, incluindo investigadores da Universidade de Tóquio e do Centro de Astrobiologia dos Instituto Nacionais de Ciências Naturais, anunciou a descoberta de 60 planetas usando dados da missão K2 da NASA e da missão Gaia da ESA. Em combinação com o seu anterior tesouro exoplanetário, anunciado no passado mês de agosto, descobriram um total de 104 planetas, um recorde para o Japão. [Ler mais]
     
     
  4 dezembro de 2018
Cientistas medem toda a luz estelar já produzida pelo Universo observável
A partir dos seus laboratórios, num planeta rochoso superado pela vastidão do espaço, cientistas da Universidade de Clemson conseguiram medir toda a luz estelar já produzida ao longo da história do Universo observável. Os astrofísicos pensam que o nosso Universo, que tem cerca de 13,7 mil milhões de anos, começou a formar as primeiras estrelas quando tinha algumas centenas de milhões de anos. Desde então, o Universo tornou-se numa verdadeira máquina de fazer estrelas. Existem agora aproximadamente 2 biliões de galáxias (2x10^12) e um quatrilião (10^24) de estrelas. Usando novos métodos de medição de luz estelar, o astrofísico Marco Ajello e a sua equipa analisaram dados do Telescópio Espacial de Raios-Gama Fermi da NASA para determinar a história da formação estelar durante a maior parte do tempo de vida do Universo. [Ler mais]
     
     
  4 dezembro de 2018
Hubble encontra milhares de enxames globulares espalhados entre galáxias
Olhando através de 300 milhões de anos-luz para uma cidade monstruosa de galáxias, os astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble da NASA para fazer um censo abrangente de alguns dos seus membros mais pequenos: 22.426 enxames globulares encontrados até à data. O levantamento, publicado na edição de 9 de novembro da revista The Astrophysical Journal, permitirá aos astrónomos usar o campo de enxames globulares para mapear a distribuição de matéria e matéria escura no enxame galáctico de Coma, que contém mais de 1000 galáxias. [Ler mais]
     
     
  30 de novembro de 2018
Em demanda das relíquias galácticas do Universo primordial
São massivas, são muito pequenas e são extremamente raras, mas podem albergar os segredos de como as galáxias se formam e evoluem. Um novo estudo levanta a ponta do véu sobre a vida tímida das galáxias massivas ultracompactas. Foi publicado no dia 16 de novembro, na revista científica Astronomy & Astrophysics, e produzido por uma equipa internacional liderada por Fernando Buitrago, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). [Ler mais]
 
Arquivo de notícias
 
  IMAGEM DO MÊS  
  A Nebulosa da Tarântula
Crédito: Peter Ward (Observatório Barden Ridge)
(clique na imagem para ver versão maior)
 
     
 
A Nebulosa da Tarântula, também conhecida como 30 Doradus, tem mais de mil anos-luz de diâmetro, uma gigantesca região de formação estelar dentro da vizinha galáxia satélite, a Grande Nuvem de Magalhães. A cerca de 180 mil anos-luz de distância, é a maior e a mais violenta região de formação estelar conhecida em todo o Grupo Local de galáxias. O aracnídeo cósmico espalha-se por esta espetacular vista, composta por dados obtidos através de filtros de banda estreita centrados na emissão dos átomos de hidrogénio ionizado. No interior da Tarântula (NGC 2070), a radiação intensa, os ventos estelares e os choques de supernovas do jovem enxame estelar, catalogado como R136, energizam o brilho nebular e moldam os filamentos aranhiços. Em redor da Tarântula existem outras regiões de formação estelar com enxames estelares jovens, filamentos e nuvens dilaceradas em forma de bolha. De facto, a imagem inclui o local da supernova mais próximos dos tempos modernos, SN 1987A, para a esquerda do centro. O rico campo de visão abrange cerca de 1 grau ou 2 Luas Cheias, na direção da constelação do hemisfério sul de Dourado. Se a Nebulosa da Tarântula estivesse mais perto, digamos, a 1500 anos-luz de distância, como a Nebulosa de Orionte, ocuparia metade do céu.
 
     
 
 
   

26/10/18 - OBSERVAÇÃO NOTURNA + PALESTRA

21:30 - Este evento inclui uma apresentação sobre o tema MUDANÇA DE HORA, seguida de observação astronómica noturna com telescópio no nosso maravilhoso terraço (dependente de meteorologia favorável).

Local: CCVAlg
Preço: 2€
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 920
E-mail: info@ccvalg.pt


 
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