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31 de março de 2020
Investigadores procuram matéria escura "perto de casa"

Oitenta e cinco porcento do Universo é composto de matéria escura, mas não sabemos exatamente o que é. Um novo estudo da Universidade de Michigan, do Laboratório Nacional Lawrence em Berkeley e da Universidade da Califórnia, Berkeley, descartou que a matéria escura seja responsável por misteriosos sinais eletromagnéticos anteriormente observados de galáxias próximas. Antes deste trabalho, havia grandes esperanças de que estes sinais dessem aos físicos evidências concretas para ajudar a identificar a matéria escura. [Ler mais]

     
     
 

31 de março de 2020
ALMA observa gás impactado por jatos jovens de buraco negro supermassivo

Usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), os astrónomos obtiveram a primeira imagem de nuvens perturbadas de gás numa galáxia a 11 mil milhões de anos-luz de distância. A equipa descobriu que a perturbação é provocada por jatos jovens e poderosos libertados por um buraco negro supermassivo que reside no centro da galáxia hospedeira. Este resultado lançará luz sobre o mistério do processo evolutivo das galáxias no início do Universo. [Ler mais]

     
     
  31 de março de 2020
Revisitando dados antigos da Voyager 2, os cientistas descobrem mais um segredo

Oito anos e meio depois do início da sua grande "tournée" pelo Sistema Solar, a sonda Voyager 2 encontrava-se pronta para outro encontro. Estávamos no dia 24 de janeiro de 1986 e ia deparar-se em breve com o misterioso sétimo planeta, Úrano, frio como o gelo. Nas horas seguintes, a Voyager 2 passou a 81.433 km do topo das nuvens de Úrano, recolhendo dados que revelaram dois novos anéis, 11 novas luas e temperaturas abaixo dos -214º C. Estes dados ainda permanecem como as únicas medições obtidas de perto do planeta. Três décadas depois, os cientistas que reinspeccionam esses dados encontraram mais um segredo. [Ler mais]
     
     
  27 de março de 2020
Buracos negros supermassivos pouco depois do Big Bang: como os "semear"

São milhares de milhões de vezes maiores que o nosso Sol: como é possível que, como observado recentemente, os buracos negros supermassivos já estivessem presentes quando o Universo, agora com quase 14 mil milhões de anos, tinha "apenas" 800 milhões de anos? Para os astrofísicos, a formação destes monstros cósmicos num tão curto espaço de tempo é uma verdadeira dor de cabeça científica, que levanta questões importantes sobre o conhecimento atual do desenvolvimento destes corpos celestes. [Ler mais]
     
     
  27 de março de 2020
Dados do Chandra testam "teoria de tudo"

Uma das maiores ideias da física é a possibilidade de que todas as forças, partículas e interações conhecidas possam ser ligadas numa única estrutura. A teoria das cordas é sem dúvida a proposta mais bem conhecida para uma "teoria de tudo" que uniria a nossa compreensão do Universo físico. Apesar de existirem muitas versões diferentes da teoria das cordas a circular durante décadas pela comunidade da física, têm havido muito poucos testes experimentais. No entanto, os astrónomos que usam o Observatório de raios-X Chandra da NASA deram um passo significativo nessa área. [Ler mais]
     
     
  27 de março de 2020
Os pedregulhos de Bennu brilham como faróis para a OSIRIS-REx da NASA

Este verão, a sonda OSIRIS-REx empreenderá a primeira tentativa da NASA de tocar a superfície de um asteroide, recolher uma amostra e recuar em segurança. Mas, desde que chegou ao asteroide Bennu há mais de um ano, a equipa da missão tem vindo a enfrentar um desafio inesperado: como realizar este feito num asteroide cuja superfície está coberta de pedras do tamanho de edifícios. [Ler mais]
     
     
  24 de março de 2020
As estranhas órbitas dos discos planetários tipo-"Tatooine"

Usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), os astrónomos descobriram geometrias orbitais impressionantes em discos protoplanetários que rodeiam estrelas binárias. Embora os discos que orbitem os sistemas estelares duplos mais compactos partilhem quase o mesmo plano, os discos em torno de binários largos têm planos orbitais muito inclinados. Estes sistemas podem ensinar-nos mais sobre a formação planetária em ambientes complexos. [Ler mais]
     
     
  24 de março de 2020
Reimaginando a heliosfera, a bolha protetora do nosso Sistema Solar

Está a viver numa bolha. Não é uma bolha metafórica - uma bolha real e literal. Mas não se preocupe, estamos todos. Todo o planeta, e todos os outros planetas do Sistema Solar, também estão na bolha. E podemos dever a nossa existência a ela. Os físicos espaciais chamam esta bolha de heliosfera. É uma região vasta, que se estende a mais do dobro da distância de Plutão, que lança um "campo de forças" magnético em redor de todos os planetas, desviando partículas carregadas que, de outra forma, carregariam sobre o Sistema Solar e até rasgariam o nosso ADN, caso tivesse azar suficiente para se colocar no caminho delas. [Ler mais]
 
Arquivo de notícias
 
  IMAGEM DO MÊS  
  Ampliação de NGC 7331
Crédito: ESA/Hubble & NASA/D. Milisavljevic (Universidade Purdue)
 
     
 
A grande e bela galáxia espiral NGC 7331 é muitas vezes apontada como análoga à nossa própria Via Láctea. A cerca de 50 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Pégaso, NGC 7331 foi reconhecida ao início como uma nebulosa espiral e é na realidade uma das galáxias mais brilhantes não incluídas no famoso catálogo do astrónomo do século XVIII, Charles Messier. Tendo em conta que o disco da galáxia está inclinado para o nosso ponto de vista, as exposições telescópicas muitas vezes resultam numa imagem que evoca uma forte sensação de profundidade. Esta ampliação do Telescópio Espacial Hubble abrange cerca de 40.000 anos-luz. Os magníficos braços espirais das galáxias mostram correntes de poeira obscurecedora, jovens enxames estelares, brilhantes e azulados, e o brilho avermelhado das regiões ativas de formação estelar. As regiões centrais amareladas e brilhantes abrigam populações de estrelas mais velhas e frias. Tal como a Via Láctea, no centro de NGC 7331 está um buraco negro supermassivo.
 
     
 
 
   

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