Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.
Edição n.º 1510
28/08 a 30/08/2018
 
Siga-nos:      
 
 
ASTRONOMIA NO VERÃO DO CCVAlg

Atividades astronómicas planeadas para o mês de setembro:

12/09 - Observação astronómica noturna - Castelo de Paderne, Albufeira, junto ao Castelo, a partir das 20:30

15/09 - Observação astronómica noturna - Alto da Fóia, Monchique, a partir das 21:30

(todas as atividades estão dependentes de condições meteorológicas favoráveis)

 
EFEMÉRIDES

Dia 28/08: 240.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1789 Herschel descobria a lua de SaturnoEncélado.

Em 1859, uma tempestade geomagnética provoca auroras boreais tão fortes que puderam ser claramente observadas em partes dos EUA, Europa e até Japão.
Em 1993, "flyby" da sonda Galileupor Ida e Dactyl.
Observações: Esta semana, após o anoitecer, Arcturo e a Ursa Maior brilham à mesma altura no céu a oeste e a noroeste, respetivamente.

Dia 29/08: 241.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1965, a nave Gemini V regressa à Terra, aterrando no Oceano Atlântico.

Em 1975, o japonês Kentaro Osada descobre V1500 Cygni, uma das mais rápidas novas de que há registo. 
Observações: Aproxima-se o fim do verão. Atualmente, pouco depois do cair da noite, Cassiopeia está tão alta a nordeste quanto a Ursa Maior tão "baixa" a noroeste. Encontre a Estrela Polar um pouco acima do ponto médio entre estas duas constelações.

Dia 30/08: 242.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1983, missão STS-8 do vaivém Challenger. Foi o primeiro lançamento noturno do programa do vaivém espacial.
Em 1984, o vaivém Discovery fazia a sua viagem inaugural, a missão STS-41-D.

Em 1991, lançamento do observatório espacial solar Yohkoh do Japão.
Em 2012, lançamento das sondas gémeas Van Allen da NASA, a bordo de um foguetão Atlas V. O seu propósito é recolher dados sobre as duas cinturas de radiação que rodeiam a Terra e revelar detalhes da influência do Sol sobre o nosso planeta.
Observações: Agora que a Lua só nasce aproximadamente uma hora depois do anoitecer, temos uma janela de oportunidade para explorar estrelas duplas, enxames abertos, enxames globulares e nebulosas com telescópio e até com binóculos.

 
CURIOSIDADES

A rotação da Terra está cada vez mais lenta: o dia da Terra passou de aproximadamente 18 horas há 1,4 mil milhões de anos para as 24 horas de hoje. E a culpa é da Lua.
 
MAPA DA DENSIDADE ESTELAR
Mapa 3D focado num tipo particular de objeto: estrelas OB, as estrelas mais quentes, mais brilhantes e mais massivas da nossa Galáxia.
Crédito: Galaxy Map/K. Jardine
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O segundo lançamento de dados da missão Gaia da ESA, realizado em abril, marcou um ponto de viragem no estudo da nossa casa galáctica, a Via Láctea. Com um catálogo sem precedentes de posições 3D e movimentos 2D de mais mil milhões de estrelas, além de informações adicionais sobre subconjuntos menores de estrelas e outras fontes celestes, Gaia forneceu aos astrónomos um recurso surpreendente para explorar a distribuição e composição da Galáxia e investigar a sua evolução passada e futura.

A maioria das estrelas na Via Láctea está localizada no disco Galáctico, que tem uma forma achatada, caracterizada por um padrão de braços espirais, semelhante ao observado em galáxias espirais além da nossa. No entanto, é particularmente difícil reconstruir a distribuição de estrelas no disco e, especialmente, o design dos braços da Via Láctea, devido à nossa posição dentro do próprio disco.

É aqui que as medições do Gaia podem fazer a diferença.

Esta imagem mostra um mapa 3D que está focado num tipo particular de objeto: estrelas OB, as estrelas mais quentes, mais brilhantes e mais massivas da nossa Galáxia. Como estas estrelas têm vidas relativamente curtas - até algumas dezenas de milhões de anos – encontram-se principalmente perto dos seus locais de formação no disco galáctico. Como tal, podem ser usadas para traçar a distribuição geral de estrelas jovens, locais de formação estelar e braços espirais da Galáxia.

O mapa, que se baseia em 400.000 estrelas deste tipo, a menos de 10.000 anos-luz do Sol, foi criado por Kevin Jardine, um programador informático e astrónomo amador com interesse em cartografar a Via Láctea, e que utiliza uma variedade de dados astronómicos.

Está centrado no Sol e mostra o disco galáctico como se estivéssemos a olhar para ele de um ponto de vista fora da Galáxia.

Para lidar com o enorme número de estrelas no catálogo de Gaia, Kevin utilizou a chamada isosuperfície de densidade, uma técnica que é usada rotineiramente em muitas aplicações práticas, por exemplo, para visualizar o tecido dos órgãos dos ossos em tomografias computadorizadas do corpo humano. Nesta técnica, a distribuição 3D de pontos individuais é representada em termos de uma ou mais superfícies lisas que delimitam regiões com uma densidade de pontos diferente.

Aqui, regiões do disco galáctico são mostradas com cores diferentes, dependendo da densidade de estrelas ionizantes anotadas pelo Gaia; estas são as mais quentes entre as estrelas OB, brilhando com a radiação ultravioleta que retira os eletrões dos átomos de hidrogénio para lhes dar o seu estado ionizado.

As regiões com maior densidade destas estrelas são exibidas em tons rosa/roxo, regiões com densidade intermédia em violeta/azul claro, e regiões de baixa densidade em azul escuro. Informações adicionais de outras pesquisas astronómicas foram também usadas para cartografar as concentrações de poeira interestelar, mostradas em verde, enquanto nuvens conhecidas de gás ionizado estão representadas como esferas vermelhas.

O aparecimento de "raios" é uma combinação de nuvens de poeira que bloqueiam a visão das estrelas por trás delas e um efeito de alongamento da distribuição de estrelas ao longo da linha de visão.

Uma versão interativa deste mapa está também disponível como parte do Gaia Sky, um programa informático de visualização em astronomia 3D, em tempo real, que foi desenvolvido no âmbito da missão Gaia no Astronomisches Rechen-Institut, Universidade de Heidelberg, Alemanha.

Links:

Notícias relacionadas:
ESA
ESA - 2
"Trailer" do Mapa 3D do Gaia (Kevin Jardine via YouTube)

Via Láctea:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia
SEDS

Gaia:
ESA
ESA - 2
Arquivo de dados do Gaia
Como usar os dados do Gaia
Recursos VR
SPACEFLIGHT101
Wikipedia

 
OSIRIX-REX DA NASA COMEÇA CAMPANHA DE OPERAÇÕES DO ASTEROIDE

Depois de uma viagem de quase dois anos, a nave de recolha de amostras OSIRIS-REx (Origins, Spectral Interpretation, Resource Identification, Security-Regolith Explorer) da NASA teve o seu primeiro vislumbre do asteroide Bennu há duas semanas e deu início à aproximação final em direção ao alvo. A campanha de operações do asteroide começou no dia 17 de agosto com a câmara PolyCam da sonda a obter esta imagem a uma distância de 2,2 milhões de quilómetros.

No dia 17 de agosto, a sonda OSIRIS-REx obteve as primeiras imagens do seu alvo, o asteroide Bennu, a uma distância de 2,2 milhões de quilómetros, ou quase seis vezes a distância entre a Terra e a Lua. Este conjunto de cinco imagens foi obtido pela câmara PolyCam ao longo de uma hora para propósitos de calibração e a fim de assistir a equipa de navegação da missão com os esforços de navegação ótica. Bennu é visível como um objeto em movimento contra o fundo das estrelas na direção da constelação de Serpente.
Crédito: NASA/Goddard/Universidade do Arizona
(clique na imagem para ver versão maior)
 

OSIRIS-REx é a primeira missão da NASA a visitar um asteroide próximo da Terra, a inspecionar a superfície, a recolher amostras e a trazê-las em segurança para a Terra. A nave já percorreu aproximadamente 1,8 mil milhões de quilómetros desde o seu lançamento de 8 de setembro de 2016 e tem chegada prevista a Bennu no dia 3 de dezembro.

"Agora que a OSIRIS-REx está próxima o suficiente para observar Bennu, a equipa da missão passará os próximos meses a aprender o máximo possível sobre o tamanho, forma, características da superfície e arredores antes de alcançar o asteroide," afirma Dante Lauretta, investigador principal da OSIRIS-REx da Universidade do Arizona, em Tucson, EUA. "Depois de passar tanto tempo a planear este momento, mal posso esperar para ver o que Bennu nos vai revelar."

À medida que a OSIRIS-REx se aproxima do asteroide, a sonda usará os seus instrumentos científicos para recolher informações sobre Bennu e para se preparar para a chegada. A carga científica da sonda compreende o conjunto de câmaras OCAMS (PolyCam, MapCam, and SamCam), o espectrómetro termal OTES, o espectrómetro visível e infravermelho OVIRS, o altímetro a laser OLA e o espectrómetro de raios-X REXIS.

Durante a fase de aproximação da missão, a OSIRIS-REx vai:

  • observar regularmente a área em redor do asteroide a fim de procurar plumas de poeira e satélites naturais e estudar as propriedades espectrais de Bennu;
  • executar uma série de quatro manobras de aproximação ao asteroide, começando no dia 1 de outubro, diminuindo a velocidade da sonda para coincidir com a órbita de Bennu em redor do Sol;
  • soltar a cobertura protetora do braço de amostragem da sonda em meados de outubro e subsequentemente estender e fotografar o braço pela primeira vez durante o voo;
  • usar a OCAMS para revelar a forma geral do asteroide no final de outubro e começar a detetar características da superfície de Bennu em meados de novembro.

Após a chegada a Bennu, a nave passará o primeiro mês a realizar "flybys" do polo norte, equador e polo sul de Bennu, a distâncias que variam entre os 19 e 7 km do asteroide. Estas manobras permitirão a primeira medição direta da massa de Bennu, bem como observações detalhadas da superfície. Estas trajetórias também proporcionarão à equipa de navegação a experiência de navegar perto do asteroide.

"A baixa gravidade de Bennu oferece um desafio único para a missão," comenta Rich Burns, gerente do projeto OSIRIS-REx no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland. "Com aproximadamente 500 metros em diâmetro, Bennu será o objeto mais pequeno alguma vez orbitado por uma nave espacial."

A sonda também examinará extensivamente o asteroide antes da equipa da missão identificar dois possíveis locais de amostragem. Um exame minucioso destes locais permitirá à equipa escolher um para a recolha de amostras, prevista para o início de julho de 2020. Após a recolha de amostras, a sonda voltará para a Terra antes de ejetar a Cápsula de Retorno de Amostras com aterragem programada para o deserto do Utah em setembro de 2023.

Links:

Cobertura da missão OSIRIS-REx pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
27/12/2016 - OSIRIS-REx vai procurar asteroides raros
06/09/2016 - NASA prepara-se para lançar a sua primeira missão de recolha e envio de amostras de um asteroide

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
"Trailer" da aproximação da OSIRIS-REx (NASA Goddard via YouTube)
OSIRIS-REx aproxima-se do asteroide Bennu (NASA Goddard via YouTube)
SPACE.com
Astronomy Now
ScienceDaily
PHYSORG
ScienceNews
Newsweek
UPI
METRO
The Verge

OSIRIS-REx:
Página oficial
NASA
Facebook
Twitter
YouTube
Instagram
Wikipedia

Asteroide Bennu:
NASA 
Wikipedia

 
SÍLICA CRISTALINA EM METEORITO PRIMITIVO APROXIMA OS CIENTISTAS DA COMPREENSÃO DA EVOLUÇÃO SOLAR
Imagem da nebulosa protoplanetária solar. A imagem da esquerda é a estrutura da sílica cristalina, e à direita é uma imagem microscópica do agregado de olivina ameboide que a equipa de investigadores encontrou no meteorito primitivoYamato-793261.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Uma equipa de investigadores da Universidade de Waseda, da Universidade de Estudos Avançados (ambas do Japão), da Universidade do Hawaii em Manoa, da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Pesquisa Polar descobriu o quartzo mineral de sílica (SiO2) num meteorito primitivo, tornando-se na primeira equipa do mundo a apresentar evidências diretas de condensação de sílica dentro do disco protoplanetário solar e a aproximar-se da compreensão da formação e evolução solar.

Embora observações espectroscópicas anteriores no infravermelho tenham sugerido a existência de sílica em estrelas T-Tauri recém-formadas, bem como em estrelas do ramo gigante AGB na sua última fase de vida, nenhuma evidência de condensação gás-sólido de sílica tinha sido encontrada em meteoritos primitivos dos primeiros estágios do nosso Sistema Solar.

Neste estudo, os cientistas estudaram o meteorito primitivo Yamato-793261 (Y-793261), um condrito carbonáceo recolhido de um campo de gelo perto das Montanhas Yamato durante a 20.ª Expedição de Investigação Antártica Japonesa em 1979.

"O grau de cristalinidade da matéria orgânica em Y-793261 mostra que não sofreu metamorfismo termal," explica Timothy Jay Fasgan, professor de geoquímica na Universidade de Waseda. "Isto confirma que Y-793261 preserva minerais e texturas da sua origem nebular, fornecendo-nos registos do Sistema Solar primitivo."

O meteorito primitivo Y-793261.
Crédito: Universidade de Waseda
 

Um componente importante dos condritos inclui inclusões refratárias, que se formaram em altas temperaturas e são os mais antigos sólidos datados do Sistema Solar. As inclusões refratárias podem ser subdivididas em inclusões ricas em cálcio e alumínio (ICAs) e agregados de olivina ameboide (AOAs). A equipa de pesquisa encontrou um AOA em Y-793261 contendo minerais AOA típicos e minerais ultra-refratários (temperatura muito alta) contendo escândio e zircónio, juntamente com o quartzo (que se forma a uma temperatura comparativamente mais baixa). "Tal variedade de minerais implica que o AOA se condensou a partir do gás nebular para sólido numa ampla faixa de temperaturas de aproximadamente 1500-900ºC," comenta o professor Fagan. "Este agregado é o primeiro do seu tipo a ser encontrado no nosso Sistema Solar."

A equipa também descobriu que o quartzo no AOA tem uma composição isotópica de oxigénio parecida com a do Sol. Esta composição isotópica é típica das inclusões refratárias em geral, o que indica que as inclusões refratárias se formaram relativamente perto do protossol (aproximadamente 0,1 UA, ou 1/10 da distância Terra-Sol). O facto de que o quartzo no meteorito Y-793261 partilha esta composição isotópica indica que o quartzo se formou no mesmo ambiente da nebulosa solar. No entanto, a condensação de sílica a partir do gás da nebulosa solar é hipoteticamente impossível caso os minerais e o gás tenham permanecido em equilíbrio durante a condensação. Este achado serve como evidências de que o AOA se formou a partir de um gás que arrefecia depressa. Dado que os minerais pobres em sílica se condensaram do gás, este mudou de composição, tornando-se mais rico em sílica, até que o quartzo se tornou estável e cristalizado.

O professor Fagan diz que a origem de Y-793261 é provavelmente um objeto astronómico perto de 162173 Ryugu (mais conhecido apenas como Ryugu), um asteroide com o nome do palácio de um dragão de um antigo conto popular japonês. Atualmente a ser investigado pela sonda robótica japonesa Hayabusa 2, Ryugu pode partilhar das mesmas propriedades que Y-793261 e potencialmente fornecer mais registos sobre o Sistema Solar inicial. "Combinando investigações em andamento sobre meteoritos com novos resultados de Ryugu, esperamos entender melhor os eventos termais durante os estágios iniciais do nosso Sistema Solar".

Links:

Notícias relacionadas:
Universidade de Waseda (comunicado de imprensa)
Artigo científico (Proceedings of the National Academy of Sciences)
ScienceDaily
PHYSORG

Dióxido de sílica:
Wikipedia

Sistema Solar:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

Formação e evolução do Sistema Solar:
Wikipedia

Yamato-793261:
The Meteoritical Society

Asteroid Ryugu:
JPL
NEODyS-2
Wikipedia

Hayabusa2:
JAXA
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Cientistas descobrem porque é que um buraco negro supermassivo parece "mover-se" (via Instituto de Astrofísica das Canárias)
O estudo, levado a cabo por dois investigadores, mostra que a "mudança na posição" observada no núcleo da galáxia M87 não é devida ao movimento do seu buraco negro supermassivo, mas a variações na emissão da luz no centro da galáxia provocadas por explosões do seu jato, um fluxo de material relativista ao longo de um feixo estreito, emitido logo para lá do próprio buraco negro. Ler fonte
     
  15 das maiores descobertas ao longo dos 15 anos do Spitzer (via NASA)
O Telescópio Espacial Spitzer da NASA já passou 15 anos no espaço. Em honra ao seu aniversário, aqui fica uma galeria com 15 das suas maiores descobertas. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Messier 20 e 21
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Ignacio Diaz Bobillo
 
A linda Nebulosa Trífida, também conhecida como Messier 20, é fácil de encontrar com um pequeno telescópio na direção da bem conhecida constelação rica em nebulosas de Sagitário. A cerca de 5000 anos-luz, o colorido estudo em contrastes cósmicos partilha esta boa composição com quase 1 grau de largura no céu com o enxame aberto Messier 21 (em baixo à direita). Atravessada por faixas de poeira, a Trífida propriamente dita mede aproximadamente 40 anos-luz em diâmetro e tens uns meros 300.000 anos. Isso torna-a numa das mais jovens regiões de formação estelar no nosso céu, onde estão embebidas nas suas nuvens natais de poeira e gás estrelas recém-nascidas e embrionárias. As estimativas da distância ao enxame estelar M21 são idênticas às de M20, mas embora partilhem esta paisagem telescópica, não existe nenhuma ligação aparente entre os dois objetos de céu profundo. De facto, as estrelas de M21 são muito mais velhas, com mais ou menos 8 milhões de anos.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e está de acordo com as normas europeias de proteção de dados (ver RGDP).

2018 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve