Cheops descobre um sistema planetário único de "dentro para fora"
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Os cientistas utilizaram o satélite Cheops da ESA para descobrir que o sistema planetário em torno da estrela LHS 1903 desafia as atuais teorias de formação planetária com a ordem invulgar dos seus planetas. Surpreendentemente, o planeta exterior mais distante pode ser rochoso e parece ter sido formado mais tarde - num ambiente diferente do dos outros planetas à volta da estrela.
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Noites Astronómicas em Tavira |
O Centro Ciência Viva de Tavira irá realizar uma observação astronómica na seguinta data, hora e local:
Dia: 19 de fevereiro de 2026
Hora: 19:30-21:30
Local: Ponte Romana em Tavira
Coordenadas GPS: [37.12535], [-7.646739]
Ação em parceria com o Centro Ciência Viva do Algarve.
A atividade é gratuita e não sujeita a marcação. A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas.
Mais informações:
- 281 326 231 (rede fixa nacional)
- 924 452 528 (rede móvel nacional)
- geral@cvtavira.pt
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Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 17/02: 48.º dia do calendário gregoriano
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• Lua Nova, pelas 12:01. Ocorre um eclipse solar anular em partes da Antártida, que será ligeiramente parcial em partes do sul de África e na ponta sul da América do Sul.
• Alta a norte por estas noites, nos "desertos" aparentemente vazios entre Capella quase no zénite e Polaris, estende-se a grande e sombria constelação de Girafa (Camelopardalis) - talvez a maior constelação frequentemente visível que não conhece.
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• A não ser que tenha um bom céu escuro, vai precisar de binóculos para descobrir o seu padrão grande e pouco definido.
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Dia 18/02: 49.º dia do calendário gregoriano
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• Ao lusco-fusco e um pouco para a esquerda do ponto cardeal oeste, uma finíssima Lua Crescente pode ser avistada com binóculos e em conjunção com Mercúrio.
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• Vénus estará cerca de 5º para baixo do nosso satélite natural. Saturno, muito mais ténue, está cerca de 15º para cima e para a esquerda.
• A lua Ganimedes começa a atravessar em frente do planeta Júpiter pelas 22:21. Sai do outro lado do planeta pelas 01:39 já de dia 19. A pequena sombra escura de Ganimedes entra na face de Júpiter pelas 01:58 (também já de dia 19; quando sair, já Júpiter se encontra por baixo do horizonte).
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Dia 19/02: 50.º dia do calendário gregoriano
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• Repita a observação de ontem, ao lusco-fusco, da Lua, de Mercúrio e de Vénus. Note que a Lua Crescente já está um pouco mais visível e que agora está para a direita do planeta Saturno.
• A Cascata de Kemble aguarda os seus binóculos bem alto a norte-noroeste por estas noites. Trata-se de um asterismo pouco brilhante, mas bastante famoso, uma cadeia estelar reta com 2,25º de comprimento, a quem foi dado, em 1980, este nome, em honra ao Padre Lucian Kemble, do Canadá. O asterismo está localizado na ténue e extensa constelação de Girafa (Camelopardalis), difícil de navegar.
• Por isso aqui fica uma dica. Trace uma linha de Algol através de Mirfak (estrelas de Perseu). Prolongue essa linha por quase 1,5 vezes. Está agora muito perto da cadeia reta de estrelas.
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• A Cascata de Kemble está quase na vertical pouco depois da hora de jantar. A maior parte dos seus cerca de 15 membros têm magnitudes 7 a 9, pelo que precisa de um céu escuro. A visão periférica ajuda, como sempre, no que toca às estrelas fracas.
• À esquerda da sua extremidade inferior encontra-se um gentil arco de três estrelas mais brilhantes não pertencentes ao asterismo, com magnitudes 4,8 a 5,8, como se pode ver na ampliação acima (a mais inferior está rotulada BD). Estas, combinadas com a estrela de magnitude 4,9 no meio da Cascata (pertencente ao padrão da constelação da Girafa), são um bom auxílio para a sua localização.
• Bónus para os telescópios: o pequeno enxame aberto NGC 1502 está 1/3º para a direita do topo da Cascata de Kemble. E a estrela de magnitude 6,2 que assinala o topo da Cascata é um largo binário telescópico - as suas componentes são quase gémeas, magnitudes 7,0 e 7,1, separação de 17 segundos de arco.
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Apanhado em flagrante: astrónomos observam uma estrela a desaparecer e a transformar-se num buraco negro
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Uma equipa de astrónomos descobriu que uma estrela da Galáxia de Andrómeda desapareceu sem se transformar em supernova, tendo colapsado diretamente num buraco negro. A análise da estrela feita pela equipa revela o que aconteceu e ajuda a explicar por que razão algumas estrelas massivas se transformam em buracos negros e outras não.
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(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Chuck Ayoub
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As galáxias anãs NGC 147 (esquerda) e NGC 185 estão lado a lado neste retrato telescópico profundo. As duas são galáxias satélites pouco fotografadas de M31, a grande galáxia espiral de Andrómeda, a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância. A sua separação no céu, menos de um grau num bonito campo de visão na direção da constelação de Cassiopeia, traduz-se em apenas cerca de 35 mil anos-luz à distância de M31, mas a própria galáxia de Andrómeda encontra-se para fora da imagem. As galáxias satélites mais brilhantes e mais famosas de Andrómeda, M32 e M110, são vistas muito mais perto da grande espiral. NGC 147 e NGC 185 foram identificadas como galáxias binárias, formando um sistema binário gravitacionalmente estável. Mas a recém-descoberta galáxia anã Cassiopeia II parece também fazer parte do seu sistema, formando um grupo gravitacionalmente ligado dentro da intrigante população de pequenas galáxias satélites de Andrómeda.
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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