Uma nova super-Terra num sistema planetário próximo
|
Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de distância. Este planeta, designado HD 176986 d, tem uma massa mínima de cerca de 7 vezes a da Terra e orbita a estrela a cada 61,4 dias, aumentando o número total de planetas conhecidos neste sistema.
|
|
|
🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
|
|
|
Dia 03/03: 62.º dia do calendário gregoriano
|
|
|
|
• Lua Cheia, pelas 11:38.
• A primavera chega daqui a duas semanas e meia (o equinócio tem lugar, este ano, no dia 20 de março). Mas Arcturo, a Estrela da Primavera, parece ansiosa por dar nas vistas.
|
• Para ver o local, no horizonte, onde vai nascer, encontre a Ursa Maior pouco depois do cair da noite. Esta está alta a nordeste. Siga a curva da "pega da frigideira" para baixo e para a direita, pouco mais que o comprimento da "frigideira". Esse é o ponto no horizonte para onde tem que olhar.
• Arcturo domina o céu a este antes da meia-noite.
|
|
|
Dia 04/03: 63.º dia do calendário gregoriano
|
|
|
|
• Aqui fica um verdadeiro desafio! Quer tentar observar Sirius B, a famosa anã branca? Sirius A e Sirius B ainda estão separadas por 11 segundos de arco, quase à separação máxima da sua órbita de 50 anos.
|
• Precisa de pelo menos um telescópio de 10 polegadas e condições excelentes de observação. Tente noite após noite; as condições fazem realmente toda a diferença. Use uma ocular de grande ampliação e tente observar quando Sirius está o mais alto a sul.
• Sirius B é 10 magnitudes mais ténue do que a componente principal: 1/10.000 do brilho. Tente tapar a metade do campo de visão da ocular ocupado por Sirius A, por exemplo, com uma pequena secção de folha de alumínio.
|
|
|
Dia 05/03: 64.º dia do calendário gregoriano
|
|
|
|
• Olhe para este após o lusco-fusco para ver que a constelação de Leão já está a subir no céu.
|
• A sua estrela mais brilhante é Régulo. A "foice" de Leão (com punho e meio, à distância do braço esticado, de altura) estende-se para cima e para a sua esquerda.
|
|
|
Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
|
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
|
|
|
|
|
Observatório Vera C. Rubin lança "máquina de descoberta" em tempo real para monitorização do céu noturno (via NOIRLab)
O Observatório Vera C. Rubin divulgou os seus primeiros alertas documentando eventos astronómicos avistados pelo observatório. O Rubin emitiu 800.000 alertas na noite de 24 de fevereiro. Esses alertas chamaram a atenção dos cientistas para novos asteroides, explosões estelares e outras mudanças no céu noturno. Este marco assinala o lançamento de um sistema que deverá produzir até sete milhões de alertas por noite.
|
|
|
Sharpless 249 e a Nebulosa da Medusa
|
Normalmente ténue e elusiva, a Nebulosa da Medusa é capturada neste sedutor campo telescópico. Flutuando no mar interestelar, a nebulosa está ancorada à direita e à esquerda por duas estrelas brilhantes, Mu e Eta Geminorum, aos pés dos Gémeos celestes. A Nebulosa da Medusa propriamente dita está à direita do centro, vista como uma brilhante crista de emissão com tentáculos pendentes. Na verdade, esta medusa cósmica faz parte do remanescente de supernova em forma de bolha IC 443, a nuvem de detritos em expansão de uma estrela massiva que explodiu. A luz da explosão chegou pela primeira vez ao planeta Terra há mais de 30.000 anos. Tal como a sua prima nas águas astrofísicas, o remanescente de supernova da Nebulosa do Caranguejo, a Nebulosa da Medusa é conhecida por abrigar uma estrela de neutrões, o remanescente ultradenso de um núcleo estelar colapsado. Uma nebulosa de emissão catalogada como Sharpless 249 preenche o campo no canto superior esquerdo. A Nebulosa da Medusa está a cerca de 5000 anos-luz de distância. A essa distância, a imagem abrange cerca de 300 anos-luz de diâmetro.
|
|
|
Centro Ciência Viva do Algarve Rua Comandante Francisco Manuel 8000-250, Faro Portugal Telefone: 289 890 922 Telemóvel: 962 422 093 E-mail: info@ccvalg.pt
|
|
Centro Ciência Viva de Tavira Convento do Carmo 8800-311, Tavira Portugal Telefone: 281 326 231 Telemóvel: 924 452 528 E-mail: geral@cvtavira.pt
|
|
|
"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um caráter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML e classes CSS - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente de webmail suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook ou outras apps para leitura de mensagens eletrónicas.
Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve e do Centro Ciência Viva de Tavira. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando o webmaster.
Esta mensagem destina-se unicamente a informar e está de acordo com as normas europeias de proteção de dados (ver RGDP), conforme Declaração de Privacidade e Tratamento de dados pessoais.
2026 - Centro Ciência Viva do Algarve | Centro Ciência Viva de Tavira
|
|
|
|