O Sol não está sozinho - escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas "gémeas"
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Astrónomos analisaram milhares de "gémeas solares" - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.
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🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 17/03: 76.º dia do calendário gregoriano
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• Esta é a altura do ano em que Oríon começa a inclinar-se a sudoeste à hora de jantar, ficando a sua Cintura mais ou menos horizontal.
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• Mas quando é que a Cintura de Oríon fica mesmo horizontal? Isso depende de quão para este-oeste o observador está no seu fuso horário, e da latitude.
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Dia 18/03: 77.º dia do calendário gregoriano
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• Sirius está a sul, no meridiano, ao lusco-fusco. Sirius é a estrela inferior do grande e equilátero Triângulo de Inverno.
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• As outras duas estrelas do triângulo são a alaranjada Betelgeuse, para cima e para a direita de Sirius (no ombro de Oríon), e Procyon para cima e para a esquerda de Sirius.
• Nesta altura do ano, o Triângulo de Inverno fica equilibrado em Sirius ao cair da noite. Procyon atravessa o meridiano sempre 55 minutos depois de Sirius.
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Dia 19/03: 78.º dia do calendário gregoriano
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• Lua Nova, pelas 01:23.
• Cassiopeia, constelação representativa do outono e do inverno, situa-se já baixa após o anoitecer. Procure-a quase a noroeste. Está apoiada de lado.
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• Para nós, observadores que vivemos a latitudes médias norte, Cassiopeia é uma constelação circumpolar, o que significa que nunca se põe abaixo do horizonte.
• Pouco antes das 2 da manhã (já de dia 20), estará o mais baixa a norte, como um "W" não exatamente horizontal.
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Os astrónomos recolheram evidências raras da colisão entre dois planetas
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Astrónomos da Universidade de Washington encontraram evidências de uma colisão entre dois planetas num sistema estelar a cerca de 11.000 anos-luz de distância, em torno de uma estrela chamada Gaia20ehk. A pista surgiu quando o brilho da estrela começou a variar de forma invulgar. Os investigadores concluíram que uma nuvem quente de poeira e rocha, produzida pelo impacto, está a passar em frente da estrela e a bloquear parte da sua luz.
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Novo método revela uma expansão mais lenta na nossa vizinhança cósmica
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Dois estudos analisaram o movimento de grupos próximos de galáxias, os grupos Centaurus A e M81, usando um novo método que combina a gravidade interna desses sistemas com o ritmo de expansão do Universo. Os resultados indicam que o Universo local pode estar a expandir-se mais lentamente do que as estimativas anteriores, aproximando as medições locais das observações do Universo primordial e ajudando a esclarecer a chamada "tensão de Hubble".
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Descoberta estrela de segunda geração extremamente rara no interior de uma antiga galáxia anã (via NOIRLab)
Descoberta na galáxia anã Pictor II, a estrela PicII-503 apresenta uma deficiência extrema de ferro - menos de 1/40.000 do Sol. Esta característica torna-a o exemplo mais claro de uma estrela num sistema primordial que preserva o enriquecimento químico das primeiras estrelas do Universo. PicII-503 apresenta também uma superabundância extrema de carbono, fornecendo o elo que faltava para ligar as estrelas com elevado teor de carbono observadas no halo da Via Láctea a uma origem em antigas galáxias anãs.
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Exoplanetas: condições propícias à vida em luas distantes (via Universidade Luís Maximiliano de Munique)
A água na forma líquida é considerada essencial para a vida. Surpreendentemente, porém, poderiam existir condições estáveis propícias à vida longe de qualquer sol. Uma equipa de investigação demonstrou que as luas em torno de planetas flutuantes podem manter os seus oceanos de água na forma líquida por até 4,3 mil milhões de anos, graças a atmosferas densas de hidrogénio e ao aquecimento de marés – ou seja, por quase tanto tempo quanto a Terra existe e tempo suficiente para que a vida complexa se desenvolva.
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Órbita oval lança nova luz sobre as fusões entre buracos negros e estrelas de neutrões (via Universidade de Birmingham)
Os cientistas descobriram a primeira evidência concreta de que um buraco negro e uma estrela de neutrões colidiram, mas que, pouco antes de se fundirem, orbitavam numa trajetória oval em vez de um círculo perfeito. Esta descoberta põe em causa suposições de longa data acerca da forma como estes pares cósmicos se formam e evoluem.
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CG 4: O Glóbulo e a Galáxia
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Será este um monstro cósmico pronto para devorar uma galáxia desprevenida? Felizmente, não é esse o caso. O "monstro" vermelho visto na imagem em destaque é o Glóbulo Cometário CG 4, situado a 1300 anos-luz de distância na direção da constelação da Popa. CG 4 é uma nuvem molecular, onde o hidrogénio arrefece o suficiente para formar moléculas que podem ser agrupadas pela gravidade para criar estrelas. A forma de CG 4 assemelha-se à de um cometa, mas a sua cabeça tem 1,5 anos-luz de diâmetro e a sua cauda tem 8 anos-luz de comprimento; para comparação, a distância da Terra ao Sol é de apenas 8 minutos-luz. Os astrónomos pensam que a cauda de um glóbulo cometário pode ter sido moldada por uma explosão de supernova nas proximidades ou pela irradiação de estrelas quentes e massivas. De facto, CG 4 e outros glóbulos próximos apontam para longe do remanescente de supernova da Vela, no centro da Nebulosa de Gum. A galáxia espiral vista de lado, ESO 257-19, está mais de cem milhões de anos-luz para lá de CG 4 e, portanto, está completamente a salvo do "monstro".
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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