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WORKSHOP (WS) SOBRE ASTRONOMIA NAS ESCOLAS: DESCOBRE O TEU UNIVERSO! |
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| (clique na imagem para seguir para a página do AIA 2009) |
Vamos aprender e... ensinar Astronomia?
Coordenação da actividade: Felisbela Martins, Associação Europeia para o Ensino da Astronomia (felisbela.martins@tvtel.pt), Rosa Doran, Núcleo Interactivo de Astronomia (rosa.doran@gmail.com) e Máximo Ferreira, Centro Ciência Viva de Constância (mferreira@cienciaviva.pt).
Introdução: Trata-se de um workshop com o objectivo de apoiar docentes dos ensinos básicos e secundário no auxílio a actividades de Astronomia nas Escolas. Esta iniciativa integra-se no projecto chave (cornerstone project) da UAI denominado "Galileo Teacher Training Program". A participação nestes WS é gratuita podendo a Comissão Nacional apoiar a deslocação e estadia dos professores. Os professores interessados neste apoio deverão enviar enviar o respectivo pedido por mail para aia2009@mat.uc.pt. Este Curso de Formação aguarda certificação pelo Conselho Cientifico Pedagogico da Formação Continua (1 credito). A entidade formadora certificada é a Agência nacional Ciência Viva.
Programa tipo:
Módulo inicial - Introdução (1h)
- Apresentação. Objectivos e conteúdos. Organização e estrutura da acção. Avaliação.
- Bibliografia
Módulo I - A Astronomia nos Ensinos Básico e Secundário. Introdução aos conceitos teóricos. (8h)
• O Sol
• O Sistema Solar
• Os planetas e pequenos corpos do Sistema Solar
• Movimentos planetários, eclipses e constelações
• Estrelas e galáxias
• O espectro electromagnético
• Introdução à cosmologia e estrutura de larga escala
Módulo II - Utilização de telescópios. Tipos de telescópios. Observação Diurna e Observação nocturna (8h)
Módulo III - Galileo Teacher Training Program - Utilização de ferramentas e plataformas informáticas e de internet no Ensino da Astronomia (8h). Exemplos de conteúdos: Processamento de imagens, utilização de mapas celestes, preparação de sessões de observação, procura de asteróides,etc.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE PARA A INSCRIÇÃO:
PARA RESIDENTES EM PORTUGAL CONTINENTAL
I - Esta Actividade tem um limite de 30 participantes por WS.
II - Mesmo que a actividade já esteja lotada poderá ainda inscrever-se mas ficará sujeito a vaga por desistência, no entanto fica inscrito como suplente.
III - Se reside em Portugal Continental deverá inscrever-se AQUI . Poderá também ver o número de vagas disponíveis por WS.
PARA RESIDENTES NA MADEIRA
I -Para o WS na Madeira, por favor consultar a página.
PARA RESIDENTES NOS AÇORES
I - Para os WS nos Açores, por favor contactar o Professor Doutor João Miguel Ferreia, responsável pelo AIA2009 na Região Autónoma do Açores miguelf[at]uac.pt será então informado como deve proceder para realizar a sua inscrição.
Locais
| Locais |
Calendarização |
Formadores |
Local de Formação |
| Coimbra |
29 de Junho a 1 de Julho 2009 |
Módulo I – Rosa Doran
Módulo II – Máximo Ferreira
Módulo III – Rosa Doran |
Museu de Ciência |
| Constância |
1 a 3 de Julho 2009 |
Módulo I – Máximo Ferreira
Módulo II – Máximo Ferreira
Módulo III – Rosa Doran |
Ciência Viva de Constância |
| Faro |
6 de Julho a 8 de Julho 2009 |
Módulo I – Alexandre Costa, Bárbara Moiteiro
Módulo II – Alexandre Costa, Bárbara Moiteiro
Módulo III – Rosa Doran |
Ciência Viva do Algarve |
| Lisboa |
8 de Julho a 10 de Julho 2009 |
Módulo I – Máximo Ferreira
Módulo II – Máximo Ferreira
Módulo III – Rosa Doran |
Museu da Ciência |
| Lisboa |
6 a 8 de Julho 2009 |
Módulo I – Máximo Ferreira
Módulo II – Máximo Ferreira
Módulo III – Luísa Almeida |
Ciência Viva Pavilhão do Conhecimento |
| Bragança |
13 de Julho a 15 de Julho 2009 |
Módulo I – Rosa Doran
Módulo II – Carlos Santos
Módulo III – Rosa Doran |
Centro Ciência Viva |
| Espinho Centro Multimeios |
13 de Julho a 15 de Julho 2009 |
Módulo I – António Pedrosa
Módulo II – António Pedrosa
Módulo III – Maria Luísa Almeida |
Centro Multimeios de Espinho |
| Região Autónoma da Madeira |
21,28 Março (I e II)
1 a 4 de Abril 2009 (III) |
Módulo I – Pedro Augusto
Módulo II – Pedro Augusto
Módulo III – Rosa Doran |
Universidade da Madeira/ Ciência Viva de Porto Moniz |
| Região Autónoma dos Açores/ Terceira |
28,29 e 30 de Outubro 2009 |
Módulo I – Miguel Ferreira
Módulo II – Carlos Santos
Módulo III – Rosa Doran |
Ilha Terceira |
| Região Autónoma dos Açores/ S. Miguel |
2 a 4 de Novembro 2009 |
Módulo I – Rosa Doran
Módulo II – Carlos Santos
Módulo III – Rosa Doran |
Observatório de Santana - Ribeira Grande |
Links:
Página oficial do Ano Internacional da Astronomia 2009 |
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AQUECIMENTO GLOBAL PODERÁ SER IRREVERSÍVEL |
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Um estudo recente publicado por um dos líderes mundiais da matéria diz que muitos dos efeitos das mudanças climáticas são já irreversíveis. Susan Solomon, especialista do Painel Internacional de Mudanças Climáticas e cientista da NOAA (National Oceanic and Atmopheric Association), afirma que mesmo que as emissões de carbono terminassem, as temperaturas globais permaneceriam altas até pelo menos ao ano 3000.
"As pessoas imaginam que se parássemos com as emissões de dióxido de carbono nós voltaríamos ao normal em 100, 200 anos; isso não é verdade," afirmou numa teleconferência.
Ela define "irreversível" como uma mudança que permaneceria durante 1000 anos mesmo se os humanos parassem imediatamente de libertar carbono para a atmosfera. "As mudanças climáticas são lentas, mas imparáveis", afirma. Interpela aos líderes para agir ainda mais rapidamente, para que a situação a longo-prazo não se torne ainda pior.
Alan Robock, do Centro de Previsão Ambiental da Universidade de Rutgers, concorda com a conclusão do relatório. "Não é como a poluição do ar onde ao desligarmos a chaminé de uma fábrica, em poucos dias o ar está limpo," (Robock não fez parte da equipa de pesquisa de Solomon). "Isto significa que temos que nos esforçar ainda mais para tentar reduzir as emissões," afirma.
O relatório de Solomon "é importante, não alarmista, é muito importante para os debates actuais sobre as políticas climatéricas," acrescenta Jonathan Overpeck, cientista climático da Universidade do Arizona. As temperaturas subiram por todo o globo e foram observadas mudanças nos padrões de precipitação pelo Mediterrâneo, África do Sul e Sudoeste da América do Norte.
O clima mais quente está também a provocar a expansão do oceano, e de acordo com os investigadores, espera-se que aumente com o derreter dos gelos na Gronelândia e na Antártica. "Acho que a grande escala de tempo da persistência destes efeitos não foi bem percebida," constata Solomon.
O aquecimento global tem sido travado pelo oceano, afirma Solomon, porque a água necessita de uma grande parte dessa energia para aquecer. Mas esse bom efeito não só irá diminuir com o tempo, como o oceano irá ajudar a manter o planeta quente libertando o seu calor acumulado para o ar.
As mudanças climáticas têm sido conduzidas por gases na atmosfera que capturam o calor da radiação solar e aumentam a temperatura do planeta - o denominado "efeito de estufa." O dióxido de carbono tem sido o gás mais importante porque permanece no ar durante centenas de anos. Enquanto outros gases são responsáveis por quase metade do aquecimento, degradam-se mais rapidamente, diz Solomon.
Antes da Revolução Industrial o ar continha aproximadamente 280 partes por milhão de dióxido de carbono. Esse valor subiu até aos 385 ppm hoje em dia, e os políticos e cientistas têm debatido até que nível pode ser estabilizado.
O estudo de Solomon conclui que se o CO2 subir até às 450-600 partes por milhão, os resultados daí decorrentes incluiriam diminuições persistentes de chuvas em estações-secas comparáveis à que aconteceu na década de 30 na América do Norte, em zonas do Sul da Europa, Norte de África, Sudoeste da América do Norte, África do Sul e Oeste da Austrália.
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Mudanças médias esperadas na distribuição global da precipitação por grau de aquecimento nas estações-secas.
Crédito: Susan Solomon |
Gerald Meehl, cientista do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, disse: "A grande preocupação é que quanto mais tempo esperarmos para agir, maior o nível de mudança climática irreversível a que teremos de nos adaptar." Meehl não faz parte da equipa de pesquisa de Solomon. Apesar dos cientistas estarem cientes dos aspectos a longo-prazo da mudança climática, o novo estudo realça e providencia detalhes mais específicos, disse Kevin Trenberth, líder da análise climática no Centro.
"Este aspecto é pouco apreciado pelos políticos e pelo público em geral e é bastante real," disse Treenberth, que também não fez parte do grupo de investigação. "As mudanças nas temperaturas e no nível do mar são, no mínimo, subvalorizadas e bastante conservativas, especialmente para o nível do mar," afirma. Embora concorde que as mudanças no nível da precipitação mencionadas no artigo já se estejam a fazer sentir, Trenberth discorda com alguns detalhes dessa parte da investigação.
"Mesmo assim, teria que haver mudanças na neve (para chuva), nos recursos aquíferos e consequências irreversíveis, se bem que não da maneira como os autores descrevem" salienta. "A relevância política é clara: Precisamos de agir mais depressa... porque quando o público e os políticos finalmente se aperceberem que as mudanças já chegaram, vai ser tarde demais para se fazer algo. De facto, como os autores escrevem, já é tarde demais para amenizar alguns destes efeitos."
Os co-autores do estudo foram Gian-Kaspar Plattner e Reto Knutti do Instituto Federal Suiço de Tecnologia em Zurique e Pierre Friedlingstein do Instituto Nacional de Pesquisa Científica, Gif sur Yvette, França.
A investigação foi suportada pelo Gabinete de Ciência do Departamento de Energia do Governo dos EUA e encontra-se detalhada no artigo on-line da revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, de 28 de Janeiro (edição impressa a 10 de Fevereiro).
Links:
Notícias relacionadas:
Artigo científico (PNAS, em formato PDF)
Science
New Scientist
LiveScience
Universe Today
PHYSORG.com
Nature
BBC News
AFP
Associated Press
NPR
Aquecimento global:
Wikipedia
Wikipedia - 2
National Geographic
NOAA |
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ASTRÓNOMOS OBTÊM UM ESPECTACULAR REGISTO METEOROLÓGICO DE PLANETA EXTRASOLAR |
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Os astrónomos observaram o intenso aquecimento de um distante planeta à medida que se aproximava da sua estrela-mãe, providenciando pistas importantes acerca das propriedades atmosféricas do mesmo. As observações permitiram aos astrónomos da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, EUA, gerar imagens realistas do planeta ao inserir os dados em simulações computacionais da atmosfera do planeta.
"Nós não conseguimos obter uma imagem directa do planeta, mas podemos deduzir como seria se lá estivéssemos. A capacidade de ir além da interpretação de um artista e fazer simulações realistas do que realmente poderíamos ver é muito excitante," disse Gregory Laughlin, professor de Astronomia e Astrofísica da Universidade já referida. Laughlin é o autor principal de um novo artigo acerca da descoberta publicado esta semana na revista Nature.
Os investigadores usaram o Telescópio Espacial Spitzer da NASA para obter medições infravermelhas do calor libertado do planeta à medida que deslizava para trás e para perto da sua estrela. Em apenas seis horas, a temperatura do planeta subiu de 800 para 1500 Kelvin (527 para 1227º C).
Conhecido como HD 80606b, o planeta orbita uma estrela a apenas 200 anos-luz da Terra, tem quatro vezes a massa de Júpiter e tem a órbita mais excêntrica de qualquer planeta conhecido. Passa a maioria da sua órbita de 111.4 dias em distâncias que o colocam entre Vénus e a Terra no nosso Sistema Solar, enquanto no periélio atinge as 0,03 unidades astronómicas da sua estrela (uma unidade astronómica, ou UA, é a distância entre a Terra e o Sol, aproximadamente 150 milhões de quilómetros). O planeta percorre este dramático encontro com a sua estrela-mãe em menos de um dia.
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Imagem da simulação computacional do planeta HD 80606b. As áreas azuis são zonas de luz estelar reflectida (a cor azul resulta principalmente da absorção do sódio e do potássio na atmosfera planetária). As regiões vermelhas são áreas do planeta que brilham devido ao seu próprio calor intrínseco.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/D. Kasen (UC Santa Cruz) |
No seu ponto mais próximo, a luz estelar que atinge o planeta é 825 vezes mais forte que a irradiação que recebe no seu ponto mais longínquo. "Se pudéssemos voar por cima das nuvens deste planeta, veríamos o seu "Sol" crescer cada vez mais, e cada vez mais depressa, aumentando de brilho por um factor de quase 1000 vezes," disse Laughlin.
O Spitzer observou anteriormente o planeta durante 30 horas, durante, e mesmo após a maior aproximação à estrela. Passou por trás da estrela (um evento chamado eclipse secundário) mesmo antes da sua maior aproximação. Laughlin e os seus colegas tiveram sorte neste aspecto, pois não sabiam que isso ia acontecer quando planearam a observação. O eclipse secundário permitiu-lhes obter medições precisas apenas da estrela e assim determinar as temperaturas exactas do planeta.
As extremas variações na temperatura observadas pelo Spitzer indicam que o brilho intenso da estrela é absorvido numa camada da atmosfera superior do planeta que absorve e perde calor rapidamente, afirma Laughlin.
O co-autor Jonathan Langton, investigador pós-doutoral, inseriu os dados obtidos pelo Spitzer num modelo hidrodinâmico da atmosfera do planeta extrasolar para prever a sua resposta ao calor intenso. A simulação de Langton mostra que se desencadearam tempestades globais e ondas de choque na atmosfera do planeta a cada 111 dias, à medida que se aproximava da estrela.
"A resposta inicial pode ser descrita como uma explosão no lado iluminado," afirma Langton. "À medida que a atmosfera aquece e se expande, produz ventos a alta velocidade, na ordem dos 5 km/s, dirigindo-se do lado diurno para o lado nocturno. A rotação do planeta faz com que estes ventos se enrolem em sistemas de tempestades a larga-escala que gradualmente morrem à medida que o planeta arrefece quando se afasta da estrela na sua órbita."
Daniel Kasen, pós-doutorado do Hubble na Universidade da Califórnia, foi capaz de construir imagens fotorealistas do planeta usando um programa que desenvolveu para calcular os processos de transferências radiativas em Astrofísica. "Calcula a cor e intensidade da luz que vem do planeta brilhante, e também como a luz estelar é reflectida da superfície do planeta," disse Kasen.

Estas imagens geradas em computador mostram o desenvolvimento de intensos padrões meteorológicos do planeta extrasolar altamente excêntrico HD
80606b, durante os dias da sua maior aproximação à estrela-mãe.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/J. Langton (UC Santa Cruz)
(clique na imagem para ver versão maior)
As imagens resultantes mostram um fino crescente azul de luz estelar reflectida constituíndo o lado nocturno do planeta, que brilha com um vermelho cor-de-cereja do seu próprio calor, tal como o carvão numa fogueira. "Estas imagens são bem mais realistas do que quaisquer outras já desenhadas para os planetas extrasolares," afirma Laughlin.
Se a órbita do planeta estiver alinhada correctamente, passará em frente da estrela (um evento conhecido como um trânsito planetário) no dia 14 de Fevereiro. Tanto os astrónomos profissionais como os amadores de todo o mundo estarão a observar este evento. A ocorrência do trânsito primário permitirá aos astrónomos aprender mais sobre este invulgar planeta, através de observações espectroscópicas.
O planeta extrasolar HD 80606b foi originalmente descoberto em 2001 por uma equipa suiça liderada por Dominique Naef do Observatório de Genebra. Usando um método conhecido como técnica Doppler-velocidade, detectaram a tantalizante oscilação na luz da estrela provocada pelo puxo gravitacional do planeta.
Observações subsequentes pelos colegas de Laughlin na equipa de Pesquisa Planetária da Califórnia & Carnegie - Steve Vogt da Universidade da Califórnia e Paul Butler do Instituto Carnegie em Washington - providenciaram informações precisas acerca da órbita do planeta, essenciais para o planeamento das observações do Spitzer. Drake Deming do Centro Aerospacial Goddard da NASA contribuiu para a análise dos dados do Spitzer. Outros co-autores do artigo da revista Nature incluem o investigador pós-doutoral Eugenio Rivera e o estudante Stefano Meschiari.
Links:
Notícias relacionadas:
Spitzer - Caltech (comunicado de imprensa)
UCSC (comunicado de imprensa)
Artigo da revista Nature (requer subscrição)
SPACE.com
Universe Today
Science Daily
New Scientist
Discover Magazine
EurekAlert!
National Geographic
BBC News
AFP
MSNBC
Wired
The Register
HD 80606b:
Artigo científico (em formato PDF)
Artigo científico - 2 (em formato PDF)
Animação do planeta (formato Flash)
Wikipedia
Exoplanet.eu
Planetas extrasolares:
Wikipedia
Wikipedia (lista)
Wikipedia (lista de extremos)
Catálogo de planetas extrasolares vizinhos (PDF)
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net
Extrasolar Visions |
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ASTRO-CURTAS
Rover Spirit com problemas de memória e mobilidade (via NASA)
Domingo passado, os controladores receberam informações que o rover não se tinha movido, embora os comandos tivessem sido recebidos. Além disso, o Spirit não registou as actividades diárias na sua memória não-volátil, a parte da memória que persiste mesmo quando está desligado. Os cientistas esperam correr testes para diagnosticar os problemas. [Ler fonte]
A próxima descoberta do Hubble - você decide! (via NASA)
A NASA, para comemorar o Ano Internacional da Astronomia, decidiu dar uma prenda aos fãs do mais famoso telescópio da História. Poderá votar em qual será o próximo objecto observado pelo Hubble até 1 de Março. Dispõe, à sua escolha, de um leque de 6 candidatos nunca antes observados pelo Hubble. A imagem vencedora será anunciada entre os dias 2 e 5 de Abril. [Ler fonte] |
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EFEMÉRIDES: |
Dia 30/01: 30.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1964, era lançada a sonda Ranger 6 pela NASA.

A sua missão era filmar televisivamente a Lua até se despenhar sobre ela.
Em 1996, era descoberto o Cometa Hyakutake pelo astrónomo amador japonês Yuji Hyakutake.
Observações: Esta noite a Lua paira a 4º por cima de Vénus. Após o anoitecer, olhe para a direita do nosso satélite natural para encontrar o Grande Quadrado de Pégaso, suportado num dos seus vértices (alfa Pegasi).
Dia 31/01: 31.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1862, Alvan Graham Clark Jr. descobre a ténue companheira de Sirius, de nome Sirius B, durante testes de um refractor de 18 polegadas que estava a ser construído para o Observatório Dearborn pelo seu pai, irmão, e por ele próprio. Friedrich Bessel propôs a existência de uma companheira invisível em 1844.
Em 1958, era lançado o Explorer I, o primeiro satélite artificial americano.

Transmitiu dados sobre micrometeoritos e radiação cósmica durante 105 dias. A missão resultou na descoberta das cinturas de radiação Van Allen por James Van Allen.
Em 1966, lançamento da soviética Luna 9. Realizou a primeira aterragem com sucesso noutro corpo planetário.
Em 1971, lançamento da Apollo 14, a terceira aterragem tripulada na Lua.
Observações: Mesmo no final de Janeiro, a Ursa Menor situa-se completamente na vertical a partir da Estrela Polar após o lusco-fusco.
Dia 01/02: 32.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1999, voo rasante n.º 19 da sonda Galileu por Europa.
Em 2003, o vaivém espacial Columbia desintegra-se durante a sua reentrada na atmosfera terrestre, matando os sete astronautas a bordo: Rick D. Husband, William C. McCool, Michael P. Anderson, Ilan Ramon, Kalpana Chawla, David M. Brown e Laurel Clark.

Observações: Aproveite a noite para observar com binóculos o espectacular enxame duplo de Perseu: h e chi Persei, ou NGC 869 e 884, respectivamente.
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CURIOSIDADES: |

O número de neurónios no nosso cérebro é superior ao total de estrelas na nossa Galáxia.
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS: |

Um Eclipse Parcial Na Baía de Manila
Crédito: Armando Lee (Astron. League Philippines), F. Naelga Jr., 100 Hours of Astronomy (IYA2009)
O que aconteceu ao pôr-do-Sol? Um eclipse! Há quatro dias atrás, a Lua eclipsou parte do Sol em zonas de África, na Austrália e na Ásia. Em particular, esta imagem, obtida na Baía de Manila nas Filipinas, capturou um Sol parcialmente eclipsado. São visíveis cais em silhueta no mar. Os caçadores de eclipses e entusiastas do céu bem colocados capturaram muitas outras imagens interessantes e até artísticas do único eclipse solar anular do ano, incluindo filmes, sombras de eclipse e anéis de fogo. Outro eclipse parcial será visível das Filipinas em Julho. Esse evento, no entanto, será provavelmente melhor recordado como um eclipse solar total visível àqueles ocupando uma longa mas estreita faixa da Terra que começa na Índia e que se prolonga pela China até ao Oceano Pacífico.
Ver imagem em alta-resolução |
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