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Vistas no outro Hemisfério que não o de residência, muitas constelações parecem estar "de cabeça para baixo". |
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SITE DO ESO EM PORTUGUÊS |
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No dia 18 de Setembro foi divulgada a tradução, em várias línguas, da área divulgativa do site do ESO. Cada país passa assim a ter responsabilidade na divulgação de conteúdos na língua nacional através do seu representante na ESO Science Outreach
Network (ESON).
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Panorâmica da plataforma superior do Observatório de Cerro Paranal onde são visíveis as cúpulas dos quatro telescópios de 8,2 m do VLT.
Crédito: ESO
(clique na imagem para ver versão maior) |
O ESON é uma rede de pessoas em vários países - incluindo
todos os estados membros do ESO, mas também outros que não são membros do ESO, como os Estados Unidos da América, a Irlanda, a Noruega e o Chile - que actuam como
contactos locais para os meios de comunicação social e para o público em geral, fazendo a promoção dos
desenvolvimentos do ESO, das notas de imprensa,
das exposições, etc.
Os membros do ESON actuam também como contactos úteis
entre os órgãos de comunicação social e os cientistas nas seus países de origem.
A representação portuguesa no
ESON é garantida desde Maio de 2009 pelo Professor Doutor João Fernandes da Universidade de Coimbra, que é também o coordenador nacional do Ano Internacional da Astronomia 2009. Este investigador, que com a colaboração da Doutora Margarida
Serote produziu a versão portuguesa do site (http://www.eso.org/public/portugal/), usou como base a brochura do ESO em português, cuja tradução foi
realizada no âmbito da anterior representação
portuguesa no ESON, liderada pela Professora Doutora Teresa Lago.
O representante nacional, espera num futuro próximo, criar uma página no site
denominada "Os portugueses que usam o ESO", com o
objectivo de mostrar quem são as pessoas que utilizam os meios do ESO e o
que fazem com esses instrumentos, uma página que já mereceu o acordo do ESO.
Links:
ESO Science Outreach Network:
Página do ESON
Página portuguesa do ESO
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Ganimedes de perto - Crédito: Galileo Project, DLR, JPL, NASA |
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(clique na imagem para ver versão maior) |
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Com o que se parece a maior lua do Sistema Solar? Ganimedes, que é até maior do que Mercúrio e Plutão, tem uma superfície salpicada de crateras jovens e brilhantes que cobrem uma área escura, mais velha, de crateras ligadas por estrias e sulcos. Como a Lua da Terra, Ganimedes mantém a mesma face virada para o seu planeta central, que no seu caso é Júpiter. Neste mosaico detalhado de imagens históricas obtidas pela sonda Galileu, que orbitou Júpiter entre 1995-2003, as cores desta lua de dimensões planetárias foram aprimoradas para aumentar os contrastes da superfície. Os tons violeta visíveis nas partes superior e inferior da lua são provavelmente devidos às partículas de gelo nas regiões polares de Ganímedes. As possíveis futuras missões a Júpiter estão a ser propostas de modo a poderem pesquisar Europa e Ganimedes e os seus oceanos profundos que poderão, eventualmente, abrigar elementos considerados importantes para o suporte da vida. |
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