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Dia 26/01: 26.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1962, é lançada a Ranger 3 com o objectivo de estudar a Lua. A sonda falha o satélite por 35.400 km
Em 1978 o satélite "International Ultraviolet Explorer" (IUE) é lançado para uma órbita geosíncrona.

Durante os anos de operação, enviou 104,470 imagens de alta e baixa resoluções de 9600 fontes astronómicas de todas as classes de objectos celestes na banda ultravioleta entre 1150-3350 Å. O satélite foi desligado a 30 de Setembro de 1996.
Observações: Se desenhar um grande X de Capella até Betelgeuse, e outra linha de Aldebarã até Castor, a Lua brilha perto do ponto onde se intersectam esta noite.
Dia 27/01: 27.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1967, os astronautas da Apollo 1 - Virgil (Gus) Grissom, Edward H. White II e Roger B. Chaffee - morrem num incêndio na plataforma de lançamento, durante um teste da Apollo 204 (AS-204), que era para ser a primeira missão tripulada à Lua, com lançamento a 21 de Fevereiro de 1967.

Observações: Maior aproximação de Marte Terra, aparecendo maior através de um telescópio (14,1 arcosegundos), entre 2008 e 2012. Permanece essencialmente com o mesmo tamanho durante uma semana ou duas. No entanto, não é das suas melhores aparições: Marte alcançou um diâmetro aparente de 25,1" em Agosto de 2003 e terá 24,3" em Julho de 2018.
Dia 28/01: 28.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1611, nascia Hevelius, que seria o primeiro astrónomo a observar as fases de Mercúrio.

Morreria neste mesmo dia em 1687, quando fazia 76 anos.
Em 1613, Galileu observa pela primeira vez o planeta Neptuno, confundindo-o com uma estrela 233 anos antes da sua descoberta
Em 1986, o Space Shuttle Challenger explode 73 segundos depois de descolar. A tripulação inteira morre: Francis Scobee, Michael Smith, Judith Resnik, Ellison Onizuka, Ronald McNair, Gregory Jarvis e Sharon Christa McAuliffe.

Observações: A Lua quase Cheia é esta noite acompanhada por Pollux e Castor para cima e para a sua esquerda, com Procyon para baixo e para a direita, e Marte ainda mais para baixo e para a esquerda. |
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Os astronautas a bordo da ISS têm agora acesso à Internet (sobretudo para uso pessoal). |
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NOVO TELESCÓPIO ESPACIAL IRÁ ESTUDAR TEMPESTADES SOLARES |
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Enquanto os astrónomos observam estrelas cada vez mais longínquas, alguns cientistas querem observar melhor a estrela mais próxima: o Sol.
A NASA planeia lançar uma nova sonda, a Solar Dynamics Observatory (SDO), para fazer as observações solares mais detalhadas de sempre e para compreender a sua complexa meteorologia e tempestades.
"O Sol muda de cada vez que olhamos para ele, nunca é o mesmo," disse Dean Pesnell, cientista do projecto SDO do Centro Aeroespacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA, numa conferência de imprensa na passada Quinta-feira.
Os cientistas esperam que os dados da nova sonda os ajudem a melhor compreender as mudanças no campo magnético do Sol, que se torna mais e menos activo ao longo de um ciclo de 11 anos, libertando promeninências periódicas de partículas carregadas que podem avariar a tecnologia terrestre.
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Ilustração de artista da sonda Solar Dynamcs Observatory.
Crédito: NASA/Laboratório de Imagens Conceptuais do Centro Aeroespacial Goddard
(clique na imagem para ver versão maior) |
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A sonda de 808 milhões de dólares tem lançamento previsto para 9 de Fevereiro, por volta das 15:36 (hora de Portugal), a bordo de um foguetão Atlas V, de Cabo Canaveral, Flórida.
A maioria da Terra está protegida contra estas partículas carregadas, a que chamamos vento solar, graças ao seu próprio campo magnético, que as repele. Mas durante uma tempestade solar, alguns destes desvastadores ataques podem chegar ao chão, provocando perturbações nos sistemas de navegação por satélite, às comunicações por rádio, às redes eléctricas e a outros sistemas.
"O nosso Sol afecta a nossa vida cada vez mais, à medida que ficamos cada vez mais dependentes da tecnologia," afirma Pesnell.
Os dados da SDO vão ajudar a melhor prever as proeminências solares, com o objectivo de evitar o pior dos estragos. Isto será particularmente importante quando os seres humanos começarem a viajar de volta à Lua e até Marte, onde não existe um casulo magnético para os proteger, a eles e às suas naves.
O observatório contém três instrumentos para capturar imagens do Sol em oito comprimentos de onda a cada 10 segundos. Os dados serão usados para estudar o processo que gera o campo magnético do Sol, denominado dínamo solar.
"A compreensão do dínamo e o sermos capaz de o prever, é o santo graal da física solar," acrescentou Madhulika Guhathakurta, cientista do programa SDO na sede da NASA em Washington, D.C.
Após alcançar órbita terrestre, a SDO fará alguns testes, e provavelmente será capaz de enviar os seus primeiros dados científicos cerca de 60 dias após o lançamento. Os cientistas do projecto dizem que ao longo da sua missão de cinco anos, a SDO vai revolucionar o nosso conhecimento da física solar.
Links:
SDO:
NASA
Wikipedia |
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A Corrente de Magalhães - Crédito: David L. Nidever et al., NRAO/AUI/NSF e A. Mellinger, LAB Survey, Obs. Parkes, Obs. Westerbork, Obs. Arecibo |
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(clique na imagem para ver versão maior) |
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No céu, na direcção das magníficas Nuvens de Magalhães, está uma corrente invulgar de gás: a Corrente de Magalhães. A origem deste gás permanece desconhecida, mas provavelmente contém uma pista da origem e destino dos satélites mais famosos da Via Láctea: a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães. Até recentemente, duas hipóteses principais tinham sido consideradas: que a corrente tinha sido criada por gás rasgado destas galáxias à medida que passavam pelo halo da nossa Galáxia, ou que a corrente foi criada pela atracção gravitacional da Via Láctea. No entanto, mais recentemente, imagens de campo largo obtidas no rádio -- incluíndo imagens obtidas pelo Telescópio Byrd Green Bank -- mostraram que a Corrente de Magalhães é maior e mais antiga do que se pensava, talvez até com 2,5 mil milhões de anos. Estas observações indicam uma terceira origem possível para a corrente -- que a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães passaram uma vez tão perto uma da outra que as forças de marés despoletaram uma erupção de formação estelar que acabou por deixar ficar a corrente. Na imagem, digitalmente superimposta por cima de uma imagem recentemente obtida no visível, a emissão de rádio da Corrente de Magalhães é aqui vista em cores falsas (rosa), estendendo-se pelo céu e acabando nas duas galáxias de Magalhães para baixo e para a direita do centro.
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