Adrástea é a segunda das conhecidas luas de Júpiter (a contar do planeta). Foi descoberta (pelo estudante universitário David Jewitt, a trabalhar com Danielson) em fotografias tiradas pela sonda Voyager 2 em 1979 e recebeu a designação S/1979 J 1, depois da sua descoberta ter sido anunciada na revista Science, edição 206 de 23 de Novembro de 1979. Em 1983 foi oficialmente nomeado pela figura mitológica Adrástea, a distribuidora de recompensas e castigos, filha de Júpiter e de Ananke.
Pertence ao grupo Amalteia das pequenas luas interiores jovianas.
Adrástea encontra-se dentro do anel planetário de Júpiter e pode ser a fonte de algum do seu material. A sua órbita situa-se dentro do raio orbital síncrono de Júpiter, e como resultado as forças das marés estão lentamente a fazer decaír a sua órbita. Também está dentro do limite de Roche do planeta, mas é pequeno o suficiente para evitar distúrbios gravitacionais.