galeria de imagens 1997
<i>Perspectiva geral das obras no edifício.</i> <i>Início das obras de remodelação.</i> <i>Fachada do edifício antes de ser alterada para o actual edifício do CCVALG.</i> <i>Fachada geral do edifício depois de remodelado.</i> <i>Vista da entrada do edifício durante a primeira exposição permanente do Centro (1997 - 2004).</i> <i>Modelo do sistema solar. Aqui o visitante podia conhecer melhor os companheiros do Sol e ver como eles giram à sua volta.</i> <i>Qual o maior planeta? A palavra “planeta” tem a sua origem na palavra grega que significa vagabundo. Os planetas são “astros vagabundos” pois ao contrário das estrelas não estão sempre no mesmo sítio. Foi Kepler quem primeiro explicou o movimento dos planetas.</i> <i>Início da viagem ao Sol.</i> <i>Módulo sobre a estrutura interna do Sol.</i> <i>O Sol tem uma estrutura em camadas. O núcleo tem cerca de 200 000 km de raio e é uma zona de fusão nuclear; tem uma densidade cerca de 136 vezes superior à da água concentra aproximadamente metade da massa total. A pressão é da ordem de 300 milhões de vezes a pressão atmosférica.</i> <i>Nesta peça era possível observar a chegada fictícia de uma partícula cósmica e ver a cascata cósmica a que dá origem. Para além podíamos ainda constatar que existem partículas, os neutrinos, que devido às suas características conseguem chegar onde mais nada chega.</i> <i>Módulo que permitia observar as misturas de cores.</i> <i>Núcleo do Sol.</i> <i>Espaço destinado à utilização da Internet pelos visitantes.</i> <i>Espaço internet, consulta de livros e outros materiais sobre ciência.</i> <i>Vista geral do espaço dedicado ao olho humano.</i> <i>Modelo do olho humano e explicação de como o olho transforma a luz em imagem.</i> <i>Módulo sobre a relação Ser Humano/Sol. Em destaque os efeitos do Sol e a nossa pele.</i> <i>Efeitos nocivos e benéficos do Sol na nossa pele.</i> <i>Conselhos sobre a exposição ao Sol.</i> <i>Módulo que abrange o conceito de fotossíntese e que permite a observação microscópica de plâncton.</i> <i>A palavra plâncton refere-se a qualquer organismo que se move em função das correntes. O plâncton divide-se em dois grandes grupos: o fitoplâncton e o zooplâncton.</i> <i>As plantas mais abundantes e importantes dos oceanos são as algas unicelulares, pequenos seres microscópicos que constituem o fitoplâncton. O zooplâncton é constituído por animais de diferentes dimensões que vão desde os protozoários (com uma só célula) até organismos mais complexos como os crustáceos e as medusas.</i> <i>O local onde um organismo ou uma comunidade vive é o seu habitat. As zonas rochosas, arenosas e os sistemas lagunares reúnem um conjunto de características que proporcionam aos organismos diferentes habitats.</i> <i>Aquário que permite a interacção dos visitantes com animais marinhos.</i> <i>Vista geral do apalpário.</i> <i>Módulo que permite a preparação de um pequeno queijo fresco, explicando todos os passos envolvidos.</i> <i></i> <i>Neste módulo exterior saltamos como na Lua, onde a força da gravidade é menor que na Terra.</i> <i>As células fotovoltaicas transformam a luz em energia eléctrica. O motor do repuxo funciona com a energia eléctrica produzida pelo painel fotovoltaico. Se o painel não receber energia luminosa não produz energia eléctrica. A altura do repuxo baixa ao fazer sombra sobre o painel.</i> <i></i> <i></i> <i>As pontes romanas são constituídas por blocos que se encaixam uns nos outros em forma de arco. Aao passar por cima da ponte o peso da pessoa distribui-se por compressão por todos os blocos até à base. Os Romanos e Etruscos, nos séculos V e VI A.C., construíram pontes e aquedutos desta forma.</i>