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Edição n.º 1131
09/01 a 12/01/2015
 
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30/01/15 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 22:30 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

 
EFEMÉRIDES

Dia 09/01: 9.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1839, a Academia Francesa de Ciências anuncia o processo de fotografia por daguerreótipo. No mesmo dia, o astrónomo escocês Thomas Henderson é o primeiro a medir a distância até uma estrela (Alpha Centauri) que não o Sol usando paralaxe.

Em 1986, Stephen Synott (em imagens obtidas pela Voyager 2) descobre Cressida, uma lua de Urano.
Em 1990, lançamento da missão STS-32 do vaivém Columbia.
Observações: Eclipse de Io, entre as 03:32 e as 05:54.
Ocultação de Io, entre as 04:12 e as 06:34.
Nesta altura fria do ano, a ténue Ursa Menor está "pregada" no céu graças à Estrela Polar à hora de jantar.

Dia 10/01: 10.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1936 nascia Robert Woodrow Wilson, astrónomo americano laureado com o prémio Nobel da Física em 1978. Juntamente com Arno Allan Penzias, descobriu em 1964 a radiação cósmica de fundo em microondas.
Em 1962, a NASA anuncia planos para construir o veículo de lançamento C-5.

Ficou mais conhecido pelo nome Saturno V, lançado em cada uma das missões Apollo. 
Em 1969, lançamento da Venera 6 (USSR). Alcançou Vénus a 17 de Maio de 1969. Enviou dados até 11 km da superfície, antes de ser despedaçada pela pressão do planeta.
Observações: Trânsito da sombra de Io, entre as 00:46 e as 03:06.
Trânsito de Io, entre as 01:24 e as 03:46.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 01:11 e as 04:11.
Trânsito de Europa, entre as 02:31 e as 05:31.
Esta noite Vénus e Mercúrio encontram-se na sua maior aproximação (do ponto de vista do céu da Terra), baixos ao lusco-fusco, separados por apenas 0,4º. Procure-os por cima do horizonte a Sudoeste cerca de 45 minutos depois do pôr-do-Sol.
Eclipse de Io, entre as 21:59 e as 00:23 (já de dia 11).
Ocultação de Io, entre as 22:39 e as 01:00 (já de dia 11).

Dia 11/01: 11.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1787, William Herschel descobre Oberon e Titânia, os maiores satélites de Urano.

Em 1996, missão STS-72 do vaivém Endeavour, no seu 10.º voo.
Observações: Trânsito da sombra de Io, entre as 19:16 e as 21:35.
Eclipse de Europa, entre as 19:48 e as 22:45.
Trânsito de Io, entre as 19:51 e as 22:13.
Ocultação de Europa, entre as 21:00 e as 23:57.
Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 21:12 e as 01:00 (já de dia 12).
Trânsito de Ganimedes, entre as 23:40 e as 03:27 Já de dia 12).
Trânsito duplo de sombras, Io e Ganimedes, entre as 21:16 e as 21:35.

Dia 12/01: 12.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1820 é fundada a "British Royal Astronomical Society".
Em 1986, lançamento da STS-61-C, do vaivém Columbia. Foi a última missão antes do desastre do vaivém Challenger.
Em 2005 é lançada a partir de Cabo Canaveral a sonda Deep Impact.
Em 2007, o cometa C/2006 P1 (McNaught) alcança o periélio e torna-se no cometa mais brilhante dos últimos 40 anos.

Observações: A brilhante estrela Capella, bem alta no céu, e a brilhante estrela Rigel no pé de Orionte, estão quase à mesma ascensão reta - por isso atravessam o meridiano do seu céu quase à mesma hora (por volta das 22 horas, dependendo do seu fuso horário). Isto significa que quando Capella estiver à sua altura máxima no céu (22:21 para Faro, Portugal), Rigel vai sempre marcar o ponto cardeal sul por cima do horizonte.

 
CURIOSIDADES


Estima-se que a Galáxia de Andrómeda (M31) contenha um bilião de estrelas (10^12), mais do dobro das estrelas na Via Láctea (número estimado entre 200-400 mil milhões).

 
ANDRÓMEDA EM HD
Esta imagem de parte da Galáxia de Andrómeda (M31), é a maior e mais detalhada imagem já capturada da nossa vizinha galáctica.
Crédito: NASA, ESA, J. Calcanton, B. F. Williams, L.C. Johnson (Universidade de Washington), equipa PHAT e R. Gendler
(clique na imagem para ver versão maior - link para ferramenta de zoom - link para ficheiro original, via protocolo BitTorrent)
 

O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA capturou a maior e mais nítida imagem já feita da Galáxia de Andrómeda - também conhecida como M31. É a maior imagem já produzida pelo Hubble e mostra mais de 100 milhões de estrelas e milhares de enxames estelares embebidos numa secção do disco em forma de panqueca da galáxia que se estende por mais de 40.000 anos-luz.

Esta vista arrebatadora mostra um-terço da nossa vizinha galáctica, a Galáxia de Andrómeda, com uma qualidade impressionante. A imagem panorâmica tem 1,5 mil milhões de pixéis - ou seja, precisaríamos de mais de 700 televisões Full HD para exibir a imagem inteira (a imagem, no seu tamanho normal, tem 69.536 x 22.230 pixéis; ela própria é uma versão cortada da imagem original com 3,9 mil milhões de pixéis que cobre quase 60.000 anos-luz). Ela traça a galáxia desde o seu bojo galáctico central à esquerda, onde as estrelas estão agrupadas densamente, ao longo de correntes de estrelas e poeira, para arredores mais escassos do seu disco exterior à direita.

Os grandes grupos de estrelas azuis da galáxia indicam as posições de enxames estelares e regiões de formação estelar nos braços espirais, enquanto as silhuetas escuras das regiões sombrias mostram estruturas complexas de poeira. Subjacente à galáxia inteira, está uma distribuição harmoniosa de estrelas vermelhas mais frias que rastreiam a evolução de Andrómeda ao longo de milhares de milhões de anos.

Imagem detalhada do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA que mostra uma pequena secção da Galáxia de Andrómeda, M31, e assinala algumas das muitas características reveladas no seu interior. Estão legendadas alguns objetos, incluindo correntes de poeira, enxames estelares, estrelas da Via Láctea e regiões de formação estelar.
Crédito: NASA, ESA/Hubble e Z. Levay (STScI/AURA)
Crédito do mosaico PHAT: NASA, ESA, J. Calcanton, B. F. Williams, L.C. Johnson (Universidade de Washington), equipa PHAT e R. Gendler
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A Galáxia de Andrómeda é uma grande galáxia espiral - o tipo de galáxia que é lar da maioria das estrelas no Universo - e esta imagem detalhada, que captura mais de 100 milhões de estrelas, representa um novo ponto de referência para estudos de precisão deste tipo de galáxias. A clareza destas observações vai ajudar os astrónomos a interpretar a luz de muitas galáxias que têm uma estrutura semelhante mas que se situam muito mais longe.

Tendo em conta que a Galáxia de Andrómeda está a apenas 2,5 milhões de anos-luz da Terra, é um alvo muito maior no céu do que as galáxias que o Hubble rotineiramente fotografa e que se encontram a milhares de milhões de anos-luz. De facto, o seu diâmetro total no céu noturno é seis vezes maior que a Lua Cheia. Para capturar a grande parte da galáxia vista aqui - mais de 40.000 anos-luz - o Hubble capturou 411 imagens e foram agrupadas num mosaico.

Imagem de campo-largo que mostra a Galáxia de Andrómeda (Messier 31) e a sua companheira M32 (por baixo do centro) e NGC 205 (cima à direita). A imagem mostra o contorno da extensão do novo estudo PHAT com o Hubble e o rectângulo no seu interior é a primeira imagem em destaque nesta notícia.
Crédito do mosaico PHAT: NASA, ESA, J. Calcanton, B. F. Williams, L.C. Johnson (Universidade de Washington), equipa PHAT e R. Gendler
Crédito da imagem de fundo: R. Gendler
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Este panorama é o produto do programa PHAT (Panchromatic Hubble Andromeda Treasury). Foram capturadas imagens da galáxia no ultravioleta próximo, no visível e no infravermelho próximo, usando a câmara ACS (Advanced Camera for Surveys) a bordo do Hubble. A imagem mostra a galáxia em cores visíveis e naturais, fotografada através de filtros vermelhos e azuis.

A imagem é demasiado grande para ser facilmente exibida na resolução máxima e é melhor apreciada usando a ferramenta de zoom, cujo link está disponível na legenda da imagem.

A imagem foi apresentada na segunda-feira passada durante a 225.ª reunião da Sociedade Astronómica Americana em Seattle, no estado americano de Washington.

Links:

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
NASA (comunicado de imprensa)
Ferramenta de zoom (ESA)
Astronomy
SPACE.com
Sky & Telescope
PHYSORG
Universe Today
POPULAR SCIENCE
EarthSky
engadget
AstroPT

Galáxia de Andrómeda (M31):
SEDS
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

Programa PHAT:
Página oficial

 
KEPLER MARCA 1000.ª DESCOBERTA EXOPLANETÁRIA, DESCOBRE MAIS MUNDOS NA ZONA HABITÁVEL
O "Hall da Fama" do Kepler: dos mais de 1000 planetas verificados descobertos pelo Telescópio Espacial Kepler, oito têm menos do dobro do tamanho da Terra e encontram-se na zona habitável das suas estrelas. Todos os oito orbitam estrelas mais frias e pequenas que o nosso Sol. A procura por mundos do tamanho da Terra na zona habitável de estrelas parecidas com o nosso Sol, continua.
Crédito: NASA Ames/W. Stenzel
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Quantas estrelas como o nosso Sol têm planetas como a nossa Terra? O Telescópio Espacial Kepler da NASA observou continuamente mais de 150.000 estrelas para lá do nosso Sistema Solar, e até à data proporcionou aos cientistas uma variedade de mais de 4000 candidatos a planeta para estudo - o 1000.º dos quais foi recentemente verificado.

Usando dados do Kepler, os cientistas atingiram este marco milenar após a validação de mais oito candidatos avistados pelo telescópio caçador de exoplanetas que são, de facto, planetas. A equipa do Kepler também adicionou outros 554 candidatos à lista de potenciais planetas, seis dos quais têm quase o tamanho da Terra e orbitam a zona habitável de estrelas parecidas com o nosso Sol.

Três dos planetas recém-validados estão localizados na zona habitável dos seus sóis distantes, a gama de distâncias da estrela hospedeira onde a água líquida pode existir à superfície de um planeta em órbita. Dos três, dois são provavelmente rochosos como a Terra.

"Cada resultado do tesouro de dados da missão Kepler aproxima-nos da resposta à questão 'estamos sozinhos no Universo?'," afirma John Grunsfeld, administrador associado do Diretorado de Missões Científicas da NASA, na sede da agência em Washington, EUA. "A equipa do Kepler e a sua comunidade científica continuam a produzir resultados impressionantes com os dados deste explorador venerável."

Para determinar se um planeta é feito de rocha, água ou gás, os cientistas precisam de saber o seu tamanho e massa. Quando a massa não pode ser determinada diretamente, os cientistas podem inferir a sua constituição com base no tamanho.

Dois dos planetas recém-validados, Kepler-438b e Kepler-442b, têm menos de 1,5 vezes o diâmetro da Terra. Kepler-438b, a 475 anos-luz de distância, é 12% maior que a Terra e completa uma órbita em torno da sua estrela a cada 35,2 dias. Kepler-442b, a 1100 anos-luz de distância, é 33% maior que a Terra e orbita a sua estrela a cada 112 dias.

Impressão de artista de um planeta parecido com a Terra em órbita de uma estrela evoluída que formou uma espetacular "nebulosa planetária". Este planeta pode ter sido parecido aos oito mundos recém-descobertos que orbitam na zona habitável das suas estrelas.
Crédito: David A. Aguilar (CfA)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Tanto Kepler-438b como Kepler-442b orbitam estrelas mais pequenas e frias que o nosso Sol, o que aproxima as zonas habitáveis [das estrelas-mãe], na direção da constelação de Lira. O artigo científico que comunica as descobertas foi aceite para publicação na revista The Astrophysical Journal.

"Com cada nova descoberta destes mundos pequenos, possivelmente rochosos, ganhamos confiança na determinação da verdadeira frequência de planetas como a Terra," comenta o coautor Doug Caldwell, cientista da missão Kepler, do Instituto SETI e do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, no estado americano da Califórnia. "Aproxima-se o dia em que saberemos quão comuns são os planetas rochosos e temperados como a Terra."

Com a deteção de mais 554 candidatos a planeta, com base nas observações do Kepler entre Maio de 2009 e Abril de 2013, a equipa do telescópio espacial elevou a contagem de candidatos até 4175. Oito destes novos candidatos têm entre uma e duas vezes o tamanho da Terra e orbitam na zona habitável da sua estrela. Destes oito, seis orbitam estrelas parecidas com o nosso Sol em tamanho e temperatura. Todos os candidatos requerem mais observações e análises para verificar que são planetas reais.

"Kepler recolheu dados durante quatro anos - tempo suficiente para conseguirmos discernir candidatos do tamanho da Terra em órbitas de um ano terrestre," acrescenta Fergal Mullally, cientista do Kepler, do SETI e de Ames, que liderou a análise de um novo candidato a catálogo. "Estamos mais perto que nunca para encontrar gémeos da Terra em redor de estrelas parecidas com o Sol. Estes são os planetas que estamos à procura."

Estes achados foram também submetidos para publicação no Suplemento da The Astrophysical Journal.

Está em andamento a tradução destas descobertas recentes para estimativas da frequência de planetas rochosos nas zonas habitáveis de estrelas parecidas com o nosso Sol, um passo fundamental para compreendermos o nosso lugar no Universo.

Os cientistas estão também a trabalhar na próxima versão do catálogo dos quatro anos de dados do Kepler. A análise incluirá o último mês de dados recolhidos pela missão e será realizada usando um software sofisticado, mais sensível às pequenas assinaturas reveladoras de pequenos planetas do tamanho da Terra do que software usado no passado.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Astronomy
Universe Today
SPACE.com
SPACE.com - 2
SPACE.com - 3
EarthSky
redOrbit
Science
PHYSORG
Discovery News
BBC News
Forbes
UPI
Wired
Gizmodo
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SIC Notícias
diáriodigital
Observador
AstroPT

Kepler-438b:
Wikipedia
Exoplanet.eu

Kepler-442b:
Wikipedia
Exoplanet.eu

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de planetas não confirmados (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
Arquivo de dados do Kepler
Descobertas planetárias do Kepler
Wikipedia

 
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  Observatórios da NASA observam superestrela Eta Carinae (via NASA)
Eta Carinae, o mais luminoso e massivo sistema estelar até 10.000 anos-luz da Terra, é conhecido pelo seu comportamento surpreendente, entrando duas vezes em erupção no século XIX por razões que os cientistas ainda não compreendem. Um estudo liderado por astrónomos do Centro de Voo Espacial da NASA, usou satélites da agência, telescópios terrestres e modelos teóricos para produzir o quadro mais detalhado de Eta Carinae até à data. Ler fonte
     
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - 25.º Aniversário do Hubble: Pilares da Criação
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: NASAESAEquipa Hubble Heritage (STScI / AURA)
 
Para celebrar 25 anos (1990-2015) a explorar o Universo a partir de órbita baixa em redor da Terra, as câmaras do Telescópio Espacial Hubble foram usadas para revisitar a sua imagem mais icónica. O resultado é esta visão mais nítida e mais ampla da região apelidada "Pilares da Criação", fotografada pela primeira vez pelo Hubble em 1995. Estrelas estão a formar-se no interior destas estruturas imponentes. Estas longas colunas de gás frio e poeira, com anos-luz de comprimento, encontram-se a mais ou menos 6500 anos-luz de distância em M16, a Nebulosa da Águia, na direção da constelação de Serpente. Esculpida e corroída pela radiação ultravioleta energética e pelos poderosos ventos do enxame de estrelas jovens e massivas de M16, os pilares cósmicos propriamente ditos estão destinados à destruição. Mas o ambiente turbulento da formação estelar dentro de M16, cujos detalhes espetaculares são capturados neste instantâneo do Hubble e no visível, é provavelmente semelhante ao ambiente que formou o nosso próprio Sol.
 

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