OBSERVAÇÃO DO SOL EM TAVIRA
(devido às condições meteorológicas a observação de dia 9 de fevereiro foi adiada para dia 16)
Data: 16 de fevereiro de 2024 Hora: 10:00-13:00
Neste dia, em conjunto com o Centro Ciência Viva do Algarve, iremos realizar a sessão de observação do Sol na ponte Romana em Tavira pelas 10:00.
A sessão é gratuita. Participe! Local: Ponte Romana em Tavira Coordenadas GPS: 37.12654, -7.650038
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas. Informações: 281 326 231
924 452 528 | geral@cvtavira.pt
OBSERVAÇÃO DA LUA EM TAVIRA Data: 23 de fevereiro de 2024 Hora: 19:00-21:00
Neste dia, em conjunto com o Centro Ciência Viva do Algarve, iremos realizar a sessão de observação da Lua na ponte Romana em Tavira pelas 19h00.
A sessão é gratuita. Participe! Local: Ponte Romana em Tavira Coordenadas GPS: 37.12654, -7.650038
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas. Informações: 281 326 231
924 452 528 | geral@cvtavira.pt
EFEMÉRIDES
DIA 09/02: 40.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1913, é visível ao longo da costa este do continente americano um grupo de meteoros, levando os astrónomos a concluir que a fonte foi um satélite natural da Terra, pequeno e de curta vida.
Em 1971, o módulo lunar da missão Apollo 14 volta à Terra após ter colocado homens na Lua pela 3ª vez.
Em 1975, a Soyuz 17 regressa à Terra.
Em 1986 regressava o cometa Halley.
Em 1995, os astronautas do vaivém espacial, na missão STS-63, Bernard A. Harris, Jr. e Michael Foale tornam-se no primeiro africano-americano e primeiro inglês, respetivamente, a fazer passeios espaciais. HOJE, NO COSMOS:
Depois do anoitecer, olhe para este, não muito alto, à procura da estrela Régulo. Estendendo-se para cima e para a esquerda, a "foice" de Leão, um ponto de interrogação ao contrário. Tem o tamanho de um punho e meio à distância do braço esticado.
Lua Nova, pelas 22:59.
DIA 10/02: 41.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1974, "flyby" da Mars 4 por Marte. Falha a inserção orbital.
Em 2009, os satélites de comunicação Iridium 33 e Kosmos-2251 colidem em órbita, resultando na destruição de ambos. HOJE, NO COSMOS:
Os astrónomos amadores muitas vezes usam binóculos para observar o enxame aberto de quinta magnitude, M41, apenas 4º para sul de Sirius. Mas quantas vezes olhamos na direção oposta em busca de M50, de sexta magnitude? Está 10º para norte-nordeste de Sirius, mais ténue, mais pequeno e mais subtil do que M41. Encontre este enxame passando primeiro por Theta Canis Majoris, a estrela de quarta magnitude que representa o nariz de Cão Maior, depois continuando na mesma direção quase a mesma distância no céu. Não é exatamente fácil de observar, mas está lá. Ambos os enxames estão quase à mesma distância de nós, 2500 anos-luz para M41 e 2900 anos-luz para M50.
DIA 11/02: 42.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1970, lançamento do Lambda 4S-5, o primeiro satélite japonês.
Em 1997, o vaivém espacial Discovery é lançado numa missão com o objetivo de reparar o Hubble.
Em 1999, Plutão torna-se novamente mais distante que Neptuno e, consequentemente, no planeta mais longínquo do Sistema Solar (classificação alterada para planeta anão em 2006). Só em abril de 2231 é que Plutão voltará a ficar mais perto do Sol que Neptuno.
Em 2000, lançamento da missão STS-99 do vaivém Endeavour. HOJE, NO COSMOS:
Será que já consegue observar a finíssima Lua Crescente, baixa a oeste ao lusco-fusco? Caso tenha acesso a um horizonte desimpedido, Saturno encontra-se para baixo do nosso satélite natural.
DIA 12/02: 43.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1947, um meteoro cria uma cratera de impacto em Sikhote-Alin, na União Soviética.
Em 1961, era lançada a sonda soviética Venera 1, para Vénus.
Em 1974, a soviética Mars 5 entra em órbita de Marte. No entanto, falha poucos dias depois.
Em 2001, a sonda NEAR Shoemaker tornava-se a primeira nave humana a pousar num asteroide, de nome 433 Eros. HOJE, NO COSMOS:
Por volta das 21 horas, a Ursa Maior apoia-se na sua "pega" a nordeste. A noroeste, a Cassiopeia também se apoia na extremidade (o seu lado mais brilhante) quase à mesma altura. Entre elas está a Estrela Polar.
Surpresa em Mimas: lua minúscula contém um oceano jovem sob a sua concha gelada
Semelhantes em tamanho e em órbita de Saturno, as luas Encélado (à esquerda, diâmetro de cerca de 500 km) e Mimas (à direita, diâmetro de cerca de 400 km) têm superfícies muito diferentes, aparentemente refletindo condições internas incompatíveis. E, no entanto, ambas albergam um oceano de água líquida sob as suas superfícies.
Crédito: Frédéric Durillon, Animea Studio | Observatório de Paris - PSL, IMCCE
Esta descoberta espantosa, liderada pelo Dr. Valéry Lainey do Observatório de Paris-PSL e publicada na revista Nature, revela um oceano "jovem" formado há apenas 5 a 15 milhões de anos, o que torna Mimas um alvo principal para o estudo das origens da vida no nosso Sistema Solar.
"Mimas é uma lua pequena, com apenas cerca de 400 quilómetros de diâmetro, e a sua superfície altamente craterada não dá qualquer indício do oceano escondido por baixo", diz o Dr. Nick Cooper, coautor do estudo e investigador honorário na Unidade de Astronomia da Escola de Ciências Físicas e Químicas da QMUL (Queen Mary University of London). "Esta descoberta acrescenta Mimas a um clube exclusivo de luas com oceanos internos, incluindo Encélado e Europa, mas com uma diferença única: o seu oceano é extraordinariamente jovem, estimando-se que tenha apenas 5 a 15 milhões de anos."
Esta idade, determinada através de uma análise detalhada das interações das marés de Mimas com Saturno, sugere que o oceano se formou recentemente, com base na descoberta de uma irregularidade inesperada na sua órbita. Como resultado, Mimas fornece uma janela única para as fases iniciais da formação de um oceano e para o potencial aparecimento de vida.
"A existência de um oceano de água líquida, recentemente formado, faz de Mimas um excelente candidato para estudo pelos investigadores que estão a estudar a origem da vida", explica o Dr. Cooper. A descoberta foi possível através da análise de dados da nave espacial Cassini da NASA, que estudou meticulosamente Saturno e as suas luas durante mais de uma década. Examinando de perto as mudanças subtis na órbita de Mimas, os investigadores foram capazes de inferir a presença de um oceano escondido e de estimar o seu tamanho e profundidade.
O Dr. Cooper acrescenta: "Este foi um grande esforço de equipa, com colegas de cinco instituições diferentes e três países diferentes a juntarem-se sob a liderança do Dr. Valéry Lainey para desvendar outra característica fascinante e inesperada do sistema de Saturno, usando dados da missão Cassini".
A descoberta do jovem oceano de Mimas tem implicações significativas para a nossa compreensão do potencial de vida para lá da Terra. Sugere que mesmo luas pequenas e aparentemente inativas podem albergar oceanos escondidos capazes de suportar condições essenciais à vida. Isto abre novas e excitantes avenidas para a exploração futura, potencialmente levando-nos mais perto de responder à velha questão: estamos sós no Universo?
Impressão de artista de luz a brilhar através do oceano num "mundo de água", possivelmente como LHS 1140 b.
Crédito: NASA
Seria de esperar uma relativa facilidade ao distinguir entre os vários tipos de planetas. Infelizmente, através dos telescópios, os mundos mais interessantes são extremamente parecidos com os mundos comparativamente aborrecidos. Um planeta bem estudado, LHS 1140 b, ilustra esta tensão: após uma reanálise de dados de arquivo, não está claro se o planeta tem um oceano potencialmente habitável à superfície, ou apenas uma fina camada de hidrogénio sobre uma superfície rochosa.
Trabalhos anteriores
A estrela LHS 1140 tornou-se bastante popular entre os astrónomos exoplanetários nos últimos sete anos, e por boas razões. Embora não tão famosa quanto a sua irmã TRAPPIST-1, que rouba quase todas as atenções, LHS 1140 partilha muitas das mesmas propriedades que tornam TRAPPIST-1 tão atraente. A pouco menos de 50 anos-luz de distância, está relativamente perto e é bastante brilhante; com apenas um-quinto da massa e do raio do Sol, é suficientemente leve para ser atraída por planetas minúsculos e suficientemente pequena para que esses planetas bloqueiem uma grande fração da sua luz durante os trânsitos. Todas estas características combinadas fazem de LHS 1140 uma excelente estrela hospedeira para os cientistas que procuram efetuar medições sensíveis.
Consequentemente, desde a descoberta dos seus dois planetas acompanhantes em 2017 e 2019 que LHS 1140 é observada com uma multitude de instrumentos. Quando analisados um a um, estes conjuntos de dados sugerem que os dois mundos, batizados criativamente à maneira típica dos exoplanetas como LHS 1140 b e LHS 1140 c, são um pouco maiores e mais massivos do que o nosso planeta, mas basicamente feitos da mesma combinação de rocha e metal. No entanto, todas estas observações ainda não tinham sido analisadas num único estudo conjunto.
Observações de quatro trânsitos de LHS 1140 b recolhidas pelo Telescópio Espacial Spitzer.
Crédito: Cadieux et al. 2024
Outro olhar
Charles Cadieux, da Universidade de Montreal, aceitou este desafio e liderou uma equipa para reprocessar quase todos os bytes de informação recolhida sobre estes mundos, numa tentativa de melhor restringir as suas massas e raios. E conseguiram-no: como dizem os autores, "os planetas de LHS 1140 estão [agora] entre os exoplanetas mais bem caracterizados até à data, com incertezas relativas de apenas 3% para a massa e 2% para o raio".
No entanto, a equipa não tinha o objetivo de reduzir as antigas barras de erro apenas por uma questão de precisão. Na verdade, o seu objetivo final era restringir a composição de cada planeta. Embora a sua análise tenha confirmado que LHS 1140 c é provavelmente uma super-Terra genérica, as suas novas medições colocaram LHS 1140 b numa estranha posição no que toca ao contexto dos seus parâmetros.
Descobriram que LHS 1140 b deve ter uma densidade inferior à da Terra, mas ainda assim muito superior à dos planetas gigantes. Depois de mais modelos, a equipa ficou com dois cenários muito diferentes para a forma como um planeta podia chegar a esta zona cinzenta intermédia. Ou LHS 1140 b tem uma atmosfera muito leve e inchada de hidrogénio e hélio, sobreposta a uma superfície rochosa, ou, mais exoticamente, LHS 1140 b é um "mundo de água", provavelmente coberto de gelo com áreas de água líquida.
A massa e o raio dos planetas de LHS 1140, juntamente com contornos pertencentes a diferentes composições. LHS 1140 b está mesmo acima da linha rochosa, no limite da região com invólucro gasoso.
Crédito: Cadieux et al. 2024
Um caminho em frente
Embora seja excitante ter um planeta potencialmente habitável no nosso quintal galáctico, os dados atuais, mesmo quando recolhidos com os melhores instrumentos e processados com as técnicas mais avançadas, são frustrantemente incapazes de distinguir entre os dois cenários. Tecnicamente, há um caminho a seguir para resolver esta incerteza: os autores defendem corajosamente uma campanha de observação de 18 trânsitos com o Telescópio Espacial James Webb para confirmar uma atmosfera espessa e "amiga" da água. No entanto, com muitos planetas para onde apontar e uma abundância de galáxias para observar, não há garantias de que a comunidade decida dedicar tanto tempo a um só alvo. Talvez tenhamos de viver apenas com o indício de que existe um oceano extraterrestre na nossa vizinhança: uma ambiguidade amarga, mas inspiradora.
Erupção extrema numa jovem estrela semelhante ao Sol indica um ambiente selvagem para quaisquer exoplanetas em desenvolvimento
Representação artística de uma erupção na jovem estrela próxima HD 283572. Durante os períodos quiescentes (ou calmos), HD 283572 não pode ser detetada pelo SMA (Submillimeter Array). No entanto, no dia 17 de janeiro de 2022, ocorreu um evento eruptivo extremo, precisamente quando o SMA estava a observar HD 283572. O SMA detetou o evento nos comprimentos de onda milimétricos, um feito raro. A erupção pode ter produzido um "loop" que se estendeu por uma região maior do que a própria estrela, com um fluxo energético mais de 1 milhão de vezes superior ao das erupções milimétricas produzidas pelas vizinhas estelares mais próximas do Sol.
Crédito: CfA/Melissa Weiss
Os astrónomos detetaram uma erupção extrema de uma jovem estrela que se tornou mais de cem vezes mais brilhante em apenas algumas horas. Esta descoberta fornece uma nova perspetiva sobre a forma como as estrelas jovens semelhantes ao Sol se comportam no início das suas vidas e o seu impacto no desenvolvimento de qualquer um dos seus planetas recém-nascidos.
Os investigadores do SAO (Smithsonian Astrophysical Observatory), que faz parte do Centro para Astrofísica | Harvard & Smithsonian (CfA), levaram a cabo esta descoberta utilizando observações de HD 283572 pelo SMA (Submillimeter Array), uma estrela 40% mais massiva do que o Sol, localizada a cerca de 400 anos-luz de distância. O SMA é um conjunto de radiotelescópios em Mauna Kea, no Hawaii, concebido especificamente para detetar luz nos comprimentos de ondas milimétricos.
Com menos de 3 milhões de anos, HD 283572 é mais de mil vezes mais jovem do que o Sol, estando na idade em que os planetas semelhantes à Terra se começam a formar à volta das estrelas. Uma equipa liderada pelo Dr. Joshua Bennett Lovell, astrónomo do SAO e bolseiro do SMA no CfA, estava a usar o SMA para procurar o material poeirento produzido na formação de planetas jovens, material este que tem um brilho fraco, mas detetável nos comprimentos de onda milimétricos, ou rádio. No entanto, encontraram algo completamente diferente.
"Ficámos surpreendidos ao ver uma erupção extraordinariamente brilhante de uma estrela jovem e vulgar," disse Lovell. "As erupções são raras nestes comprimentos de onda e não esperávamos ver nada para além do brilho ténue da poeira formadora de planetas."
As erupções estelares podem aumentar o brilho de uma estrela dezenas ou centenas de vezes em diferentes comprimentos de onda. À medida que as estrelas giram, os seus campos magnéticos podem enrolar-se e desenvolver regiões de maior energia magnética. Tal como uma mola demasiado apertada, esta energia magnética armazenada tem de ser eventualmente libertada. No caso das estrelas, isto produz acelerações intensas das suas partículas carregadas, que atravessam as superfícies.
Um desafio para a observação de tais erupções é o facto de nunca se saber exatamente quando é que uma estrela poderá despoletar uma erupção, e a sua observação pode ser particularmente difícil em comprimentos de onda milimétricos.
Imagens da jovem estrela HD 283572 e do seu campo circundante. A imagem principal mostra dados óticos e infravermelhos do DSS (Digitized Sky Survey), e HD 283572 é a estrela brilhante perto do centro da imagem, destacada por um quadrado. As inserções mostram imagens do SMA (Submillimeter Array) centradas em HD 283572 tiradas nos dias 14 e 17 de janeiro de 2022 e 27 de março de 2023. A fonte vermelha no painel do meio mostra a erupção testemunhada a 17 de janeiro. A estrela não foi detetada pelo SMA nos outros dois dias, nem em cinco outras observações do SMA não mostradas aqui. A imagem do DSS abrange 20 minutos de arco no céu (2,3 anos-luz à distância de HD 283572, 400 anos-luz) e as imagens do SMA têm 24 segundos de arco.
Crédito: CfA/J. B. Lovell et al.
"HD 283572 esteve dormente durante meses antes de apanharmos a sua erupção," disse Lovell. "Sempre que apontámos o SMA para a estrela depois desta erupção, não vimos nada. As nossas descobertas confirmam que estes eventos eruptivos são raros nos comprimentos de onda milimétricos, mas que podem ser extremamente poderosos para estrelas desta idade."
A equipa mediu a energia da erupção de HD 283572 e descobriu que, ao longo de um período de 9 horas, libertou cerca de um milhão de vezes mais energia do que qualquer erupção milimétrica observada nas vizinhas estelares mais próximas do Sol. Esta é uma das mais poderosas erupções de que há registo.
Este foi um evento gigantesco, equivalente a gastar todo o arsenal nuclear da Terra em cerca de um milissegundo, repetidamente, durante quase meio dia!" disse o investigador do SAO, Dr. Garrett Keating, segundo autor do estudo e cientista do projeto SMA. "Se tivermos em conta os comprimentos de onda que o SMA não observou, esperamos que possa ter sido muitas vezes mais energético."
No entanto, com apenas uma erupção detetada, ainda não se sabe exatamente o que desencadeou o evento.
"É um verdadeiro puzzle e há uma série de mecanismos que podem estar em jogo. Interações com estrelas companheiras ou planetas invisíveis, ou atividade periódica de manchas estelares são duas possibilidades, mas o que permanece sem dúvida é o quão poderoso foi este evento", disse Keating. "Quaisquer potenciais planetas em desenvolvimento neste sistema teriam sido fustigados pelo imenso poder desta erupção. Eu não gostaria de crescer lá!"
A idade jovem da estrela e a sua natureza semelhante à do Sol fornecem pistas importantes sobre os ambientes típicos que planetas jovens e em desenvolvimento, como a Terra, podem encontrar. Poderosas erupções podem limitar o crescimento das atmosferas planetárias ou danificar gravemente as atmosferas já desenvolvidas.
Estão em curso observações adicionais para compreender a frequência com que HD 283572 tem este género de atividade e se as erupções em torno deste tipo de estrelas jovens inibem o crescimento das atmosferas planetárias.
Telescópio Roman da NASA vai usar eventos raros para calcular o ritmo de expansão do Universo (via NASA)
Os astrónomos que investigam um dos mistérios mais prementes do cosmos - o ritmo de expansão do Universo - estão a preparar-se para estudar este puzzle de uma nova forma, utilizando o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA. Após o seu lançamento em maio de 2027, os astrónomos irão explorar as vastas de imagens do Roman para procurar supernovas sob o efeito de lentes gravitacionais, que podem ser utilizadas para medir o ritmo de expansão do Universo. Ler fonte
Novas descobertas do JWST: como os buracos negros passaram da criação à extinção das estrelas (via JILA)
Há muito que os astrónomos procuram compreender o Universo primitivo e, graças ao Telescópio Espacial James Webb (JWST), surgiu uma peça fundamental do puzzle. Os "olhos" infravermelhos do telescópio detetaram uma série de pequenos pontos vermelhos, identificados como algumas das primeiras galáxias formadas no Universo. Esta descoberta surpreendente não é apenas uma maravilha visual, é uma pista que pode desvendar os segredos de como as galáxias e os seus enigmáticos buracos negros começaram a sua viagem cósmica. Ler fonte
Galáxias distorcidas revelam a velocidade da matéria escura (via Universidade de Tartu)
Astrónomos do Observatório da Universidade de Tartu descobriram como medir a velocidade da matéria escura. Se o método se revelar aplicável, ajudará a ter uma melhor ideia do aspeto de 85% da matéria do Universo, que até agora só revelou a sua existência através da gravidade. Ler fonte
Álbum de fotografias No Núcleo da Nebulosa Carina
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Carlos Taylor
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