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Edição n.º 1045
14/03 a 17/03/2014
 
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ACTIVIDADES

28.03.14 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 23:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica nocturna com telescópio.
Público: Público em geral, local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Palestra sobre um tema de astronomia seguida de observação do céu noturno com telescópio (dependente de meteorologia favorável)

29.03.14 - DESCOBRINDO O SOL
15:00 – 16:00 (actividade incluída na visita ao centro; 1€ para participantes que não visitem o Centro – crianças até 12 anos grátis)
Observação do Sol em segurança para conhecer um pouco melhor alguns aspectos da nossa estrela, podendo incluir outras atividades relacionadas com o Sol e o aproveitamento da energia solar. Público: Público em geral, local: CCVAlg

 
EFEMÉRIDES

Dia 14/03: 73.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1835, nascia Giovanni Schiaparelli, astrónomo italiano que observou Marte e afirmou que via grandes sistemas de canais em Marte. Foi também o primeiro a demonstrar que as Perseídas e as Leónidas estavam associadas com os cometas, e descobriu o asteróide 69 Hesperia.
Em 1879, nascia Albert Einstein.

Mundialmente famoso pela sua teoria da relatividade, e especificamente pela equivalência massa-energia. Recebeu em 1921 o Nobel da Física, graças à descoberta do efeito fotoeléctrico. 
Em 1995, o astronauta Norman Thagard torna-se o primeiro americano a ir para o espaço a bordo de um veículo de lançamento russo.
Observações: Mercúrio na maior elongação Oeste, pelas 05:50.
Esta noite, procure Régulo e a "foice" de Leão por cima da quase Lua Cheia.

Dia 15/03: 74.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1713 nascia Nicolas Lacaille, cujas medições confirmaram o bojo equatorial da Terra; deu nome a 14 constelações do Hemisfério Sul.

Em 1972, a NASA anunciava o seu programa do Vaivém Espacial.
Em 2004, foi anunciada a descoberta de 90377 Sedna, um dos objectos naturais mais longínquos já observados no Sistema Solar (além dos cometas de longo-período).
Observações: A Ursa Maior brilha alta a Nordeste por estas noites, apoiada na sua "pega". Provavelmente já sabe que as duas estrelas que formam a parte da frente da "frigideira" (também chamadas "Guias", actualmente no topo) apontam para a Estrela Polar, actualmente para a sua esquerda. E poderá saber que se seguir a curva da "pega" da Ursa Maior encontrará Arcturo, agora subindo a Este. Mas sabia que se seguir as Guias na direcção oposta, alcança Leão? E sabia que se desenhar uma linha diagonal por entre a "frigideira" de Ursa Maior (onde a "pega" se junta com o receptáculo), irá ter a Gémeos?

Dia 16/03: 75.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1750, nascia Caroline Herschel, astrónoma e irmã de William Herschel, com quem trabalhou. A sua maior contribuição para a astronomia foi a descoberta de vários cometas e em particular o cometa periódico 35P/Herschel-Rigollet. Foi a primeira mulher a ser remunerada pela sua contribuição à ciência e recebeu vários prémios e honras internacionais.
Em 1918, nascia Frederick Reines, físico americano que recebeu em 1995 o Prémio Nobel da Física pela sua co-detecção do neutrino juntamente com Clyde Cowan. Pode muito bem ser o único cientista na história "tão intimamente ligado à descoberta de uma partícula elementar e consequente investigação das suas propriedades fundamentais".
Em 1926, o foguete lançado pelo físico Robert H. Goddard torna-se no primeiro a combustível líquido; demonstra a praticabilidade dos foguetões e convence Goddard que um dia estes serão capazes de fazer aterrar seres humanos na Lua. 

Goddard lança o seu aparelho num voo de dois segundos e meio a partir de um campo pertencente à sua tia Effie perto de Auburn, Massachusetts. Viaja 56 metros a uma velocidade de 96,6 km/h e alcança uma altitude de apenas 12,5 metros.
Em 1942, primeiro lançamento de teste do foguetão V-2. Explode na descolagem. 
Em 1966 era lançada a Gemini 8- o primeiro acoplamento de dois veículos espaciais no espaço (com Agena).
Em 1999, a equipa da Lunar Prospector no Centro de Pesquisa Ames da NASA anuncia descobertas que confirmam que a massa da Lua é na sua maioria material ejectado da Terra aquando do impacto com um objecto do tamanho de Marte.
Observações: Lua Cheia, pelas 17:08.
Trânsito de Ganimedes, entre as 17:01 e as 20:24.
Trânsito de Io, entre as 21:05 e as 23:23.
Trânsito da sombra de Io, entre as 22:20 e as 00:39 (já de dia 17).
Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 22:01 e as 01:32 (já de dia 17).
Trânsito duplo das sombras de Io e Ganimedes, entre as 22:21 e as 00:39 (já de dia 17).

Dia 17/03: 76.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1958 era lançada a primeira sonda a energia solar, a Vanguard 1.

Transportava um sensor de medição de temperatura e um transmissor de rádio. O seu sistema de energia parou em 1964, embora se pensasse que continuaria a orbitar a Terra e a transmitir dados durante 1000 anos.
Observações: Assim que as estrelas começam a aparecer, procure o brilhante Sirius a Sul. É a ponta de baixo do Triângulo de Inverno. Os outros cantos do triângulo são Procyon para cima e para a esquerda, e Betelgeuse para cima e para a direita de Sirius (num dos cantos de Orionte). Em comparação com o Triângulo de Verão, o de Inverno é mais brilhante, mais colorido e equilátero!

 
CURIOSIDADES


O asteróide 1950 DA é famoso por, entre 2002 e 2013, ter tido a maior probabilidade conhecida de impacto com a Terra. De acordo com os astrónomos, se uma das duas direcções polares previstas para este asteróide se concretizasse, teria uma probabilidade, entre 300, de colidir com a Terra no dia 16 de Março de 2880. O seu tamanho está estimado entre 1,1 e 1,4 km, o que significaria um desastre a nível global, devastador para a civilização humana. No final do ano passado, com mais informação sobre a trajectória do asteróide e suas propriedades físicas, a hipótese de potencial impacto foi descartada.

 
VLT DETECTA A MAIOR ESTRELA HIPERGIGANTE AMARELA

O interferómetro do VLT (Very Large Telescope) do ESO revelou a maior estrela amarela jamais encontrada - e uma das dez maiores estrelas conhecidas até à data. Descobriu-se que esta hipergigante tem um tamanho superior a 1300 vezes o diâmetro do Sol e faz parte de um sistema estelar duplo, com uma segunda componente tão próxima que ambas as estrelas estão em contacto. Observações obtidas ao longo de sessenta anos, algumas por observadores amadores, indicam também que este objecto raro e extraordinário está a mudar muito depressa, o que significa que o estamos a observar durante uma fase muito breve da sua vida.

Com o auxílio do Interferómetro do VLT do ESO (VLTI), Olivier Chesneau (Observatoire de la Côte d´Azur, Nice, França) e uma equipa internacional de colaboradores descobriram que a estrela hipergigante amarela HR 5171 A (também conhecida como V766 Cen, HD 119796 ou HIP 67261) é absolutamente monstruosa - 1300 vezes o diâmetro do Sol, ou seja, um tamanho muito superior ao esperado. Este facto faz com que esta seja a maior estrela amarela que conhecemos e também uma das dez maiores estrelas conhecidas - 50% maior que a famosa supergigante vermelha Betelgeuse - e cerca de um milhão de vezes mais brilhante que o Sol.

"As novas observações mostraram também que esta estrela tem uma companheira binária muito próxima, o que foi uma verdadeira surpresa," diz Chesneau. "As duas estrelas estão tão próximas que se tocam e todo o sistema parece um amendoim gigantesco."

Esta impressão artística mostra a estrela hipergigante amarela HR 5171, um tipo muito raro de estrelas com apenas cerca de uma dúzia conhecidas na nossa Galáxia.
Crédito: ESO
(clique na imagem para ver versão em 1080p)
 

Os astrónomos usaram uma técnica chamada interferometria para combinar a radiação recolhida pelos vários telescópios individuais, criando assim um telescópio virtual gigante de 140 metros de diâmetro. Os novos resultados levaram a equipa a verificar cuidadosamente observações anteriores desta estrela, num período que abarca mais de sessenta anos, no intuito de estudar o seu comportamento no passado.

As estrelas hipergigantes amarelas são muito raras, apenas se conhecendo cerca de uma dúzia na nossa Galáxia - o melhor exemplo de uma estrela deste tipo é a Rho Cassiopeiae. Estes objectos, que estão entre as maiores e mais brilhantes estrelas conhecidas, encontram-se numa fase das suas vidas em que são instáveis e por isso mudam muito rapidamente. Devido a esta instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e extensa em torno da estrela.

Apesar da enorme distância a que se encontra da Terra (quase 12.000 anos-luz), esta estrela ainda pode ser vista a olho nu (tem magnitude visual que varia entre 6,1 e 7,3, na constelação de Centauro) por pessoas com excelente visão e acesso a um excelente céu escuro. Descobriu-se que HR 5171 A tem vindo a tornar-se maior nos últimos 40 anos, arrefecendo à medida que cresce. A evolução desta estrela está a ser de facto observada ao vivo. Apenas algumas estrelas são observadas nesta fase muito breve das suas vidas, altura em que sofrem variações dramáticas de temperatura, originadas pela sua rápida evolução.

HR 5171, a estrela mais brilhante no centro desta imagem de grande angular, é uma hipergigante amarela, um tipo muito raro de estrelas com apenas cerca de uma dúzia conhecidas na nossa Galáxia.
Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Ao analisar os dados da variação do brilho da estrela, através de observações obtidas noutros observatórios, os astrónomos confirmaram que o objecto é um sistema binário eclipsante, com a componente mais pequena a passar à frente e atrás da maior, à medida que a orbita. Neste caso, HR 5171 A tem na sua órbita uma estrela companheira que demora 1300 dias a dar uma volta completa. A companheira mais pequena é apenas ligeiramente mais quente que a temperatura de superfície de 5000º Celsius de HR 5171 A.

Chesneau conclui: "A companheira que descobrimos é bastante importante, pois a sua presença pode influenciar o destino de HR 5171 A, ao arrancar-lhe, por exemplo, as camadas exteriores, modificando-lhe assim o processo de evolução."

Esta nova descoberta põe em destaque a importância de estudar estas estrelas hipergigantes enormes e amarelas de vida curta, podendo ajudar também a compreender melhor o processo de evolução das estrelas de grande massa, de modo geral.

Links:

Notícias relacionadas:
ESO (comunicado de imprensa)
Artigo científico (formato PDF)
NewScientist
Universe Today
Astronomy
PHYSORG
Space Daily
Discover
redOrbit
Forbes
io9
AstroPT
Expresso
Diário de Notícias

HR 5171:
Wikipedia

Hipergigante amarela:
Wikipedia

VLT:
Página oficial
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
"ESTRELAS DA MORTE" EM ORIONTE DESTROEM PLANETAS ATÉ MESMO ANTES DE ESTES SE FORMAREM

A Nebulosa de Orionte é o lar de centenas de estrelas jovens e até mesmo proto-estrelas ainda mais novas conhecidas como "proplyds". Muitos destes sistemas emergentes vão continuar a desenvolver planetas, enquanto outros terão a sua poeira e gás que forma planetas expelidos pela intensa radiação ultravioleta emitida por estrelas massivas do tipo-O que se escondem nas proximidades.

Uma equipa de astrónomos do Canadá e dos Estados Unidos usou o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) para estudar a relação muitas vezes mortal entre as estrelas altamente luminosas do tipo-O e proto-estrelas próximas na Nebulosa de Orionte. Os seus dados revelam que as proto-estrelas até 0,1 anos-luz (cerca de 946 mil milhões de quilómetros) de uma estrela do tipo-O estão condenadas a ter os seus casulos de gás e poeira arrancados em apenas alguns milhões de anos, muito mais rápido do que os planetas se conseguem formar.

Esta impressão de artista mostra duas "proplyds", ou proto-estrelas, em torno de uma massiva estrela do tipo-O. O gás e a poeira da mais próxima [da estrela] estão sendo empurrados pela radiação da estrela. A mais distante (pano da frente) é capaz de reter o seu potencial para formação planetária.
Crédito: NRAO/AUI/NSF; B. Saxton
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"As estrelas do tipo-O, que são realmente monstros quando comparadas com o nosso Sol, emitem quantidades tremendas de radiação ultravioleta e isso pode atrapalhar o desenvolvimento de sistemas planetários jovens," comenta Rita Mann, astrónoma do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá em Victoria, autora principal do artigo publicado na revista Astrophysical Journal. "Com o ALMA, observámos dúzias de estrelas embrionárias com potencial de formação planetária e, pela primeira vez, encontrámos indícios claros de que os discos protoplanetários simplesmente desapareceram sob o brilho intenso de uma estrela maciça vizinha."

Muitas, se não todas, as estrelas semelhantes ao Sol nascem em apinhados berçários estelares idênticos à Nebulosa de Orionte. Ao longo de apenas alguns milhões de anos, grãos de poeira e reservatórios de gás combinam-se em corpos maiores e mais densos. Se deixados relativamente imperturbados, estes sistemas eventualmente evoluem para sistemas estelares de pleno direito, com planetas - grandes e pequenos - e, finalmente, afastam-se para se tornar parte da população estelar galáctica.

Os astrónomos acreditam que estrelas massivas mas ainda de curta duração dentro e em redor de grandes nuvens interestelares são essenciais para o processo contínuo da formação estelar. No final das suas vidas, as estrelas maciças explodem como supernovas, semeando a área circundante com poeira e elementos pesados que serão usados na próxima geração de estrelas. Estas explosões também fornecem o impulso necessário para o início de uma nova rodada de formação estelar e planetária. Mas enquanto ainda brilham, estas estrelas maiores podem ser francamente mortais para planetas caso um sistema embrionário se aproxime demasiado.

30 "proplyds", ou discos protoplanetários, descobertos em 2009 na majestosa Nebulosa de Orionte, usando o Telescópio Espacial Hubble.
Crédito: NASA/ESA e L. Ricci (ESO)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"As estrelas massivas são quentes e centenas de vezes mais luminosas que o nosso Sol," afirma James Di Francesco, também do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá. "Os seus fotões energéticos podem rapidamente esgotar um disco protoplanetário próximo através do aquecimento do seu gás, quebrando-o e varrendo-o para fora."

Observações anteriores com o Telescópio Espacial Hubble revelaram imagens impressionantes de "proplyds" em Orionte. Muitos têm formas de lágrimas, com o seu gás e poeira afastando-se de uma estrela massiva vizinha. Estas imagens ópticas, no entanto, não podem revelar nada sobre a quantidade de poeira presente ou como as concentrações de poeira e gás mudam em relação a estrelas de grande massa.

As novas observações do ALMA detectaram estes e outros "proplyds" nunca antes fotografados, essencialmente duplicando o número de discos protoplanetários descobertos na região. O ALMA também pôde ver além do seu aspecto superficial, olhando profundamente para realmente medir a massa dos "proplyds".

Localização, dentro de M42, de alguns dos discos protoplanetários descobertos.
Crédito: NASA/ESA e L. Ricci (ESO)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Combinando estes estudos com observações prévias do SMA (Submillimeter Array), no Hawaii, os cientistas descobriram que qualquer proto-estrela dentro do extremo invólucro UV (ultravioleta) de uma estrela massiva teria muito do seu material destruído. As "proplyds" nestas regiões íntimas retêm apenas uma fracção (metade ou menos) da massa necessária para criar um planeta tipo-Júpiter. Para lá do raio de 0,1 anos-luz, na região dominada pelo longínquo UV, os astrónomos observaram uma grande variedade de massas de disco, entre uma e 80 vezes a massa de Júpiter. Isto é semelhante à quantidade de poeira encontrada em regiões de formação de estrelas de baixa massa.

"No seu conjunto, as nossas investigações com o ALMA sugerem que as regiões UV extremas não são apenas inóspitas, são francamente perigosas para a formação de planetas. Com uma distância suficiente, no entanto, é possível encontrar um ambiente muito mais agradável," realça Mann. "Este trabalho é realmente a ponta do iceberg do que virá do ALMA; esperamos eventualmente aprender quão comuns são os sistemas estelares como o nosso."

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
16/12/2009 - Discos protoplanetários na Nebulosa de Orionte

Notícias relacionadas:
NRAO (comunicado de imprensa)
Artigo científico (formato PDF)
The Astrophysical Journal (requer subscrição)
PHYSORG
redOrbit
National Geographic

Discos protoplanetários:
Wikipedia

Nebulosa de Orionte (M42):
Wikipedia
SEDS
Alien Worlds

ALMA:
Página principal
ALMA (NRAO)
ALMA (NAOJ)
ALMA (ESO)
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - No Coração da Nebulosa Roseta
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Don Goldman
 
No coração da Nebulosa Roseta encontra-se um enxame aberto e brilhante de estrelas que iluminam a nebulosa. As estrelas de NGC 2244 formaram-se a partir do gás circundante há apenas alguns milhões de anos atrás. A imagem acima foi obtida em Janeiro usando múltiplas exposições e as cores específicas do enxofre (vermelho sombreado), hidrogénio (verde) e oxigénio (azul) capturam a região central em tremendo detalhe. As estrelas do enxame libertam um vento quente de partículas que contribui para uma mistura já complexa de gás e filamentos de poeira enquanto lentamente se afastam do centro do enxame. O centro da Nebulosa Roseta mede cerca de 50 anos-luz em diâmetro, fica a mais ou menos 4500 anos-luz e é visível com binóculos na direcção da constelação de Unicórnio.
 

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