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Edição n.º 1446
16/01 a 18/01/2018
 
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27/01/18 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS + PALESTRA
19:30 - Este evento inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio no nosso maravilhoso terraço (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 920
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 16/01: 16.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1969, a Soyuz 4 e a  Soyuz 5 levam a cabo o primeiro acoplamento de naves em órbita, a primeira transferência de tripulação de um veículo para outro, e a única vez que tal transferência envolveu um passeio espacial.
Em 2003 a nave Columbia arrancava para a missão STS-107, que seria a sua última.

O Columbia acabaria por desintegrar-se 16 dias depois, durante a sua reentrada na atmosfera da Terra.
Observações: À hora de jantar, o enorme complexo de Andrómeda-Pégaso vai desde o zénite até ao horizonte a oeste.
Para oeste do zénite, aviste o pé de Andrómeda: Gamma Andromedae (Almach), ligeiramente alaranjada e de segunda magnitude. A cerca de metade do caminho do zénite até ao horizonte a oeste, está o Grande Quadrado de Pégaso, apoiado num canto. Do seu canto inferior correm as estrelas que traçam o pescoço e a cabeça de Pégaso, terminando no seu nariz: Enif a oeste, também de segunda magnitude e um pouco alaranjada.

Dia 17/01: 17.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 2003, um foguetão Delta II transportando um satélite GP IIR-1 explode 13 segundos depois do lançamento deixando 250 toneladas de resíduos queimados na plataforma de lançamento. 
Em 2016, floresce a primeira flor a bordo da Estação Espacial Internacional.

Observações: Lua Nova, pelas 02:17.
Nestas noites sem Lua, explore vistas famosas como a Nebulosa de Orionte, as Plêiades ou os enxames M35 (em Gémeos) e M44 (em Caranguejo).

Dia 18/01: 18.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1896, H. L. Smith apresenta a primeira máquina capaz de gerar raios-X.
Em 1916, um meteorito condrito com 611 gramas atinge uma casa perto de Baxter em Stone County, no estado norte-americano do Missouri.
Em 2000, o meteorito do Lago Tagish colide com a Terra.

No mesmo ano, a NASA termina as tentativas de comunicar com a Mars Polar Lander. Foi perdida no dia 3 de dezembro de 1999, durante a fase de aterragem da missão. 
Observações: À hora de jantar, Sirius brilha por baixo de Orionte a sudeste. Algures entre as 20 e as 21 horas, dependendo da posição do observador, Sirius brilha precisamente por baixo de Betelgeuse, o ombro de Orionte. Com que precisão consegue determinar a hora deste evento, talvez usando a aresta vertical de um edifício. Das duas, Sirius lidera ao início da noite, e Betelgeuse lidera depois. Bem-vindo(a) à astronomia pré-telescópica.

 
CURIOSIDADES


A Nebulosa de Orionte foi o primeiro objeto astronómico do seu tipo a ser fotografado - por William Huggins em 1865 (a imagem em destaque é da autoria de Henry Draper e foi obtida em 1880).

 
AS DESCOBERTAS MAIS RECENTES DO HUBBLE

Os astrónomos que se reuniram na 231.ª reunião da Sociedade Astronómica Americana em National Harbor, Washington, D.C., tiveram a oportunidade de aprender mais sobre investigações inovadoras levadas a cabo pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA. As novas descobertas científicas com o observatório em órbita terrestre vão de regiões de formação estelar próximas, passando pelo coração da nossa própria Via Láctea e estendendo-se até ao horizonte do universo observável. Todos estes achados exploram as extraordinárias capacidades de resolução, sensibilidade e amplitude de onda do telescópio em recolher informações sobre o universo a partir do espaço.

Voo Sem Precedentes Combina Luz Visível e Infravermelha do Hubble e do Spitzer

Ao combinar as capacidades visíveis e infravermelhas dos telescópios espaciais Hubble e Spitzer, os astrónomos e especialistas em visualização do programa "Universe of Learning" da NASA criaram um espetacular voo tridimensional pela magnífica Nebulosa de Orionte, um berçário estelar próximo. Usando dados científicos reais, juntamente com técnicas utilizadas em Hollywood, uma equipa do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, estado norte-americano de Maryland, e do Caltech/IPAC em Pasadena, Califórnia, produziu a melhor e mais detalhada visualização de sempre da Nebulosa de Orionte. O filme de dois minutos permite que os espetadores voem através da pitoresca região de formação estelar e apreciem o Universo de uma nova e excitante maneira.

Viagem pela Nebulosa de Orionte.
Crédito: NASA, ESA, F. Summers, G. Bacon, Z. Levay, J. DePasquale, L. Frattare e M. Robberto (STScI) e R. Hurt (Caltech/IPAC)
(clique na imagem para ver vídeo)
 

Anãs Castanhas Por Todo o Lado

Num levantamento profundo e sem precedentes em busca de objetos pequenos e fracos na Nebulosa de Orionte, os astrónomos usaram o Hubble para descobrir a maior população, até agora, de anãs castanhas salpicadas entre estrelas recém-nascidas. As anãs castanhas são mais massivas que os planetas, mas demasiado pequenas para produzir energia como as estrelas. As anãs castanhas fornecem pistas importantes para entender como as estrelas e os planetas se formam, e podem estar entre os objetos mais comuns na nossa Galáxia. Os astrónomos usaram o Hubble para as identificar através da presença de água nas suas atmosferas, atmosferas estas tão frias que possibilitam a formação de vapor de água. A água é uma clara assinatura de objetos subestelares. A assinatura da água não pode ser facilmente vista da Terra, devido aos efeitos absorventes do vapor de água na nossa própria atmosfera.

Esta imagem faz parte de um levantamento de estrelas de baixa massa, anãs castanhas e planetas na Nebulosa de Orionte pelo Telescópio Espacial Hubble. Cada símbolo identifica um par de objetos, qu epodem vistos no centro do símbolo como um único ponto de luz. Foram usadas técnicas especiais de processamento para separar a luz estelar em pares de objetos. O círculo interior, mais espesso, representa o corpo primário, e o círculo exterior mais fino indica a companheira. Os círculos vermelhos indicam um planeta; os laranja uma anã castanha e os amarelos uma estrela. Localizado no canto superior esquerdo, um par de planetas sem estrela-mãe. No meio do lado direito está um par de anãs castanhas. A porção da Nebulosa de Orionte mede aproximadamente 4 por 3 anos-luz.
Crédito: NASA, ESA e G. Strampelli (STScI)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Arqueologia do Bojo Central da Via Láctea

Uma nova análise de aproximadamente 10.000 estrelas normais parecidas com o Sol, nas regiões centrais da Via Láctea, revela que o bojo da nossa Galáxia é um ambiente dinâmico de estrelas de várias idades que se deslocam a diferentes velocidades. Esta conclusão baseia-se em nove anos de dados de arquivo do Hubble. Este estudo do coração complexo e caótico da nossa Via Láctea poderá fornecer novas pistas sobre a evolução da nossa Galáxia e da sua fusão com galáxias satélite mais pequenas. Atualmente, só o Hubble tem resolução suficiente para medir simultaneamente, e ao longo do tempo, os movimentos de milhares de estrelas parecidas com o Sol à distância do Bojo Galáctico. O Hubble fornece uma visão estreita e detalhada do Núcleo Galáctico para revelar milhares de estrelas mais do que aquelas observadas em estudos anteriores.

Uma nova análise de aproximadamente 10.000 estrelas parecidas com o Sol no bojo da Via Láctea revela que a região central da nossa galáxia é um ambiente dinâmico composto por estrelas de várias idades que se deslocam a velocidades diferentes, como viajantes num aeroporto bastante ativo. Só o Hubble tem resolução suficiente para medir simultaneamente os movimentos de milhares de estrelas parecidas com o Sol à distância do Bojo Galáctico.
Crédito: NASA, ESA e T. Brown (STScI)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Lente de Zoom no Espaço Estica Imagem de Uma das Galáxias Mais Distantes Jamais Observadas

Uma investigação intensiva e profunda do Universo, pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer, forneceu a proverbial agulha-num-palheiro: a galáxia mais distante alguma vez vista numa imagem esticada e ampliada por um fenómeno chamado lente gravitacional. A galáxia embrionária, chamada SPT0615-JD, existiu quando o Universo tinha apenas 500 milhões de anos. Embora já tenham sido observadas algumas outras galáxias primitivas desta época, parecem-se essencialmente com pontos vermelhos, dado o seu pequeno tamanho e distâncias tremendas. No entanto, neste caso o campo gravitacional de um enxame galáctico massivo, no plano da frente, não só ampliou a luz da galáxia de fundo como também "manchou" a imagem num arco. Nenhum outro candidato a galáxia foi encontrado a uma distância tão grande e que ao mesmo tempo também fornece informações sobre o tamanho e massa do astro embrionário.

Esta imagem do Hubble mostra o enxame galáctico SPT-CL J0615-5746. Embebido na foto, uma estrutura em forma de arco que não só é a imagem ampliada de uma galáxia de fundo, como também uma imagem "manchada" numa forma crescente. Os astrónomos estimam que a galáxia diminutiva tem uma massa não superior a 3 mil milhões de massas solares e um tamanho inferior a 2500 anos-luz.
Crédito: NASA, ESA e B. Salmon (STScI)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Buraco Negro Cintilante Apanhado pelo Hubble e pelo Chandra

Usando os telescópios espaciais Hubble e Chandra, os astrónomos encontraram um buraco negro supermassivo situado numa galáxia distante a alimentar-se de gás e a "arrotar" luz - não uma, mas duas vezes. A galáxia em estudo, conhecida como J1354, está a mais ou menos 900 milhões de anos-luz da Terra. O buraco negro supermassivo parece ter expelido jatos de luz brilhante do gás que acumula. Tal aconteceu duas vezes nos últimos 100.000 anos. Apesar dos astrónomos já terem previsto que tais objetos possam "piscar" como resultado de eventos de alimentação de gás, esta é a primeira vez que um destes atos foi apanhado convincentemente. O buraco negro está a alimentar-se de material da galáxia companheira. O material rodopia para o centro de J1354 e é então devorado pelo buraco negro supermassivo.

A galáxia J1354.
Crédito: raios-X - NASA/CXC/Universidade do Colorado/J. Comerford et al.; ótico - NASA/STScI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Links:

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Voo Sem Precedentes Combina Luz Visível e Infravermelha do Hubble e do Spitzer (HubbleSite)
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Lente de Zoom no Espaço Estica Imagem de Uma das Galáxias Mais Distantes Jamais Observadas (HubbleSite)
Buraco Negro Cintilante Apanhado pelo Hubble e pelo Chandra (HubbleSite)

Nebulosa de Orionte (M42):
Wikipedia
SEDS

Anãs castanhas:
Wikipedia
NASA
Andy Lloyd's Dark Star Theory

Centro Galáctico:
Wikipedia

Lentes gravitacionais:
Wikipedia

Buraco negro supermassivo:
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial 
NASA
Centro Espacial Spitzer 
Wikipedia

Observatório Chandra:
Página oficial (Harvard)
Página oficial (NASA)
Wikipedia

 
SISTEMA MULTIPLANETÁRIO DESCOBERTO POR CROWDSOURCING

Na sua busca por exoplanetas - planetas para lá do nosso Sistema Solar - o telescópio Kepler da NASA trilha atrás da Terra, medindo o brilho de estrelas que podem, potencialmente, albergar planetas. O instrumento identifica potenciais planetas em torno de outras estrelas, observando quedas no brilho estelar que ocorrem quando os planetas passam em frente, ou transitam. Normalmente, os programas de computador assinalam as estrelas com estas diminuições de brilho e então os astrónomos observam cada uma para decidir se realmente podem hospedar um candidato a planeta.

Ao longo dos três anos da missão K2, já foram observadas 287.309 estrelas, e dezenas de milhares mais juntam-se a cada poucos meses. Então, como é que os astrónomos examinam todos estes dados?

É aqui que entra o projeto de cientistas-cidadão Exoplanet Explorers, desenvolvido pelo astrónomo Ian Crossfield da Universidade da Califórnia em Santa Cruz e pela cientista Jessie Christiansen de Caltech. O projeto Exoplanet Explorers é hospedado no Zooniverse, uma plataforma online para investigação de "crowdsourcing" (contribuição colaborativa).

"Pessoas de qualquer lugar podem iniciar sessão e aprender o aspeto real de sinais exoplanetários, e então estudar os dados reais recolhidos pelo telescópio Kepler para votar se um determinado sinal é ou não classificado como um trânsito, ou apenas ruído," comenta Christiansen. "Cada sinal de trânsito potencial é observado por um mínimo de 10 pessoas, e cada um precisa de um mínimo de 90% de votos positivos para ser redirecionado para maior caracterização."

Impressão de artista do sistema K2-138, o primeiro sistema multiplanetário descoberto por cientistas-cidadão. A estrela central é ligeiramente mais pequena e mais fria que o nosso Sol. Os cinco planetas conhecidos têm tamanhos que variam entre o da Terra e o de Neptuno; o planeta b pode, potencialmente, ser rochoso, mas os planetas c,d, e e f provavelmente contêm grandes quantidades de gelo e gás. Todos os cinco planetas têm períodos orbitais inferiores a 13 dias e são incrivelmente quentes, com temperaturas que variam entre os 420 e 980º C.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/R. Hurt (IPAC)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

No início de abril do ano passado, apenas duas semanas após o protótipo inicial do Exoplanet Explorers ter sido configurado no Zooniverse, foi apresentado ao longo de um evento de três dias na série de televisão Stargazing Live do canal ABC Austrália. Nas primeiras 48 horas após o lançamento do projeto, o Exoplanet Explorers recebeu mais de 2 milhões de classificações de mais de 10.000 utilizadores. Incluído nessa pesquisa, um novo conjunto de dados da missão K2 - a reincarnação da missão Kepler primária que terminou há 3 anos. A missão K2 tem um novo campo de visão e uma nova colheita de estrelas em torno das quais pode procurar planetas. Nenhum astrónomo profissional examinou ainda este novo conjunto de dados, chamado C12.

De volta ao estado norte-americano da Califórnia, Crossfield e Christiansen juntaram-se ao astrónomo Geert Barentsen da NASA, que estava na Austrália, no estudo dos resultados enquanto estes surgiam. Usando a profundidade da curva de trânsito e a periodicidade com que aparece, fazem estimativas de quão grande é um planeta e de quão perto orbita a sua estrela. Na segunda noite do programa, os investigadores discutiram a demografia dos candidatos a planeta encontrados até agora - 44 planetas do tamanho de Júpiter, 72 do tamanho de Neptuno, 44 do tamanho da Terra e 53 super-Terras, planetas maiores que a Terra, mas mais pequenos que Neptuno.

"Nós queríamos encontrar uma nova classificação que seria emocionante anunciar na última noite, de modo que originalmente estávamos a vasculhar entre os candidatos a planeta para encontrar um na zona habitável - a região em torno da estrela onde a água líquida pode existir à superfície," explica Christiansen. "Mas esses podem demorar algum tempo a validar, para ter a certeza de que é realmente um planeta e não um falso alarm. De modo que decidimos procurar um sistema multiplanetário porque é muito difícil obter um sinal falso acidental de vários planetas."

Após esta decisão, Barentsen saiu para tomar uma chávena de chá. Quando voltou, Christiansen tinha examinado os dados de crowdsourcing para encontrar uma estrela com trânsitos múltiplos e encontrado uma estrela com quatro planetas em órbita. Três dos quatros planetas tinham 100% de votos "sim" por mais de 10 pessoas, e o restante planeta tinha 92%. Este é o primeiro sistema multiplanetário descoberto inteiramente por crowdsourcing.

Depois da descoberta ter sido anunciada no programa Stargazing Live, Christiansen e colegas continuaram a estudar e a caracterizar o sistema, denominado K2-138. Validaram estatisticamente o conjunto de sinais planetários como "extremamente prováveis", diz Christiansen, de serem planetas verdadeiros. Também descobriram que os planetas giram em torno da estrela-mãe numa relação matemática interessante chamada ressonância, na qual cada um leva quase exatamente 50% mais tempo a completar uma órbita do que o próximo planeta mais perto da estrela. Os investigadores também encontraram um quinto planeta na mesma cadeia de ressonâncias e pistas de um sexto. O artigo que descreve o sistema foi aceite para publicação na revista The Astronomical Journal.

Esta impressão de artista mostra o sistema K2-138, as órbitas e os tamanhos relativos dos cinco planetas conhecidos.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Este é o único sistema com uma cadeia de ressonâncias ininterruptas nesta configuração e pode fornecer pistas aos teóricos que procuram desvendar os mistérios da formação e migração planetária.

"A arquitetura orbital deste sistema planetário é uma reminiscência dos satélites galileanos de Júpiter," comenta Konstantin Batygin, professor assistente de ciência planetária, que não esteve envolvido no estudo. "As comensurabilidades orbitais entre os planetas são fundamentalmente frágeis, de modo que a configuração atual dos planetas do sistema K2-138 aponta claramente para um ambiente de formação planetária gentil e laminar."

"Algumas teorias atuais sugerem que os planetas se formam por dispersão caótica de rocha e gás e outros materiais nos estágios iniciais da vida do sistema planetário. No entanto, é improvável que estas teorias resultem num sistema tão íntimo e ordeiro, como o de K2-138," realça Christiansen. "A parte excitante é que fomos capazes de encontrar este sistema invulgar com a ajuda do público em geral."

Links:

Notícias relacionadas:
Caltech (comunicado de imprensa)
NASA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
The Astronomical Journal
SPACE.com
COSMOS
PHYSORG
BBC News
Gizmodo

Zooniverse:
Página principal
Programa Exoplanet Explorers

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
K2 (NASA)
Arquivo de dados do Kepler
Arquivo de dados da missão K2
Descobertas planetárias do Kepler

 
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - O Azulado Cometa PanSTARRS
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Damian PeachJose J. Chambo
 
Descoberto com o telescópio PanSTARRS no dia 7 de setembro de 2016, este Cometa PanSTARRS, C/2016 R2, está atualmente a mais ou menos 24 minutos-luz (3 UA) do Sol, varrendo os céus do planeta Terra contra um fundo de estrelas na direção da constelação de Touro. Um visitante oriundo da distante Nuvem de Oort do nosso Sistema Solar, a sua linda e complexa cauda iónica mostra notáveis tons de azul. Ainda relativamente longe do Sol, a cauda iónica do cometa, já bem desenvolvida, é impressionante. A emissão de moléculas de monóxido de carbono ionizado (CO+), invulgarmente abundantes, que floresce com o aumento da luz solar disponível, é em grande parte responsável pelo bonito tom azulado. Esta imagem a cores do cometa azul é uma combinação de dados obtidos com dois telescópios diferentes durante a noite do dia 7 de janeiro. Localizada no ápice do enxame estelar com a forma de V, de nome Híades, a brilhante estrela Gamma Tauri é responsável pelo brilho no canto inferior esquerdo da imagem.
 

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