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Edição n.º 1542
18/12 a 20/12/2018
 
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EFEMÉRIDES

Dia 18/12: 352.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1856 nascia J. J. Thomson, físico inglês, conhecido pela descoberta do eletrão e pela invenção do espectrómetro de massa.
Em 1958, lançamento do Projecto SCORE, o primeiro satélite de comunicações.
Em 1966, Richard Walker descobre a lua de Saturno, Epimeteu, que depois esteve "perdida" durante 12 anos.

Em 1973, é lançada a Soyuz 13, tripulada pelos cosmonautas Valentin Lebedev e Pyotr Klimuk, de Baikonur, União Soviética.
Em 1999, a NASA lança para órbita a plataforma Terra, transportando cinco instrumentos de observação terrestre: o ASTERCERESMISR,
MODIS e MOPITT
Em 2001, a aventureira sonda da NASA, Deep Space 1, desliga os seus motores iónicos e a missão chega ao fim.
Observações: À medida que o Triângulo de Verão se "afunda" a oeste, Altair é a primeira estrela a desaparecer por trás do horizonte. Comece por avistar Vega a noroeste à hora de jantar. A estrela mais brilhante para cima de Vega é Deneb. Altair, a terceira estrela do Triângulo, está para a esquerda e um pouco para baixo de Vega. Até que horas consegue avistar o todo do Triângulo?

Dia 19/12: 353.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1852 nascia Albert A. Michelson, físico americano conhecido pelo seu trabalho na medição da velocidade da luz e especialmente pela experiência Michelson-Morley.
Em 1972, a Apollo 17, a última missão lunar tripulada, regressava à Terra. 

Em 2013, a sonda europeia Gaia é lançada para o espaço.
Observações: A Lua brilha esta noite a este, estando as Plêiades para a sua esquerda e alaranjada Aldebarã para baixo e para a esquerda.
Para a direita da Lua encontra-se Alpha Ceti (Menkar), laranja e de magnitude 2,5.

Dia 20/12: 354.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1904, era fundado o Observatório Solar do Mt. Wilson
Em 1996, morria Carl Sagan, considerado por muitos o maior divulgador de Astronomia da História.
Em 1999, lançamento da missão STS-103 do vaivém Discovery, a terceira missão de serviço ao Telescópio Hubble.

Observações: A Lua brilha perto das Híades, perto de Aldebarã e para baixo das Plêiades.

 
CURIOSIDADES

Como é que chegámos até aqui? Como é que as estrelas e os planetas são formados? O que acontece durante a vida de uma estrela, e qual o destino dos seus planetas quando esta morre? Siga nesta viagem interestelar pelo tempo e com recursos a trabalhos científicos de detetive.
 
FOI OBSERVADO O OBJETO MAIS DISTANTE DO SISTEMA SOLAR
Impressão de artista de 2018 VG18, ou "Farout".
Crédito: Roberto Molar Candanosa/Instituto Carnegie para Ciência
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Uma equipa de astrónomos descobriu o corpo mais distante já observado no nosso Sistema Solar. É o primeiro objeto conhecido do Sistema Solar detetado a uma distância superior a 100 vezes a distância entre a Terra e o Sol.

O novo objeto foi anunciado ontem, dia 17 de dezembro de 2018, pelo Centro de Planetas Menores da União Astronómica Internacional e recebeu a designação provisória 2018 VG18. A descoberta foi feita por Scott S. Sheppard, de Carnegie, por David Tholen da Universidade do Hawaii e por Chad Trujillo da Universidade do Norte do Arizona.

2018 VG18, apelidado "Farout" (inglês para "bem longe") pela equipa de descoberta devido à sua localização extremamente distante, está a aproximadamente 120 UA (Unidades Astronómicas), onde 1 UA é definida como a distância entre a Terra e o Sol. O segundo objeto mais distante observado no Sistema Solar é Éris, a mais ou menos 96 UA. Plutão está atualmente a cerca de 34 UA, o que torna 2018 VG18 mais de três vezes e meia mais distante do que o planeta anão mais famoso do Sistema Solar.

Distâncias do Sistema Solar, à escala, com o recém-descoberto 2018 VG18 em comparação com outros objetos do Sistema Solar.
Crédito: Roberto MOlar Candanosa/Scott S. Sheppard/Instituto Carnegie para Ciência
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2018 VG18 foi descoberto como parte da busca contínua da equipa por objetos extremamente distantes do Sistema Solar, incluindo o suspeito Planeta X, por vezes chamado Planeta Nove. Em outubro, o mesmo grupo de investigadores anunciou a descoberta de outro objeto do Sistema Solar distante, de nome 2015 TG387 e apelidado de "The Goblin", porque foi visto pela primeira vez perto do Halloween. The Goblin foi descoberto a cerca de 80 UA e tem uma órbita que é consistente com este sendo influenciado por um Planeta Nove com o tamanho de uma super-Terra ainda não descoberto nos confins muito distantes do Sistema Solar.

A existência de um nono planeta principal nos confins do Sistema Solar foi proposta pela primeira vez pela mesma equipa de pesquisa em 2014, quando descobriram 2012 VP113, com a alcunha Biden, que está atualmente perto das 84 UA.

2015 TG387 e 2012 VP113 nunca chegam perto o suficiente dos planetas gigantes do Sistema Solar, como Neptuno e Júpiter, para terem interações gravitacionais significativas com eles. Isto significa que esses objetos extremamente distantes podem ser indícios do que está a acontecer nos limites do Sistema Solar. A equipa ainda não conhece muito bem a órbita de 2018 VG18, de modo que não puderam determinar se mostra sinais de ser influenciada pelo Planeta Nove.

"2018 VG18 está muito mais distante e é muito mais lento do que qualquer outro objeto observado no Sistema Solar, de modo que levará alguns anos para determinar completamente a sua órbita," afirma Sheppard. "Mas foi encontrado numa posição similar no céu em comparação com os outros objetos conhecidos do Sistema Solar extremo, sugerindo que poderá ter o mesmo tipo de órbita que a maioria dos outros. As parecenças orbitais mostradas por muitos dos pequenos e distantes corpos do Sistema Solar foram o catalisador para a nossa afirmação original de que existe um planeta distante e massivo a várias centenas de UA que pastoreia estes objetos menores."

Imagens da descoberta de 2018 VG18, apeliado "Farout", pelo Telescópio Subaru no dia 10 de novembro de 2018. Farout move-se entre as duas imagens enquanto as estrelas e galáxias de fundo não se movem ao longo da hora que separa as exposições.
Crédito: Scott S. Sheppard e David Tholen
 

"Tudo o que sabemos atualmente sobre 2018 VG18 é a sua distância extrema ao Sol, o seu diâmetro aproximado e a sua cor," acrescentou Tholen. "Dado que 2018 VG18 está tão distante, orbita muito devagar, provavelmente levando mais de 1000 anos a completar uma órbita em torno do Sol."

As imagens da descoberta de 2018 VG18 foram obtidas pelo telescópio japonês Subaru de 8 metros localizado no topo do Mauna Kea, no Hawaii, no dia 10 de novembro de 2018.

Quando 2018 VG2018 foi encontrado, foram precisas novas observações para confirmar a sua natureza muito distante (são necessárias várias noites de observação para determinar com precisão a distância de um objeto). 2018 VG18 foi visto pela segunda vez no início de dezembro pelo Telescópio Magalhães no Observatório Las Campanas, de Carnegie, no Chile. Estas observações de recuperação foram realizadas pela equipa com a adição do estudante Will Oldroyd da Universidade do Norte do Arizona. Na semana seguinte, monitorizaram 2018 VG18 com o Telescópio Magalhães para se certificarem do seu percurso no céu e para determinarem as suas propriedades físicas básicas, como o brilho e a cor.

As observações do Magalhães confirmaram que 2018 VG18 está a cerca de 120 UA, tornando-o o primeiro objeto do Sistema Solar observado para lá das 100 UA. O seu brilho sugere que tem aproximadamente 100 km em diâmetro, provavelmente esférico e recebendo a classificação de planeta anão. Tem um tom rosado, uma cor geralmente associada a objetos ricos em gelo.

"Esta descoberta é verdadeiramente um marco internacional na investigação usando telescópios localizados no Hawaii e no Chile, operados pelo Japão, bem como por um consórcio de instituições de pesquisa e universidades dos Estados Unidos," conclui Trujillo. "Com novas câmaras digitais de campo-largo em alguns dos maiores telescópios do mundo, estamos finalmente a explorar os confins do nosso Sistema Solar, muito além de Plutão."

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
05/10/2018 - Descoberto novo objeto extremamente distante na procura do Planeta Nove

Notícias relacionadas:
Carnegie Science (comunicado de imprensa)
EurekAlert!
SPACE.com
New Scientist
ScienceDaily
PHYSORG

2018 VG18:
Wikipedia

Eris:
Wikipedia
Michael Brown

Plutão:
NASA
Wikipedia

2015 TG387:
Wikipedia 
Centro de Planetas Menores da União Astronómica Internacional
SSD (NASA)

Planeta Nove:
Wikipedia

2012 VP113:
Página de Scott Sheppard 
UAI - Centro de Planetas Menores
Wikipedia
NASA

Sistema Solar:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

Telescópio Subaru:
Página oficial
Wikipedia

Telescópio Magalhães:
Observatório Las Campanas
Instituto Carnegie
Universidade do Arizona
Wikipedia

 
DISCO FRAGMENTADO DÁ À LUZ SISTEMA BINÁRIO "ESTRANHO"
Impressão de artista do disco de poeira e gás em redor da protoestrela gigante MM 1a, e a sua companheira MM 1b se forma nas regiões mais exteriores.
Crédito: J. D. Ilee/Universidade de Leeds
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), astrónomos descobriram que duas jovens estrelas que se formam a partir do mesmo disco protoplanetário podem ser gémeas - no sentido de que vieram da mesma nuvem parental de material de formação estelar. No entanto, além disso, têm muito pouco em comum.

A principal estrela central deste sistema, localizada a aproximadamente 11.000 anos-luz da Terra, é verdadeiramente colossal - 40 vezes mais massiva que o Sol. A outra estrela, que o ALMA descobriu recentemente logo depois do disco da estrela central, é relativamente insignificante, com apenas 1/80 dessa massa.

A sua diferença marcante no que respeita ao tamanho sugere que se formaram por dois caminhos muito diferentes. A estrela mais massiva tomou um percurso mais tradicional, colapsando sob a gravidade de um "núcleo" denso de gás. A mais pequena provavelmente seguiu a estrada menos percorrida - pelo menos, no que toca às estrelas - acumulando massa de uma parte do disco que se "fragmentou" enquanto amadurecia, um processo que pode ter mais em comum com o nascimento de planetas gigantes gasosos.

"Os astrónomos sabem há muito tempo que a maioria das estrelas massivas orbitam uma ou mais estrelas como parceiras num sistema compacto, mas o modo como aí chegaram tem sido um tópico de conjetura," afirma Crystal Brogan, astrónoma do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) em Charlottesville, no estado norte-americano de Virgínia, coautora do estudo. "Com o ALMA, temos agora evidências de que o disco de gás e poeira que engloba e alimenta uma estrela massiva em crescimento também produz fragmentos em estágios iniciais que podem formar uma estrela secundária."

Observação da emissão de poeira (verde) e o gás frio em redor de MM 1a (o vermelho é gás que se afasta, o azul é gás que se aproxima), indicando que a cavidade do fluxo gira na mesma direção do que o disco central de acreção. MM 1b pode ser vista em baixo à esquerda.
Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); J. D. Ilee/Universidade de Leeds
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O objeto principal, conhecido como MM 1a, é uma estrela massiva jovem previamente identificada, rodeada por um disco giratório de gás e poeira. A sua ténue companheira interestelar, MM 1b, foi detetada recentemente pelo ALMA logo após o disco protoplanetário de MM 1a. A equipa pensa que este é um dos primeiros exemplos de um disco fragmentado a ser detetado em torno de uma estrela jovem e grande.

"Esta observação do ALMA abre novas questões, como 'Será que a estrela secundária também tem um disco?' e 'Com que velocidade a estrela secundária pode crescer?' Um aspeto surpreendente sobre o ALMA é que ainda não usámos todas as suas capacidades nesta área, o que um dia nos permitirá responder a estas novas perguntas," comenta o coautor Todd Hunter, que também pertence ao NRAO em Charlottesville.

As estrelas formam-se no interior de grandes nuvens de gás e poeira no espaço interestelar. Quando estas nuvens colapsam sob a gravidade, começam a girar mais depressa, formando um disco em seu redor.

"Em estrelas de baixa massa como o nosso Sol, é nestes discos que os planetas se podem formar," comenta John Ilee, astrónomo da Universidade de Leeds, Inglaterra, autor principal do estudo. "Neste caso, a estrela e o disco que observámos são tão massivos que, em vez de testemunharmos um planeta em formação, estamos vendo o nascimento de outra estrela."

Ao observar a luz em comprimentos de onda milimétricos, naturalmente emitida pela poeira, e as mudanças subtis na frequência de luz emitida pelo gás, os investigadores foram capazes de calcular a massa de MM 1a e MM 1b.

O artigo científico foi publicado a semana passada na revista científica The Astrophysical Journal Letters.

Observação da emissão de poeira (verde) e do gás quente que giram no disco em torno de MM 1a. MM 1b pode ser vista em baixo à esquerda.
Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); J. D. Ilee/Universidade de Leeds
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Muitas estrelas massivas mais antigas são descobertas com companheiras próximas," acrescentou Ilee. "Mas as estrelas binárias têm frequentemente massas idênticas, de modo que se formam provavelmente como irmãs. Encontrar um sistema binário jovem com um rácio de massa de 80 para 1 é muito invulgar e sugere um processo de formação totalmente diferente para ambos os objetos."

O processo de formação favorecido para MM 1b ocorre nas regiões externas de discos frios e massivos. Estes discos "gravitacionalmente instáveis" são incapazes de fazer face à força da sua própria gravidade, colapsando num - ou mais - fragmentos.

Os cientistas realçam que a recém-descoberta estrela MM 1b também pode estar cercada pelo seu próprio disco circunstelar, que pode ter o potencial de formar os seus próprios planetas - mas terá que o fazer depressa. "As estrelas massivas como MM 1a só vivem cerca de um milhão de anos antes de explodirem como poderosas supernovas, de modo que enquanto MM 1b tem o potencial de formar, no futuro, o seu próprio sistema planetário, não sobreviverá por muito tempo." conclui Ilee.

Links:

Notícias relacionadas:
NRAO (comunicado de imprensa)
Universidade de Leeds (comunicado de imprensa)
Artigo científico (The Astrophysical Journal Letters)
Artigo científico (arXiv.org)
EurekAlert!
ScienceDaily
PHYSORG

Formação estelar:
Wikipedia

ALMA:
Página principal
ALMA (NRAO)
ALMA (NAOJ)
ALMA (ESO)
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
UM NOVO EXOPLANETA DO TAMANHO DE NEPTUNO

As incríveis descobertas exoplanetárias feitas pelas missões Kepler e K2 permitiram aos astrónomos começar a entender a história da Terra e porque difere dos seus diversos primos exoplanetários. Dois quebra-cabeças ainda pendentes incluem as diferenças entre a formação e evolução de planetas pequenos rochosos e não-rochosos, e a razão porque parece haver uma lacuna de tamanho com pouquíssimos exoplanetas mais ou menos com duas vezes o tamanho da Terra (planetas com raios mais pequenos são provavelmente rochosos ou parecidos com a Terra em termos de composição). Para estimar a composição de um exoplaneta, é necessária a sua densidade, exigindo uma medição de massa e tamanho. Embora o raio possa ser estimado a partir da forma da curva do trânsito do planeta quanto este passa em frente e bloqueia parte da luz da sua estrela, a massa é mais difícil de determinar. No entanto, a fim de desenvolver uma imagem emergente, são necessárias massas mais precisas para mais planetas semelhantes em tamanho à Terra.

Imagem de Neptuno obtida pela sonda Voyager em comparação com uma impressão de artista do exoplaneta K2-263b.
Crédito: NASA; exoplanetkyoto.org
 

A missão exoplanetária K2 é a versão reavivada da missão exoplanetária Kepler. Juntas, descobriram milhares de exoplanetas e encontraram uma diversidade notável e inesperada na população exoplanetária. A missão K2 só era sensível a planetas de período curto (encontrou apenas alguns planetas com períodos maiores que 40 dias). O exoplaneta K2-263b orbita uma estrela menos massiva que o Sol (0,86 massas solares) localizada a 536 anos-luz de distância, medição esta obtida pelo satélite Gaia. Este exoplaneta tem um raio de 2,41 raios terrestres (com 5% de incerteza). Os astrónomos Maria Lopez-Morales, Dave Charbonneau, Raphaelle Haywood, John Johnson, Dave Latham, David Phillips, e Dimitar Sasselov, do Instituto Harvard-Smithsonian para Astrofísica, utilizaram o espectrómetro HARPS-N de alta precisão, acoplado ao Telescópio Nacional Galileu em La Palma, Espanha, para medir a velocidade periódica do exoplaneta à medida que orbita a sua estrela e, assim, derivar a sua massa.

As medições de velocidade do HARPS-N foram incrivelmente precisas - com uma incerteza de uns meros 17,8 km/h, a velocidade de um ciclista lento. A partir dos detalhes orbitais, os cientistas obtiveram uma massa exoplanetária de 14,8 massas terrestres e uma densidade de aproximadamente 5,6 gramas por centímetro cúbico (em comparação, a densidade da água é uma grama por cada centímetro cúbico e a densidade média da Terra é 5,51 gramas por centímetro cúbico). Os cientistas concluíram que K2-263b provavelmente contém uma quantidade equivalente de gelos em comparação com rocha, mais ou menos consistente com as ideias atuais de formação planetária e com as abundâncias relativas, numa nebulosa circunstelar, dos blocos de construção planetária como ferro, níquel, magnésio, silício, oxigénio, carbono e azoto.

Links:

Notícias relacionadas:
Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (comunicado de imprensa)
Artigo científico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)
Artigo científico (arXiv.org)
PHYSORG

K2-263b:
NASA
Exoplanet.eu
EXOKyoto

Exoplanetas:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
K2 (NASA)
Arquivo de dados do Kepler
Arquivo de dados da missão K2

Gaia:
ESA
ESA - 2
Arquivo de dados do Gaia
Como usar os dados do Gaia
Recursos VR
SPACEFLIGHT101
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Geminídeas e Amigos
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Daniel López (El Cielo de Canarias)
 
De um radiante na constelação de Gémeos, a anual chuva de meteoros das Geminídeas "choveu" no nosso planeta a semana passada. Esta magnífica paisagem celeste reúne cerca de 70 das lindas estrelas cadentes de Gémeos numa composição digital feita a partir de exposições múltiplas. As exposições foram obtidas ao longo de um período de seis horas perto do pico da chuva. A câmara estava a rastrear o céu escuro antes do amanhecer de dia 14 de dezembro a partir do Parque Nacional de Teide, Tenerife, Ilhas Canárias. Embora Gémeos fique na parte superior esquerda da imagem, a Via Láctea varre através do fundo estelar. Partilhando o céu abaixo e à esquerda do centro, estão estrelas e nebulosidades reconhecíveis de Orionte. Uma amarelada Aldebarã e as Híades estão mais para a direita, juntamente com o enxame estelar das Plêiades. Também um visitante bem-vindo a este céu noturno, a ténue cabeleira esverdeada do Cometa 46P Wirtanen, que este fim-de-semana passado fez a sua maior aproximação à Terra, encontra-se por baixo de M45. Poeira varrida a partir da órbita do asteroide ativo 3200 Phaethon, os meteoros de Gémeos entram na atmosfera da Terra a uma velocidade de aproximadamente 35 km/s.
 

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