Atividades astronómicas planeadas para o restante mês de agosto:
27/08 - Tavira, a partir das 21:30, junto ao Forte do Rato (atividade realizada pelo CCVTavira)
Atividades planeadas para o mês de setembro:
02/09 - Praia de Faro, a partir das 20:30, no Centro Náutico (atividade realizada pelo CCVAlg)
03/09 - Tavira, observação da Lua, a partir das 21:00, na Praça da República (atividade realizada pelo CCVTavira)
06/09 - Olhão, a partir das 21:00, na Marina de Olhão - Jardim dos Pescadores (atividade realizada pelo CCVAlg)
11/09 - Tavira, a partir das 21:30, junto Forte do Rato em Tavira (atividade realizada pelo CCVTavira)
(todas as atividades estão dependentes de condições meteorológicas favoráveis; consulte cada uma das atividades para obter mais informações e para fazer a sua inscrição)
Efemérides
Dia 23/08: 235.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1962 estreia a série televisiva, "The Jetsons", uma produção da Hanna-Barbara que introduziu a uma geração um futuro com base na tecnologia.
Em 1966, a Lunar Orbiter 1 tira a primeira fotografia da Terra a partir de órbita lunar.
Em 1993, a sonda Galileu descobre uma lua, mais tarde chamada Dactyl, em torno de 243 Ida, a primeira lua conhecida em torno de um asteroide. Observações: Lua em Quarto Minguante, pelas 15:56.
Dia 24/08: 236.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1492 Cristovão Colombo partia pela segunda vez para o Novo Mundo.
Em 1966, a Luna 11 era lançada de uma plataforma em órbita da Terra.
Esta missão soviética tinha como objetivo estudar a composição química e anomalias gravitacionais da Lua.
Em 2006, a União Astronómica Internacional (UAI)redefine o termo "planeta", e Plutão é a partir daí considerado um planeta anão. Observações: A Lua nasce hoje um pouco antes da 1 da manhã (dependendo da posição do observador), para baixo das Plêiades. A acompanhar o nosso satélite natural está a alaranjada Aldebarã. Antes do amanhecer de sábado, ambos os astros estão altos a sudeste.
Dia 25/08: 237.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1609, Galileu Galileidemonstra o seu primeiro telescópio aos legisladores de Veneza.
Em 1864 nascia Ole Romer, astrónomo dinamarquês que propôs a primeira determinação da velocidade da luz.
Em 1981, flyby da Voyager 2 por Saturno.
Em 1989, flyby da Voyager 2 por Neptuno.
Em 2000, a revista Science anuncia descobertas a partir de dados do magnetómetro da sonda Galileu que fornecem, à data, as mais sólidas provas da existência de um oceano de água líquida salgada por baixo da superfície de uma das luas de Júpiter, Europa.
No mesmo ano, o Telescópio Espacial Hubble faz um censo de anãs castanhas galácticas. A câmara NICMOS do Hubble revela a baixa energia das anãs castanhas, estrelas que não têm massa suficiente para começar a fusão nuclear.
Em 2012, a sonda Voyager 1 torna-se no primeiro objeto feito pelo Homem a entrar no espaço interestelar. Observações: Trânsito de Europa, entre as 01:54 e as 04:31.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 04:26 e as 07:06.
Antes do nascer-do-Sol, a Lua Minguante está ainda mais perto da estrela de terceira magnitude, Zeta Tauri, uma das pontas dos chifres de Touro.
Dia 26/08: 238.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1978, Sigmund Jähntorna-se no primeiro cosmonauta alemão, a bordo da Soyuz 31.
Em 1999 são registadas as primeiras imagens de calibração do telescópio de raios-X mais poderoso do mundo, o Observatório Chandra da NASA.
Estas incluem os espetaculares remanescentes de uma supernova, Cassiopeia A, que explodiu há 300 anos atrás, uma concha de gás quente com 10 anos-luz de diâmetro e temperaturas de 50 milhões de graus, com um ponto de luz que pode ser uma estrela de neutrões ou um buraco negro no centro de uma explosão estelar. Outra imagem que fascinou os observadores foi o grande jato energético do quasarPKS 0637-752 a 6 mil milhões de anos-luz. O Chandra continuou com as suas calibrações nas semanas seguintes.
Em 2003, a comissão que investigava o acidente do vaivém Columbia anuncia o seu relatório final. Observações: Marte no afélio, a 249,3 milhões de quilómetros do Sol.
Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 01:35 e as 02:54.
Ocultação de Ganimedes, entre as 05:12 e as 08:03.
Ocultação de Europa, entre as 21:01 e as 23:38.
Curiosidades
Neptuno tem 14 luas conhecidas. Tritão é de longe a maior, correspondendo a mais de 99,5% da massa em órbita do planeta.
Exoplaneta rochoso e do tamanho da Terra não tem atmosfera
Esta impressão de artista mostra o exoplaneta LHS 3844b, com 1,3 vezes a massa da Terra e em órbita de uma estrela anã M. De acordo com observações pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA, a superfície do planeta pode estar coberta sobretudo por rocha vulcânica escura, sem nenhuma atmosfera aparente.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/R. Hurt (IPAC)
Um novo estudo usando dados do Telescópio Espacial Spitzer da NASA fornece um raro vislumbre das condições à superfície de um planeta rochoso que orbita uma outra estrela que não o Sol. O estudo, publicado esta semana na revista Nature, mostra que a superfície do planeta poderá ser semelhante à da Lua ou à de Mercúrio: o planeta provavelmente tem pouca ou nenhuma atmosfera e pode estar coberto pelo mesmo material vulcânico refrigerado encontrado nas áreas escuras da superfície da Lua, chamadas mares.
Descoberto em 2018 pela missão TESS (Transiting Exoplanet Satellite Survey) da NASA, o planeta LHS 3844b está localizado a 48,6 anos-luz da Terra e tem 1,3 vezes o raio da Terra. Orbita uma estrela pequena e fria, chamada anã M - especialmente interessante porque, dado que é o tipo estelar mais comum e duradouro da Via Láctea, as anãs M podem albergar uma alta percentagem do número total de planetas da nossa Galáxia.
O TESS encontrou o planeta através do método de trânsito, que envolve a deteção de quando a luz observada de uma estrela-mãe escurece por causa de um planeta que orbita entre a estrela e a Terra. A deteção da luz vinda diretamente da superfície do planeta - outro método - é difícil porque a estrela é muito mais brilhante e abafa a luz do planeta.
Mas durante observações de acompanhamento, o Spitzer foi capaz de detetar a luz da superfície de LHS 3844b. O planeta completa uma órbita em torno da sua estrela hospedeira em apenas 11 horas. Com uma órbita tão íntima, LHS 3844b tem muito provavelmente "bloqueio de marés", ou seja, um lado do planeta está permanentemente virado para a estrela. O lado diurno tem uma temperatura de aproximadamente 170º C. Sendo extremamente quente, o planeta irradia muita luz infravermelha e o Spitzer é um telescópio infravermelho. A estrela-mãe do planeta é relativamente fria (embora ainda seja muito mais quente do que o planeta), o que faz com que a observação direta do lado diurno de LHS 3844b seja possível.
Esta observação assinala a primeira vez que os dados do Spitzer foram capazes de fornecer informações sobre a atmosfera de um mundo terrestre em torno de uma anã M.
A busca pela vida
Ao medir as diferenças de temperatura entre o lado quente e o lado frio do planeta, a equipa descobriu que existe uma quantidade insignificante de calor sendo transferido entre os dois. Se existisse uma atmosfera, o ar quente do lado diurno expandir-se-ia naturalmente, produzindo ventos que transferiam calor em redor do planeta. Num mundo rochoso com pouca ou nenhuma atmosfera, como a Lua, não existe ar para transferir calor.
"O contraste de temperatura neste planeta é quase tão grande quanto possível," disse Laura Kreidberg, investigadora do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts, autora principal do novo estudo. "Isto combina maravilhosamente com o nosso modelo de um planeta rochoso sem atmosfera."
A compreensão dos fatores que podem preservar ou destruir atmosferas planetárias é parte de como os cientistas planeiam procurar ambientes habitáveis para lá do nosso Sistema Solar. A atmosfera da Terra é a razão pela qual a água líquida pode existir à superfície, permitindo que a vida prospere. Por outro lado, a pressão atmosférica de Marte é agora inferior a 1% da da Terra e os oceanos e rios que outrora polvilharam a superfície do Planeta Vermelho desapareceram.
Detetando luz do exoplaneta LHS 3844b.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/L. Kreidberg (Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica)
"Nós temos muitas teorias sobre o comportamento das atmosferas planetárias em torno de anãs M, mas não temos conseguido estudá-las empiricamente," disse Kreidberg. "Agora, com LHS 3844b, temos um planeta terrestre fora do nosso Sistema Solar onde, pela primeira vez, podemos determinar observacionalmente que uma atmosfera não está presente."
Em comparação com estrelas parecidas com o Sol, as anãs M emitem altos níveis de radiação ultravioleta (embora menos luz no geral), o que é prejudicial à vida e pode erodir a atmosfera de um planeta. São particularmente violentas na sua juventude, expelindo um grande número de proeminências, ou surtos de radiação e partículas que podem arrancar as atmosferas planetárias em desenvolvimento.
As observações do Spitzer descartam uma atmosfera com mais de 10 vezes a pressão da da Terra (medida em bares, a pressão atmosférica da Terra, ao nível do mar, ronda 1 bar). Uma atmosfera entre 1 e 10 bares, em LHS 3844b, foi também quase totalmente descartada, embora os autores notem que poderá haver uma pequena chance de existir caso algumas propriedades estelares e planetárias satisfaçam determinados critérios muito específicos e improváveis. Eles também argumentam que, com o planeta tão perto da estrela, uma atmosfera fina seria arrancada pela intensa radiação e pelo fluxo da estrela (frequentemente chamado "vento estelar").
"Ainda estou esperançosa que outros planetas em torno de anãs M consigam segurar as suas atmosferas," disse Kreidberg. "Os planetas terrestres no nosso Sistema Solar são extremamente diversos e espero que o mesmo seja verdadeiro para os sistemas exoplanetários."
Uma rocha despida
O Spitzer e o Telescópio Espacial Hubble já reuniram informações sobre as atmosferas de vários planetas gasosos, mas LHS 3844b parece ser o mais pequeno para o qual os cientistas usaram a luz vinda da sua superfície para aprender mais sobre a sua atmosfera (ou falta dela). O Spitzer usou anteriormente o método de trânsito para estudar os sete mundos rochosos em torno da estrela TRAPPIST-1 (também uma anã M) e para aprender mais sobre a sua possível composição geral; por exemplo, alguns provavelmente contêm água gelada.
Os autores do novo estudo deram um passo em frente, usando o albedo da superfície de LHS 3844b (a sua refletividade) para tentar inferir a sua composição.
O estudo publicado na Nature mostra que LHS 3844b é "bastante escuro", de acordo com o coautor Renyu Hu, cientista do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia, que administra o Telescópio Espacial Spitzer. Ele e os seus coautores pensam que o planeta está coberto por basalto, um tipo de rocha vulcânica. "Sabemos que os mares da Lua são formados por vulcanismo antigo," explicou Hu, "e postulamos que isso pode ter sido o que aconteceu neste planeta."
Estamos mais perto de resolver o mistério do metano em Marte
Autoretrato do rover Curiosity da NASA na Cratera Gale.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS
Os cientistas deram um importante passo em frente na descoberta da misteriosa fonte de metano em Marte, refinando as estimativas do gás na atmosfera do planeta.
O metano que "sopra" de uma enorme cratera em Marte pode ser um sinal de vida ou outra atividade não biológica sob a superfície do planeta. A cratera Gale, que mede 154 km em diâmetro e tem aproximadamente 3,8 mil milhões de anos, é considerada por alguns como um antigo leito de um lago.
A equipa conseguiu melhorar a estimativa do metano usando dados de um satélite, o ExoMars TGO (Trace Gas Orbiter), e do rover Curiosity, que recolhe amostras de rochas, solo e ar para análise a bordo.
O Dr. John Moores, investigador da Universidade Nacional Australiana (ANU, "Australian National University") mas atualmente na Universidade de York, Canadá, que liderou o novo estudo, disse que os cientistas especularam por mais de uma década qual seria a fonte do metano em Marte.
"Este novo estudo redefine a nossa compreensão de como a concentração de metano na atmosfera de Marte muda com o tempo, e isso ajuda-nos a resolver o maior mistério sobre a fonte," disse o Dr. Moores.
Penny King, coinvestigadora da ANU, disse que há várias explicações igualmente plausíveis para o metano detetado em Marte.
"Alguns micróbios da Terra podem sobreviver sem oxigénio, bem fundo no subsolo, e libertar metano como parte dos seus resíduos," disse a professora King da Escola de Ciências da Terra da ANU.
"O metano em Marte tem outras fontes possíveis, como reações entre rochas e água ou materiais em decomposição contendo metano."
No ano passado, os cientistas aprenderam que as concentrações de metano mudaram ao longo das estações com um ciclo anual repetível.
"Este trabalho mais recente sugere que a concentração de metano muda ao longo de cada dia," disse o Dr. Moores.
"Nós conseguimos - pela primeira vez - calcular um único número para a taxa de infiltração de metano na cratera Gale em Marte, o que equivale a uma média de 2,8 kg por dia marciano."
O Dr. Moores disse que a equipa foi capaz de conciliar os dados do ExoMars TGO e do rover Curiosity, que parecem contradizer-se um ao outro com deteções de metano muito diferentes.
"Nós fomos capazes de resolver estas diferenças mostrando como as concentrações de metano eram muito baixas na atmosfera durante o dia e significativamente mais altas perto da superfície do planeta à noite, à medida que a transferência de calor diminui," acrescentou.
O estudo, apoiado pela missão MSL (Mars Science Laboratory) da NASA e pela Agência Espacial Canadiana, foi publicado na revista Geophysical Research Letters. A equipa envolveu instituições do Canadá, Austrália, Estados Unidos e França.
Cientistas detetaram um buraco negro a engolir uma estrela de neutrões
Impressão de artista de um buraco negro prestes a engolir uma estrela de neutrões.
Crédito: Karl Knox, OzGrav
Cientistas dizem ter detetado, pela primeira vez, um buraco negro a engolir uma estrela de neutrões.
As estrelas de neutrões e os buracos negros são remanescentes super-densos de estrelas mortas.
Na quarta-feira, 14 de agosto de 2019, instrumentos de ondas gravitacionais nos EUA e na Itália detetaram ondulações no espaço-tempo de um evento cataclísmico que ocorreu a 900 milhões de anos-luz da Terra.
A professora Susan Scott, membro da equipa e da Escola de Física da Universidade Nacional Australiana (ANU, "Australian National University"), disse que esta conquista completou o trio de observações da equipa presente na sua lista original, que inclui a fusão de dois buracos negros e a colisão de duas estrelas de neutrões.
"Há cerca de 900 milhões de anos, este buraco negro comeu uma estrela muito densa, conhecida como estrela de neutrões - possivelmente extinguindo a estrela instantaneamente," disse Scott, líder do Grupo de Teoria Geral da Relatividade e Análise de Dados, da mesma instituição de ensino, e do Centro ARC de Excelência para Descoberta de Ondas Gravitacionais (OzGrav).
"O telescópio SkyMapper da ANU respondeu ao alerta de deteção e estudou toda a provável região do espaço onde o evento ocorreu, mas não encontrámos nenhuma confirmação visual."
Os cientistas ainda estão a analisar os dados para confirmar o tamanho exato dos dois objetos, mas as descobertas iniciais indicam uma grande probabilidade de um buraco negro ter engolido uma estrela de neutrões. Espera-se que os resultados finais sejam publicados em revistas científicas.
"Os cientistas nunca detetaram um buraco negro menor que cinco massas solares ou uma estrela de neutrões maior que 2,5 vezes a massa do nosso Sol," acrescentou a professora Scott.
"Com base nesta experiência, estamos muito confiantes de que acabámos de detetar um buraco negro a engolir uma estrela de neutrões.
"No entanto, existe a pequena mas intrigante possibilidade de que o objeto engolido foi, ao invés, um buraco negro muito leve - muito mais leve do que qualquer outro buraco negro que conhecemos no Universo. Isso seria um prémio de consolação verdadeiramente incrível."
A ANU é a parceira australiana do LIGO (Advanced Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory), o instrumento científico mais sensível já construído e que consiste de detetores duplos nos EUA.
O Observatório Gravitacional Europeu tem um detetor de ondas gravitacionais na Itália, de nome Virgo.
Depósitos de sal em Marte contêm pistas sobre fontes de água passada (via Universidade de Chicago)
Durante séculos, os mineiros escavaram a terra à procura de sal - depositado em espessas camadas de antigos oceanos há muito tempo evaporados. Quando os cientistas viram enormes depósitos de sal em Marte, imediatamente perguntaram-se se isso significava que Marte também já teve oceanos gigantescos. No entanto, ainda não está claro o que esses depósitos significam para o clima passado do Planeta Vermelho. Um novo estudo agita a imagem do sal marciano e fornece novas maneiras de testar como a água de Marte teria sido. Ler fonte
Álbum de fotografias - Galáxia Espiral NGC 4945
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Martin Pugh
A grande galáxia espiral NGC 4945 é vista de lado perto do centro deste retrato cósmico. De facto, NGC 4945 é quase do tamanho da nossa Via Láctea. O seu disco de poeira, enxames estelares azuis e jovens e regiões cor-de-rosa de formação estelar sobressaem nesta nítida e colorida imagem telescópica. A cerca de 13 milhões de anos-luz na direção da constelação do hemisfério sul, Centauro, NGC 4945 está apenas cerca de seis vezes mais longe do que Andrómeda, a grande galáxia espiral mais próxima da Via Láctea. Embora a região central da galáxia esteja em grande parte escondida dos telescópios óticos, as observações em raios-X e no infravermelho indicam grandes emissões energéticas e formação estelar no núcleo de NGC 4945. O seu núcleo obscurecido mas ativo qualifica o belíssimo universo-ilha como uma galáxia Seyfert e provavelmente o lar de um buraco negro supermassivo central.
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