DIA 26/01: 26.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1949, é inaugurado o telescópio Hale no Observatório Palomar, sob a direção de Edwin Hubble, e torna-se no telescópio com maior abertura ótica até à construção do BTA-6 em 1975.
Em 1962, é lançada a Ranger 3 com o objetivo de estudar a Lua. A sonda falha o satélite por 35.400 km.
Em 1978 o satélite "International Ultraviolet Explorer" (IUE) é lançado para uma órbita geosíncrona.
Durante os anos de operação, enviou 104.470 imagens de alta e baixa resoluções de 9600 fontes astronómicas de todas as classes de objetos celestes na banda ultravioleta entre 1150-3350 Å. O satélite foi desligado a 30 de setembro de 1996. HOJE, NO COSMOS:
Assim que se tornar completamente noite, aviste o equilátero Triângulo de Inverno a sudeste. Sirius é a sua estrela mais brilhante e mais baixa. Betelgeuse encontra-se para cima de Sirius, a cerca de dois punhos à distância do braço esticado. Para a esquerda do seu ponto médio está Procyon.
Consegue discernir as suas cores? Sirius (tipo espetral A0) é branca como a neve, Betelgeuse (M2) é amarelo-alaranjada e Procyon (F5) tem um pálido tom amarelo-esbranquiçado.
DIA 27/01: 27.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1593, começa no Vaticano o julgamento de Giordano Bruno, que durou sete anos.
Em 1941 nascia Beatrice Tinsley, astrónoma e cosmóloga neo-zelandesa cuja pesquisa fez contribuições importantes para a compreensão de como as galáxias evoluem com o passar do tempo.
Em 1967, os astronautas da Apollo 1 - Virgil (Gus) Grissom, Edward H. White II e Roger B. Chaffee - morrem num incêndio na plataforma de lançamento, durante um teste da Apollo 204 (AS-204), que era para ser a primeira missão tripulada do programa lunar, com lançamento a 21 de fevereiro de 1967.
No mesmo ano, os Estados Unidos, o Reino Unido e a União Soviética assinam o Tratado do Espaço Exterior em Washington, D.C., proibindo a utilização de armas nucleares no espaço e limitando a Lua e os outros corpos espaciais para fins pacíficos.
Em 2011 é documentada, na direção da constelação de Ursa Menor, a anã branca H1504+65. Com uma temperatura de 200.000 K, foi considerada à altura como tendo a temperatura superficial mais quente conhecida (hoje está em segundo lugar). HOJE, NO COSMOS:
Mercúrio e Vénus estão hoje em conjunção, conjunção esta difícil de observar logo acima do horizonte a sudeste ao amanhecer. Precisará de um horizonte desimpedido e provavelmente de ajuda ótica.
DIA 28/01: 28.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1608 nascia Giovanni Alfonso Borelli, físico e matemático italiano e renascentista. Contribuiu para o princípio moderno da investigação científica através da continuação do costume de Galileu, de testar hipóteses contra observações. Fez também estudos prolongados das luas de Júpiter.
Em 1611, nascia Johannes Hevelius, que seria o primeiro astrónomo a observar as fases de Mercúrio.
Hevelius também ganhou reputação como "fundador da topografia lunar" e descreveu dez novas constelações, sete das quais são ainda hoje reconhecidas pelos astrónomos. Morreria neste mesmo dia em 1687, quando fazia 76 anos.
Em 1612, Galileu observa pela primeira vez o planeta Neptuno, confundindo-o com uma estrela 233 anos antes da sua descoberta.
Em 1622 nascia Adrien Auzout, astrónomo francês que fez observações de cometas e argumentou a favor das suas órbitas elípticas ou parabólicas. Foi um dos membros fundadores do Observatório de Paris.
Em 1986, o vaivém espacial Challenger explode 73 segundos depois de descolar. A tripulação inteira morre: Francis Scobee, Michael Smith, Judith Resnik, Ellison Onizuka, Ronald McNair, Gregory Jarvis e Sharon Christa McAuliffe. HOJE, NO COSMOS:
O maior asterismo do céu (padrão informal de estrelas) - pelo menos o maior largamente reconhecido - é o Hexágono de Inverno. Preenche o céu a este e sul por estas noites. Comece com a brilhante Sirius em baixo. No sentido dos ponteiros do relógio, prossiga até Procyon, Pollux e Castor, Menkalinan e Capella bem alto, descendo por Aldebarã, Rigel no pé de Orionte e finalmente de volta a Sirius. Betelgeuse brilha dentro do Hexágono, um pouco fora do centro.
DIA 29/01: 29.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO HOJE, NO COSMOS:
Após o cair da noite, o Grande Quadrado de Pégaso desce a oeste, apoiado num canto. Entretanto, a Ursa Maior sobe a norte-nordeste, apoiada na sua "pega".
Será que a rotação e o rácio de massa dos buracos negros binários estão correlacionados?
Impressão de artista de dois buracos negros prestes a colidirem. Crédito: LIGO/Caltech/MIT/R. Hurt (IPAC)
Quando os investigadores analisam as deteções de buracos negros em fusão feitas por observatórios de ondas gravitacionais, utilizam modelos e estatísticas para fazer inferências cuidadosas acerca da população de buracos negros no nosso Universo. Num artigo científico recente, investigadores exploraram se uma tendência emergente nos dados de ondas gravitacionais é real ou um artefacto de anteriores métodos de análise.
Uma nova janela para o Universo
A deteção, em 2015, de ondas gravitacionais provenientes da fusão de buracos negros pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory), deu aos cientistas uma nova forma de investigar os buracos negros. Ao analisar as ondulações no espaço-tempo resultantes da colisão de buracos negros, os investigadores esperam compreender como é que estes objetos se formaram (através do colapso de estrelas massivas ou de fusões sucessivas de buracos negros já existentes?) e como é que vieram a existir em sistemas binários (por pertencerem primeiro a um sistema binário estelar ou por se formarem sozinhos e se ligarem a outro buraco negro mais tarde?).
Ilustração da primeira fusão de buracos negros detetada pelo LIGO.
Crédito:
Aurore Simmonet (Universidade Estatal de Sonoma)
Um resultado potencial que surgiu das várias análises de sinais de ondas gravitacionais é que as rotações efetivas e os rácios das massas de buracos negros binários em fusão parecem estar anticorrelacionados. Mas, tal como acontece com todos os resultados que são extraídos, delicadamente e estatisticamente, de conjuntos complexos de dados, é importante perguntar se esta é uma característica real dos dados, com implicações reais para a forma como os buracos negros binários são "montados", ou se é um resultado dos modelos ou das análises estatísticas.
Investigação estatística
Christian Adamcewicz (Universidade Monash e OzGrav) e colaboradores abordaram esta questão aplicando um novo tratamento estatístico às deteções de fusões de buracos negros. Este tratamento apresenta um novo modelo para a rotação efetiva e permite a existência de uma subpopulação de buracos negros binários com rotação efetiva nula, que ainda não foi descartada e que pode ter um impacto ainda não tido em conta.
A equipa aplicou o seu modelo populacional ao terceiro catálogo de sinais de ondas gravitacionais dos detetores LIGO e Virgo e utilizou métodos estatísticos Bayesianos para extrair as propriedades da população global de buracos negros. Descobriram que a anticorrelação anteriormente relatada entre a rotação efetiva e o rácio de massa é provavelmente real, descartando a possibilidade de não haver correlação com uma probabilidade de 99,7%.
Topo: as rotações dos buracos negros estão alinhadas com o momento angular orbital do sistema (rotação efetiva positiva). Em baixo: as rotações dos buracos negros estão desalinhadas com o momento angular orbital do sistema (rotação efetiva negativa).
Crédito:
Kerry Hensley
Mais trabalho, um paradoxo e possibilidades astrofísicas
Adamcewicz e colaboradores reconhecem que este trabalho não fornece um veredicto final sobre esta questão (como afirmam, "o trabalho de um modelador nunca está terminado") e que outros efeitos estatísticos têm de ser eliminados. Uma possibilidade que persiste é que este resultado se deve ao paradoxo de amalgamação, que surge quando as tendências presentes em diferentes factores desaparecem ou se invertem quando os factores são tidos em conjunto.
Se a anticorrelação observada resistir a um exame estatístico mais aprofundado, vários fenómenos astrofísicos poderão ser responsáveis por este efeito: a grande transferência de massa entre estrelas progenitoras de buracos negros, estrelas que evoluem dentro de um invólucro comum e que acretam matéria a um ritmo elevado, ou mesmo sistemas de buracos negros binários situados dentro dos discos de acreção de NGAs (núcleos galácticos ativos), fenómenos estes que devem ser todos investigados com os futuros modelos da população de buracos negros.
20 anos após a aterragem em Marte: como os rovers Spirit e Opportunity mudaram a ciência
Esta dramática imagem da sombra do rover Opportunity da NASA foi captada no sol 180 (26 de julho de 2004) pela câmara frontal de prevenção de riscos, enquanto o veículo avançava em direção à Cratera Endeavour na região Meridianum Planum de Marte.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
Em janeiro de 2004, os rovers gémeos da NASA, Spirit e Opportunity, aterraram em lados opostos de Marte, dando início a uma nova era de exploração robótica interplanetária. Chegaram de uma forma dramática com três semanas de diferença, cada um aninhado num conjunto de "airbags" que deram cerca de 30 saltos à superfície antes de pararem e de esvaziarem. A missão dos rovers do tamanho de um carrinho de golfe: procurar evidências de que, em tempos, houve água à superfície do Planeta Vermelho.
As suas descobertas viriam a reescrever os livros de ciência, incluindo a descoberta do Opportunity, pouco depois da aterragem, das famosas "blueberries" - esférulas de hematite que se tinham formado em água ácida. Vários anos depois, o rover Spirit, destemido mas já com uma roda danificada, descobriu sinais de antigas fontes termais que poderiam ter sido, há milhares de milhões de anos, habitats ideais para a vida microbiana (se é que alguma vez existiu no Planeta Vermelho).
Os cientistas suspeitavam que Marte tinha sido, há muito tempo, radicalmente diferente do deserto gelado que é atualmente: imagens orbitais mostraram o que pareciam ser redes de canais esculpidos por água. Mas antes do Spirit e do Opportunity, não havia provas de que a água líquida tivesse formado essas características.
"Os nossos rovers gémeos foram os primeiros a provar a existência de um Marte húmido e primitivo", disse o antigo cientista do projeto, Matt Golombek, do JPL da NASA no sul do estado norte-americano da Califórnia, que geriu a campanha MER (Mars Exploration Rover). "Prepararam o caminho para aprender ainda mais sobre o passado do Planeta Vermelho com rovers maiores como o Curiosity e o Perseverance."
No 20.º aniversário da aterragem do Spirit e do Opportunity, celebre o projeto MER (Mars Exploration Rover) da NASA com este poster que, na parte de trás, enumera algumas das conquistas destes exploradores pioneiros no Planeta Vermelho.
Crédito:
NASA/JPL-Caltech
Um legado duradouro
Graças, em parte, à ciência recolhida pelo Spirit e pelo Opportunity, a NASA aprovou o desenvolvimento do rover Curiosity, do tamanho de um SUV, para investigar se os ingredientes químicos que sustentam a vida estavam presentes, há milhares de milhões de anos, naquele que já foi um mundo aquoso (este rover descobriu, pouco depois da sua aterragem em 2012, que sim).
O rover Perseverance, que chegou ao Planeta Vermelho em 2021, está a basear-se no sucesso do Curiosity, recolhendo amostras de rocha que podem ser trazidas para a Terra, para verificação da existência de sinais de vida microbiana antiga através da campanha MSR (Mars Sample Return), um esforço conjunto da NASA e da ESA.
Enquanto trabalhavam no Spirit e no Opportunity, os engenheiros desenvolveram práticas de exploração da superfície que se mantêm até hoje, incluindo a utilização de software especializado e óculos 3D para melhor navegar no ambiente marciano. E depois de acumularem anos de experiência durante as viagens dos rovers gémeos à superfície rochosa e arenosa de Marte, os engenheiros são capazes de planear viagens mais seguras e mais longas, e de reunir rapidamente os planos diários muito mais complexos necessários para operar o Curiosity e o Perseverance.
Os membros da equipa científica também se tornaram mais hábeis no seu papel de geólogos de campo virtual, recorrendo a anos de conhecimento para selecionar as melhores formas de investigar o terreno marciano utilizando os "olhos" robóticos e as ferramentas transportadas pelos seus parceiros itinerantes.
Maratona marciana
Concebido para durar apenas 90 dias, o Spirit aterrou a 3 de janeiro; o Opportunity, a 24 de janeiro. Os MERs (Mars Exploration Rovers), movidos a energia solar, resistiram durante anos - no caso do Opportunity, quase 15 anos, antes de sucumbir a uma tempestade de poeira que envolveu o planeta em 2018. Essa durabilidade ultrapassou os sonhos mais loucos dos cientistas e engenheiros, que apenas esperavam uma exploração localizada ao longo de uma distância não superior a 600 metros.
Ao invés, através dos seus resistentes veículos robóticos, a equipa teve a oportunidade de estudar uma grande variedade de terrenos marcianos. O Opportunity, o primeiro rover a percorrer uma distância equivalente a uma maratona noutro planeta, acabaria por fazer, no total, cerca de 45 quilómetros - a maior distância alcançada noutro planeta.
"Foi uma mudança de paradigma de que ninguém estava à espera", disse o antigo diretor do projeto, John Callas do JPL. "A distância e a escala de tempo que cobrimos foram um salto verdadeiramente histórico."
Esta impressão de artista retrata um dos MERs (Mars Exploration Rovers) da NASA no Planeta Vermelho. Os rovers gémeos, Spirit e Opportunity, aterraram em 2004 e duraram anos para além dos 90 dias previstos para a sua missão.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
A oportunidade de ver tantas coisas foi fundamental para revelar que Marte não só já foi um mundo mais húmido, mas também que suportou muitos tipos diferentes de ambientes aquosos - água doce, fontes termais, reservatórios ácidos e salgados - em momentos distintos da sua história.
Inspiração contínua
Os gémeos errantes inspirariam também uma nova geração de cientistas. Abigail Fraeman foi convidada para vir ao JPL na noite da aterragem do Opportunity. Ela assistiu à excitação quando o primeiro sinal chegou, confirmando que o Opportunity tinha aterrado em segurança.
Fraeman seguiu uma carreira como geóloga marciana, regressando ao JPL anos mais tarde para ajudar a liderar a equipa científica do Opportunity. Agora cientista adjunta do projeto Curiosity, Fraeman chama colegas a muitas das pessoas que conheceu na noite da aterragem do Opportunity.
"As pessoas que mantiveram os nossos rovers gémeos a funcionar durante todos estes anos pertencem a um grupo extraordinário, e é notável como muitos deles fizeram da exploração de Marte a sua carreira", disse Fraeman. "Sinto-me muito feliz por poder trabalhar com eles todos os dias, enquanto continuamos a aventurar-nos em locais que nenhum ser humano alguma vez viu, na tentativa de responder a algumas das questões mais importantes".
O movimento de galáxias satélite sugere um Universo mais jovem
Galáxias que "caem" num grupo massivo. Ao entrar no grupo, estas galáxias exibem um desvio para o azul em comparação com a galáxia central.
Crédito: Shihong Liao
Nos modelos cosmológicos padrão, a formação de estruturas cosmológicas começa com o aparecimento de pequenas estruturas que subsequentemente sofrem fusão hierárquica, levando à formação de sistemas maiores. À medida que o Universo envelhece, os grupos e enxames de galáxias, sendo os maiores sistemas, tendem a aumentar de massa e a atingir um estado dinamicamente mais relaxado.
Os movimentos das galáxias satélites em torno destes grupos e enxames fornecem informações valiosas sobre o seu estado de "montagem". As observações desses movimentos oferecem pistas cruciais sobre a idade do Universo.
Utilizando dados públicos do SDSS (Sloan Digital Sky Survey), uma equipa liderada pelo professor Qi Guo do NAOC (National Astronomical Observatories) da Academia Chinesa de Ciências analisou a cinemática dos pares de satélites em torno de grupos de galáxias massivas. As conclusões da equipa sugerem que o Universo pode ser mais jovem do que o previsto pelo modelo Lambda-CDM (sigla inglesa para "Lambda cold dark matter") com parâmetros cosmológicos de Planck.
O estudo foi publicado dia 22 de janeiro na revista Nature Astronomy.
Os investigadores estudaram o movimento de pares de satélites posicionados no lado oposto de grupos de galáxias massivas, utilizando os seus desvios de velocidade em relação à galáxia central ao longo da linha de visão. Descobriram um excesso notável de pares que exibem desvios de velocidade correlacionados em comparação com pares que exibem desvios de velocidade anticorrelacionados.
"O excesso de pares de satélites correlacionados sugere a presença de galáxias satélites recentemente acretadas ou em queda", disse o professor Qi Guo, um dos autores do artigo científico.
Este excesso também foi encontrado em simulações cosmológicas atualizadas, mas a magnitude deste efeito foi consideravelmente menor do que nas observações. A discrepância significativa entre as observações e as simulações implica que os grupos de galáxias massivas são mais jovens no Universo real.
"Uma vez que a idade dos grupos de galáxias massivas pode estar intimamente relacionada com a idade do Universo, estas descobertas sugerem consequentemente um Universo mais jovem em comparação com o derivado da radiação cósmica de fundo em micro-ondas pela Colaboração Planck", afirmou o Dr. Qing Gu, primeiro autor do artigo.
Estes resultados representam um desafio para o atual modelo cosmológico e podem fornecer informações valiosas sobre o problema da tensão de Hubble.
Captando as ondulações do espaço-tempo: LISA recebe luz verde (via ESA)
O Comité do Programa Científico da ESA aprovou a missão LISA (Laser Interferometer Space Antenna), a primeira iniciativa científica para detetar e estudar ondas gravitacionais a partir do espaço. Este importante passo reconhece que o conceito e a tecnologia da missão estão suficientemente avançados e dá luz verde para a construção dos instrumentos e da nave espacial. Este trabalho terá início em janeiro de 2025. Ler fonte
As alterações da pressão atmosférica podem estar a provocar os misteriosos pulsos de metano marciano (via Laboratório Nacional de Los Alamos)
Uma nova investigação mostra que as flutuações da pressão atmosférica que "puxam" os gases do subsolo para cima podem ser responsáveis pela libertação de metano subsuperficial para a atmosfera de Marte; saber quando e onde procurar metano pode ajudar o rover Curiosity a procurar sinais de vida. Ler fonte
Assim nasce um enxame massivo (via ESA/Webb)
Esta imagem obtida pelo JWST mostra uma região H II na Grande Nuvem de Magalhães. Esta nebulosa, conhecida como N79, é uma região de hidrogénio atómico interestelar ionizado. N79 é tipicamente considerada como uma versão mais jovem de 30 Doradus (também conhecida como Nebulosa da Tarântula), outro dos alvos recentes do Webb. Ler fonte
Órbitas inclinadas (via Caltech)
Na família dos corpos esféricos do Universo, as anãs castanhas ficam um pouco à parte. São menos massivas e mais frias do que as estrelas, mas são 10 a 80 vezes mais massivas do que Júpiter. As anãs castanhas são por vezes chamadas "estrelas falhadas", porque não têm massa suficiente para despoletar a fusão nuclear e brilhar como as estrelas. Ler fonte
Qual o aspeto do planeta Terra e da nossa Lua quando vistos de mais longe? Apesar de serem fotografadosjuntos com frequência, o par foi captado com esta perspetiva invulgar no final de 2022 pela nave espacial robótica Orion da missão Artemis I da NASA, quando deu a volta ao satélite da Terra e olhou para trás, para o seu mundo natal. Uma vez que a Terra tem cerca de quatro vezes o diâmetro da Lua, o tamanho aparentemente grande do satélite é provocado pelo facto da cápsula estar mais próxima desse corpo mais pequeno. A Artemis II, a próxima missão do programa Artemis da NASA, está atualmente calendarizado para levar pessoas em torno da Lua em 2025, enquanto a Artemis III tem o objetivo de fazer regressar humanos à superfície lunar no final de 2026. Na semana passada, a nave espacial robótica SLIM da JAXA (a agência espacial do Japão), aterrou na Lua e libertou dois rovers saltitantes.
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