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  Astroboletim #2174  
  07/01 a 09/01/2025  
     
 
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EFEMÉRIDES

DIA 07/01: 7.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1610, Galileu Galilei observava pela primeira vez as quatro maiores luas de Júpiter, Ganimedes, Calisto, Io e Europa, mas só é capaz de discernir as últimas duas no dia seguinte.
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Em 1968, lançamento da Surveyor 7, a última do programa Surveyor.
Em 1985, a agência espacial japonesa, JAXA, lança a Sakigake, a primeira sonda interplanetária lançada por um país que não os Estados Unidos ou a União Soviética.
Em 1998, era lançada a Lunar Prospector.
HOJE, NO COSMOS:
À hora de jantar, o enorme complexo de Andrómeda-Pégaso começa perto do zénite e desce até oeste.
Perto do zénite, aviste o pé de Andrómeda: a estrela de segunda magnitude, Gamma Andromedae (Almach), ligeiramente alaranjada. Andrómeda encontra-se de cabeça para baixo. A estrela que corresponde à sua cabeça (a estrela de segunda magnitude Alpheratz) é o canto do topo do Grande Quadrado de Pégaso. Para baixo do canto inferior do Quadrado situam-se as estrelas que correspondem ao pescoço e cabeça de Pégaso, terminando no seu nariz: Enif, de magnitude 2, também ligeiramente alaranjada.

 

DIA 08/01: 8.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1587 nascia Johann(es) Fabricius, astrónomo alemão, descobridor das manchas solares (em 1610), independentemente de Galileu.
Em 1942 nascia Stephen Hawking, físico teórico, cosmólogo e autor.
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Entre os seus importantes trabalhos científicos, destacamos os teoremas da singularidade gravitacional no contexto da relatividade geral, a previsão teórica que os buracos negros emitem radiação e a união da teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.
Em 1973 era lançada a missão espacial soviética Luna 21
Em 1994, o cosmonauta russo Valeri Polyakov parte para a Mir a bordo da Soyuz TM-18. Permaneceria na estação espacial até 22 de março de 1995, completando um recorde de 437 dias no espaço.
HOJE, NO COSMOS:
A constelação de Cisne está quase na vertical a oeste-noroeste logo após o cair da noite. Cerca de uma hora depois está como que "implantada" no horizonte. Quão direita fica depende da latitude do observador.

 

DIA 09/01: 9.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1839, a Academia Francesa de Ciências anuncia o processo de fotografia por daguerreótipo. No mesmo dia, o astrónomo escocês Thomas Henderson é o primeiro a medir a distância até uma estrela (Alpha Centauri) que não o Sol usando paralaxe.
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Em 1986, Stephen Synott (em imagens obtidas pela Voyager 2) descobre Cressida, uma lua de Úrano.
Em 1990, lançamento da missão STS-32 do vaivém Columbia.
HOJE, NO COSMOS:
Esta noite, a Lua encontra-se perto das Plêiades e às primeiras horas de dia 10 oculta algumas estrelas deste enxame aberto (aponte o início para perto das 01:35). As estrelas de M45 vão desaparecer por trás do limbo 82% iluminado do nosso satélite natural e reaparecer aproximadamente uma hora depois.
Binóculos ajudam bastante à observação, mas um telescópio será talvez o instrumento mais apropriado.

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Cientistas determinam as origens de uma FRB
 
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Ilustração artística de uma estrela de neutrões a emitir um feixe de rádio a partir do seu ambiente magnético. À medida que as ondas de rádio viajam através do plasma denso da galáxia, elas dividem-se em vários percursos, fazendo com que o sinal observado cintile.
Crédito: Daniel Liévano, editado pelo MIT
 

As FRBs (Fast Radio Bursts, em português "rajadas rápidas de rádio") são breves e brilhantes explosões de ondas de rádio emitidas por objetos extremamente compactos, como estrelas de neutrões e possivelmente buracos negros. Estes "fogos de artifício" fugazes duram apenas um milésimo de segundo e podem transportar uma enorme quantidade de energia - suficiente para ofuscar brevemente galáxias inteiras.

Desde que a primeira rajada rápida de rádio foi descoberta em 2007, os astrónomos detetaram milhares de FRBs, cujas localizações vão desde o interior da nossa própria Galáxia até 8 mil milhões de anos-luz de distância. A forma exata como estas explosões cósmicas de rádio são lançadas é uma incógnita ainda muito debatida.

Agora, astrónomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) descobriram as origens de pelo menos uma rajada rápida de rádio usando uma nova técnica que poderá fazer o mesmo com outras FRBs. No seu novo estudo, publicado na revista Nature, a equipa centrou-se na FRB 20221022A - uma rajada rápida de rádio anteriormente descoberta e detetada numa galáxia a cerca de 200 milhões de anos-luz de distância.

A equipa procurou determinar a localização exata do sinal de rádio, analisando o seu "cintilar", semelhante à forma como as estrelas cintilam no céu noturno. Os cientistas estudaram as alterações no brilho da FRB e determinaram que a rajada deve ter tido origem na vizinhança imediata da sua fonte, e não muito mais longe, como alguns modelos previram.

A equipa estima que FRB 20221022A explodiu a partir de uma região extremamente próxima de uma estrela de neutrões, no máximo a 10.000 quilómetros de distância. É menos do que a distância entre Nova Iorque e Singapura. A uma distância tão curta, a rajada deve ter surgido da magnetosfera da estrela de neutrões - uma região altamente magnética que rodeia imediatamente a estrela ultracompacta.

As descobertas da equipa fornecem a primeira evidência conclusiva de que uma rajada rápida de rádio pode ter origem na magnetosfera, o ambiente altamente magnético que rodeia imediatamente um objeto extremamente compacto.

"Nestes ambientes das estrelas de neutrões, os campos magnéticos estão realmente no limite do que o Universo pode produzir", diz a autora principal Kenzie Nimmo, pós-doutorada no Instituto Kavli de Astrofísica e Investigação Espacial do MIT. "Tem havido muito debate sobre se esta brilhante emissão radioelétrica poderia escapar desse plasma extremo".

"À volta destas estrelas de neutrões altamente magnéticas, também conhecidas como magnetares, os átomos não podem existir - seriam simplesmente despedaçados pelos campos magnéticos", diz Kiyoshi Masui, professor associado de física no MIT. "O que é excitante aqui é que descobrimos que a energia armazenada nesses campos magnéticos, perto da fonte, está a torcer-se e a reconfigurar-se de tal forma que pode ser libertada como ondas de rádio que podemos ver a meio caminho do Universo".

O tamanho da rajada

As deteções de rajadas rápidas de rádio têm aumentado nos últimos anos devido ao CHIME (Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment). A rede de radiotelescópios é composta por quatro grandes recetores estacionários, cada um com a forma de um meio tubo, que estão sintonizados para detetar emissões de rádio dentro de uma gama altamente sensível a FRBs.

Desde 2020, o CHIME detetou milhares de FRBs em todo o Universo. Embora os cientistas concordem, de um modo geral, que as rajadas têm origem em objetos extremamente compactos, a física exata que as provoca não é clara. Alguns modelos preveem que as rajadas rápidas de rádio devem ter origem na magnetosfera turbulenta que rodeia imediatamente um objeto compacto, enquanto outros preveem que as rajadas devem ter origem muito mais longe, como parte de uma onda de choque que se propaga para longe do objeto central.

 
O radiotelescópio CHIME. No céu, uma impressão de artista da emissão de uma FRB.
Crédito: CHIME; fundo editado pelo MIT
 

Para distinguir entre os dois cenários e determinar onde surgem as rajadas rápidas de rádio, a equipa considerou o cintilar - o efeito que ocorre quando a luz de uma pequena fonte brilhante, como uma estrela, é filtrada através de um meio, como o gás de uma galáxia. À medida que a luz estelar é filtrada através do gás, dobra-se de forma a parecer, para um observador distante, como se a estrela estivesse a cintilar. Quanto mais pequeno ou mais distante for um objeto, mais ele cintila. A luz de objetos maiores ou mais próximos, como os planetas do nosso Sistema Solar, sofre menos distorção e, por isso, não parecem cintilar.

A equipa pensou que, se conseguissem estimar o grau de cintilação de uma FRB, poderiam determinar o tamanho relativo da região de onde a FRB teve origem. Quanto mais pequena for a região, mais próxima estará a rajada da sua fonte e mais provável que tenha vindo de um ambiente magneticamente turbulento. Quanto maior for a região, mais longe estará a rajada, apoiando a ideia de que as FRBs têm origem em ondas de choque longínquas.

Padrão de cintilação

Para testar a sua ideia, os investigadores olharam para a FRB 20221022A, uma rajada rápida de rádio que foi detetada pelo CHIME em 2022. O sinal dura cerca de dois milissegundos e é uma FRB relativamente vulgar em termos de brilho. No entanto, os colaboradores da equipa da Universidade McGill descobriram que FRB 20221022A apresentava uma propriedade que se destacava: a luz da rajada era altamente polarizada, com o ângulo de polarização a traçar uma curva suave em forma de S. Este padrão é interpretado como evidência de que o local de emissão da FRB está a girar - uma característica anteriormente observada nos pulsares, que são estrelas de neutrões altamente magnetizadas e em rotação.

A observação de uma polarização semelhante em rajadas rápidas de rádio foi inédita, sugerindo que o sinal pode ter surgido na vizinhança próxima de uma estrela de neutrões. Os resultados da equipa da McGill foram apresentados num artigo científico publicado também na revista Nature.

A equipa do MIT apercebeu-se de que, se FRB 20221022A teve origem na proximidade de uma estrela de neutrões, deveria ser capaz de o provar, usando cintilação.

No seu novo estudo, Nimmo e colegas analisaram dados do CHIME e observaram variações acentuadas de brilho que indicavam cintilação - por outras palavras, a FRB estava a cintilar. Confirmaram que existe gás algures entre o telescópio e a FRB que está a curvar e a filtrar as ondas de rádio. A equipa determinou então onde esse gás podia estar localizado, confirmando que o gás dentro da galáxia hospedeira da FRB era responsável por alguma da cintilação observada. Este gás atuou como uma lente natural, permitindo aos investigadores fazer zoom no local da FRB e determinar que a rajada teve origem numa região extremamente pequena, estimada em cerca de 10.000 quilómetros de diâmetro.

"Isto significa que a FRB está provavelmente a centenas de milhares de quilómetros da fonte", diz Nimmo. "Isso é muito próximo. Para comparação, seria de esperar que o sinal estivesse a mais de dezenas de milhões de quilómetros de distância se tivesse origem numa onda de choque, e não veríamos qualquer cintilar".

"Focar numa região de 10.000 quilómetros, a uma distância de 200 milhões de anos-luz, é como ser capaz de medir a largura de uma hélice de ADN, que tem cerca de 2 nanómetros, na superfície da Lua", diz Masui. "Há uma gama incrível de escalas envolvidas".

Os resultados da equipa, combinados com as descobertas da equipa de McGill, excluem a possibilidade da FRB 20221022A ter emergido da periferia de um objeto compacto. Em vez disso, os estudos provam pela primeira vez que as rajadas rápidas de rádio podem ter origem muito perto de uma estrela de neutrões, em ambientes magnéticos altamente caóticos.

"Estas rajadas estão sempre a acontecer e o CHIME deteta várias por dia", diz Masui. "Pode haver muita diversidade na forma e no local onde ocorrem, e esta técnica de cintilação será muito útil para ajudar a desvendar as várias físicas que impulsionam estas rajadas".

"O padrão traçado pelo ângulo de polarização era tão semelhante ao observado nos pulsares da nossa Galáxia, a Via Láctea, que houve alguma preocupação inicial de que a fonte não fosse de facto uma FRB, mas um pulsar mal classificado", diz Ryan Mckinven, coautor do estudo da Universidade McGill. "Felizmente, estas preocupações foram dissipadas com a ajuda de dados recolhidos por um telescópio ótico que confirmou que a FRB teve origem numa galáxia a milhões de anos-luz de distância".

"A polarimetria é uma das poucas ferramentas de que dispomos para sondar estas fontes distantes", explica Mckinven. "Este resultado irá provavelmente inspirar estudos de seguimento de comportamentos semelhantes noutras FRBs e levar a esforços teóricos para reconciliar as diferenças nos seus sinais polarizados".

// MIT (comunicado de imprensa)
// Universidade McGill (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Nature)
// Artigo científico (arXiv)
// Artigo científico da equipa da Universidade McGill (Nature)
// Artigo científico da equipa da Universidade McGill (arXiv)

 


Quer saber mais?

Notícias relacionadas:
SPACE.com
Universe Today
ScienceAlert
PHYSORG
Discover
Jornal de Notícias

FRB (Fast Radio Burst, em português "rajada rápida de rádio"):
Wikipedia

Magnetar:
Wikipedia
AstronomyOnline.org

Estrela de neutrões:
Wikipedia
Universidade de Maryland

Cintilação:
Wikipedia

Radiotelescópio CHIME (Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment):
Página principal
Wikipedia

 
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O carbono nos nossos corpos provavelmente deixou a Galáxia e regressou numa "correia transportadora" cósmica
 
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Uma imagem de uma porção densa e rica em estrelas da nossa Galáxia, a Via Láctea, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble.
Crédito: NASA/ESA/Equipa do Legado Hubble (STScI/AURA)
 

A vida na Terra não poderia existir sem carbono. Mas o próprio carbono não poderia existir sem as estrelas. Quase todos os elementos, à exceção do hidrogénio e do hélio - incluindo o carbono, o oxigénio e o ferro - só existem porque foram forjados em fornos estelares e mais tarde atirados para o cosmos quando as suas estrelas morreram. Num ato final de reciclagem galáctica, planetas como o nosso são formados pela incorporação destes átomos estelares na sua constituição, seja o ferro no núcleo da Terra, o oxigénio na sua atmosfera ou o carbono nos corpos dos terráqueos.

Uma equipa de cientistas dos EUA e do Canadá confirmou recentemente que o carbono e outros átomos formados nas estrelas não andam à deriva no espaço até serem arrastados para novas utilizações. Para galáxias como a nossa, que ainda estão ativamente a formar novas estrelas, estes átomos fazem uma viagem sinuosa. Circundam a sua galáxia de origem em correntes gigantes que se estendem até ao espaço intergaláctico. Estas correntes - conhecidas como o meio circungaláctico - assemelham-se a correias transportadoras gigantes que empurram a matéria para fora e a atraem de volta para o interior galáctico, onde a gravidade e outras forças podem reunir estas matérias-primas em planetas, luas, asteroides, cometas e mesmo novas estrelas.

"Pensemos no meio circungaláctico como uma gigante estação de comboios: está constantemente a empurrar material para fora e a puxá-lo de volta para dentro", disse Samantha Garza, membro da equipa e candidata a doutoramento na Universidade de Washington. "Os elementos pesados que as estrelas produzem são empurrados para fora da sua galáxia hospedeira e para o meio circungaláctico através da morte explosiva das supernovas, onde podem eventualmente ser puxados de volta e continuar o ciclo de formação estelar e planetária".

Garza é a autora principal de um artigo científico que descreve estas descobertas e que foi publicado a 27 de dezembro na revista The Astrophysical Journal Letters.

"As implicações para a evolução das galáxias e para a natureza do reservatório de carbono disponível para as galáxias formarem novas estrelas são excitantes", disse a coautora Jessica Werk, professora e presidente do Departamento de Astronomia da Universidade de Washington. "O mesmo carbono nos nossos corpos passou muito provavelmente uma quantidade significativa de tempo fora da Galáxia!"

Em 2011, uma equipa de cientistas confirmou pela primeira vez a teoria há muito defendida de que as galáxias que formam estrelas, como a nossa Via Láctea, estão rodeadas por um meio circungaláctico - e que esta grande nuvem de material em circulação inclui gases quentes enriquecidos com oxigénio. Garza, Werk e os seus colegas descobriram que o meio circungaláctico das galáxias com formação estelar também circula material de temperatura mais baixa, como o carbono.

 
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Nesta representação artística, a luz de um quasar distante passa através do meio circungaláctico semelhante ao halo de uma galáxia a caminho da Terra, onde é medida pelo COS do Hubble para determinar a composição do halo.
Crédito: NASA/ESA e A. Field (STScI)
 

"Podemos agora confirmar que o meio circungaláctico atua como um reservatório gigante tanto para o carbono como para o oxigénio", disse Garza. "E, pelo menos nas galáxias com formação estelar, sugerimos que este material cai de novo na galáxia para continuar o processo de reciclagem".

O estudo do meio circungaláctico pode ajudar os cientistas a compreender como é que este processo de reciclagem diminui, o que acabará por acontecer em todas as galáxias - mesmo na nossa. Uma teoria é que o abrandamento ou a quebra da contribuição do meio circungaláctico para o processo de reciclagem pode explicar porque é que as populações estelares de uma galáxia diminuem durante longos períodos de tempo.

"Se conseguirmos manter o ciclo - empurrando material para fora e puxando-o de volta para dentro - então, teoricamente, temos combustível suficiente para manter a formação estelar", disse Garza.

Para este estudo, os investigadores utilizaram o espetrógrafo COS (Cosmic Origins Spectrograph) do Telescópio Espacial Hubble. O espetrógrafo mediu a forma como a luz de nove quasares distantes - fontes de luz ultrabrilhantes no cosmos - é afetada pelo meio circungaláctico de 11 galáxias com formação estelar. As leituras do Hubble indicaram que parte da luz dos quasares estava a ser absorvida por um componente específico do meio circungaláctico: carbono, e em grande quantidade. Em alguns casos, detetaram carbono que se estendia por quase 400.000 anos-luz - ou quatro vezes o diâmetro da nossa Galáxia - até ao espaço intergaláctico.

É necessária investigação futura para quantificar a extensão total dos outros elementos que constituem o meio circungaláctico e para comparar ainda mais as diferenças de composição entre galáxias que ainda estão a produzir grandes quantidades de estrelas e galáxias que já cessaram a formação estelar. Essas respostas poderiam esclarecer não só quando é que galáxias como a nossa se transformam em desertos estelares, mas também porquê.

// Universidade de Washington (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal Letters)

 


Quer saber mais?

Meio circungaláctico:
Wikipedia

Formação estelar:
Wikipedia

Formação planetária:
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
Hubblesite
STScI
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais
Arquivo de Ciências do eHST
Wikipedia

 
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Álbum de fotografias
Alpha Centauri: O Sistema Estelar Mais Próximo

exemplo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Telescope Live, Observatório Heaven's Mirror; processamento - Chris Cantrell
 
O sistema estelar mais próximo do Sol é o sistema Alpha Centauri. Das três estrelas do sistema, a mais fraca - chamada Proxima Centauri - é de facto a estrela mais próxima. As estrelas brilhantes Alpha Centauri A e B formam um binário íntimo, pois estão separadas por apenas 23 vezes a distância Terra-Sol - um pouco mais do que a distância entre Úrano e o Sol. O sistema Alpha não é visível em grande parte do hemisfério norte. Alpha Centauri A, também conhecida como Rigil Kentaurus, é a estrela mais brilhante da constelação de Centauro e é a quarta estrela mais brilhante do céu noturno. Sirius é a mais brilhante, apesar de estar duas vezes mais longe. Por uma coincidência excitante, Alpha Centauri A é do mesmo tipo de estrela que o nosso Sol, e sabe-se agora que Proxima Centauri tem um exoplaneta potencialmente habitável.
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