MANHÃS ASTRONÓMICAS EM FARO
O Centro Ciência Viva do Algarve, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Tavira, irá realizar uma sessão de observação do Sol na seguinte data: Data: 28 de abril de 2025 Hora: 10:00 - 12:00 Local: Jardim Manuel Bívar, junto à marina
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas.
A sessão é gratuita e não sujeita a marcação.
Participe! Informações: 289 890 920 | info@ccvalg.pt
EFEMÉRIDES
DIA 11/04: 101.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1862 nascia William Wallace Campbell, observador pioneiro dos movimentos estelares e das suas velocidades radiais. Diretor do Observatório Lick entre 1901 e 1930, também foi presidente da Universidade da Califórnia e da Academia Nacional de Ciências.
Em 1905, Albert Einstein revela a sua Teoria da Relatividade (relatividade especial).
Em 1960, tinha início a primeira pesquisa no rádio em busca de civilizações extraterrestres, por Frank Drake (Projecto Ozma).
Em 1970, lançamento da Apollo 13, com a intenção de ser a terceira missão a aterrar na Lua.
No entanto, a explosão de um tanque de oxigénio dois dias depois põe a missão em modo de emergência e a nave perde energia, calor e água. Circum-navega a Lua sem aterrar e os astronautas regressam em segurança à Terra.
Em 1986, a 65 milhões de quilómetros, o Cometa Halley faz a sua maior aproximação da Terra durante esta passagem, a 30.ª vez que visita a nossa vizinhança planetária. HOJE, NO COSMOS:
Nesta altura do ano, as duas estrelas mais brilhantes das constelações dos "cães" alinham-se verticalmente. Olhe para sudoeste. A brilhante Sirius de Cão Maior está em baixo, e Procyon de Cão Menor está cerca de dois punhos à distância do braço esticado para cima.
DIA 12/04: 102.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1633, começa o inquérito formal de Galileu pela Inquisição.
Em 1849, de Gasparis descobre o asteroide Hygiea.
Em 1851, nascia Edward Walter Maunder, astrónomo inglês famoso pelo seu estudo das manchas solares e do ciclo magnético solar, que levou à sua identificação do período entre 1645 e 1715 que é agora conhecido como Mínimo de Maunder.
Em 1961, o cosmonauta Yuri Alekseyevich Gagarin torna-se no primeiro homem no espaço.
Orbita a Terra apenas uma vez a bordo da nave Vostok 1. O voo dura 1 hora e 48 minutos, num percurso elíptico com um apogeu de 327 km e um perigeu de 180 km.
Em 1981, começa a era do vaivém espacial. Lançamento da missão STS-1 do vaivém Columbia, adiado desde 10 de abril. O comandante John Young e o piloto Robert Crippen orbitam a Terra 37 vezes durante dois dias antes de regressarem. Os objetivos principais do voo inaugural eram testar os sistemas principais, completar uma ascensão até órbita com sucesso e regressar à Terra em segurança. HOJE, NO COSMOS:
A Lua Cheia de abril brilha sempre na vizinhança de Espiga. Este ano estão especialmente perto uma da outra.
DIA 13/04: 103.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1960, os EUA lançam o Transit 1-B, o primeiro satélite de navegação do mundo.
Em 1970, "Houston, we have a problem". Foram estas as palavras que o astronauta Jack Swigert disse ao controlo da missão em Houston depois do tanque de oxigénio n.º 2 do módulo de serviço da nave Apollo 13 ter explodido.
Os astronautas Swigert, Jim Lovell e Fred Haise movem-se então para o módulo lunar, que permaneceu sem danos. O voo continuou até e em volta da Lua e de novo até à Terra. Todo o mundo observava com atenção à medida que a equipa terrestre e a tripulação da Apollo 13 ultrapassavam todos os obstáculos para salvar os astronautas. Estes conseguiram regressar em segurança à Terra.
Em 1974, a Western Union (em cooperação com a NASA e a Hughes Aircraft) lança o primeiro satélite comercial de comunicações geosíncrono, o Westar 1. HOJE, NO COSMOS:
Lua Cheia, pelas 01:22.
Arcturo brilho a este por estas noites. Arcturo forma o fim pontiagudo de um longo e estreito asterismo com a forma de papagaio-de-papel formado pelas estrelas mais brilhantes da constelação de Boieiro. O papagaio-de-papel está atualmente inclinado para o lado esquerdo de Arcturo. A cabeça do papagaio-de-papel, para a esquerda, está ligeiramente curvado para cima. Este asterismo tem 23º: cerca de dois punhos à distância do braço esticado.
DIA 14/04: 104.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1629 nascia Christian Huygens, físico holandês e astrónomo, um dos cientistas mais proeminentes do século XVII.
Descobriu o anel e o quarto satélite (Titã) de Saturno (1655), e patenteou o primeiro relógio de pêndulo (1656). Na ótica propôs a teoria ondulatória da luz e descobriu a polarização. A sonda que, em 2005, aterrou em Titã tinha o seu nome.
Em 1958, o satélite soviético Sputnik 2 cai de órbita após uma missão com a duração de 162 dias.
Em 1981, missão STS-1. O vaivém espacial Columbia completa o seu primeiro voo de testes.
Em 2000, astrónomos detetam as primeiras evidências observacionais dos remanescentes de uma hipernova, explosões cem vezes mais energéticas que as supernovas e uma possível fonte dos poderosos GRB's (explosões de raios-gama), os eventos mais energéticos de todo o Universo conhecido, além do Big-Bang.
Em 2023, a ESA lançava a JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer) a bordo de um foguetão Ariane 5 a partir da Guiana Francesa. HOJE, NO COSMOS:
Vega, a brilhante "Estrela de Verão", sobe a nordeste, tarde, durante estas noites.
Exatamente onde deverá observar Vega a subir? Aviste a Ursa Maior quase por cima das nossas cabeças a nordeste. Procure Mizar, na curva da "pega" da sua "frigideira". Se conseguir ver a pequena companheira Alcor (binóculos ajudam), siga uma linha de Mizar que passe por Alcor até ao horizonte. É aí que Vega aparece!
Hubble ajuda a determinar o período de rotação de Úrano com uma precisão sem precedentes
Estas imagens do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA mostram a aurora dinâmica de Úrano em outubro de 2022. Estas observações foram efetuadas pelo STIS (Space Telescope Imaging Spectrograph) e incluem dados no visível e no ultravioleta. Uma equipa internacional de astrónomos usou o Hubble para fazer novas medições do ritmo de rotação interior de Úrano, analisando mais de uma década de observações das auroras de Úrano. Este refinamento do período de rotação do planeta atingiu um nível de precisão 1000 vezes superior às estimativas anteriores e serve como um novo ponto de referência crucial para a futura investigação planetária.
Crédito:
ESA/Hubble, NASA, L. Lamy, L. Sromovsky
Uma equipa internacional de astrónomos, utilizando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, efetuou novas medições do ritmo de rotação interior de Úrano com uma técnica inovadora, atingindo um nível de precisão 1000 vezes superior ao das estimativas anteriores. Ao analisar mais de uma década de observações, pelo Hubble, das auroras de Úrano, os investigadores refinaram o período de rotação do planeta e estabeleceram um novo e crucial ponto de referência para a futura investigação planetária.
A determinação do ritmo de rotação interior de um planeta é um desafio, particularmente para um mundo como Úrano, onde não são possíveis medições diretas. Uma equipa liderada por Laurent Lamy (do LIRA, Observatório de Paris-PSL e LAM, Univ. Aix-Marseille, França), desenvolveu um método inovador para seguir o movimento de rotação das auroras de Úrano: espetaculares manifestações de luz geradas na atmosfera superior pelo fluxo de partículas energéticas perto dos polos magnéticos do planeta. Esta técnica revelou que Úrano realiza uma rotação completa em 17 horas, 14 minutos e 52 segundos - 28 segundos mais do que a estimativa obtida pela Voyager 2 da NASA durante o seu "flyby" em 1986.
"A nossa medição não só fornece uma referência essencial para a comunidade científica planetária, como também resolve um problema de longa data: os sistemas de coordenadas anteriores, baseados em períodos de rotação desatualizados, tornaram-se rapidamente imprecisos, impossibilitando a localização dos polos magnéticos de Úrano ao longo do tempo," explica Lamy. "Com este novo sistema de longitude, podemos agora comparar observações de auroras ao longo de quase 40 anos e até planear a próxima missão a Úrano".
Este avanço foi possível graças à monitorização de longo prazo de Úrano pelo Hubble. Durante mais de uma década, o Hubble observou regularmente as suas emissões aurorais ultravioletas, permitindo aos investigadores seguir a posição dos polos magnéticos com modelos de campos magnéticos.
"As observações contínuas do Hubble foram cruciais", diz Lamy. "Sem esta riqueza de dados, teria sido impossível detetar o sinal periódico com o nível de precisão que conseguimos".
Ao contrário das auroras da Terra, Júpiter ou Saturno, as auroras de Úrano comportam-se de uma forma única e imprevisível. Este facto deve-se ao campo magnético altamente inclinado do planeta, que está significativamente deslocado do seu eixo de rotação. As descobertas não só ajudam os astrónomos a compreender a magnetosfera de Úrano, como também fornecem informações vitais para futuras missões.
O "Planetary Science Decadal Survey" dos EUA deu prioridade ao conceito de uma sonda e orbitador para futuras explorações de Úrano.
Estas descobertas preparam o terreno para novos estudos que vão aprofundar a nossa compreensão de um dos planetas mais misteriosos do Sistema Solar. Com a sua capacidade de monitorizar corpos celestes ao longo de décadas, o Telescópio Espacial Hubble continua a ser uma ferramenta indispensável para a ciência planetária, abrindo caminho para a próxima era de exploração de Úrano.
Gemini South e JWST revelam segredos de invulgar asteroide próximo da Terra
Este é um instantâneo de uma animação que mostra o asteroide 2024 YR4 a passar pela Terra e a dirigir-se para o seu potencial impacto com a Lua. A forma 3D do asteroide foi determinada a partir de dados obtidos no dia 7 de fevereiro de 2025 com o telescópio Gemini South no Chile, metade do Observatório Internacional Gemini. As observações permitiram à equipa determinar a sua composição, características orbitais e forma tridimensional.
Crédito: NOIRLab/NSF/AURA/R. Proctor
O asteroide 2024 YR4, um objeto próximo da Terra com cerca de 60 metros de diâmetro, tem sido alvo de estudos astronómicos recentes devido ao seu potencial risco de impacto e às suas características físicas únicas. Inicialmente, havia alguma preocupação devido a uma possível colisão com a Terra em 2032; no entanto, observações atualizadas excluíram efetivamente esta ameaça. No entanto, continua a existir uma probabilidade de 3,8% de o asteroide embater na Lua no dia 22 de dezembro de 2032.
Observações com o telescópio Gemini South, no Chile, revelaram que 2024 YR4 tem uma forma invulgar, achatada, semelhante a um disco de hóquei. Isto distingue-o das formas esféricas ou alongadas mais comuns de outros asteroides. 2024 YR4 gira rapidamente, completando uma rotação aproximadamente a cada 20 minutos. A análise espetral indica que é rico em materiais de silicato, sugerindo que é originário da cintura principal de asteroides entre Marte e Júpiter.
Observações complementares pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA forneceram informações adicionais sobre as propriedades de 2024 YR4. Recorrendo ao instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) e ao instrumento MIRI (Mid-Infrared Instrument), os cientistas mediram as emissões térmicas do asteroide para determinar o seu tamanho e as características da sua superfície. Os dados sugerem que a superfície do asteroide não tem grãos finos, sendo possivelmente constituído por rochas maiores, o que, combinado com a sua rápida rotação, afeta o seu comportamento térmico.
Embora o potencial impacto lunar de 2024 YR4 não represente uma ameaça direta para a Terra, poderá ser uma oportunidade científica única. Um impacto na Lua poderia fornecer dados valiosos sobre a formação de crateras e os efeitos de tais colisões na geologia lunar. Os astrónomos planeiam continuar a monitorizar o asteroide durante as suas aproximações, que ocorrem de quatro em quatro anos, para aperfeiçoar as previsões da trajetória e melhorar a nossa compreensão de objetos semelhantes próximos da Terra.
E se não encontrarmos nada na nossa busca por vida para lá da Terra?
Ilustração de um hipotético planeta coberto de água.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
E se passarmos décadas a construir telescópios avançados para procurar vida noutros planetas e ficarmos de mãos a abanar? Um estudo recente abordou esta questão, explorando o que podemos aprender sobre a vida no Universo - mesmo que não detetemos sinais de vida ou habitabilidade. Utilizando modelos estatísticos avançados, a equipa de investigação procurou explorar o número de exoplanetas que os cientistas deveriam observar e compreender antes de declarar que a vida para além da Terra é comum ou rara.
"Mesmo uma única deteção positiva mudaria tudo - mas até lá, temos de nos certificar que estamos a aprender tanto quanto possível com o que não encontramos", disse Daniel Angerhausen, professor na ETH Zurique e afiliado do Instituto SETI.
O desafio dos resultados nulos
Na ciência, por vezes, mesmo não encontrando algo, é possível obter informações importantes. Quando os cientistas procuram vida em exoplanetas, concentram-se frequentemente em características específicas, como sinais de água ou gases como o oxigénio e o metano, que podem indicar atividade biológica. Mas o que é que acontece se os cientistas não encontrarem nenhuma destas características? Será que ainda podemos aprender algo significativo sobre o quão comum a vida pode ser no Universo?
Este estudo mostra que se os cientistas examinarem 40-80 planetas e não encontrarem sinais de vida, podem concluir com segurança que menos de 10-20% dos planetas semelhantes albergam vida. No entanto, isto depende muito do grau de certeza que temos sobre cada observação. Uma tal conclusão permitiria aos cientistas estabelecer um limite superior significativo para a prevalência de vida no Universo, o que não tem sido possível até à data. Para além disso, se apenas 10% dos planetas da Via Láctea tiverem alguma forma de vida, isso poderia significar 10 mil milhões de planetas ou mais.
"Este tipo de resultado seria um ponto de viragem", disse o autor principal Angerhausen. "Mesmo que não encontremos vida, seremos finalmente capazes de quantificar quão raros - ou comuns - são os planetas com bioassinaturas detetáveis".
Implicações para missões futuras
As descobertas têm implicações diretas para missões futuras como o HWO (Habitable Worlds Observatory) da NASA e para o LIFE (Large Interferometer for Exoplanets), liderado pela Europa. Estas missões vão estudar dezenas de planetas semelhantes à Terra, procurando nas suas atmosferas sinais de água, oxigénio e até bioassinaturas mais complexas. De acordo com este estudo, o número de planetas observados será suficientemente grande para tirar conclusões significativas sobre a prevalência de habitabilidade e vida na nossa vizinhança galáctica. No entanto, o estudo também salienta que, mesmo com instrumentos avançados, estes levantamentos terão de ter em conta as incertezas e os vieses e criar estruturas para os quantificar, de modo a garantir que os seus resultados são estatisticamente significativos.
Tendo em conta a incerteza
Uma das principais conclusões do estudo é que as incertezas nas observações individuais - como os falsos negativos (quando nos escapa uma bioassinatura e a rotulamos erradamente como planeta morto) - podem afetar significativamente as conclusões. Por exemplo, se houver a possibilidade de um instrumento de deteção não encontrar uma bioassinatura, esta incerteza limita a confiança que podemos ter em qualquer conclusão baseada em resultados nulos. Da mesma forma, se muitos planetas num estudo se revelarem inadequados para a vida, mas forem incluídos por engano, isso distorce as conclusões.
"Não se trata apenas do número de planetas que observamos - trata-se da confiança que temos em ver ou não ver o que estamos a procurar", disse Angerhausen. "Se não tivermos cuidado e formos demasiado confiantes na nossa capacidade de identificar vida, mesmo um grande estudo pode levar a resultados enganadores".
Fazendo melhores perguntas
O estudo sublinha que é fundamental formular as perguntas certas para obter resultados significativos. Em vez de perguntar genericamente "Quantos planetas têm vida?" - uma pergunta carregada de ambiguidade - pode ser melhor fazer perguntas mais específicas e mensuráveis como "Que fração de planetas rochosos na zona habitável conservadora mostra sinais claros de vapor de água, metano e oxigénio?" Esta abordagem ajuda os investigadores a conceber estudos que detetem ou excluam características específicas com confiança.
Porque é importante
Mesmo que os futuros levantamentos não encontrem evidências de vida extraterrestre, continuarão a fornecer informações valiosas sobre o quão raras ou comuns são as condições de habitabilidade no Universo. Considerando cuidadosamente as incertezas e colocando questões precisas, os cientistas podem transformar resultados nulos em ferramentas poderosas para compreender o nosso lugar no cosmos.
Este trabalho serve para relembrar que a ciência não é só encontrar respostas - é também fazer as perguntas certas e aceitar a incerteza como parte da viagem.
A lua de Saturno, Titã, poderá albergar vida, mas apenas uma pequena quantidade, diz estudo (via Universidade do Arizona)
Titã, a maior lua de Saturno, é um mundo estranho e alienígena. Coberta de rios e lagos de metano líquido, rochedos gelados e dunas de "areia" parecida com fuligem, a sua topografia há muito que fascina os cientistas e convida à especulação sobre a possibilidade de existirem formas de vida sob a atmosfera espessa e nebulosa da lua. Uma equipa internacional de investigadores propôs-se desenvolver um cenário realista do aspeto da vida em Titã, caso exista, onde é mais provável que ocorra e em que quantidade.
Ler fonte
Álbum de fotografias Lua Visita as Irmãs
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Cayetana Saiz
Por vezes, a Lua visita as Plêiades. Tecnicamente, isto significa que a órbita da nossa Lua a leva diretamente para a frente do famoso enxame de estrelas das Plêiades, que se encontra muito mais longe. O termo técnico para este evento é ocultação, e a Lua é famosa pelas suas raras ocultações detodos os planetas e de várias estrelas brilhantes bem conhecidas. A órbita inclinada e precessante da Lua faz com que as suas ocultações do enxame estelar das Sete Irmãs sejam muito frequentes, com a época atual a começar em 2023 e a continuar mensalmente até 2029. Depois disso, porém, a próxima ocultação só ocorrerá em 2042. Tirada da Cantábria, Espanha, no dia 1 de abril, a imagem em destaque é uma composição em que exposições anteriores das Plêiades, feitas com a mesma câmara e no mesmo local, foram adicionadas digitalmente à última imagem para realçar o icónico brilho azul do enxame estelar.
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