DIA 28/10: 301.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1971 a Grã-Bretanha lança o Prospero, o seu primeiro satélite.
Em 1974, lançamento da sonda Luna 23, missão soviética de recolha de amostras lunares. Mas o dispositivo de recolha falhou e nenhumas amostras foram enviadas.
Em 2009, a NASA lança com sucesso a sua missão Ares I-X, o único lançamento do cancelado programa Constellation.
Em 2014, um foguetão que transportava a missão Cygnus CRS Orb-3, de reabastecimento da ISS, explode segundos depois de descolar do Porto Espacial na Ilha Wallops, Virgínia. HOJE, NO COSMOS:
Eis que chegámos ao final de outubro, e Deneb ainda brilha perto do zénite ao anoitecer. E a mais brilhante Vega não está muito longe, para oeste. E a terceira estrela do Triângulo de "Verão", Altair, permanece muito alta a sudoeste. Parecem estar mais ou menos por aqui há um par de meses! Porque é que "pararam"?
O que está a ver é o resultado do pôr-do-Sol e do anoitecer chegarem cada vez mais cedo durante o outono. O que significa que se sair à rua para observar as estrelas, pouco depois do anoitecer, estará a fazê-lo cada vez mais cedo, de acordo com os ponteiros do relógio. Isto contraria a viagem para oeste das constelações. Se se habituar a fazer as suas observações astronómicas sempre à mesma hora, as constelações teriam sempre o comportamento habitual.
Este "efeito do Triângulo de Verão" aplica-se a toda a esfera celeste, não apenas ao Triângulo de Verão. Claro, como sempre no que respeita à mecânica celeste, o efeito oposto faz o avanço sazonal das constelações parecer "acelerar" na primavera. Os marcos primaveris de Virgem e Corvo vão mover-se para oeste semana após semana antes que nos apercebamos, graças à escuridão que vem mais tarde. Podemos chamar a este efeito de "efeito de Corvo".
DIA 29/10: 302.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1991, a sonda Galileo faz a sua maior aproximação de 951 Gaspra, a primeira a visitar um asteroide.
Em 1998, o vaivém espacial Discovery partia para o espaço na missão STS-95, levando a bordo o astronauta John Glenn de 77 anos.
Glenn, que fora o primeiro norte-americano a orbitar a Terra em 1962, tornou-se deste modo, e até à quebra do seu recorde em 2021, a pessoa mais velha a alguma vez ter estado no espaço. HOJE, NO COSMOS:
Lua em Quarto Crescente, pelas 16:21. A Lua brilha no centro da ténue constelação de Capricórnio.
DIA 30/10: 303.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1981, lançamento da soviética Venera 13. A Venera 13 transmitiu fotografias e dados de Vénus até março de 1983.
Em 1985, o vaivém espacial Challenger é lançado na STS-61-A, a sua última missão bem sucedida. HOJE, NO COSMOS:
Procure a brilhante Capella brilhando baixa a nordeste por estas noites. Procure o enxame das Plêiades cerca de três punhos à distância do braço esticado para a direita de Capella. Estes prenúncios dos meses frios sobem mais alto com o passar da noite. E observe Aldebarã a nascer para baixo de M45.
Para a direita de Capella, e para cima e para a esquerda das Plêiades, as estrelas de Perseu situam-se em frente da Via Láctea.
Uma recém-descoberta "super-Terra" é um alvo privilegiado na procura por vida extraterrestre
Uma equipa internacional de cientistas classificou o exoplaneta, chamado GJ 251 c, de "super-Terra", uma vez que os dados sugerem que tem uma composição rochosa semelhante à da Terra e é quase quatro vezes mais massivo.
Crédito: Universidade da Califórnia em Irvine
A descoberta de uma possível "super-Terra" a menos de 20 anos-luz do nosso planeta oferece aos cientistas uma nova esperança na procura de outros mundos que possam albergar vida. A equipa de investigadores apelidou o exoplaneta, chamado GJ 251 c, de "super-Terra", uma vez que os dados sugerem que é quase quatro vezes mais massivo do que a Terra e que é provável que seja um planeta rochoso.
"Procuramos este tipo de planetas porque são a nossa melhor hipótese de encontrar vida noutro lugar", disse Suvrath Mahadevan, professor de astronomia na Universidade do Estado da Pensilvânia e coautor de um artigo científico acerca da descoberta publicado na revista The Astronomical Journal. "O exoplaneta está na zona habitável, a distância certa da sua estrela para que possa existir água líquida na sua superfície, caso tenha uma atmosfera adequada".
Durante décadas, a procura de planetas que possam albergar água líquida, e talvez vida, levou os astrónomos a conceber e a construir telescópios avançados e modelos computacionais capazes de detetar até os sinais mais ténues da luz das estrelas. Esta última descoberta foi o resultado de duas décadas de dados observacionais e oferece uma das perspetivas mais promissoras para a procura de sinais de vida noutros planetas, disse Mahadevan.
O exoplaneta foi encontrado usando dados do HPF (Habitable-Zone Planet Finder), um espetrógrafo de alta precisão no infravermelho próximo - um prisma complexo que separa os sinais da luz das estrelas - fixado ao Telescópio Hobby-Eberly no Observatório McDonald no Texas. Os investigadores da Penn State lideraram o projeto e a construção do HPF, concebido para detetar planetas semelhantes à Terra nas zonas habitáveis de estrelas próximas.
"Chamamos-lhe 'Habitable Zone Planet Finder' porque estamos à procura de mundos que estejam à distância certa da sua estrela para que possa existir água líquida na sua superfície. Este tem sido o objetivo central deste estudo", disse Mahadevan. "Esta descoberta representa um dos melhores candidatos na procura por assinaturas atmosféricas de vida noutros locais nos próximos cinco a dez anos".
Mahadevan e os seus colegas fizeram a descoberta analisando uma vasta coleção de dados, abrangendo mais de 20 anos e recolhidos por telescópios de todo o mundo, centrando-se no ligeiro movimento, ou "oscilação", da estrela hospedeira do planeta, GJ 251. Esta "oscilação" consiste em pequenos desvios Doppler na luz da estrela causados pela gravidade de um planeta em órbita.
Usaram as observações de base para melhorar as medições da "oscilação" de um planeta interior anteriormente conhecido, GJ 251 b, que completa uma órbita em torno da estrela de 14 em 14 dias. Depois combinaram os dados da linha de base com novos dados de alta precisão do HPF para revelar um segundo sinal, mais forte, aos 54 dias - indicando que havia outro planeta, muito mais massivo, no sistema. A equipa confirmou ainda o sinal do planeta usando o espetrómetro NEID construído por investigadores da Penn State, que está ligado a um telescópio no Observatório Nacional de Kitt Peak, no Arizona.
"Estamos na vanguarda da tecnologia e dos métodos de análise com este sistema", disse Corey Beard, autor correspondente do artigo científico, que conduziu a investigação enquanto se doutorava em astrofísica na Universidade da Califórnia, Irvine. "Precisamos da próxima geração de telescópios para obter imagens diretas deste candidato, mas também precisamos de investimento comunitário".
Um dos maiores desafios para encontrar mundos distantes é o de separar o sinal planetário da atividade da própria estrela, uma espécie de clima estelar, explicou Mahadevan. A atividade estelar, como as manchas estelares, pode imitar o movimento periódico de um planeta, dando a falsa impressão de um planeta onde não existe nenhum. Para distinguir o sinal do ruído, os investigadores aplicaram técnicas avançadas de modelação computacional para analisar a forma como os sinais mudam em diferentes comprimentos de onda, ou cores, da luz.
"Este é um jogo difícil em termos da tentativa de derrotar a atividade estelar, bem como de medir os seus sinais subtis, de extrair sinais ténues do que é essencialmente este 'caldeirão' magnetosférico e borbulhante de superfície estelar", disse Mahadevan.
Explicou que a descoberta de exoplanetas como GJ 251 c requer instrumentos avançados e uma análise complexa de dados. O trabalho envolve colaborações entre múltiplas instituições e competências em todo o mundo e, mais importante ainda, requer um compromisso sustentado dos países que financiam a investigação - o que pode muitas vezes levar décadas até produzir resultados tangíveis.
"Esta descoberta é um excelente exemplo do poder da investigação multidisciplinar na Penn State", afirmou Eric Ford, distinto professor de astronomia e astrofísica e diretor de investigação do ICDS (Institute of Computational & Data Sciences) da mesma instituição de ensino. "A atenuação do ruído da atividade estelar exigiu não só instrumentação de ponta e acesso telescópico, mas também a personalização dos métodos de ciência de dados para as necessidades específicas desta estrela e da combinação de instrumentos. A combinação de dados requintados e métodos estatísticos de ponta permitiu à nossa equipa interdisciplinar transformar os dados numa descoberta empolgante que abre caminho a futuros observatórios para procurar evidências de vida para lá do nosso Sistema Solar".
Embora não seja possível obter imagens do exoplaneta que a equipa descobriu com os instrumentos atuais, disse Mahadevan, a próxima geração de telescópios será capaz de analisar a atmosfera do planeta, o que poderá revelar sinais químicos de vida.
"Estamos sempre concentrados no futuro", disse. "Quer se trate de garantir que a próxima geração de estudantes possa participar em investigação de ponta ou de conceber e construir novas tecnologias para detetar planetas potencialmente habitáveis".
O exoplaneta recém-descoberto está perfeitamente posicionado para observação direta por tecnologia mais avançada. Mahadevan e os seus alunos já estão a planear a entrada em funcionamento de telescópios mais potentes, a nova geração de telescópios terrestres de 30 metros. Equipados com instrumentos avançados, espera-se que os novos telescópios tenham a capacidade de obter imagens de planetas rochosos próximos nas zonas habitáveis das suas estrelas.
"Embora ainda não possamos confirmar a presença de uma atmosfera ou de vida em GJ 251 c, o planeta representa um alvo promissor para exploração futura", disse Mahadevan. "Fizemos uma descoberta excitante, mas ainda há muito mais para aprender sobre este planeta".
Três planetas do tamanho da Terra descobertos num sistema binário compacto
Impressão de artista do sistema TOI-2267.
Crédito: Mario Sucerquia, Universidade Grenoble Alpes
Uma equipa internacional de investigadores revelou a existência de três planetas do tamanho da Terra no sistema estelar binário TOI-2267, situado a cerca de 190 anos-luz de distância. Esta descoberta, publicada na revista Astronomy & Astrophysics, é notável porque lança uma nova luz sobre a formação e a estabilidade dos planetas em ambientes de estrelas duplas, que há muito são considerados hostis ao desenvolvimento de sistemas planetários complexos.
"A nossa análise mostra um arranjo planetário único: dois planetas transitam por uma estrela e o terceiro transita pela sua estrela companheira", diz Sebastián Zúñiga-Fernández, investigador e membro do grupo ExoTIC (EXOplanètes en Transit: Identification et Caractérisation) da Universidade de Liège (ULiège) e primeiro autor do estudo. "Isto faz com que TOI-2267 seja o primeiro sistema binário conhecido por albergar planetas em trânsito em torno de ambas as suas estrelas".
Um sistema duplo invulgar
TOI-2267 é um binário compacto: duas estrelas orbitam-se uma à outra numa configuração íntima, criando um ambiente gravitacionalmente instável para a formação de planetas. No entanto, os investigadores identificaram três planetas do tamanho da Terra em órbitas curtas, um resultado surpreendente que desafia vários modelos clássicos de formação planetária.
"A nossa descoberta bate vários recordes, pois é o par de estrelas com planetas mais compacto e mais frio que se conhece, e é também o primeiro em que se registaram planetas a transitar em torno de ambos os componentes", explica Francisco J. Pozuelos, antigo membro do grupo ExoTIC, atualmente investigador no Instituto de Astrofísica da Andaluzia (IAA-CSIC) e colíder do estudo.
Um esforço internacional e multidisciplinar
Embora o telescópio espacial TESS da NASA tenha fornecido os dados, a identificação inicial de dois dos três planetas foi conseguida pelos astrónomos da ULiège e do IAA-CSIC utilizando o seu próprio software de deteção, o SHERLOCK. Esta descoberta precoce permitiu à equipa desencadear observações de seguimento a partir do solo com bastante antecedência. A confirmação subsequente da natureza planetária destes sinais exigiu uma campanha intensiva com vários observatórios. Entre eles, os telescópios SPECULOOS e TRAPPIST, liderados pela ULiège, desempenharam um papel central. Estas instalações robóticas, otimizadas para estudar pequenos exoplanetas em torno de estrelas fracas e frias, foram cruciais para confirmar os planetas e caracterizar o sistema.
Um laboratório natural para a formação de planetas
"Descobrir três planetas do tamanho da Terra num sistema binário tão compacto é uma oportunidade única", explica Sebastián Zúñiga-Fernández. "Permite-nos testar os limites dos modelos de formação de planetas em ambientes complexos e compreender melhor a diversidade de possíveis arquiteturas planetárias na nossa Galáxia".
Francisco J. Pozuelos acrescenta: "Este sistema é um verdadeiro laboratório natural para compreender como os planetas rochosos podem emergir e sobreviver em condições dinâmicas extremas, onde anteriormente pensávamos que a sua estabilidade estaria comprometida".
Abrindo a porta à investigação futura
Esta descoberta levanta muitas questões sobre a formação de planetas em sistemas binários e abre caminho a novas observações, nomeadamente com o Telescópio Espacial James Webb e a próxima geração de telescópios terrestres gigantes. Estes instrumentos permitirão medir com precisão as massas, densidades e talvez até a composição atmosférica destes mundos distantes.
Para além da sua natureza espetacular, esta descoberta realça o poder da combinação de missões espaciais com telescópios terrestres especializados, como o SPECULOOS e o TRAPPIST, para alargar as fronteiras da ciência exoplanetária.
Observatório SPECULOOS (Search for habitable Planets EClipsing ULtra-cOOl Stars): Página principal Wikipedia
Telescópio TRAPPIST (Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope): ESO Wikipedia
Astrónomos mapeiam um misterioso gás "escuro" na Via Láctea
Esta coleção de imagens mostra a localização do gás molecular escuro em CO na constelação de Cisne, e os dados do gás na latitude e longitude galácticas pelo GBT.
Crédito: NSF/AUI/NSF NRAO/P.Vosteen
Uma equipa internacional de astrónomos criou os primeiros mapas em grande escala de uma misteriosa forma de matéria, conhecida como gás molecular escuro em CO, numa das vizinhanças mais ativas em formação estelar da nossa Via Láctea, Cygnus X. As suas descobertas, utilizando o GBT (Green Bank Telescope), estão a fornecer novas pistas cruciais sobre o modo como as estrelas se formaram na Via Láctea.
Há décadas que os cientistas sabem que a maioria das novas estrelas nascem no interior de nuvens de hidrogénio molecular frio. Grande parte deste hidrogénio molecular é invisível para a maioria dos telescópios - não emite luz que possa ser facilmente detetada. Tradicionalmente, os astrónomos têm "caçado" estas nuvens através da procura de monóxido de carbono (CO), uma molécula que funciona como um sinal luminoso para as regiões de formação estelar. No entanto, acontece que há muito gás de formação estelar que não se "ilumina" no CO. Este material escuro e oculto (designado gás molecular escuro em CO) tem sido uma das maiores lacunas da astronomia.
Agora, pela primeira vez, os astrónomos mapearam este gás oculto numa enorme faixa do céu - mais de 100 vezes a área coberta pela Lua cheia - observando as linhas espetrais de rádio da recombinação de átomos, conhecidas como linhas rádio de recombinação do carbono. O mapa da equipa cobre a movimentada região de Cygnus X, uma metrópole cósmica a cerca de 5000 anos-luz de distância, com estrelas recém-nascidas em abundância.
"É como se, de repente, acendêssemos as luzes de uma sala e víssemos todo o tipo de estruturas que não sabíamos que lá estavam", diz Kimberly Emig, cientista associada do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) da NSF (National Science Foundation) e autora principal do novo estudo.
O novo mapa revela uma vasta rede de arcos, cristas e teias de gás escuro que tecem Cygnus X. Estas formas mostram onde o material que produz as estrelas é reunido e cresce, antes de se tornar visível no CO como nuvens moleculares. A investigação demonstra que estes fracos sinais de carbono, detetados a frequências de rádio muito baixas, são uma ferramenta incrivelmente poderosa para descobrir o gás oculto que liga diretamente a matéria comum à formação de novas estrelas. O estudo descobriu que este gás escuro não está apenas parado; está a fluir e a deslocar-se, e a mover-se a velocidades muito mais elevadas do que se pensava. Estes fluxos turbulentos podem determinar a rapidez com que as estrelas se podem formar. A equipa também descobriu que o brilho destas linhas de carbono está diretamente ligado à intensa luz das estrelas que banha a região, realçando o poderoso papel que a radiação desempenha na reciclagem galáctica.
"Ao tornar visível o invisível, podemos finalmente rastrear a forma como a matéria-prima da nossa Galáxia é transformada de simples átomos em estruturas moleculares complexas que um dia se tornarão estrelas, planetas e possivelmente vida", explica Emig, "e isto é apenas o início da compreensão destas forças anteriormente invisíveis". O GBT tornou-se a ferramenta mais importante do mundo para este tipo de investigação e estão a ser efetuados levantamentos ainda maiores de linhas rádio de recombinação do carbono (como o GDIGS-Low - GBT Diffuse Ionized Gas Survey at Low Frequencies) para explorar outras regiões de formação estelar da Via Láctea. Os conhecimentos aqui obtidos ajudarão os astrónomos de todo o mundo a modelar a forma como a nossa Galáxia - e potencialmente outras - constrói nuvens massivas para a formação de estrelas.
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: NASA, ESA, CSA, STScI, Klaus Pontoppidan (STScI); processamento - Alyssa Pagan (STScI)
A apenas 390 anos-luz de distância, estrelas semelhantes ao Sol e futuros sistemas planetários estão a formar-se no complexo de nuvens moleculares Rho Ophiuchi, a região de formação estelar mais próxima do nosso planeta. O instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb espreitou para o caos natal próximo para captar esta imagem infravermelha a uma escala inspiradora. A imagem abrange menos de um ano-luz da região de Rho Ophiuchi e contém cerca de 50 estrelas jovens. As estrelas mais brilhantes mostram claramente o padrão de picos de difração característico do Webb. Os enormes jatos de hidrogénio molecular chocado expelidos por estrelas recém-nascidas são vermelhos na imagem, com a grande cavidade poeirenta e amarelada esculpida pela jovem estrela energética perto do seu centro. Perto de algumas estrelas na espantosa imagem estão sombras projetadas pelos seus discos protoplanetários. A espetacular imagem cósmica foi publicada em 2023 para celebrar o sucesso do primeiro ano de exploração do Universo pelo Webb.
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