O Centro Ciência Viva do Algarve irá realizar, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Tavira, uma sessão de observação da Lua na seguinte data: Data: 7 de novembro de 2025 Hora: 20:00 - 22:00 Local: Parque de Lazer das Figuras, frente ao Fórum Algarve
A sessão é gratuita e não sujeita a marcação. Participe!
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas.
Participe!
Informações: 289 890 920 | info@ccvalg.pt
EFEMÉRIDES
DIA 04/11: 308.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 2003 foi registada a mais forte erupção solar conhecida. HOJE, NO COSMOS:
Já chegámos a novembro e Deneb ainda brilha perto do zénite ao anoitecer. E a mais brilhante Vega não está muito longe, para oeste. E a terceira estrela do Triângulo de "Verão", Altair, permanece muito alta a sudoeste. Parecem estar mais ou menos por aqui há um par de meses! Porque é que "pararam"? O que está a ver é o resultado do pôr-do-Sol e do anoitecer chegarem cada vez mais cedo durante o outono. O que significa que se sair à rua para observar as estrelas, pouco depois do anoitecer, estará a fazê-lo cada vez mais cedo, de acordo com os ponteiros do relógio. Isto contraria a viagem para oeste das constelações. Se se habituar a fazer as suas observações astronómicas sempre à mesma hora, as constelações teriam sempre o comportamento habitual. Claro que este "efeito do Triângulo de Verão" aplica-se a toda a esfera celeste, não apenas ao Triângulo de Verão. E claro, como sempre no que respeita à mecânica celeste, o efeito oposto faz o avanço sazonal das constelações parecer "acelerar" na primavera. Os marcos primaveris de Virgem e Corvo vão mover-se para oeste semana após semana antes que nos apercebamos, graças à escuridão que vem mais tarde. Podemos chamar a este efeito de "efeito de Corvo".
DIA 05/11: 309.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1743, são organizadas observações científicas coordenadas do trânsito de Mercúrio por Joseph-Nicolas Delisle.
Em 1906, nascia Fred Whipple, que propôs o modelo da "bola de neve suja" para o núcleo dos cometas.
Em 1964, lançamento da Mariner 3, com destino Marte. No entanto, a cobertura que alojava a sonda não abriu corretamente e a Mariner 3 não chegou ao planeta. Está agora numa órbita solar.
Em 2007, o primeiro satélite lunar da China, Chang'e 1, entra em órbita da Lua.
Em 2013, a Índia lança a sua primeira sonda interplanetária, a MOM ou Mangalyaan. HOJE, NO COSMOS:
Lua Cheia, pelas 13:19. Esta é considerada uma super-Lua, visto que o nosso satélite natural está perto do seu perigeu. Esta noite a Lua parecerá 7% maior do que o normal - o suficiente para notar uma diferença de tamanho.
DIA 06/11: 310.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1577, primeiro registo da observação do Grande Cometa de 1577, pelos astrónomos aztecas no México, seguida por relatos de Itália no dia 7 e no Japão no dia 8. O astrónomo Tycho Brahe segue o cometa desde o dia 13 de novembro até 26 de janeiro. HOJE, NO COSMOS:
A Lua, menos de 1,5 dias após a sua fase Cheia, nasce ao lusco-fusco. Assim que fique completamente noite, procure as Plêiades cerca de 7º (quatro dedos à distância do braço esticado) para cima e para a direita do nosso satélite natural. Cubra a Lua com a sua mão para esconder o brilho.
Agora em 3D, mapas começam a colocar os exoplanetas em foco
Impressão de artista de WASP-18b, um gigante gasoso conhecido como um "Júpiter ultraquente".
Crédito: NASA/JPL-Caltech (K. Miller/IPAC)
Os astrónomos criaram o primeiro mapa tridimensional de um planeta em órbita de outra estrela, revelando uma atmosfera com zonas distintas de temperatura - uma delas tão abrasadora que decompõe o vapor de água.
O mapa de temperatura de WASP-18b - um gigante gasoso conhecido como um "Júpiter ultraquente", situado a 400 anos-luz da Terra - é o primeiro a aplicar uma técnica chamada mapeamento de eclipse 3D, ou mapeamento espetroscópico de eclipse. O esforço baseia-se num modelo 2D que membros da mesma equipa publicaram em 2023, que demonstrou o potencial do mapeamento de eclipse para alavancar observações altamente sensíveis do Telescópio Espacial James Webb da NASA.
Os investigadores dizem que, para muitos tipos semelhantes de exoplanetas observáveis pelo Webb, podem agora começar a mapear as variações atmosféricas da mesma forma que, por exemplo, os telescópios terrestres há muito tempo observam a Grande Mancha Vermelha de Júpiter e a estrutura de nuvens em banda.
"O mapeamento de eclipse permite-nos obter imagens de exoplanetas que não conseguimos ver diretamente, porque as suas estrelas hospedeiras são demasiado brilhantes", disse Ryan Challener, pós-doutorado da Universidade de Cornell. "Com este telescópio e esta nova técnica, podemos começar a compreender os exoplanetas da mesma forma que os nossos vizinhos do Sistema Solar".
Challener é o primeiro autor de um novo artigo científico publicado no passado dia 28 de outubro na revista Nature Astronomy. Entre os mais de 30 coautores contam-se Megan Wiener Mansfield, professora assistente de astronomia na Universidade de Maryland, que coliderou o projeto, e Jake Turner, investigador no Centro Cornell de Astrofísica e Ciência Planetária.
Detetar exoplanetas é difícil - normalmente emitem muito menos de 1% do brilho de uma estrela hospedeira. O mapeamento de eclipse requer a medição de pequenas frações desse total à medida que um planeta passa atrás da sua estrela, obscurecendo e revelando partes dele ao longo do percurso. Os cientistas podem associar alterações minúsculas na luz a regiões específicas para produzir um mapa de brilho que, quando feito em várias cores, pode ser convertido em temperaturas e em três dimensões: latitude, longitude e altitude.
"Estamos a procurar mudanças em pequenas porções do planeta à medida que desaparece e reaparece", disse Challener, "de modo que é um desafio extraordinário".
WASP-18b - que tem aproximadamente a massa de 10 Júpiteres, completa uma órbita em apenas 23 horas e tem temperaturas perto dos 2750º C - forneceu um sinal relativamente forte, tornando-o um bom teste para a nova técnica de mapeamento.
Enquanto o mapa 2D anterior utilizava um único comprimento de onda de luz, ou cor, o mapa 3D reanalisou as mesmas observações do instrumento NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) do JWST em muitos comprimentos de onda. Challener disse que cada cor correspondia a diferentes temperaturas e altitudes dentro da atmosfera de WASP-18b, que podiam ser reunidas para criar o mapa 3D.
"Se construirmos um mapa num comprimento de onda que a água absorve, veremos o 'convés de água' na atmosfera, enquanto um comprimento de onda que a água não absorve irá sondar mais profundamente", disse Challener. "Se os juntarmos, podemos obter um mapa 3D das temperaturas nesta atmosfera".
A nova vista confirmou regiões espetroscopicamente distintas - que diferem em temperatura e possivelmente em composição química - no "lado diurno" visível de WASP-18b, o lado sempre virado para a estrela devido ao acoplamento de maré. O planeta apresenta um "ponto quente" circular onde incide a luz estelar mais direta e onde os ventos aparentemente não são suficientemente fortes para redistribuir o calor. À volta do ponto quente há um "anel" mais frio perto das orlas visíveis exteriores do planeta, ou limbos. Segundo Challener, as medições revelaram níveis mais baixos de vapor de água no ponto quente do que na média de WASP-18b.
"Pensamos que isso é evidência de que o planeta é tão quente nesta região que está a começar a decompor a água", disse Challener. "Isto tinha sido previsto pela teoria, mas é realmente excitante ver isto com observações reais".
Challener disse que observações adicionais pelo Webb podem ajudar a melhorar a resolução espacial do primeiro mapeamento de eclipse 3D. A técnica já pode ajudar a iluminar os mapas de temperatura de outros Júpiteres quentes, que constituem centenas dos mais de 6000 exoplanetas confirmados até à data.
"Esta nova técnica vai ser aplicável a muitos, muitos outros planetas que podemos observar com o Telescópio Espacial James Webb", disse Challener. "Podemos começar a compreender os exoplanetas em 3D como uma população, o que é muito excitante".
Experiências mostram a criação de água durante o processo de formação planetária
Uma nova investigação utiliza experiências laboratoriais para demonstrar que a água é criada naturalmente durante o processo de formação planetária. Ao apertar e aquecer materiais análogos a planetas entre as pontas de dois diamantes, cientistas do Instituto Carnegie, do IPGP e da UCLA demonstraram que as interações entre a atmosfera de um planeta jovem e o seu oceano de magma primitivo criam água e dissolvem hidrogénio no magma fundido. Este trabalho tem implicações importantes para a nossa compreensão da habitabilidade planetária e para a procura de exoplanetas que possam albergar vida.
Crédito: Navid Marvi/Instituto Carnegie
De acordo com uma nova investigação publicada na revista Nature por Francesca Miozzi e Anat Shahar, do Instituto Carnegie, o tipo de planeta mais abundante na nossa Galáxia poderá ser rico em água líquida devido a interações formativas entre oceanos de magma e atmosferas primitivas durante os seus primeiros anos.
Dos mais de 6000 exoplanetas conhecidos na Via Láctea, os chamados sub-Neptunos são os mais comuns. São mais pequenos do que Neptuno e mais massivos do que a Terra e pensa-se que tenham interiores rochosos com atmosferas espessas dominadas pelo hidrogénio.
Isto torna-os bons candidatos para testar ideias sobre como os planetas rochosos, como o nosso, obtiveram uma abundância de água - que foi crítica para o aparecimento da vida na Terra e é considerada uma componente fundamental da habitabilidade planetária.
"O nosso conhecimento cada vez maior sobre a vasta diversidade de exoplanetas permitiu-nos imaginar novos pormenores sobre as primeiras fases da formação e evolução dos planetas rochosos", explicou Miozzi. "Isto abriu a porta à consideração de uma nova fonte de abastecimento de água para os planetas - um mistério há muito debatido entre os cientistas terrestres e planetários - mas as experiências concebidas com este objetivo em mente estavam ausentes".
Este trabalho faz parte do projeto interdisciplinar e multi-institucional AEThER (Atmospheric Empirical, Theoretical, and Experimental Research), que foi fundado e é dirigido por Shahar. A iniciativa combina conhecimentos especializados de diversos domínios - incluindo astronomia, cosmoquímica, dinâmica planetária, petrologia, física mineral e outros - para responder a questões fundamentais sobre as características que permitem que os planetas rochosos desenvolvam condições favoráveis à vida. O seu trabalho centra-se particularmente na tentativa de ligar as observações das atmosferas planetárias à evolução e dinâmica dos seus corpos rochosos.
A investigação anterior em modelação matemática demonstrou que as interações entre o hidrogénio atmosférico e os oceanos de magma contendo ferro, durante a formação do planeta, podem produzir quantidades significativas de água. No entanto, até agora não tinham sido efetuados testes experimentais exaustivos desta fonte proposta de água planetária.
Miozzi e Shahar lideraram uma equipa internacional de investigadores do IPGP (Institut de Physique du Globe de Paris) e da UCLA (University of California, Los Angeles) para criar as condições em que essas interações entre o hidrogénio - que representa a atmosfera planetária inicial - e a sílica fundida rica em ferro - que representa o oceano magmático em formação - ocorreriam num planeta jovem. Conseguiram-no comprimindo amostras até cerca de 600.000 vezes a pressão atmosférica (60 gigapascais) e aquecendo-as a mais de 4000º C.
O seu ambiente experimental imita uma fase crítica do processo evolutivo de um planeta rochoso. Tais corpos são formados a partir do disco de poeira e gás que rodeia uma estrela jovem no período após o seu nascimento. Este material é acretado em corpos que chocam uns contra os outros e se tornam maiores e mais quentes, acabando por se fundir num vasto oceano de magma. Estes jovens planetas estão frequentemente rodeados por um espesso invólucro de hidrogénio molecular, H2, que pode atuar como um "cobertor térmico", mantendo o oceano de magma durante milhares de milhões de anos antes de arrefecer.
"O nosso trabalho forneceu a primeira evidência experimental de dois processos críticos do início da evolução planetária", indicou Miozzi. "Mostrámos que uma grande quantidade de hidrogénio é dissolvida na massa fundida e que quantidades significativas de água são criadas pela redução do óxido de ferro pelo hidrogénio molecular".
Em conjunto, estas descobertas demonstram que grandes quantidades de hidrogénio podem ser armazenadas no oceano magmático enquanto ocorre a formação de água. Isto tem implicações importantes para as propriedades físicas e químicas do interior do planeta, com potenciais efeitos também no desenvolvimento do núcleo e na composição atmosférica.
"A presença de água líquida é considerada crítica para a habitabilidade planetária", concluiu Shahar. "Este trabalho demonstra que grandes quantidades de água são criadas como uma consequência natural da formação de planetas. Representa um grande passo em frente na forma como pensamos acerca da procura de mundos distantes capazes de albergar vida".
AEThER (Atmospheric Empirical, Theoretical, and Experimental Research): Instituto Carnegie
Qual é o aspeto das colisões entre buracos negros?
No sistema OJ 287, o buraco negro secundário atravessa repetidamente o disco que rodeia o buraco negro primário, aproximadamente uma vez em cada 12 anos. Com o passar do tempo, a órbita oval desloca-se lentamente para a frente, de modo que o buraco negro colide com diferentes partes do disco. Cada impacto perturba o disco e produz bolhas quentes que geram os surtos observados de luz.
Crédito: Ressler et al (2025), CITA
Aproximadamente duas vezes em cada 12 anos, a 3,5 mil milhões de anos-luz de distância, a luz equivalente a mil milhões de sóis brilha no céu noturno e depois desaparece nos meses seguintes. É um fenómeno que os astrónomos têm vindo a documentar desde o final da década de 1880, com origem numa galáxia conhecida como OJ 287. Durante mais de 40 anos, os astrónomos atribuíram este comportamento explosivo estranhamente regular a um par de buracos negros extremamente massivo em rota de colisão. Em teoria, é de esperar que os pares binários supermassivos sejam comuns - mas este é o único sistema em que há evidências claras da existência de um.
"Pares binários supermassivos como este proporcionam uma rara oportunidade para investigar como as galáxias se fundem e crescem ao longo do tempo", diz Sean Ressler, investigador no CITA (Canadian Institute for Theoretical Physics). Ressler liderou um artigo científico publicado recentemente na revista The Astrophysical Journal Letters que apresenta as primeiras simulações de sempre de OJ 287. Os seus três coautores incluem Luciano Combi, bolseiro do CITA no Instituto Perimeter e na Universidade de Guelph, Bart Ripperda do CITA e Xinyu Li, da Universidade de Tsinghua.
Para além das estimativas com "papel e caneta"
No caso do par OJ 287, o buraco negro primário é um dos maiores conhecidos, com cerca de 18 mil milhões de vezes a massa do Sol. Está rodeado por um disco de gás que cai em direção ao seu horizonte de eventos. O buraco negro secundário, com apenas 150 milhões de vezes a massa do Sol, colide repetidamente com este disco, criando uma explosão de luz.
É uma explicação que se baseia sobretudo em estimativas simples, feitas com "papel e caneta", da forma como os buracos negros interagem com o gás circundante. Combi refere que o trabalho da equipa apresenta as primeiras simulações de sempre de OJ 287 como um todo. Ao contrário de estimativas anteriores, o seu trabalho conseguiu estudar a forma como o disco reage às colisões repetidas, como o gás ejetado interage com o buraco negro secundário e como o buraco negro secundário torce e amplia os campos magnéticos que rodeiam o disco para impulsionar fluxos.
"Estas simulações têm em conta a complicada interação entre a gravidade extrema, a eletrodinâmica e a dinâmica dos fluidos, de modo a testar rigorosamente se o modelo pode ou não explicar as explosões observadas", diz Combi. "Esta é a primeira vez que o gás (que produz a luz) em torno do buraco binário é simulado na sua totalidade".
Imagens e animações baseadas em simulações
A equipa utilizou as suas simulações para criar animações baseadas em conhecimentos físicos fundamentais que dão verdadeira vida ao sistema que está no centro de OJ 287.
"Durante anos, a ideia de um buraco negro de massa mais pequena a colidir com o disco de um buraco negro de massa maior inspirou visualizações e representações artísticas deslumbrantes, mas agora temos algumas animações convincentes que se baseiam em cálculos mais complexos", diz Ressler.
As simulações confirmam, em geral, a ideia de que a colisão do buraco negro secundário com o disco pode gerar energia suficiente para explicar o surto observado de luz. As colisões também modificam a estrutura do disco, deformando-o e criando padrões espirais transientes que caem para dentro.
"Estes cálculos devem ser tratados como um primeiro passo para simulações totalmente realistas", diz Ressler. "Ainda temos de incluir os efeitos da forma como os flashes de luz são produzidos e depois são curvados pela gravidade extrema dos buracos negros. Também fizemos algumas simplificações para tornar as simulações mais viáveis, mas no final esperamos eliminar estas simplificações e ter em conta o comportamento da luz. Este é um passo em direção a uma imagem totalmente coerente do sistema".
A ligação com as ondas gravitacionais
Devido ao facto de a gravidade em torno destes dois buracos negros massivos ser tão intensa, também causam ondulações no espaço e no tempo, chamadas ondas gravitacionais. Embora isto acabe por os levar a uma colisão total, tal só acontecerá daqui a 10.000 anos. Entretanto, há um esforço para detetar estas ondulações através da monitorização de um conjunto de estrelas pulsantes, de nome rede de temporização de pulsares, que funcionam como relógios cósmicos. Com a próxima geração de radiotelescópios, a sensibilidade com que se pode monitorizar as mudanças no espaço e no tempo com os conjuntos de pulsares irá eventualmente aumentar de tal forma que poderá captar as ondas gravitacionais emitidas pelo sistema OJ 287.
Como refere Bart Ripperda, membro do CITA, "a combinação da informação que obteríamos destas ondas gravitacionais com a informação que obtemos dos telescópios tradicionais levará a grandes avanços na nossa compreensão da gravidade, dos buracos negros e da forma como as galáxias crescem ao longo do tempo. As simulações realistas serão cruciais para prever as assinaturas eletromagnéticas da física do plasma perto do horizonte de eventos".
Químicos encontram pistas sobre as origens das "buckyballs" no espaço (via Universidade do Colorado em Boulder)
Longe da Terra, nas vastas extensões do espaço entre as estrelas, existe um tesouro de carbono. Aí, naquilo a que os cientistas chamam o "meio interestelar", pode ser encontrada uma grande variedade de moléculas orgânicas - desde hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs) semelhantes a favos de mel até esferas de carbono com a forma de bolas de futebol. Num novo estudo, uma equipa internacional de investigadores utilizou experiências na Terra para recriar a química nas profundezas do espaço. Os resultados do grupo podem ter revelado etapas fundamentais nos processos que moldam estas moléculas orgânicas ao longo do tempo. Ler fonte
Álbum de fotografias As Plêiades no Céu do Planeta Terra
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Max Inwood
No céu noturno da Terra brilha o belo enxame estelar das Plêiades, um grupo compacto de estrelas a cerca de 400 anos-luz de distância, na direção da constelação de Touro e do Braço de Oríon da nossa Galáxia, a Via Láctea. Reconhecido desde a antiguidade, este notável conjunto celeste é visível a olho nu. O enxame das Plêiades está também bem posicionado para ser visto tanto do hemisfério norte como do hemisfério sul e, ao longo dos séculos, tem estado ligado a muitas tradições e celebrações culturais, incluindo a celebração do Dia das Bruxas. Na mitologia grega, as Plêiades eram sete filhas do titã astronómico Atlas e da ninfa do mar Pleione. Galileu desenhou pela primeira vez o enxame estelar visto através do seu telescópio com estrelas demasiado ténues para serem vistas a olho nu e Charles Messier registou a posição do enxame como a 45.ª entrada no seu conhecido catálogo de coisas que não são cometas. Nesta dramática paisagem noturna do planeta Terra, as estrelas das Plêiades aparecem embutidas em nebulosas de reflexão azuis e poeirentas, posicionadas acima do Monte Sefton, um dos picos mais altos da Nova Zelândia. Conhecido como Matariki, o enxame de estrelas está associado à celebração do Ano Novo Maori.
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