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  Astroboletim #2270  
  09/12 a 11/12/2025  
     
 
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MANHÃS ASTRONÓMICAS EM FARO

O Centro Ciência Viva do Algarve irá realizar uma observação do Sol, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Tavira, na seguinte data e local:
Data: 10 de dezembro de 2025
Hora: 10:30 - 12:00
Local: Parque de lazer das Figuras, frente ao Fórum Algarve

Atividade gratuita e não sujeita a marcação. Participe!
Esta atividade depende das condições atmosféricas.

Informações: +351 289 890 920
info@ccvalg.pt

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EFEMÉRIDES

DIA 09/12: 343.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1965, queda de um satélite em Kecksburg, perto de Pittsburgh, EUA.
Em 2006, lançamento da missão STS-116 do vaivém espacial Discovery, com componentes para a construção da ISS.
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HOJE, NO COSMOS:
Esta é a altura do ano em que M31, a Galáxia de Andrómeda, passa o mais alto pelas 20:00 (caso viva a latitudes médias norte). A hora exata depende de quão para este ou oeste, no fuso horário, o observador vive. Uns binóculos revelam o pequeno brilho de M31, logo ao lado da figura da constelação de Andrómeda.

 

DIA 10/12: 344.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1684, a derivação das leis de Kepler por Isaac Newton, que formam a sua teoria da gravidade, no artigo De motu corporum in gyrum, é lida à Real Sociedade por Edmund Halley.
Em 1901 foram atribuídos pela primeira vez os prémios Nobel.
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Röntgen receberia o da Física pela descoberta dos raios-X.
Em 1974, lançamento da Helios A, uma missão americana/germânica que consistia em duas naves desenhadas (lançamento da Helios B teve lugar em 15/01/1976) para penetrar a coroa do Sol. As sondas continuaram a enviar dados até 1985 e permanecem em órbita heliocêntrica.
Em 1998, no oitavo dia da missão STS-88, o comandante Bob Cabana e o cosmonauta russo Sergei Krikalev abrem pela primeira vez a escotilha da Estação Espacial Internacional (módulo Unity).
HOJE, NO COSMOS:
Vire-se para sudoeste durante esta semana, olhe para bem alto e aí está o Grande Quadrado de Pégaso apoiado num canto. É um pouco maior do que o punho à distância do braço esticado. As suas estrelas têm segunda e terceira magnitudes.
O brilhante planeta Saturno brilha para baixo e para a esquerda do Quadrado de Pégaso quando o observador está virado para sudoeste.
Será que já viu alguns meteoros das Geminídeas? A chuva atinge o seu pico no dia 14. Se vir um meteoro, tente rastrear o seu percurso pelo céu. Se chegar a Castor e Pollux - as cabeças dos Gémeos - o meteoro faz quase de certeza parte das Geminídeas.

 

DIA 11/12: 345.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1863, nascimento de Annie Jump Cannon, pioneira americana na classificação do espectro estelar.
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Em 1972, a Apollo 17 faz a sua alunagem.
HOJE, NO COSMOS:
Lua em Quarto Minguante, pelas 20:52.
A Lua nasce pelas 00:30 já de dia 12, por baixo da constelação de Leão. Será que consegue discernir que a sua fase, nessa altura, já não é exatamente um quarto?

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Medindo o cloro e o potássio no remanescente de uma supernova
 
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O cloro e o potássio necessários à formação de planetas e à manutenção da vida provêm da explosão de estrelas.
Crédito: JAXA
 

"Porque é que estamos aqui?" é a questão mais fundamental e persistente da humanidade. Traçar as origens dos elementos é uma tentativa direta de responder a esta questão ao seu nível mais profundo. Sabemos que muitos elementos são criados no interior de estrelas e supernovas, que depois os lançam no Universo, mas a origem de alguns elementos-chave tem permanecido um mistério.

O cloro e o potássio, ambos elementos que possuem um número ímpar de protões, são essenciais à vida e à formação dos planetas. De acordo com os modelos teóricos atuais, as estrelas produzem apenas cerca de um-décimo da quantidade destes elementos observada no Universo, uma discrepância que há muito intriga os astrofísicos.

Este facto inspirou um grupo de investigadores da Universidade de Quioto e da Universidade de Meiji a examinar remanescentes de supernova em busca de vestígios destes elementos. Utilizando o XRISM - abreviatura de X-Ray Imaging and Spectroscopy Mission, um satélite de raios X lançado pela JAXA em 2023 - a equipa conseguiu realizar observações espetroscópicas de raios X de alta resolução do remanescente de supernova Cassiopeia A na Via Láctea.

Os cientistas utilizaram o microcalorímetro Resolve a bordo do XRISM, que proporciona uma resolução, a altas energias, uma ordem de grandeza superior à dos detetores de raios X anteriores, o que lhes permitiu detetar ténues linhas de emissão de elementos raros. Analisaram então o espetro de raios-X de Cassiopeia A e compararam as abundâncias de cloro e potássio com vários modelos de nucleossíntese de supernova.

A equipa descobriu linhas claras de emissão de raios X de ambos os elementos em abundâncias muito superiores às previstas pelos modelos padrão de supernovas. Isto forneceu a primeira evidência observacional de que uma supernova pode criar cloro e potássio suficientes. A equipa sugere que a forte mistura no interior de estrelas massivas causada por rotação rápida, interação binária ou eventos de fusão de conchas, pode aumentar significativamente a produção destes elementos.

"Quando vimos os dados do Resolve pela primeira vez, detetámos elementos que nunca esperávamos ver antes do lançamento. Fazer uma descoberta destas com um satélite que desenvolvemos é uma verdadeira alegria como investigador", diz o autor correspondente Toshiki Sato.

Estes resultados revelam que os elementos vitais para a vida foram produzidos em ambientes rigorosos e intensos no interior das estrelas, muito longe de qualquer coisa que se assemelhe às condições necessárias para o aparecimento da vida. O estudo também demonstra o poder da espetroscopia de raios X de alta precisão para investigar as origens dos elementos e os processos físicos no interior das estrelas.

"Estou muito satisfeito por termos conseguido, ainda que ligeiramente, começar a compreender o que se passa no interior das estrelas em explosão", diz o autor correspondente Hiroyuki Uchida.

A seguir, a equipa planeia observar outros remanescentes de supernova com o XRISM para determinar se a produção acrescida de cloro e potássio é comum entre as estrelas massivas ou exclusiva de Cassiopeia A. Isto ajudará a revelar se tais processos internos de mistura são uma característica universal da evolução estelar.

"Como é que a Terra e a vida surgiram é uma questão eterna sobre a qual toda a gente já se interrogou pelo menos uma vez. O nosso estudo revela apenas uma pequena parte dessa vasta história, mas sinto-me verdadeiramente honrado por para ela ter contribuído", diz o autor correspondente Kai Matsunaga.

// Universidade de Quioto (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Nature Astronomy)

 


Quer saber mais?

Cloro:
Wikipedia

Potássio:
Wikipedia

Cassiopeia A:
Wikipedia

Supernova:
Wikipedia

Nucleossíntese de supernova:
Wikipedia

Remanescente de supernova:
Wikipedia

XRISM (X-Ray Imaging and Spectroscopy Mission):
JAXA
NASA
ESA
Wikipedia

 
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Astrónomos observam a explosão de estrelas em tempo real
 
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Imagens da Nova Herculis 2021 (V1674 Her) obtidas com o CHARA, dois e três dias após o início da erupção. As imagens mostram dois fluxos a expandir-se em direções quase perpendiculares, formando uma estrutura tipo ampulheta consistente com as previsões teóricas (ilustrada na impressão artística mais à direita).
Crédito: CHARA
 

Os astrónomos captaram imagens detalhadas e sem precedentes de duas explosões estelares - conhecidas como novas - poucos dias após a sua erupção. A descoberta fornece evidências diretas de que estas explosões são mais complexas do que se pensava, com múltiplos fluxos de material e, em alguns casos, atrasos dramáticos no processo de ejeção.

O estudo internacional, publicado na revista Nature Astronomy, utilizou uma técnica de ponta chamada interferometria no CHARA (Center for High Angular Resolution Astronomy), no estado norte-americano da Califórnia. Esta abordagem permitiu aos cientistas, incluindo a investigadora da Universidade do Estado do Michigan, Laura Chomiuk, combinar a luz de vários telescópios, alcançando a resolução nítida necessária para obter imagens diretas das explosões em rápida evolução.

As descobertas desafiam a ideia há muito defendida de que as erupções das novas são eventos únicos e impulsivos. Em vez disso, apontam para uma variedade de vias de ejeção, incluindo fluxos múltiplos e libertação tardia do invólucro, reformulando a nossa compreensão destas explosões cósmicas.

"As novas são mais do que fogo de artifício na nossa Galáxia - são laboratórios de física extrema", disse a professora de física e astronomia Laura Chomiuk. "Ao ver como e quando o material é ejetado, podemos finalmente ligar os pontos entre as reações nucleares na superfície da estrela, a geometria do material ejetado e a radiação altamente energética que detetamos no espaço".

As novas ocorrem quando um remanescente estelar denso, chamado anã branca, sofre uma reação nuclear descontrolada depois de ter roubado material da sua estrela companheira. Até há pouco tempo, os astrónomos só podiam inferir indiretamente as fases iniciais destas erupções, porque o material em expansão aparecia como um único ponto de luz não resolvido.

Revelar a forma como o material ejetado é expelido e interage é crucial para compreender como as ondas de choque nas novas se formam, que foram descobertas pela primeira vez pelo instrumento LAT (Large Area Telescope) do Fermi da NASA. Nos seus primeiros 15 anos, o LAT do Fermi detetou emissões GeV de mais de 20 novas, estabelecendo estas explosões como emissoras de raios gama galácticos e realçando o seu potencial como fontes multi-mensageiras.

Um conto de duas novas

A equipa obteve imagens de duas novas muito diferentes que entraram em erupção em 2021. Uma, Nova V1674 Herculis, foi uma das mais rápidas de que há registo, aumentando de brilho e desaparecendo em apenas alguns dias. As imagens revelaram dois fluxos de gás distintos e perpendiculares - evidência de que a explosão foi alimentada por múltiplas ejeções em interação. De forma notável, estes novos fluxos emergentes apareceram nas imagens enquanto o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA detetava raios gama altamente energéticos, ligando diretamente a emissão de choque aos fluxos de gás em colisão.

A segunda, Nova V1405 Cassiopeiae, evoluiu muito mais lentamente. Surpreendentemente, manteve as suas camadas exteriores durante mais de 50 dias antes de finalmente as ejetar, fornecendo a primeira evidência clara de uma expulsão tardia. Quando o material foi finalmente expelido, novos choques foram despoletados - produzindo novamente raios gama vistos pelo Fermi da NASA.

 
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Imagens da Nova Cassiopeiae 2021 (V1405 Cas) obtidas com o CHARA entre 55 e 67 dias após o início da erupção. As duas primeiras imagens revelam que, mesmo após quase 50 dias, a nova ainda não tinha expelido a maior parte do seu material. Em contraste, a imagem final - obtida duas semanas depois - mostra a eventual ejeção de material em grande escala, que coincidiu com o início da emissão de raios gama altamente energéticos detetada pelo Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA.
Crédito: CHARA
 

"Estas observações permitem-nos assistir a uma explosão estelar em tempo real, algo que é muito complicado e que há muito se pensa ser extremamente desafiante", disse o professor Elias Aydi, autor principal do estudo e professor de física e astronomia na Universidade de Tecnologia do Texas. "Em vez de vermos apenas um simples clarão de luz, estamos agora a descobrir a verdadeira complexidade da forma como estas explosões se desenrolam. É como passar de uma fotografia a preto e branco granulada para um vídeo de alta-definição".

Revelando estruturas ocultas

A capacidade de resolver detalhes tão finos resulta da utilização da interferometria, a mesma técnica que tornou possível obter imagens do buraco negro no centro da nossa Galáxia. Estas imagens nítidas foram complementadas por espetros de grandes observatórios como o Gemini, que seguiram a evolução das impressões digitais do gás ejetado. À medida que apareciam novas características nos espetros, estas alinhavam-se com as estruturas reveladas nas imagens interferométricas, fornecendo uma poderosa confirmação de um para um da forma como os fluxos se estavam a moldar e a colidir.

"Este é um avanço extraordinário", comenta Jon Monnier, da Universidade do Michigan, coautor do estudo e perito em imagens interferométricas. "O facto de podermos agora observar a explosão de estrelas e ver imediatamente a estrutura do material que é lançado para o espaço é notável. Abre uma nova janela para alguns dos acontecimentos mais dramáticos do Universo".

Os resultados não só revelam uma complexidade inesperada nas novas, como também ajudam a explicar as suas poderosas ondas de choque, conhecidas por produzirem radiação altamente energética como os raios gama. O telescópio Fermi da NASA foi o instrumento chave na descoberta desta ligação, estabelecendo as novas como laboratórios naturais para o estudo da física de choque e da aceleração de partículas.

"Isto é apenas o início", disse Aydi. "Com mais observações como estas, podemos finalmente começar a responder a grandes questões sobre como as estrelas vivem, morrem e afetam o seu ambiente. As novas, outrora vistas como simples explosões, estão a revelar-se muito mais ricas e fascinantes do que imaginávamos".

// Universidade do Estado do Michigan (comunicado de imprensa)
// Universidade do Estado da Geórgia (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Nature Astronomy)

 


Quer saber mais?

Nova V1674 Herculis:
Simbad
Wikipedia

Nova V1405 Cassiopeiae:
Simbad
Wikipedia

Nova:
Wikipedia

CHARA (Center for High Angular Resolution Astronomy):
Página principal
Wikipedia

Telescópio Espacial Fermi:
NASA
Wikipedia

 
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Resolvido um mistério em torno das cinturas de radiação de Úrano
 
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Cientistas do SwRI compararam os impactos climáticos de uma estrutura rápida de vento solar (primeiro painel) que levou a uma intensa tempestade solar na Terra em 2019 (segundo painel) com as condições observadas em Úrano pela Voyager 2 em 1986 (terceiro painel) para potencialmente resolver um mistério com 39 anos acerca das cinturas de radiação extremas encontradas.
Crédito: SwRI
 

Cientistas do SwRI (Southwest Research Institute) pensam ter resolvido um mistério com 39 anos sobre as cinturas de radiação em torno de Úrano.

Em 1986, quando a Voyager 2 fez o primeiro e único "flyby" por Úrano, mediu uma cintura de radiação de eletrões surpreendentemente forte a níveis significativamente mais elevados do que o previsto. Baseada em extrapolações de outros sistemas planetários, a cintura de radiação de eletrões de Úrano encontrava-se muito acima dos parâmetros esperados. Desde então, os cientistas têm-se perguntado como é que o sistema uraniano poderia suportar uma cintura de radiação de eletrões tão intensa, num planeta diferente de tudo o que existe no Sistema Solar.

Com base em novas análises, os cientistas do SwRI teorizam que as observações da Voyager 2 podem ter mais em comum com os processos na Terra provocados por grandes tempestades de vento solar. Os cientistas pensam agora que uma estrutura de vento solar - conhecida como uma região de interação corrotante - estava provavelmente a passar pelo sistema uraniano. Isto poderia explicar os níveis extremos de energia observados pela Voyager 2.

"A ciência avançou muito desde a passagem da Voyager 2", disse o Dr. Robert Allen do SwRI, autor principal de um artigo científico que descreve esta investigação. "Decidimos adotar uma abordagem comparativa, olhando para os dados da Voyager 2 e comparando-os com as observações da Terra que fizemos nas décadas seguintes".

Este novo estudo indica que o sistema uraniano pode ter sofrido um evento climático espacial durante a visita da Voyager 2, que levou a poderosas ondas de alta frequência, as mais intensas observadas durante toda a missão da Voyager 2. Em 1986, os cientistas pensavam que estas ondas dispersariam os eletrões que se perderiam na atmosfera de Úrano. Mas desde então, disse Allen, os cientistas aprenderam que essas mesmas ondas, sob certas condições, podem também acelerar os eletrões e fornecer energia adicional aos sistemas planetários.

"Em 2019, a Terra passou por um desses eventos, que causou uma imensa quantidade de aceleração de eletrões da cintura de radiação", disse a Dra. Sarah Vines do SwRI, coautora do artigo científico. "Se um mecanismo semelhante interagiu com o sistema uraniano, isso explicaria por que a Voyager 2 viu toda esta energia adicional inesperada".

Mas estas descobertas também levantam muitas questões adicionais sobre a física fundamental e a sequência de eventos que permitiriam estas intensas emissões de ondas.

"Esta é apenas mais uma razão para enviar uma missão a Úrano", disse Allen. "As descobertas têm implicações importantes para sistemas semelhantes, como o de Neptuno".

// SwRI (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Geophysical Research Letters)

 


Quer saber mais?

Úrano:
CCVAlg - Astronomia
NASA
The Nine Planets
Wikipedia

Região de interação corrotante:
Wikipedia

Voyager 2:
NASA
The Sky Live
Wikipedia

 
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Também em destaque
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exemplo   Crescimento tardio de estrelas jovens permite, afinal, a formação de planetas gigantes (via Universidade Clemson)
As estrelas jovens, tal como os seres humanos, podem sofrer um surto de crescimento tardio - uma descoberta que desafia as crenças de longa data sobre a formação de estrelas ligeiramente mais massivas do que o Sol e lança luz sobre as origens dos planetas gigantes. Ler fonte
     
  Que horas são em Marte? Os físicos têm a resposta (via NIST)
Cientistas calcularam que os relógios em Marte funcionarão em média 477 milionésimos de segundo mais depressa do que os relógios na Terra por dia. Este cálculo é necessário para as futuras redes de navegação e comunicação espacial. Compreender como os relógios funcionam noutros planetas também expande o conhecimento dos físicos sobre as teorias da relatividade de Einstein. Ler fonte
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Álbum de fotografias
Os Jatos Bipolares de KX Andromedae

exemplo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Tim Schaeffer e Deep Sky Collective
 
Lançados pela estrela variável KX Andromedae, estes espantosos jatos bipolares têm 19 anos-luz de comprimento. Recentemente descobertos, são revelados com um pormenor sem precedentes nesta imagem telescópica profunda centrada em KX And composta por mais de 692 horas de dados de imagem. De facto, KX And é espetroscopicamente considerado um sistema estelar binário em interação, consistindo numa estrela quente e brilhante do tipo B com uma estrela gigante fria e inchada como sua companheira próxima e co-orbitante. O material estelar da estrela gigante fria está provavelmente a ser transferido para a estrela quente do tipo B através de um disco de acreção, com espetaculares jatos simétricos dirigidos para fora perpendicularmente ao próprio disco. A distância conhecida até KX And de 2500 anos-luz, o tamanho angular dos jatos e a inclinação estimada do disco de acreção levam a uma estimativa do tamanho de cada jato de uns espantosos 19 anos-luz.
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