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20/02 a
23/02/2026

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Astroboletim #2291

 

Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma "galáxia escura"

O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.

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Almanaque do espaço e do tempo

Dia 20/02: 51.º dia do calendário gregoriano 

NESTE DIA ACONTECEU...

• Por volta das 21 horas, a Ursa Maior apoia-se na sua "pega" a nordeste. A noroeste, Cassiopeia também está apoiada de lado (o seu lado mais brilhante), mais ou menos à mesma altura.

• Entre estas duas constelações está Polaris, com aproximadamente o mesmo brilho que as estrelas da Ursa Maior.

 

Dia 21/02: 52.º dia do calendário gregoriano 

NESTE DIA ACONTECEU...

• Sirius encontra-se alta a sul pelas 21 horas. Usando binóculos ou um telescópio com baixa ampliação, examine a área 4º para sul de Sirius (diretamente para baixo quando esta está no meridiano). Quatro graus corresponde aproximadamente a menos de um campo de visão binocular.

• Consegue observar aí uma pequena mancha cinzenta difusa? É o enxame aberto M41, a cerca de 2300 anos-luz de distância.

• Sirius, em comparação, fica a apenas 8,6 anos-luz - e, por estar tão perto, brilha aproximadamente 400 vezes mais do que todo o enxame.

 

Dia 22/02: 53.º dia do calendário gregoriano 

NESTE DIA ACONTECEU...

• A primavera só chega daqui a quase um mês, mas Arcturo, a Estrela da Primavera, parece ansiosa por dar nas vistas.

• Sobe acima do horizonte a este-nordeste depois da hora de jantar, dependendo da latitude do observador.

 

Dia 23/02: 54.º dia do calendário gregoriano 

NESTE DIA ACONTECEU...

• A Lua, quase em Quarto Crescente, situa-se um pouco para baixo e para a direita do enxame das Plêiades.

• Acompanhe os dois astros ao longo da noite para verificar que o nosso satélite natural se vai aproximando do enxame aberto (da perspetiva do céu da Terra).

 

O rover Perseverance já identifica, de forma autónoma, a sua localização em Marte

O rover Perseverance pode agora determinar autonomamente a sua posição com grande precisão sem depender de comandos da Terra, graças à tecnologia chamada "Mars Global Localization". Esta técnica compara imagens panorâmicas captadas pelo rover com mapas orbitais, permitindo localizar-se dentro de ~25 cm e potenciar deslocações mais longas e autónomas na superfície marciana.

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Os astrónomos podem ter acabado de encontrar um dos elos que faltavam na evolução das galáxias

Uma equipa de 48 astrónomos de 14 países, liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma população de galáxias empoeiradas e formadoras de estrelas que se formaram apenas mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias podem representar um "elo perdido" na evolução galáctica, ligando tipos diferentes e desafiando modelos atuais do Universo.

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Também em destaque

Predadores cósmicos: como os buracos negros supermassivos abrandam a formação estelar em galáxias próximas (via Universidade do Arizona)
Um estudo liderado por astrónomos da Universidade do Arizona sugere que buracos negros supermassivos extremamente ativos podem suprimir a formação estelar não só nas suas próprias galáxias, mas também em galáxias vizinhas até a milhões de anos-luz de distância. A intensa radiação de quasares divide o hidrogénio molecular, reduzindo o combustível disponível para criar novas estrelas.

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Cientistas planetários descobrem atividade tectónica recente na Lua (via Smithsonian)
Cientistas do Smithsonian criaram o primeiro mapa global de pequenas cristas nas planícies escuras da Lua, chamadas SMRs (small mare ridges), que resultam de atividade tectónica relativamente recente. Estas cristas, formadas há dezenas a centenas de milhões de anos, mostram que a Lua continua a contrair-se e pode gerar sismos, informação importante para futuras missões lunares.

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Álbum de fotografias

As Caudas do Cometa Wierzchoś

(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: José J. Chambó; Texto - Cecilia Chirenti (Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, UMCP, CRESST II)

Alguns cometas são hóspedes regulares da nossa vizinhança solar; outros passam por cá apenas uma vez, para nunca mais voltar. Não teremos outra oportunidade de ver o Cometa C/2024 E1 (Wierzchoś), que está atualmente a fazer o seu caminho através do Sistema Solar interior. A órbita hiperbólica deste cometa indica que provavelmente tornar-se-á um viajante interestelar. O Cometa Wierzchoś fez há dias a sua maior aproximação à Terra, passando aproximadamente à mesma distância do nosso planeta que o Sol. A exposição de 30 minutos aqui em destaque foi obtida na semana passada no Chile e mostra uma cauda iónica com 5 graus de comprimento, bem como três caudas de poeira mais curtas. A tonalidade verde da cabeleira provém da quebra das moléculas de dicarbono pela luz solar, mas esse processo não dura o tempo suficiente para também tingir as caudas. À direita encontra-se uma galáxia espiral muito distante: NGC 300.

 
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