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  Astroboletim #2164  
  03/12 a 05/12/2024  
     
 
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EFEMÉRIDES

DIA 03/12: 338.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1886 nascia Manne Siegbahn, físico sueco que recebeu o Prémio Nobel da Física em 1924 pelas "suas descobertas e pesquisas no campo da espetroscopia de raios-X".
Em 1904, Charles Dillon Perrine descobre a lua joviana Himalia.
Em 1958, o JPL era transferido do controlo do exército americano para o controlo da NASA.
Em 1971, a sonda soviética Mars 3 torna-se na primeira a aterrar com sucesso em Marte.
Em 1973, a Pioneer 10 enviava para a Terra as primeiras imagens de Júpiter.
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Em 1974, voo rasante da sonda Pioneer 11 por Júpiter
Em 1999, a NASA perdia o contato com a Mars Polar Lander, minutos antes da entrada na atmosfera de Marte.
Em 2014, a JAXA (agência espacial japonesa) lança a sonda Hayabusa2, numa missão com a duração de seis anos e com o objetivo de recolher amostras de um asteroide.
Em 2015, a ESA lança com sucesso a LISA Pathfinder, uma nave desenhada para demonstrar tecnologia para observar ondas gravitacionais no espaço.
HOJE, NO COSMOS:
Ao lusco-fusco, aviste a Lua Crescente, com apenas 3 dias, a cerca de um punho à distância do braço esticado para baixo e para a direita de Vénus.

 

DIA 04/12: 339.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1639, Jeremiah Horrocks fazia a primeira observação, de que há registo, de um trânsito de Vénus.
Em 1965, lançamento da missão Gemini 7.
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Frank Borman e James A. Lovell Jr. completam um voo de 14 dias, ao todo 220 órbitas. A missão tinha dois objetivos: estudar os efeitos a longo-prazo do voo espacial e fazer o "rendezvous" com a Gemini 6
Em 1978, a sonda americana Pioneer/Venus torna-se na primeira a orbitar Vénus.
Em 1996, é lançada a Mars Pathfinder.
Em 1998, é lançado o módulo Unity, o segundo módulo da Estação Espacial Internacional.
HOJE, NO COSMOS:
Aviste a Lua junto a Vénus ao lusco-fusco e durante cerca de uma hora depois do anoitecer, separados por cerca de 4º.

 

DIA 05/12: 340.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1901, nascia Werner Heisenberg, físico teórico alemão e um dos pioneiros da mecânica quântica. Recebeu o prémio Nobel da Física em 1932.
Em 1990, a primeira fotografia (galáxia NGC 1232 em Erídano) tirada com o telescópio Keck é publicada no Los Angeles Times.
Em 2014, o primeiro voo de testes da nave Orion da NASA. 
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HOJE, NO COSMOS:
A Lua continua a sua viagem pelo céu e está hoje para cima e para a esquerda de Vénus.

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Novas observações de uma supernova permitem aos astrónomos espreitar o passado cósmico
 
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A localização de galáxias pobres em metais pode revelar informações únicas sobre a sua formação no início do Universo.
Crédito: Getty Images
 

Uma equipa internacional de investigadores fez novas observações de uma supernova invulgar, encontrando a explosão estelar mais pobre em metais alguma vez observada.

Esta rara supernova, designada 2023ufx, teve origem no colapso do núcleo de uma estrela supergigante vermelha, que explodiu nos arredores de uma galáxia anã próxima. Os resultados do estudo mostraram que as observações desta supernova e da galáxia em que foi descoberta têm uma baixa metalicidade, o que significa que não têm uma abundância de elementos mais pesados do que o hidrogénio ou o hélio.

Uma vez que os metais produzidos nas supernovas informam as suas propriedades, incluindo a forma como as estrelas evoluem e morrem, aprender mais sobre a sua formação pode dizer aos astrónomos muito sobre o estado do Universo quando este começou, especialmente porque não havia essencialmente metais na altura do seu nascimento, disse Michael Tucker, autor principal do estudo e membro do Centro de Cosmologia e Astrofísica de Partículas da Universidade Estatal de Ohio, EUA.

"Se alguém quiser prever como surgiu a Via Láctea, tem de ter uma boa ideia de como as primeiras estrelas em explosão alimentaram a geração seguinte", disse Tucker. "Compreender isso dá aos cientistas um excelente exemplo de como os primeiros objetos afetaram o seu ambiente".

As galáxias anãs, em particular, são análogas locais úteis às condições que os cientistas esperam encontrar no Universo primitivo. Graças a elas, os astrónomos sabem que, embora as primeiras galáxias fossem pobres em metais, todas as galáxias grandes e brilhantes perto da Via Láctea tiveram muito tempo para que as estrelas explodissem e aumentassem o conteúdo de metais, disse Tucker.

O conteúdo metálico que uma supernova possui também influencia aspetos como o número de reações nucleares que pode ter ou o tempo que a sua explosão permanece brilhante. É também uma das razões pelas quais muitas estrelas de baixa massa correm ocasionalmente o risco de se transformarem em buracos negros.

O estudo foi publicado recentemente na revista The Astrophysical Journal.

Embora o evento observado pela equipa de Tucker seja apenas a segunda supernova encontrada com baixa metalicidade, o que é mais invulgar é a sua localização relativamente à Via Láctea, disse Tucker.

Normalmente, qualquer supernova pobre em metais que os astrónomos esperassem encontrar seria provavelmente demasiado ténue para ser vista a partir da nossa Galáxia, devido à distância a que se encontra. Agora, graças ao advento de instrumentos mais potentes como o Telescópio Espacial James Webb da NASA, a deteção de galáxias distantes pobres em metais tornou-se exponencialmente mais fácil.

"Não existem assim tantos locais pobres em metais no Universo próximo e, antes do JWST, era difícil encontrá-los", disse Tucker.

Mas o avistamento de SN 2023ufx acabou por ser um feliz acidente para os investigadores. As novas observações desta supernova em particular revelaram que muitas das suas propriedades e comportamentos são nitidamente diferentes de outras supernovas em galáxias próximas.

Por exemplo, esta supernova teve um período de brilho que se manteve estável durante cerca de 20 dias antes de diminuir, ao passo que o brilho das suas congéneres ricas em metais dura normalmente cerca de 100 dias. O estudo mostrou também que foi ejetada uma grande quantidade de material em movimento rápido durante a explosão, sugerindo que devia estar a girar muito depressa quando explodiu.

Este resultado implica que as estrelas pobres em metais e de rotação rápida devem ter sido relativamente comuns durante os primeiros tempos do Universo, disse Tucker. A teoria da sua equipa é que a supernova provavelmente tinha ventos estelares fracos - correntes de partículas emitidas pela atmosfera da estrela - que a levaram a cultivar e libertar tanta energia.

De um modo geral, as observações lançam as bases para os astrónomos melhor investigarem a forma como as estrelas pobres em metais sobrevivem em diferentes ambientes cósmicos e podem mesmo ajudar alguns teóricos a modelar com maior precisão o comportamento das supernovas no Universo primitivo.

"Se alguém quiser prever como as galáxias se formam e evoluem, a primeira coisa que se quer ter é uma boa ideia de como as primeiras estrelas em explosão influenciaram a sua área local", disse Tucker.

A investigação futura poderá ter como objetivo determinar se a supernova foi maior a dada altura, quer por ser uma estrela supermassiva, quer por os seus materiais terem sido retirados por uma companheira binária ainda por descobrir.

Até lá, os investigadores terão de esperar que haja mais dados disponíveis.

"Estamos tão cedo na era do JWST que ainda estamos a descobrir muitas coisas que não compreendemos sobre as galáxias", disse Tucker. "A esperança a longo prazo é que este estudo sirva de referência para descobertas semelhantes".

// Universidade Estatal de Ohio (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal)
// Artigo científico (arXiv.org)

 


Quer saber mais?

SN 2023ufx:
Transient Name Server

Supernova:
Wikipedia 
Supernova do Tipo II (Wikipedia)

JWST (Telescópio Espacial James Webb):
NASA
STScI
STScI (website para o público)
ESA
ESA/Webb
Wikipedia
Facebook
X/Twitter
Instagram
Blog do JWST (NASA)
Ciclo 3 GO do Webb (STScI)
Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)
Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)
NIRISS (NASA)
NIRCam (NASA)
MIRI (NASA)
NIRSpec (NASA)

 
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Uma pista do que está por baixo das superfícies insípidas de Úrano e Neptuno
 
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Uma vista em "explosão" de um planeta gigante gelado como Úrano ou Neptuno. Uma nova teoria propõe que por baixo da densa atmosfera se encontra uma camada rica em água (a azul) que se separou de uma camada mais profunda de carbono, azoto e hidrogénio, quente e a alta pressão (a âmbar). A pressão espreme o hidrogénio das moléculas de metano e amoníaco, criando camadas estratificadas de hidrocarbonetos que não se podem misturar com a camada de água, o que impede a convecção, convecção esta que cria um campo magnético dipolar.
Crédito: Quanta Magazine
 

Chuva de diamantes? Água superiónica?

Estas são apenas duas propostas que os cientistas planetários apresentaram para o que se encontra por baixo das espessas atmosferas azuladas de hidrogénio e hélio de Úrano e Neptuno, gigantes gelados do nosso Sistema Solar, mas superficialmente insípidos.

Um cientista planetário da Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA, propõe agora uma teoria alternativa - que os interiores destes dois planetas são constituídos por camadas e que as duas camadas, tal como o azeite e a água, não se misturam. Esta configuração explica perfeitamente os invulgares campos magnéticos dos planetas e implica que as teorias prévias acerca dos interiores provavelmente não são verdadeiras.

Num artigo científico publicado a semana passada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, Burkhard Militzer defende que existe um oceano profundo de água logo abaixo das camadas de nuvens e, por baixo, um fluido altamente comprimido de carbono, azoto e hidrogénio. As simulações em computador mostram que, sob as temperaturas e pressões do interior dos planetas, uma combinação de água (H2O), metano (CH3) e amoníaco (NH3) se separaria naturalmente em duas camadas, principalmente porque o hidrogénio seria espremido do metano e do amoníaco que constituem grande parte do interior profundo.

Estas camadas imiscíveis explicariam porque é que nem Úrano nem Neptuno têm um campo magnético como o da Terra. Esta foi uma das descobertas surpreendentes acerca dos gigantes gelados do nosso Sistema Solar feitas pela missão Voyager 2 no final da década de 1980.

"Agora temos, diria eu, uma boa teoria sobre a razão pela qual Úrano e Neptuno têm campos realmente diferentes, e é bem diferente da da Terra, de Júpiter e de Saturno", disse Militzer, professor de ciências terrestres e planetárias da UC Berkeley. "Não sabíamos disto antes. É como o azeite e a água, só que o azeite vai para baixo porque o hidrogénio é perdido".

Se outros sistemas estelares tiverem composições semelhantes às nossas, disse Militzer, os gigantes de gelo à volta dessas estrelas poderão ter estruturas internas semelhantes. Os planetas do tamanho de Úrano e Neptuno - os chamados planetas subneptuno - estão entre os exoplanetas mais comuns descobertos até à data.

A convecção conduz a campos magnéticos

À medida que um planeta arrefece da sua superfície para baixo, o material frio e mais denso afunda-se, enquanto as manchas de fluido mais quente sobem como água a ferver - um processo chamado convecção. Se o interior for condutor de eletricidade, uma camada espessa de material em convecção gerará um campo magnético dipolar semelhante ao de um íman em barra. O campo dipolar da Terra, criado pelo seu núcleo externo de ferro líquido, produz um campo magnético que vai do polo norte ao polo sul e é a razão pela qual as bússolas apontam para os polos.

 
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Um diagrama da estrutura interior de Úrano mostrando quatro camadas distintas: hidrogénio (azul claro); água (azul escuro); hidrocarbonetos (vermelho); e um núcleo rochoso (amarelo). Úrano tem um campo magnético desordenado que tem origem na sua camada de água. A imagem também mostra a extrema inclinação do eixo de Úrano em relação à sua órbita e um dos ténues anéis de material que rodeiam o planeta.
Crédito: Burkhard Militzer, UC Berkeley e NASA
 

Mas a Voyager 2 descobriu que nenhum dos dois gigantes de gelo tem esse campo dipolar, apenas campos magnéticos desorganizados. Isto implica que não há movimento convectivo de material, numa camada espessa, no interior profundo dos planetas.

Para explicar estas observações, dois grupos de investigação distintos propuseram, há mais de 20 anos, que os planetas devem ter camadas que não se podem misturar, impedindo assim a convecção em grande escala e um campo magnético dipolar global. A convecção numa das camadas poderia, no entanto, produzir um campo magnético desorganizado. Mas nenhum dos grupos conseguiu explicar de que eram feitas estas camadas que não se misturam.

Há dez anos, Militzer tentou repetidamente resolver o problema, utilizando simulações em computador de cerca de 100 átomos com as proporções de carbono, oxigénio, azoto e hidrogénio refletindo a composição conhecida dos elementos do Sistema Solar primitivo. Com as pressões e temperaturas previstas para os interiores dos planetas - 3,4 milhões de vezes a pressão atmosférica da Terra e 4750 K, respetivamente - não conseguiu encontrar uma forma de formar camadas.

Porém, no ano passado, com a ajuda da aprendizagem de máquina, conseguiu executar um modelo informático que simulava o comportamento de 540 átomos e, para sua surpresa, descobriu que as camadas se formam naturalmente à medida que os átomos são aquecidos e comprimidos.

"Um dia, olhei para o modelo e a água tinha-se separado do carbono e do azoto. O que eu não conseguia fazer há 10 anos atrás estava agora a acontecer", disse ele. "Pensei: 'Uau! Agora sei porque é que as camadas se formam: uma é rica em água e a outra é rica em carbono, e em Úrano e Neptuno, é o sistema rico em carbono que está por baixo. A parte pesada fica em baixo e a parte mais leve fica em cima e não pode fazer qualquer convecção'".

"Não podia descobrir isto sem ter um grande sistema de átomos, e o grande sistema não podia ser simulado há 10 anos", acrescentou.

A quantidade de hidrogénio espremido aumenta com a pressão e a profundidade, formando uma camada estratificada estável de carbono, azoto e hidrogénio, quase como um polímero plástico, disse. Enquanto a camada superior, rica em água, provavelmente convecta para produzir o campo magnético desorganizado observado, a camada mais profunda, estratificada e rica em hidrocarbonetos, não pode.

Quando modelou a gravidade produzida por um Úrano e por um Neptuno em camadas, os campos gravitacionais coincidiram com os medidos pela Voyager 2 há quase 40 anos.

"Se perguntarem aos meus colegas: 'O que acham que explica os campos de Úrano e Neptuno?' eles poderão dizer: 'Bem, talvez seja esta chuva de diamantes, mas talvez seja esta propriedade da água a que chamamos superiónica'", disse. "Do meu ponto de vista, isso não é plausível. Mas se tivermos esta separação em duas camadas, isso deve explicar tudo".

 
Modelos das estruturas interiores dos planetas gigantes gelados Úrano e Neptuno, que apresentam duas camadas intermédias distintas: uma camada superior, rica em água e em convecção, onde são gerados campos magnéticos desorganizados, e uma camada inferior, não-convectante e rica em hidrocarbonetos. Novas simulações computacionais mostram que os materiais gelados se separam naturalmente a altas pressões e temperaturas nestas duas camadas.
Crédito: Burkhard Militzer, UC Berkeley
 

Militzer prevê que por baixo da atmosfera de Úrano, com quase 5 mil quilómetros de espessura, se encontre uma camada rica em água com cerca de 8 mil quilómetros de espessura e, por baixo desta, uma camada rica em hidrocarbonetos, também com cerca de 8 mil quilómetros de espessura. O seu núcleo rochoso tem aproximadamente o tamanho do planeta Mercúrio. Apesar de Neptuno ser mais massivo do que Úrano, é mais pequeno em diâmetro, com uma atmosfera mais fina, mas com camadas igualmente espessas, ricas em água e hidrocarbonetos. O seu núcleo rochoso é ligeiramente maior do que o de Úrano, aproximadamente do tamanho de Marte.

Ele espera trabalhar com colegas que possam testar, com experiências laboratoriais sob temperaturas e pressões extremamente elevadas, se as camadas se formam em fluidos com as proporções de elementos encontradas no sistema protosolar. Uma missão proposta pela NASA a Úrano poderia também fornecer uma confirmação, se a nave espacial tiver a bordo um gerador de imagens Doppler para medir as vibrações do planeta. Um planeta em camadas vibraria a frequências diferentes das de um planeta em convecção, disse Militzer. O seu próximo projeto é utilizar o modelo computacional para calcular a diferença entre as vibrações dos planetas.

// UC Berkeley (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Proceedings of the National Academy of Sciences)

 


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PHYSORG
Forbes
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Úrano:
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NASA
The Nine Planets
Wikipedia

Neptuno:
CCVAlg - Astronomia
NASA
The Nine Planets
Wikipedia

Voyager 2:
NASA
The Sky Live
Wikipedia

 
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Álbum de fotografias
Messier 4

exemplo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Steve Crouch
 
Messier 4 pode ser encontrado a oeste da brilhante estrela gigante vermelha Antares, a estrela alfa da constelação de Escorpião. O próprio M4 é apenas visível a partir de locais escuros, apesar do enxame globular de cerca de 100.000 estrelas estar a apenas 5500 anos-luz de distância. Ainda assim, a sua proximidade a olhos telescópicos curiosos torna-o um alvo privilegiado para explorações astronómicas. Estudos recentes incluíram observações do Hubble das estrelas variáveis cefeidas pulsantes de M4, de estrelas anãs brancas em arrefecimento e do antigo exoplaneta PSR B1620-26 b. Esta imagem nítida foi captada com um pequeno telescópio a partir do planeta Terra. À distância estimada de M4, abrange cerca de 50 anos-luz.
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