Astrónomos observaram dois jatos de partículas no núcleo de uma galáxia. Poderá ser uma evidência direta de um par muito íntimo de buracos negros massivos. O sistema, prestes a fundir-se, confirma previsões teóricas e ajuda a compreender a fase final da fusão destes objetos extremos.
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🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 10/04: 100.º dia do calendário gregoriano
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• Lua em Quarto Minguante, pelas 05:52.
• Nesta altura do ano, as duas estrelas mais brilhantes das duas constelações dos cães alinham-se verticalmente depois da hora de jantar, atualmente pelas 21:30.
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• Olhe para sudoeste. A brilhante estrela Sirius, de Cão Maior, está em baixo, e Procyon, de Cão Menor, está bem para cima.
• Para a direita do seu ponto médio está a alaranjada Betelgeuse, a terceira estrela do equilátero Triângulo de Inverno. Assinala o ombro de Oríon.
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Dia 11/04: 101.º dia do calendário gregoriano
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• Encontre novamente Procyon, para cima da brilhante Sirius a sudoeste.
• Cerca de 15º (punho e meio à distância do braço esticado) para a esquerda e um pouco para cima de Procyon, procure a ténue cabeça da Hidra, a enorme Serpente Marinha. A sua cabeça é um grupo de estrelas de terceira e quarta magnitudes com aproximadamente o tamanho de um polegar à distância do braço esticado.
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• Cerca de punho e meio à distância do braço esticado para baixo e para a esquerda da cabeça da Hidra brilha Alphard, o seu coração laranja de segunda magnitude. O resto da constelação da Hidra ziguezagueia de Alphard até ao horizonte a sudeste.
• A cabeça da Hidra perfaz um triângulo mais ou menos equilátero com Regulus e com Alphard.
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Dia 12/04: 102.º dia do calendário gregoriano
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• Arcturus brilha a este por estas noites. A Ursa Maior, alta a nordeste, aponta a "pega" da sua "frigideira" para baixo e para a direita na sua direção.
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• Arcturus assinala a ponta de um longo e estreito asterismo com a forma de papagaio-de-papel constituído pelas estrelas mais brilhantes da constelação de Boötes (Boieiro). O papagaio-de-papel está atualmente inclinado para o lado esquerdo de Arcturus. A cabeça do papagaio-de-papel, para a esquerda, está ligeiramente curvada para cima. Este asterismo tem 23º: cerca de dois punhos à distância do braço esticado.
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Dia 13/04: 103.º dia do calendário gregoriano
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• Bem acima da "frigideira" da Ursa Maior, nestas noites tardias (pelas 23 horas), quase a cruzar o zénite, encontram-se três pares de estrelas pouco brilhantes, visíveis a olho nu, todas de terceira ou quarta magnitudes, dois pares dos quais assinalam os pés da Ursa.
• Segundo a mitologia árabe, são também conhecidas como os "Três Saltos da Gazela". Formam uma linha este-oeste que se situa aproximadamente a meio caminho entre a "frigideira" da Ursa Maior e a "foice" de Leão. A linha tem 30º (três punhos à distância do braço esticado) de comprimento.
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• De acordo com a antiga lenda árabe, a gazela estava a beber num lago - o grande e ténue enxame estelar da Cabeleira de Berenice - e fugiu para longe quando assustada por um movimento da cauda de Leão, Denébola, que se encontrava nas proximidades. Leão, no entanto, parece não estar ao corrente da sua potencial presa; está virado para o outro lado.
• Outra versão da lenda considera o enxame de estrelas da Cabeleira de Berenice como a ponta da cauda estendida de Leão e o lago é formado por estrelas na Ursa Maior.
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Simulações mostram que o campo magnético de Júpiter criou uma "cavidade" no disco de material à sua volta, permitindo a formação e sobrevivência de várias luas grandes. Já Saturno, com campo mais fraco, não formou essa estrutura, explicando porque tem menos luas grandes e um sistema diferente.
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Foram identificados dezenas de milhares de enormes halos de hidrogénio em torno de galáxias no Universo primitivo, confirmando que este gás essencial para formar estrelas era abundante. A descoberta, baseada no projeto HETDEX, revela que estas estruturas são comuns e ajuda a compreender melhor o crescimento das primeiras galáxias.
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"E a todos vocês aí na Terra e à volta da Terra, mandamos-vos um abraço, da Lua. Vemo-nos no outro lado", disse o piloto da Artemis II, Victor Glover, no dia 6 de abril, às 23:44 (hora portuguesa), enquanto 8,3 mil milhões de pessoas - menos quatro - e um planeta se punham abaixo do horizonte lunar. A nave espacial Orion (com a alcunha "Integrity") seguiu então para trás da Lua, no âmbito do seu "flyby" lunar de sete horas. A tripulação caracterizou regiões nunca antes vistas do lado oculto da Lua, que é, curiosamente, menos ativo vulcanicamente do que o lado visível. Novas observações de picos, fundos, terraços e anéis de crateras preservados na superfície lunar ajudarão a reconstituir a história dos impactos no Sistema Solar. Entre muitas outras caracterizações da superfície, a tripulação observou uma das bacias mais bem preservadas da Lua, bacia Orientale, e identificou duas novas crateras. À medida que a Terra surgiu acima do horizonte lunar e a Integrity iniciou o seu regresso a casa, a especialista da missão Artemis II, Christina Koch, resumiu de forma impactante a grandiosa missão da humanidade: "... escolheremos sempre a Terra. Escolheremos sempre uns aos outros".
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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