O Telescópio James Webb foi utilizado para analisar, pela primeira vez e em detalhe, a atmosfera de TOI-199 b, um raro gigante gasoso do tamanho de Saturno mas com temperaturas relativamente moderadas, próximas das registadas nos locais mais quentes da Terra. Descobriram uma atmosfera rica em metano, com possíveis vestígios de amoníaco e dióxido de carbono, fornecendo pistas importantes sobre a formação e evolução de planetas gigantes.
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🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 26/05: 146.º dia do calendário gregoriano
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• A Lua brilha cerca de 8º para a direita de Espiga a sul depois da hora de jantar.
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• Parecem companheiras, mas obviamente não são - a Lua fica a 1,3 segundos-luz de distância, Espiga está a cerca de 250 anos-luz no seu plano de fundo.
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Dia 27/05: 147.º dia do calendário gregoriano
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• As constelações parecem "girar" depressa quando passam o zénite - se as comparar com a direção "para baixo". Há apenas duas semanas, a Ursa Maior flutuava horizontalmente ao lusco-fusco, uma hora depois do pôr-do-Sol (vista a partir da latitude 40º N).
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• Agora situa-se na diagonal a essa hora. Daqui a outras duas semanas estará apoiada verticalmente pela "pega" da sua "frigideira"!
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Dia 28/05: 148.º dia do calendário gregoriano
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• Para a maioria de nós, "Cassiopeia" significa "frio". É no final do outono e no inverno que esta emblemática constelação se ergue bem alto no céu noturno (para latitudes médias norte).
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• Mas mesmo nas noites quentes de junho, ela paira baixa no céu. À medida que anoitece, procure Cassiopeia perto do horizonte norte: um "W" largo e vertical. Quanto mais para norte o observador estiver, mais alta parecerá.
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Observações do telescópio James Webb indicam que Nereida, uma das luas de Neptuno, não foi capturada da Cintura de Kuiper como se pensava. A sua composição sugere que se formou junto de Neptuno e que sobreviveu à captura de Tritão, sendo possivelmente a única lua original remanescente do sistema primitivo do planeta.
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Astrónomos da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um novo método para detetar e separar o efeito das nuvens nas atmosferas de exoplanetas. Aplicado ao gigante gasoso WASP-94A b com o Telescópio James Webb, revelou um ciclo diário em que nuvens de silicatos se formam de manhã e desaparecem ao entardecer, permitindo medir com muito maior precisão a composição atmosférica do planeta.
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Meteoritos diferentes, mesmo local de origem (via Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar)
Nos primórdios do Sistema Solar, a região logo a seguir à órbita de Júpiter era um viveiro de planetesimais, os precursores dos planetas, asteroides e cometas. Como novas simulações mostram, ao longo de um período de dois milhões de anos formaram-se ali corpos com composições muito diferentes. Os resultados oferecem uma explicação abrangente para a diversidade dos condritos carbonáceos. Estes meteoritos formaram-se relativamente tarde. Pela primeira vez, o novo estudo alinha com precisão simulações computacionais do Sistema Solar primitivo com análises laboratoriais de meteoritos.
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Investigadores descobrem um novo método para "pesar" galáxias vizinhas utilizando pulsares como sondas gravitacionais ultraprecisas (via Universidade do Alabama em Huntsville)
Investigadores identificaram um novo método promissor para medir a massa das galáxias que orbitam a Via Láctea, utilizando pulsares - alguns dos relógios naturais mais precisos do Universo - para detetar minúsculos efeitos gravitacionais em toda a nossa Galáxia. Este trabalho oferece uma abordagem inovadora para estudar a matéria escura oculta contida nas galáxias satélites próximas. As descobertas poderão ter amplas implicações para a astrofísica e para a cosmologia.
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O Reino Nebuloso de WR 134
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(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Luigi Morrone e Telescope Live
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Esta imagem cósmica abrange um campo de visão com mais do dobro da largura da Lua cheia, dentro dos limites da constelação de Cisne. Obtida com recurso a filtros de banda estreita, a imagem destaca a orla brilhante de uma nebulosa em forma de anel, rastreada pelo brilho do hidrogénio e do oxigénio ionizados. Embebidos na extensão de nuvens interestelares da região, os arcos complexos e brilhantes são secções de camadas de material arrastadas pelo vento da estrela Wolf-Rayet WR 134, a estrela mais brilhante perto do centro da imagem. Estimativas de distância colocam WR 134 a cerca de 6000 anos-luz, fazendo com que este enquadramento telescópico tenha mais de 100 anos-luz de diâmetro. Despojando-se das suas camadas exteriores em poderosos ventos estelares, as massivas estrelas Wolf-Rayet queimam o seu combustível nuclear a um ritmo prodigioso e terminam a sua fase final de evolução estelar numa espetacular supernova. Os seus ventos estelares e a explosão final de supernova enriquecem o material interestelar com elementos pesados que serão incorporados nas futuras gerações de estrelas.
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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