Cientistas da NASA usaram dados do rover Curiosity para analisar cristais de hematite em 20 amostras de rocha marciana. As diferenças no tamanho desses cristais indicam que água subterrânea quente poderá ter persistido durante milhões de anos, sugerindo que algumas regiões de Marte permaneceram potencialmente habitáveis muito depois de o planeta ter começado a arrefecer e secar.
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🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 02/06: 153.º dia do calendário gregoriano
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• A estrela Arcturus, de magnitude 0, brilha com um pálido tom amarelo-alaranjado razoavelmente alta a sudeste depois do cair da noite.
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• As estrelas mais brilhantes da sua constelação, Boötes (Boieiro), formam uma espécie de "papagaio-de-papel" ligeiramente torto com 23º de comprimento: cerca de dois punhos à distância do braço esticado.
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Dia 03/06: 154.º dia do calendário gregoriano
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• As duas estrelas inferiores do pequeno paralelograma da constelação de Lyra (Lira) são Beta e Gamma Lyrae.
• A seguir a Vega, são as duas estrelas mais brilhantes da constelação. Gamma é a que se encontra mais distante de Vega.
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• Na maioria das vezes, Beta e Gamma são quase indistinguíveis em termos de brilho: Gamma tem uma magnitude visual de 3,2 e Beta de 3,5.
• Mas Beta Lyrae é uma famosa estrela variável eclipsante, uma das primeiras a ser descoberta. Observe estas duas estrelas vezes suficientes e, mais cedo ou mais tarde, irá perceber que Beta é claramente mais fraca do que Gamma, com um brilho mínimo de magnitude 4,3. É mais provável que a veja algures no meio, quando a diferença é evidente mas não tão marcante.
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Dia 04/06: 155.º dia do calendário gregoriano
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• Durante grande parte da primavera, a latitudes médias norte, a Via Láctea fica logo abaixo do horizonte, fora do campo de visão.
• Mas olhe agora para este. O rico trecho da Via Láctea que abrange as constelações de Cepheus (Cefeu), Cygnus (Cisne) e Aquila (Águia) está a subir a este, cada vez mais cedo e mais alto com o avançar das semanas.
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• Uma dica para quem vive em áreas com poluição luminosa: estende-se horizontalmente por baixo de Vega, ao longo do segmento de reta inferior do Triângulo de Verão (a linha que liga Deneb a Altair).
• Não espere até muito tarde, pois a Lua nasce pouco depois da meia-noite (de dia 4 para 5).
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Foram encontrados fortes indícios de que algumas estrelas anãs vermelhas "engolem" planetas rochosos semelhantes à Terra durante a formação dos seus sistemas. A pista foi a presença anormal de lítio em seis estrelas, um elemento que deveria ter sido destruído no seu interior. Os dados sugerem que estas estrelas absorveram entre três e dez massas terrestres de material planetário.
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Astrónomos da Universidade de Warwick desenvolveram um método para estimar a massa de planetas recém-formados através dos anéis de poeira que os rodeiam. Ao analisar a posição e o brilho desses anéis, conseguem inferir a presença e o tamanho de planetas ainda invisíveis aos telescópios, abrindo novas possibilidades para estudar a formação de sistemas planetários.
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Missão Roman prepara-se para revelar novas populações de mundos distantes (via NASA)
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA está prestes a dar um grande salto na busca por mundos para lá do nosso Sistema Solar, conhecidos como exoplanetas. Os cientistas esperam que a missão revele cerca de 100.000 mundos - um avanço impressionante em comparação com os cerca de 6300 encontrados até agora graças às missões da NASA em colaboração com outros observatórios. E o Roman irá encontrá-los principalmente em regiões pouco exploradas da Via Láctea.
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NGC 1514: A Nebulosa da Bola de Cristal
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O que vê nesta bola de cristal? A imagem em destaque mostra NGC 1514, conhecida como a Nebulosa da Bola de Cristal, observada pelo telescópio Gemini North em Maunakea, no Hawaii. NGC 1514 fica a 1500 anos-luz de distância e foi descoberta por William Herschel em 1790. Este tipo de nebulosa planetária forma-se quando uma estrela se torna uma gigante vermelha e ejeta as suas camadas externas de gás. A camada expulsa de gás é aquecida pelo núcleo da estrela a temperaturas superiores às da superfície do nosso Sol: isso faz com que o gás brilhe, criando imagens belas como esta. A forma ligeiramente assimétrica da Nebulosa da Bola de Cristal revela um segredo: a estrela brilhante no centro tem uma companheira. À medida que as duas estrelas se orbitam uma à outra com um período de cerca de nove anos, moldam o gás à sua volta. Daqui a cerca de 10.000 a 25.000 anos, a nebulosa será dissipada pelos seus ventos estelares.
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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