O observatório de raios X Chandra revelou 84 fontes de raios X "hipersuaves" em seis galáxias, uma classe de objetos até agora desconhecida, que emite raios X de baixa energia e intensa radiação ultravioleta. Poderão ser sistemas binários com uma anã branca, estrela de neutrões ou buraco negro, ajudando a compreender as supernovas de Tipo Ia e a ionização do gás interestelar.
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Uma iniciativa nacional que traz a Ciência ao público desde 1996.
A Rede de Centros Ciência Viva convida todas as mentes curiosas a sair fora de portas e a passar parte das suas férias de verão rodeadas de Ciência e de Natureza.
Todos os anos são dinamizadas atividades guiadas por investigadores e especialistas de instituições e associações científicas, museus, autarquias e empresas, num ambiente informal e descontraído.
Ciência Viva no Verão 2026 - plataforma e inscrições
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🗓️ Almanaque do espaço e do tempo
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Dia 11/09: 254.º dia do calendário gregoriano
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• Vega passa agora perto do zénite ao anoitecer, uma hora após o pôr-do-Sol (para observadores a latitudes médias norte).
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• Vega é maior, mais quente e 50 vezes mais brilhante do que o nosso Sol. Mas, a uma distância de 25 anos-luz, está 1.600.000 vezes mais longe.
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Dia 12/09: 255.º dia do calendário gregoriano
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• O "bule de Chá" de Sagittarius (Sagitário) já passou o meridiano (isto é, está ligeiramente para a direita do sul exato) quando a noite cai por completo.
• O "bule" é um pouco mais largo do que o punho à distância do braço esticado, com a "pega" à esquerda e o "bico" triangular à direita. Quanto mais para norte o observador estiver, mais baixo estará.
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• O "bule" está inclinado como se fosse servir o seu chá, cada vez mais à medida que a noite e a estação avançam.
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Dia 13/09: 256.º dia do calendário gregoriano
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• A Lua Crescente regressa hoje ao céu noturno... mas por pouco tempo, pois põe-se cerca de 10 minutos depois das 21 horas.
• Procure o nosso satélite natural, bem baixo a oeste-sudoeste, cerca de meia-hora após o pôr-do-Sol. Vénus ilumina o caminho.
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• Spica (Espiga) encontra-se menos de três graus para cima da Lua. Consegue avistar esta estrela ao cair da noite?
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Dia 14/09: 257.º dia do calendário gregoriano
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• Repita a observação de ontem. Note a diferença na posição da Lua em relação a Vénus - o nosso satélite natural está hoje para a esquerda do brilhante planeta.
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• Cerca de um punho à distância do braço esticado para a direita do par está a estrela Spica (Espiga).
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O ALMA acompanhou durante quase oito anos duas estrelas massivas ainda em formação no sistema IRAS 07299−1651. As estrelas seguem uma órbita muito excêntrica e possuem discos de gás fortemente desalinhados, sugerindo que se formaram separadamente e que só depois se juntaram num encontro gravitacional, em vez de nascerem do mesmo disco.
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Observações conjuntas dos telescópios Hubble e James Webb revelaram 27 pequenos objetos transneptunianos, alguns dos mais ténues já observados. As suas cores e tamanhos indicam que preservam características da época em que se formaram, há milhares de milhões de anos, oferecendo pistas sobre a formação dos planetesimais e dos planetas.
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Imagens da viagem de oito anos da BepiColombo (via ESA)
Veja como, ao longo dos últimos oito anos, a missão BepiColombo da ESA/JAXA tem vindo a percorrer o Sistema Solar interior e a alinhar-se com a órbita de Mercúrio. Até ao momento, percorreu 9,9 mil milhões de quilómetros e realizou nove "flybys" planetários para ajudar a orientar a sua trajetória. No vídeo, é possível ver a sonda a passar pela Terra uma vez, por Vénus duas vezes e por Mercúrio seis vezes.
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Estrelas que engoliram planetas são identificadas com técnica inovadora (via Universidade de São Paulo)
Cientistas encontraram uma nova forma de identificar estrelas que engoliram os seus planetas com base apenas na composição química de um único elemento, o berílio. O estudo mostra que sistemas planetários estáveis como o nosso Sistema Solar, com potencial para o desenvolvimento de formas complexas de vida, podem ser menos comuns do que se pensava.
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Proto-superenxame de galáxias, extremamente massivo, bate recordes de distância (via NOIRLab)
Uma equipa internacional de astrónomos descobriu o progenitor mais distante de um superenxame de galáxias. A descoberta corrobora as teorias existentes sobre a evolução dos enxames de galáxias e revela a forma como estes estão ligados à rede cósmica mais vasta.
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A Nebulosa do Pelicano em Gás, Poeira e Estrelas
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(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Mark Killion
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A Nebulosa do Pelicano está a ser lentamente transformada. IC 5070 (designação oficial) está separada da Nebulosa da América do Norte, de maiores dimensões, por uma nuvem molecular repleta de poeira escura. Esta imagem de céu profundo, captada a partir do estado do Utah, nos EUA, incorpora 25 horas de tempo de exposição e revela detalhes impressionantes desta poeira filamentar. A Nebulosa do Pelicano é alvo de muitos estudos, pois constitui uma mistura particularmente ativa de formação estelar e nuvens de gás em evolução. A luz de estrelas jovens e energéticas está a transformar lentamente o gás frio em gás quente, com a fronteira entre os dois - conhecida como frente de ionização - a avançar e a tornar-se visível em laranja brilhante para cima e para a direita. Permanecem ainda tentáculos particularmente densos de gás frio. Daqui a milhões de anos, a Nebulosa do Pelicano, delimitada pela nebulosa escura LDN 935, poderá já não ser conhecida como o Pelicano, uma vez que o equilíbrio e a disposição das estrelas e do gás irão certamente dar origem a algo com um aspeto completamente diferente.
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"Dedo à distância do braço esticado"?, "Punho à distância do braço esticado"? O que é isso?
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