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ECLIPSE LUNAR TOTAL DE 20/21 DE FEVEREIRO |
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Desde o início até ao fim, o eclipse lunar de 20/21 de Fevereiro irá durar cerca de três horas e vinte-seis minutos. Os fotógrafos também quererão saber que Saturno se irá também juntar ao espectáculo!
Embora a separação varie ligeiramente de acordo com a posição do observador na Terra, para a maioria de nós, o brilhante e amarelado Senhor dos Anéis estará a menos de 3 graus do limbo norte da Lua. Para os que gostam de disfrutar de astrofotografia, esta será uma oportunidade tremenda para capturar, ao mesmo tempo, um evento astronómico e uma conjunção! Este tipo de evento - quando as coisas se alinham de modo interessante no céu - é por vezes chamado de "apulso".
Não obstante a palavra que utilize, será definitivamente algo que não quererá perder. Olhemos então para onde a acção irá decorrer!

Mapa da visibilidade do eclipse lunar total.
Crédito: Fred Espenak, NASA
(clique na imagem para ver versão maior)
Para observadores no continente americano, o eclipse entrará na sua fase parcial ainda no dia 20, em certas zonas ainda antes do pôr-do-Sol. Para nós, europeus, e que estamos cá em Portugal, a acção só começa no novo dia, pelas 01:43. O eclipse não será visível para aqueles no Oriente e na Austrália. A totalidade, cá em Portugal, é atingida por volta das 3 da manhã e termina 50 minutos depois. Depois, tem até às 05:09 para a Lua lentamente deslizar da sombra da Terra novamente.

Uma previsão do eclipse de dia 20/21 de Fevereiro. Horas na imagem correspondem à hora de Portugal.
Crédito: Larry Koehn
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Para uma grande porção dos leitores do Astroboletim e do site do Núcleo de Astronomia, o eclipse total poderá ser observado na totalidade e é uma altura ideal para observar o último (eclipse lunar total) que veremos durante 3 anos. Procure um bom local de observação e agasalhe-se bem. O Inverno ainda anda por aí e se quiser observar o eclipse durante toda a sua duração, prepare-se para passar bastantes horas ao relento. Não espere até ao último minuto para preparar a sua área de observação ou as suas câmaras. Para aqueles com câmaras de filmar, tem uma grande oportunidade para filmar o evento todo! Não se esqueça que até os telemóveis já tiram boas imagens e a máquina fotográfica mais comum pode tirar uma excelente imagem da Lua eclipsada quando acoplada a uma boa objectiva ou até a um telescópio. Se pensa em cronometrar o evento, tenha as suas notas preparadas, mas sobretudo - desfrute do eclipse e divirta-se!
Links:
Notícias relacionadas:
NASA
Sky & Telescope
SPACE.com
Wired
Eclipses lunares:
Wikipedia
NASA
MrEclipse.com
Lua:
Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve
Wikipedia |
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MUITAS, TALVEZ A MAIORIA DAS ESTRELAS TIPO-SOL PODEM FORMAR PLANETAS ROCHOSOS |
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Impressão de artista que ilustra a ideia que os mundos terrestres e rochosos, como os planetas interiores do Sistema Solar, possam ser abundantes e diversos no Universo.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
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Os astrónomos descobriram que os planetas terrestres podem formar-se em torno de muitas, se não na maioria, das vizinhas estrelas tipo-Sol na nossa Galáxia. Estes novos resultados sugerem que os mundos com potencial para a vida podem ser mais comuns do que se pensava.
O astrónomo Michael Meyer da Universidade do Arizona, Tucson, e seus colegas, usaram o Telescópio Espacial Spitzer da NASA para determinar se os sistemas planetários como o nosso são comuns ou raros na Via Láctea. Descobriram que pelo menos 20%, e possivelmente até 60%, das estrelas semelhantes ao Sol, são candidatas a formar planetas rochosos.
Meyer apresentou os seus achados na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência em Boston. Os resultados foram publicados na edição de 1 de Fevereiro da Astrophysical Journal Letters.
Os astrónomos usaram o Spitzer para estudar seis conjuntos de estrelas, agrupadas consoante a sua idade, com massas comparáveis à do Sol. O Sol tem cerca de 4,6 mil milhões de anos. "Nós quisémos estudar a evolução do gás e da poeira em torno de estrelas parecidas ao Sol e comparar os resultados com aquele que pensamos ter sido o nosso Sistema Solar durante fases mais jovens da sua evolução," disse Meyer.
O telescópio Spitzer não detecta directamente planetas. Ao invés, detecta poeira -- os detritos deixados para trás, que restam de colisões à medida que os planetas se formavam -- no espectro infravermelho. A poeira mais quente é detectada em comprimentos de onda mais baixos, entre 3,6 e 8 micrómetros. A poeira mais fria é detectada em comprimentos de onda maiores, entre os 70 e 160 micrómetros. A poeira "morna" pode ser detectada em comprimentos de onda da ordem dos 24 micrómetros. Devido à poeira mais próxima da estrela estar mais quente que a poeira mais longe da estrela, a poeira "morna" provavelmente traça materais orbitando a estrela a distâncias comparáveis à distância entre a Terra e Júpiter.
"Descobrimos que entre 10 a 20% das estrelas em cada dos quatro grupos mais jovens mostram emissões a 24 micrómetros devido à poeira," disse Meyer. "Mas normalmente não vemos poeira 'morna' em estrelas com mais de 300 milhões de anos. A frequência simplesmente não existe."
"Isso é comparável às escalas de tempo que se pensa englobar a formação e evolução dinâmica do nosso próprio Sistema Solar," acrescentou. "Os modelos teóricos e os dados meteoríticos sugerem que a Terra formou-se ao longo de 10 a 50 milhões de anos a partir de colisões entre corpos mais pequenos."
Num estudo separado, Thayne Currie e Scott Kenyon do Observatório Astrofísico do Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, e seus colegas, também descobriram provas de poeira da formação de planetas terrestres em torno de estrelas com idades entre 10 a 30 milhões de anos. "Estas observações sugerem que o que quer que levou à formação da Terra, pode estar a ocorrer em torno de muitas estrelas com idades entre 3 até 300 milhões de anos," disse Meyer.
Kenyon e Ben Bromley da Universidade do Utah, em Salt Lake City, desenvolveram modelos de formação planetária que providenciam um cenário plausível. Os seus modelos prevêm que a poeira "morna" seria detectada a 24 micrómetros à medida que pequenos corpos rochosos colidiam e fundiam-se. "O nosso trabalho sugere que esta poeira que Meyer e seus colegas detectaram é um resultado natural da formação de planetas rochosos. Prevemos uma frequência mais alta de emissões de poeira para estrelas mais jovens, tal como o Spitzer observa," disse Kenyon.
Os números de quantas estrelas formam planetas são ambíguos porque existe mais do que uma maneira para interpretar os dados do Spitzer, disse Meyer. A emissão de poeira "amena" que o Spitzer observou em cerca de 20% das estrelas mais jovens pode persistir à medida que as estrelas envelhecem. Isto é, a poeira "morna" gerada pelas colisões em torno de estrelas com idades entre 3 a 10 milhões de anos pode aí permanecer e aparecer como emissões de estrelas com idades entre os 10 e 30 milhões de anos e aí por diante. Meyer diz que ao interpretar os dados desta maneira, então cerca de uma em cada cinco estrelas tipo-Sol têm potencialmente formação planetária.
Existe outra maneira de interpretar os dados. "Um cenário optimista sugere que os discos maiores e mais massivos passariam pelos processos de colisão primeiro e formariam rapidamente os seus planetas. É o que podemos estar a ver nas estrelas mais jovens. Os seus discos têm uma vida dura e curta, brilhando com intensidade ao início, e depois diminuindo de brilho," disse Meyer. "No entanto, discos menos massivos brilharão mais tarde. A formação planetária neste caso é adiada porque existem menos partículas a colidirem umas com as outras."
Se isto está correcto e os discos mais massivos formam os seus planetas primeiro e os mais fracos demoram entre 10 a 100 vezes mais tempo, então até 62% das estrelas estudadas formaram, ou poderão estão a formar, planetas. "A resposta correcta provavelmente situa-se entre o caso pessimista de menos de 20% e o caso optimista de mais de 60%," disse Meyer.
O seguinte teste crítico da assertação que planetas terrestres como a Terra poderão ser comuns em torno de estrelas como o Sol chegará no ano que vem com o lançamento da missão Kepler da NASA.
Links:
Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Spitzer (comunicado de imprensa)
Artigo do Astrophysical Journal Letters (requer subscrição)
New Scientist
National Geographic
Wired
Scientific American
Nature
BBC News
Times Online
Science Daily
MSNBC
Planetas extrasolares:
Wikipedia
Wikipedia (lista)
Wikipedia (lista de extremos)
Catálogo de planetas extrasolares vizinhos (PDF)
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net
Extrasolar Visions
Formação de sistemas estelares:
Evolução estelar (Wikipedia)
Formação e evolução do Sistema Solar (Wikipedia)
Sol:
Wikipedia
Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve
Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial (NASA)
Wikipedia |
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ROVERS PÕEM EM CAUSA VIDA PASSADA EM MARTE |
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Tal como o sal é usado para preservar, altas concentrações de minerais dissolvidos no passado ambiente molhado de Marte, conhecidas a partir de descobertas do rover Opportunity da NASA, poderão ter impedido o desenvolvimento e sobrevivência dos micróbios.
"Nem toda a água é boa para beber," disse Andrew Knoll, membro da equipa científica do rover, biólogo da Universidade de Harvard em Cambridge, Massachusetts.
O Opportunity e o seu gémeo, Spirit, começaram no mês passado o seu quinto ano em Marte, ultrapassando e muito as suas missões principais de três meses. Numa reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência em Boston, cientistas discutiram novas observações pelos rovers, análises recentes de algumas das suas descobertas mais antigas, e perspectivas nas quais lições dos sucessos dos rovers se poderão aplicar a futuras missões a Marte.
"Os esforços de engenharia que permitiram a longevidade dos rovers aumentaram tremendamente a recolha científica," disse Steve Squyres da Universidade de Cornell em Ithaca, Nova Iorque, investigador principal dos instrumentos científicos dos rovers. "Todas as descobertas mais importantes do Spirit, como provas de nascentes termais ou fumarolas, vieram depois da missão principal."
O Opportunity passou meses a examinar uma banda de rochas ao longo da parede interior de uma cratera. Os cientistas tinham previamente teorizado que este material poderia preservar um registo da superfície antes do impacto ter escavado a cratera. A inspecção sugere que, ao invés, estava no topo de uma zona com água subterrânea, reportou Squyres.

Esta imagem capturada pelo rover Opportunity mostra rochas dentro de uma camada com o nome informal de "Lyell", que é a mais profunda de três camadas que o rover examinou numa banda dentro da cratera Victória.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Universidade de Cornell
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As experiências com condições marcianas simuladas e modelos computacionais estão ajudando os cientistas a refinar certas avaliações, sobre se as condições passadas da área de Meridiani, estudada pelo Opportunity, teriam sido hospitaleiras para os micróbios. As hipóteses parecem fracas. "Ao início, focámo-nos na acidez, porque o ambiente teria que ser muito ácido," disse Knoll. "Agora, também apreciamos a alta salinidade da água quando deixou para trás os minerais que o Opportunity descobriu. Isto aperta o nó à possibilidade de vida."
As condições podem ter sido mais acolhedoras numa época mais antiga, quando a água era menos salgada, mas as condições mais recentes em Meridiani e noutros locais da superfície de Marte parecem ter sido menos propícias à vida, disse Knoll. "As condições de vida na superfície marciana teriam que ter sido bastante duras nos últimos quatro mil milhões de anos. As melhores chances para uma história de vida em Marte são em ambientes que ainda não estudámos -- os mais antigos e por baixo da superfície," disse.
Os rovers actuais da NASA e as sondas em Marte perseguem o tema "procurar a água" da agência no que respeita à exploração de Marte. Decifram os papéis e o destino da água num planeta cujas principais diferenças entre a Terra é a escassez de água. "As nossas próximas missões, a Phoenix e o Mars Science Laboratory, marcam a transição da água para a habitabilidade -- determinando se os locais onde havia água tinham condições que suportasse vida," disse Charles Elachi, director do JPL da NASA em Pasadena, Califórnia. "Onde estas condições eram habitáveis, as missões futuras poderão procurar sinais de vida."
Elachi indicou as proezas do Spirit e Opportunity. "Trabalharam já 16 vezes mais do que o esperado, percorreram 20 vezes a distância planeada, e, mais importante, descobriram diversos registos geológicos dos efeitos da água nos antigos ambientes marcianos," acrescenta. "Não devemos deixar estes sucessos amainar-nos e pensar que este tipo de exploração é fácil. Há apenas cinquenta anos que começou a Época Espacial, e estamos ainda na época dourada da exploração robótica do nosso Sistema Solar, em que cada missão não tem precedentes de uma ou outra maneira, à medida que puxamos os limites do que é possível. Cada missão nos traz novos desafios."
O "lander" Phoenix, com chegada prevista a Marte no dia 25 de Maio, irá estudar a habitabilidade do ambiente à subsuperfície do solo gelado mais para norte do que qualquer outra missão que aterrou no planeta. Reaviva tecnologia de missões lançadas antes da Spirit e da Opportunity. A missão seguinte, a Mars Science Laboratory, irá incorporar muitas lições aprendidas devido aos rovers actuais, disse o gestor do projecto, Richard Cook do JPL. "O próximo rover será muito maior e transportará os instrumentos necessários para alcançar os seus objectivos, mas seria impensável construir o novo Mars Science Laboratory sem a experiência ganha ao fazer os dois rovers Spirit e Opportunity," disse.
O Mars Science Laboratory terá cerca de quatro vezes o peso do Spirit ou do Opportunity. "Não há maneira de fazermos uma aterragem usando o sistema de airbags," disse Rob Manning, do JPL e engenheiro chefe do futuro rover. Ao invés, um estágio com motores irá fazer descer o rover até à superfície. As lições aprendidas dos rovers actualmente em Marte irão entrar em prática quando começar a deslocar-se. "Com os rovers actuais, aprendemos que podemos confiar na tecnologia de navegação autónoma até um nível nunca esperado, e por isso podemos agora inclui-la como capacidade no desenho da missão do Mars Science Laboratoy," disse Manning.
Links:
Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Nature
SPACE.com
National Geographic
ABC Science Online
Universe Today
BBC News
Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia
Google Mars
Vídeo sobre a presença de água em Marte (formato Quicktime)
As descobertas em Marte
Rovers marcianos da NASA:
Página oficial
Wikipedia
Phoenix:
Página oficial
Wikipedia
Mars Science Laboratory:
NASA
Wikipedia |
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EFEMÉRIDES: |
Dia 20/02: 51.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1962, o astronauta John Glenn, a bordo da nave Friendship 7, orbita a Terra 3 vezes no âmbito do programa Mercúrio.

Em 1965, A sonda Ranger 8 despenha-se sobre a Lua após uma missão bem sucedida a fotografar locais para a alunagem das missões Apollo.
Observações: Na noite de 20 para 21, eclipse total da Lua, visível de Portugal. Começa pelas 0:43 já de dia 21, e prolonga-se até às 06:14. A fase total começa por volta das 01:45 e termina por volta das 05:10.
Dia 21/02: 52.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1901 é observada a primeira brilhante nova do século XX.

É também a primeira a ser estudada espectralmente e fotometricamente, atingindo uma magnitude de 0.2 a 23 de Fevereiro. O astrónomo amador T. D. Anderson foi o seu primeiro observador. Durante o declínio do brilho, mais ou menos 100 dias, este flutuou com um período de 4 dias e uma amplitude de magnitude e meia.
Dia 22/02: 53.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1995, o asteróide 1995CR passa a 7.2 milhões de quilómetros da Terra.
Observações: Bem alto no céu estas noites, note quão similar é o par Marte e Beta Tauri com o par de Pollux e Castor mais para Este. Até as suas cores são parecidas: laranja e azul-esbranquiçado nos dois casos. Compare também com Procyon e Beta Canis Minoris mais abaixo.
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CURIOSIDADES: |

O primeiro homem no espaço foi o cosmonauta Yuri Gagarin, a 12 de Abril de 1961, 25 dias antes do americano Alan Shepard.
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS: |

Laboratório Columbus instalado na ISS
Crédito: Tripulação da STS-122, Tripulação da Expedição 16, ESA, NASA
A Estação Espacial Internacional (ISS) foi equipada com um poderoso e novo laboratório científico. O vaivém espacial Atlantis entregou o laboratório Columbus à ISS e instalou o módulo com sete metros ao longo da semana passada. Columbus tem dez módulos para experiências que podem ser controladas a partir da estação ou do Centro de Controlo do Columbus na Alemanha. O primeiro conjunto de experiências inclui o Laboratório de Ciências Fluidas, que irá explorar as propriedades dos fluidos na microgravidade da baixa órbita terrestre, e o Biolab que suporta experiências em microrganismos. As futuras experiências do Columbus incluem um relógio atómico que irá testar os minúsculos efeitos esperados pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein. Na imagem do lado, o especialista da missão Hans Schlegel trabalha por fora do Columbus. Cientistas de todo o mundo podem propôr experiências para serem realizadas a bordo do laboratório durante a sua missão de dez anos.
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