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Edição n.º 1015
26/11 a 28/11/2013
 
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ACTIVIDADES

29.11.13 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 23:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica nocturna com telescópio.
Público: Público em geral, local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Palestra sobre um tema de astronomia seguida de observação do céu noturno com telescópio (dependente de meteorologia favorável)

30.11.13 - DESCOBRINDO O SOL 15:30 – 16:30 (actividade incluída na visita ao centro; 1€ para participantes que não visitem o Centro – crianças até 12 anos grátis)
Observação do Sol em segurança para conhecer um pouco melhor alguns aspectos da nossa estrela. Público: Público em geral, local: CCVAlg

 
EFEMÉRIDES

Dia 26/11: 330.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1965, a França lança o seu primeiro satélite, o Astérix 1. Torna-se na terceira nação a entrar no espaço.

Em 1990, o foguetão Delta II (7000) levanta voo pela primeira vez.
Observações: O Cometa ISON está cada vez mais difícil de avistar com binóculos ou telescópio devido à sua cada vez maior aproximação do Sol, o que significa que mergulha no brilho do amanhecer. Atinge o periélio no dia 28. Entretanto, o Cometa Lovejoy C/2013 R1 permanece muito mais alto e fácil de avistar em binóculos ou telescópio antes do amanhecer. Tem magnitude 8 e encontra-se na direcção de Cães de Caça, a Sul da "pega" da Ursa Maior.

Dia 27/11: 331.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1971, a sonda soviética Mars-2, apesar do seu falhanço, torna-se no primeiro objecto feito pelo Homem a atingir Marte.

Em 2001, é descoberta, pelo Hubble, uma atmosfera de hidrogénio e sódio no planeta extrasolar HD 209458 (Osiris), a primeira atmosfera detectada num planeta extrasolar.
Observações: Alguma astronomia pré-telescópica: algures entre as 19:30 e as 20:30 de hoje, dependendo da zona onde vive, a brilhante Vega descendo a Noroeste e Capella subindo a Nordeste estarão exactamente à mesma altura. Consegue cronometrar precisamente a hora a partir de onde se encontra? Um astrolábio ajuda.

Dia 28/11: 332.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1964, a NASA lança a sonda Mariner 4.

Foi a primeira sonda a fazer um voo rasante pelo Planeta Vermelho e a primeira a enviar imagens da superfície de outro mundo a partir do espaço profundo.
Observações: O Cometa ISON atinge o periélio pelas 19:00.

 
CURIOSIDADES


Guillaume Le Gentil é provavelmente o astrónomo mais azarado de sempre. Ele fez parte de um projecto colaborativo internacional para observar o trânsito de Vénus de 1761 (como meio de medir a distância ao Sol). Esta ideia foi sugerida por Edmond Halley e requeria medições precisas a partir de vários locais da Terra. O projecto envolveu mais de uma centena de observadores, enviados para diferentes partes do globo. Como parte da expedição francesa, Guillaume Le Gentil partiu com destino Pondicherry, Índia, sob domínio francês na altura. Saíu de Paris em Março de 1760 e alcançou a Ilha Maurício (na altura chamada Ilha de França) em Julho. No entanto, tinha acabado de começar uma guerra entre a França e a Grã-Bretanha, o que dificultou a viagem para Este. Conseguiu finalmente passagem a bordo de uma fragata que se dirigia para a Costa de Coromandel, na Índia, em Março de 1761. Tinham-lhe prometido que conseguia chegar a tempo de observar o trânsito (6 de Junho), mas ventos desfavoráveis levaram o navio para fora do rumo previsto e passou cinco semanas no mar. Quando finalmente chegou a Pondicherry, o capitão veio a saber que os britânicos tinham ocupado a cidade, por isso a fragata veio-se obrigada a voltar à Ilha Maurício. No dia 6 de Junho, o céu estava limpo, mas como ainda se encontrava no mar, não conseguiu fazer observações astronómicas detalhadas devido à ondulação. Após ter vindo tão longe, pensou que mais valia esperar pelo próximo trânsito de Vénus, que teria lugar daqui a 8 anos. Passou algum tempo a mapear a costa de Madagáscar, e decidiu registar o trânsito de 1769 a partir de Manila, nas Filipinas. Encontrando hostilidades das autoridades espanholas, voltou a Pondicherry, que havia voltado para domínio francês em 1763. Chegou lá em Março de 1768. Construiu um pequeno observatório e esperou pacientemente. Finalmente, o dia em questão (4 de Junho de 1769) chegou, mas embora as previsões meteorológicas fossem boas, o céu esteve nublado, e Le Gentil não conseguiu observar o evento. Este azar quase que o levou à beira da insanidade, mas recuperou forças e decidiu regressar a França. Teve que atrasar a viagem de volta porque contraíu disenteria. Além do mais, o seu navio foi apanhado numa tempestade e teve que ser deixado na ilha de Reunião, onde esperou até que um navio espanhol o levasse para casa. Quando chegou finalmente a Paris em Outubro de 1771, tendo estado ausente durante 11 anos, descobriu que tinha sido declarado legalmente morto e que tinha sido substituído na Academia Real de Ciências. A sua mulher tinha casado novamente e os seus familiares tinham-se "apoderado entusiasticamente dos seus bens". Uma longa litigação e a intervenção do rei ajudaram à normalização das coisas. Recuperou a sua posição na academia e casou novamente. Mas como resultado deste episódio, renunciou a astronomia e dedicou-se a escrever as suas memórias.

 
SERÁ QUE O ISON SOBREVIVE À PASSAGEM PELO SOL?

Durante meses, todos os olhos no céu têm apontado para o cometa que viaja velozmente em direcção a um encontro escaldante com o Sol. O momento da verdade chega esta Quinta-feira.

O Cometa ISON, que se pensa ter apenas 1,5 km de diâmetro, ou vai ficar escaldado e destruído, vítima do incrível poder do Sol, ou resistir e possivelmente dar um fabuloso espectáculo celeste. É um momento de verdadeira angústia astronómica e até mesmo os cientistas estão relutantes em falar de probabilidades.

Caso sobreviva, ficará visível a olho nu todo o mês de Dezembro, pelo menos a partir do Hemisfério Norte. Visível já em Novembro com simples binóculos e ocasionalmente a olho nu, já deslumbrou observadores e é considerado o cometa mais escrutinado de sempre pela NASA. Mas o melhor está, potencialmente, ainda por vir.

O Cometa ISON (C/2012 S1) ainda estava num pedaço quando o Hubble obteve esta imagem no dia 9 de Outubro de 2013. Uma armada de observatórios solares irá observar o cometa passar pelo Sol e verificar se é destruído ou continua intacto.
Crédito: NASA/ESA/Equipa do Hubble (STScI/AURA)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Detectado há pouco mais de um ano atrás, o cometa está a passar pela primeira vez pelo Sistema Solar interior. Ainda "fresco", pensa-se que este cometa contenha matéria-prima da formação do nosso Sistema Solar.

Acredita-se que seja originário da nuvem de Oort, nos confins do Sistema Solar, o lar de inúmeros corpos gelados, principalmente as bolas geladas de poeira e gás em órbita do Sol conhecidas como cometas. Por alguma razão, o ISON foi impulsionado para fora da nuvem e atraído para o coração do Sistema Solar pela intensa atracção gravitacional do Sol.

Quanto mais perto está do Sol, mais rápido fica. Em Janeiro, atingiu uma velocidade de 64.000 km/h. Na Quinta-feira passada, a apenas uma semana do periélio, tinha acelerado até aos 240.000 km/h. Nesta Quinta-feira que vem, passará a 1.175.000 km do Sol, menos de um diâmetro solar. Por outras palavras, não caberia um outro Sol na distância entre os dois astros. No momento em que o ISON alcança o periélio, terá uma velocidade de aproximadamente 1.332.000 km/h.

Caso sobreviva ou seja dilacerado, não temos nada a temer cá na Terra. O cometa passará a mais ou menos 64 milhões de quilómetros da Terra, menos de metade da distância entre a Terra e o Sol. Esta maior aproximação terá lugar no dia 26 de Dezembro. De seguida, irá continuar na direcção oposta à do Sol para todo o sempre, dada a sua trajectória antecipada.

A NASA não perdeu tempo a estudar o ISON. A sonda Deep Impact da agência espacial observou o ISON em Janeiro a partir de uma distância de mais ou menos 800 milhões de quilómetros. Desde então, as observações têm continuado. Os telescópios e sondas que têm observado/vão observar o cometa são: Swift, Hubble, Spitzer, Mars Reconnaissance Orbiter, SOHO, Chandra, Mercury Messenger e as gémeas STEREO.

O Cometa ISON aparece na câmara de alta-resolução HI-1 da sonda STEREO-A da NASA. As nuvens "escuras" da direita são nuvens mais densas do vento solar, provocando ondulações na cauda do Cometa Encke. O uso das caudas dos cometas como marcadores pode fornecer dados valiosos sobre as condições de vento solar perto do Sol.
Crédito: Karl Battams/NASA/STEREO/CIOC
 

"Vão ser usadas todas as missões com câmaras," afirma John Grunsfeld, director das missões científicas da NASA. A recém-lançada sonda MAVEN, a caminho de Marte, irá observar o ISON na segunda semana de Dezembro, assim que o seu instrumento ultravioleta esteja ligado e a funcionar.

"Será bem depois da maior aproximação do Sol, de modo que não sei se vamos ver um cometa, pedaços de cometa ou os últimos fios de vapor cometário," realça Nick Schneider, da Universidade do Colorado, encarregue do instrumento.

Para além do ISON, a NASA está também espiando o Cometa Siding Spring, outro cometa da nuvem de Oort descoberto em Janeiro pelo observatório australiano com o mesmo nome. O Siding Spring passará a dezenas de milhares de quilómetros de Marte no próximo mês de Outubro, tão perto que os cientistas acreditam que a cabeleira do cometa - a sua fina mas grande atmosfera - poderá envolver o Planeta Vermelho.

"Vai ser coberto de água e poeira e meteoritos. Move-se a 50 km/s," afirma Jim Green, director da divisão de ciência planetária da NASA. Isto equivale a 177.000 km/h, por isso o cometa passará por Marte muito rapidamente.

Eventos tipo-Siding Spring já aconteceram antes, observa Green. "Temos sorte de apanhar um durante as nossas vidas" e ter a nave espacial ideal e no local ideal para observar o espectáculo. O mesmo aplica-se ao ISON.

A juntar a esta armada de instrumentos científicos, encontram-se pequenos foguetes em perseguição do cometa; a NASA lançou um a partir do estado do Novo México na Quarta-feira passada, com um telescópio ultravioleta a bordo, que alcançou os 277 km de altitude antes de descer de pára-quedas. Tendo em consideração todos os observatórios terrestres que acompanham o cometa, bem como inúmeros astrónomos amadores e astrofotógrafos, o ISON tornou-se a atracção principal deste baile cósmico.

"Os cometas evoluem a partir do momento em que começam a aumentar de brilho, até que dão a volta ao Sol, e afastam-se novamente," afirma Green. "Estes agentes dão-nos uma visão única que não poderíamos obter de outra forma."

Alguns observadores do céu especularam desde cedo que o ISON poderia tornar-se no cometa do século devido ao seu brilho, embora as expectativas tenham desvanecido ao longo do tempo. Os cientistas esperam saber o destino do ISON rapidamente. Pelo menos três observatórios estarão observando o evento periélico em tempo real.

Se o ISON sobreviver, "vai voar directamente sobre o Hemisfério Norte," realça Green de modo emotivo. Deverá ser visível a olho nu durante 30 dias. "Por isso considero-o o cometa desta época festiva, o cometa do Natal," realça. "Mas tem que sobreviver a passagem pelo Sol," conclui.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universe Today
SPACE.com
PHYSORG
Space Daily
Discover
YouTube

Cometa ISON:
Wikipedia
NASA
Centro de Planetas Menores da UAI
Gary W. Kronk's Cometography
Stereo Science Center

Cometa Siding Spring (C/2013 A1):
Wikipedia
NASA
Centro de Planetas Menores da UAI

Cometas:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia
NASA

 
ANEL GIGANTE DE POEIRA DESCOBERTO PERTO DE ÓRBITA DE VÉNUS

Os cientistas descobriram um enorme e difuso anel de poeira perto da órbita de Vénus, marcando a segunda vez que uma tal estrutura foi descoberta no nosso Sistema Solar.

O anel de poeira estende-se por cerca de 220 milhões de quilómetros de ponta a ponta, embora seja apenas 10% mais denso que a nuvem de fundo que permeia o espaço interplanetário e produz o brilho conhecido como luz zodiacal.

"Se pudéssemos vê-lo à vista desarmada a partir da Terra (que obviamente não podemos devido ao seu fraquíssimo brilho), prolongar-se-ia 45 graus para cada lado do Sol," afirma o autor do estudo, Mark Jones da Universidade Aberta do Reino Unido. Um anel semelhante foi detectado perto da órbita da Terra há cerca de 20 anos atrás, acrescentou Jones. "Esta descoberta adiciona um pouco mais ao conhecimento da 'geografia' do Sistema Solar," realça.

Um grande mas difuso anel de poeira perto da órbita de Vénus é aqui revelado neste mapa de brilho compilado usando dados da sonda STEREO-A obtidos em Junho de 2009. A órbita de Vénus é realçada pelos pontos negros; as áreas mais brilhantes aparecem como manchas vermelhas e as mais ténues como azuis.
Crédito: M. H. Jones/Universidade Aberta do Reino Unido
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Várias missões espaciais - incluindo as sondas soviéticas Venera 9 e 10 na década de 1970 - avistaram indícios de um anel de poeira perto de Vénus, mas a evidência não era conclusiva. Por isso Jones e colegas dedicaram-se à confirmação da estrutura.

Eles modelaram a forma como um anel perto de Vénus dispersaria luz, e em seguida procuraram características em imagens capturadas pelas sondas gémeas STEREO (Solar TErrestrial RElations Observatory) da NASA, que têm vindo a estudar o Sol desde o lançamento no final de 2006.

As imagens das STEREO revelam, de facto, um anel de poeira. Mas, em jeito de surpresa, parece muito diferente do anel perto da órbita da Terra, com dois componentes distintos. Um destes é interior à órbita de Vénus, enquanto o outro está para lá da órbita do planeta em torno do Sol, afirmam os investigadores.

Um diagrama que mostra o ângulo de visão que permitiu à sonda STEREO-A da NASA detectar o anel gigante de poeira perto da órbita de Vénus.
Crédito: M. H. Jones/Universidade Aberta do Reino Unido
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Estes anéis de poeira surgiram a partir da captura de poeira interplanetária em órbitas ressonantes com as de Vénus e da Terra (órbitas ressonantes são aquelas cujos períodos têm uma relação de dois números inteiros pequenos, como 2 e 3; esta relação orbital muitas vezes amplia a influência gravitacional que dois corpos exercem entre si).

Embora os próprios anéis sejam provavelmente estruturas de longa duração, as peças individuais que os compõem não permanecem lá durante milhões de anos.

"A vida útil da poeira presa no anel é de apenas 100.000 anos, por isso não fornece grandes pistas para a formação do Sistema Solar," afirma Jones. "No entanto, o anel é muito importante para entender o que acontece à poeira interplanetária, que sabemos de outros estudos é formada a partir de colisões de asteróides e poeira cometária."

Um estudo mais aprofundado dos anéis de poeira perto de Vénus e da Terra também pode ajudar os cientistas que perscrutam para lá do nosso Sistema Solar, acrescenta. "Estes anéis terão que ser bem compreendidos quando missões futuras que visam obter imagens exoplanetárias usarem interferómetros, pois os anéis podem mascarar o sinal do exoplaneta," conclui Jones.

Links:

Notícias relacionadas:
Universidade Aberta do Reino Unido (comunicado de imprensa)
Science (requer subscrição)
PHYSORG
SPACE.com

Vénus:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg 
Wikipedia

Sondas STEREO:
NASA
NASA - 2
Wikipedia

 
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(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Dados - Arquivo do HubbleESANASAProcessamento - Roberto Colombari
 
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