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Edição n.º 1479
11/05 a 14/05/2018
 
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EFEMÉRIDES

Dia 11/05: 131.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1918 nascia Richard Feynman que, em conjunto com Julian Schwinger e Sin-Itiro Tomonaga, ganhou o prémio Nobel da Física pelo seu trabalho sobre electrodinâmica quântica. Também trabalhou na investigação do desastre do vaivém Challenger.
Em 1916 morria Karl Schwarzschild.

Usando a teoria da gravitação de Einstein, que descreve a forma como o espaço-tempo é curvado pela matéria, explica que quando uma estrela se contrai, existe um ponto em que a sua gravidade é tão forte que nem a luz pode escapar, o agora famoso buraco negro. Este ponto é conhecido como o raio de Schwarzchild e é igual à massa do objecto multiplicada pelo dobro da constante da gravidade e dividida pela velocidade da luz ao quadrado.
Observações: O Arco da Primavera abrange o céu a oeste ao final do lusco-fusco. Pollux e Castor formam o seu topo: estão alinhados quase horizontalmente a oeste-noroeste, separados por aproximadamente três dedos à distância do braço esticado. Para baixo e para a esquerda está Procyon, e ainda mais longe mas para baixo e para a direita está Capella.
Vénus brilha por baixo do Arco. A dois punhos à distância do braço esticado, para a esquerda de Vénus, procure Betelgeuse.

Dia 12/05: 132.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1965, a sonda soviética Luna 5 colide com a Lua.

Observações: Três estrelas de magnitude zero brilham no céu noturno em maio: Arcturo, bem alta a sudeste (para cima de Júpiter), Vega bem baixo a nordeste e Capella a noroeste (para cima e para a direita de Vénus). Parecem tão brilhantes porque cada uma é pelo menos 60 vezes mais luminosa que o Sol, e porque estão relativamente perto: 37,25 e 42 anos-luz de distância, respetivamente.

Dia 13/05: 133.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1713, nascia Alexis Claude Clairaut, astrónomo, matemático e geofísico francês, conhecido pelo seu teorema de Clairaut e pela sua co-computação do regresso do Halley em 1759, entre outros.
Em 1733, num registo de um eclipse solar transmitido para a Sociedade Real, o astrónomo sueco Bigerus Vassenius torna-se na primeira pessoa a notar o brilho da Terra na Lua durante a totalidade.

Ele escreve que o seu telescópio, com um diâmetro focal de 6,4 metros, consegue observar algumas das principais características da Lua durante a obscuridade total.
Em 1861, o Grande Cometa de 1861 é descoberto por John Tebbutt em Windsor, Nova Gales do Sul, Austrália.
Observações: Trânsito de Europa, entre as 01:24 e as 03:44.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 01:32 e as 03:59.
A brilhante estrela Arcturo domina o céu a este por estas noites. É uma estrela tão familiar, mas na realidade é quase uma desconhecida. Está apenas a 37 anos-luz de distância, mas a sua alta velocidade, em comparação com a maioria das estrelas na nossa vizinhança, significa que está apenas a passar pela nossa região da Galáxia. De facto, Arcturo parece fazer parte de uma corrente estelar dispersa e de alta-velocidade, o último elemento identificável de uma antiga galáxia anã que se fundiu com a Via Láctea.

Dia 14/05: 134.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1674, nascia Peder Horrebow, astrónomo holandês que inventou um método de determinar a latitude de um local a partir das estrelas, agora conhecido como Método Horrebow-Talcott.
Em 1861, um meteorito condrito de 859 gramas atinge a Terra perto de Barcelona e é apelidado de meteorito Canellas.
Em 1973, lançamento da primeira estação espacial americana, a Skylab.

É a última descolagem do foguetão Saturno V.
Observações: Trânsito de Ganimedes, entre as 01:30 e as 03:31.
Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 01:50 e as 04:11.
A estação de verão ainda está a mais de um mês de distância, mas o Triângulo de Verão começa já a aparecer a este. A primeira estrela a aparecer é Vega. É já visível, baixa a nordeste, ao anoitecer. A seguinte é Deneb, para baixo e para a esquerda de Vega. Deneb nasce pouco mais de uma hora depois de Vega, dependendo da latitude do local de observação. A terceira estrela é Altair, que aparece mais para baixo e para a direita por volta das 23:30.

 
CURIOSIDADES

A partir de baixa órbita terrestre (entre 250-560 km), várias construções feitas pelo Homem são visíveis: aeroportos, pontes, barragens e auto-estradas. A Grande Muralha da China, um dos feitos da Humanidade que ficou bastante famoso por se afirmar que era visível do espaço mesmo antes da era espacial, é na realidade muito ténue e apenas observável sob condições perfeitas (clique na imagem para discernir como se vê a Muralha do espaço).
 
ASTEROIDE EXILADO DESCOBERTO NOS CONFINS DO SISTEMA SOLAR
Esta imagem artística mostra o asteroide exilado 2004 EW95, o primeiro asteroide que se confirma ser rico em carbono a existir na Cintura de Kuiper e uma relíquia do Sistema Solar primordial. Este curioso objeto formou-se muito provavelmente na cintura de asteroides situada entre Marte e Júpiter e foi depois lançado a milhares de milhões de quilómetros de distância, instalando-se assim na Cintura de Kuiper.
Crédito: ESO/M. Kornmesser
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Com o auxílio dos telescópios do ESO, uma equipa internacional de astrónomos investigou uma relíquia do Sistema Solar primordial. A equipa descobriu que o invulgar objeto da Cintura de Kuiper 2004 EW95 se trata de um asteroide rico em carbono, o primeiro deste tipo que se confirma existir nos frios confins do Sistema Solar. Este curioso objeto formou-se muito provavelmente na cintura de asteroides situada entre Marte e Júpiter e foi depois lançado a milhares de milhões de quilómetros de distância, instalando-se assim na Cintura de Kuiper.

Os primórdios do nosso Sistema Solar foram muito tempestuosos. Modelos teóricos desse período predizem que depois da formação dos gigantes gasosos, estes planetas assolaram o Sistema Solar, ejetando pequenos corpos rochosos das regiões internas para órbitas mais externas, muito afastadas do Sol. Em particular, os modelos sugerem que a Cintura de Kuiper — uma região fria situada para lá da órbita de Neptuno — deveria conter uma pequena fração de corpos rochosos originários do Sistema Solar interno, tais como asteroides ricos em carbono, os chamados asteroides carbonáceos (ou do tipo C).

Agora, um artigo científico recente apresenta evidências sólidas para a existência do primeiro asteroide do tipo C observado na Cintura de Kuiper, apoiando assim fortemente os modelos teóricos dos primórdios turbulentos do nosso Sistema Solar. Após medições difíceis obtidas por vários instrumentos montados no VLT (Very Large Telescope) do ESO, uma pequena equipa de astrónomos liderada por Tom Seccull da Queen’s University Belfast no Reino Unido, conseguiu obter a composição do objeto anómalo da Cintura de Kuiper 2004 EW95 e determinar que se trata de um asteroide carbonáceo. Este facto sugere que o asteroide se formou originalmente no Sistema Solar interno, tendo depois migrado mais para o exterior (foram igualmente detetados nos confins do Sistema Solar outros objetos do Sistema Solar interior, no entanto este é o primeiro asteroide do tipo C a ser descoberto tão longe de casa, na Cintura de Kuiper).

Uma equipa internacional de astrónomos usou telescópios do ESO para investigar uma relíquia do Sistema Solar primordial. A equipa descobriu que o invulgar objeto da Cintura de Kuiper 2004 EW95 é um asteroide rico em carbono, o primeiro do seu tipo a ser confirmado nos frios confins do Sistema Solar exterior.
A linha vermelha na imagem mostra a órbita de 2004 EW95, com as órbitas de outros corpos do Sistema Solar a verde para comparação.
Crédito: ESO/L. Calçada
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A natureza peculiar de 2004 EW95 foi inicialmente observada durante observações de rotina obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA por Wesley Fraser, também astrónomo na Queen’s University Belfast e igualmente um dos membros da equipa responsável por esta descoberta. O espectro de reflexão do asteroide — um padrão específico de comprimentos de onda da luz refletida por um objeto — era diferente dos espectros de pequenos objetos da Cintura de Kuiper semelhantes, os quais apresentam tipicamente espectros pouco interessantes sem estruturas, que revelam pouca informação sobre a sua composição.

"O espectro de reflexão de 2004 EW95 era claramente distinto dos outros objetos observados no Sistema Solar externo," explica o autor principal do trabalho, Seccull. "Era de facto suficientemente estranho para merecer uma segunda observação mais detalhada."

A equipa observou 2004 EW95 com os instrumentos X-Shooter e FORS2 montados no VLT. A sensibilidade destes espectrógrafos permitiu aos investigadores obter medições mais detalhadas do padrão de luz refletida pelo asteroide e consequentemente inferir a sua composição.

No entanto, mesmo com o impressionante poder coletor do VLT, 2044 EW95 era ainda difícil de observar. Apesar do objeto ter uma dimensão de 300 km, encontra-se atualmente à colossal distância da Terra de 4 mil milhões de km, o que faz com que a obtenção de dados da sua superfície escura rica em carbono se torne um desafio científico bastante grande.

"É um pouco como observar uma montanha gigante de carvão sobre o fundo negro do céu noturno," explica o coautor Thomas Puzia da Pontificia Universidad Católica de Chile.

"Para além de se movimentar, 2004 EW95 é também muitíssimo ténue," acrescenta Seccull. "Tivemos que usar técnicas de processamento de dados muito avançadas para retirar a maior informação possível dos dados." Duas estruturas nos espectros do objeto eram particularmente notórias e correspondiam à presença de óxidos de ferro e filossilicatos. A presença destes materiais nunca tinha sido confirmada anteriormente num objeto da Cintura de Kuiper e sugere fortemente que 2004 EW95 se formou no Sistema Solar interior.

Seccull conclui: "Dada a localização atual de 2004 EW95, nos confins gelados do Sistema Solar, podemos dizer que o objeto foi lançado para a sua órbita atual por um planeta migratório durante os primórdios do Sistema Solar."

"Apesar de já ter havido referências anteriores a outros espectros de objetos da Cintura de Kuiper 'atípicos', nenhuma foi confirmada com este nível de certeza," comenta Olivier Hainaut, astrónomo do ESO que não fez parte da equipa. "A descoberta de um asteroide do tipo C na Cintura de Kuiper é uma das verificações chave de uma das previsões fundamentais dos modelos dinâmicos do Sistema Solar primordial."

Links:

Notícias relacionadas:
ESO (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
SPACE.com
EurekAlert!
PHYSORG
Inverse
Gizmodo
Metro
BBC News
PORTO canal
Correio da Manhã
CNN
Público

2004 EW95:
SSD/NASA
Wikipedia

Asteroides:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
SEDS
NASA
Wikipedia

Cintura de Kuiper:
Centro de Planetas Menores da UAI
NASA 
Wikipedia

VLT:
Página oficial
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
ASTRÓNOMOS HOLANDESES FOTOGRAFAM, POR ACASO, POSSÍVEL PLANETA EM FORMAÇÃO
Imagem infravermelha do binário CS Cha com o recém-descoberto companheiro no círculo.
Crédito: C. Ginski & SPHERE
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Um grupo de astrónomos estava a examinar o disco de poeira em redor da jovem estrela dupla CS Cha, quando viram um pequeno ponto na borda das suas imagens. O ponto acabou sendo um pequeno planeta com apenas alguns milhões de anos, que se move juntamente com a estrela dupla. Ainda não está claro se é um super-Júpiter em formação ou uma anã castanha.

Uma equipa internacional de astrónomos liderada por investigadores holandeses da Universidade de Leiden encontrou, coincidentemente, um pequeno companheiro em torno da estrela dupla CS Cha. Os astrónomos estavam a examinar o disco de poeira do binário quando "tropeçaram" no objeto. Os investigadores suspeitam que é um planeta na sua infância que ainda está a crescer. Os astrónomos usaram o instrumento SPHERE no VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile. Em breve publicarão os seus achados num artigo aceite pela revista Astronomy & Astrophysics.

O binário CS Cha através de filtros polarizados que tornam os discos de poeira e os exoplanetas visíveis. O companheiro parece ter o seu próprio disco de poeira.
Crédito: C: Ginski & SPHERE

 

A estrela binária CS Cha e o seu companheiro especial estão localizados a cerca de seiscentos anos-luz de distância da Terra numa região de formação estelar na direção da constelação do hemisfério sul de Camaleão. A estrela dupla tem apenas dois ou três milhões de anos. Os investigadores queriam estudar a estrela para procurar um disco de poeira e planetas em formação.

Durante a sua análise da estrela binária, os astrónomos viram um pequeno ponto na borda das suas imagens. Os cientistas mergulharam nos arquivos do telescópio e descobriram o ponto, mas muito mais ténue, também em fotografias com 19 anos obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble e em fotografias com 11 anos do VLT. Graças a estas imagens antigas, os astrónomos foram capazes de mostrar que o companheiro se move com o binário e que pertencem juntos.

Infografia do binário CS Cha e do seu disco de poeira (esquerda) com o companheiro recém-descoberto (direita). O companheiro está localizado a mais de 214 vezes a distância Terra-Sol do binário, mas pertence claramente ao sistema. CS Cha está a aproximadamente 165 parsecs (538 anos-luz) da Terra.
Crédito: C. Ginski/G.A. Muro Arena
 

Ainda não se sabe definitivamente o aspeto do companheiro e como foi formado. Os cientistas tentaram encaixar vários modelos nas observações, mas não dão uma certeza de 100%. O companheiro pode ser uma pequena estrela anã castanha, mas também pode ser um super-Júpiter.

O autor principal Christian Ginski explica: "A parte mais emocionante é que a luz do companheiro é altamente polarizada. Essa preferência na direção da polarização geralmente ocorre quando a luz é espalhada ao longo do caminho. Nós suspeitamos que o companheiro esteja rodeado pelo seu próprio disco de poeira. A parte complicada é que o disco bloqueia grande parte da luz e é por isso que dificilmente podemos determinar a massa do companheiro. De modo que pode ser uma anã castanha, mas também um super-Júpiter em formação. Os modelos clássicos de formação planetária não nos conseguem ajudar."

No futuro, os investigadores querem examinar o binário e o companheiro em mais detalhe. Pretendem usar o telescópio internacional ALMA situado no planalto Chajnantor dos Andes Chilenos.

Links:

Notícias relacionadas:
Universidade de Leiden (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
SPACE.com
Science alert
Astronomie.nl (em holandês)
PHYSORG
UPI

Exoplanetas:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

Anãs castanhas:
Wikipedia
NASA
Andy Lloyd's Dark Star Theory

VLT:
Página oficial
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

ALMA:
Página principal
ALMA (NRAO)
ALMA (NAOJ)
ALMA (ESO)
Wikipedia

 
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - A Nebulosa do Retângulo Vermelho Pelo Hubble
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: HubbleNASAESA; Processamento e LicençaJudy Schmidt
 
Como foi formada a invulgar Nebulosa do Retângulo Vermelho? No centro da nebulosa encontra-se um sistema binário antigo que certamente alimenta a nebulosa, mas ainda não explica as suas cores. A forma incomum do Retângulo Vermelho é provavelmente devida a um toro de poeira espessa que comprime o fluxo de outra forma esférico em forma de cone que se tocam ponta a ponta. Dado que vemos o toro de lado, as arestas dos contornos em forma de cone parecem formar um X. Os "degraus" distintos sugerem que o fluxo ocorre em surtos. No entanto, as cores invulgares da nebulosa são menos bem compreendidas, e a especulação sustenta que são parcialmente fornecidas por moléculas de hidrocarbonetos que podem, na verdade, ser blocos de construção da vida orgânica. A Nebulosa do Retângulo Vermelho encontra-se a cerca de 2300 anos-luz de distância na direção da constelação de Unicórnio. A nebulosa é vista aqui em grande detalhe numa imagem recentemente reprocessada do Telescópio Espacial Hubble. Daqui a poucos milhões de anos, quando uma das estrelas centrais ficar com ainda menos combustível nuclear, a Nebulosa do Retângulo Vermelho provavelmente florescerá numa nebulosa planetária.
 

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