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  Astroboletim #1597  
  28/06 a 01/07/2019  
     
 

28/06/19 - Noites Astronómicas em Tavira
22:00 - No dia 28 de junho, no Forte do Rato, realiza-se mais uma sessão de Noites Astronómicas em Tavira. Nesta sessão será possível identificar algumas constelações que nos farão companhia nas noites quentes de Verão. Teremos a oportunidade de observar os planetas gigantes gasosos do nosso sistema solar, Júpiter e as suas luas galileanas assim como Saturno e os seus anéis. Esta atividade é gratuita.
Local: Forte do Rato
Informações e incrições:
281 326 231; 924 452 528; geral@cvtavira.pt (pré-inscrição obrigatória; a realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas e está sujeita a um número mínimo de participantes)

 
     
 
Efemérides

Dia 28/06: 179.º dia do calendário gregoriano.
História:
Em 1911, rochas do meteorito Nakhla caem na Terra, perto de Alexandria, Egipto.

Descobriu-se mais tarde que estas 40 pedras vieram de Marte. A origem das rochas que caíram para a Terra pode ser determinada através da sua análise química. As rochas marcianas têm uma composição semelhante.
Em 2011, o Telescópio Espacial Hubble descobre outra lua em redor de Plutão, temporariamente denominada P4. A descoberta foi novamente verificada no dia 20 de julho do mesmo ano. O nome oficial da lua é agora Cérbero.
Observações: Ocultação de Io, entre as 22:21 e as 00:38 (já de dia 29).
Eclipse de Io, entre as 22:46 e as 01:55 (já de dia 29).

Dia 29/06: 180.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1818, nascia Angelo Secchi, astrónomo italiano. Foi Diretor do Observatório da Universidade Gregoriana Pontifical durante 28 anos. Foi um pioneiro na espectroscopia astronómica, um dos primeiros cientistas a afirmar autoritariamente que o Sol era uma estrela.
Em 1868, nascia George Hale, astrónomo solar americano.

Foi quem sugeriu a Einstein (após este lhe ter perguntado) que a sua teoria da curvatura da luz devido à gravidade só poderia ser testada durante um eclipse solar total do Sol. 
Em 1961 era lançado o primeiro satélite a energia nuclear, o satélite americano Transit 4A.
Em 1995, a missão STS-71 do vaivém Atlantis doca pela primeira vez com a estação espacial Mir.
Observações: Se tiver acesso a um céu escuro o suficiente, a Via Láctea forma agora um magnífico arco que atravessa o céu a este após o anoitecer. Vai desde Cassiopeia a norte-nordeste, passa alta por Cisne e pelo Triângulo de Verão a este, desce por trás de Saturno e pelo Bule de Chá de Sagitário a sul.
Trânsito de Io, entre as 19:41 e as 21:58.
Trânsito da sombra de Io, entre as 20:08 e as 22:25.

Dia 30/06: 181.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1905, Albert Einstein publica o artigo "Sobre a Electrodinâmica dos Corpos em Movimento", no qual introduz a relatividade especial.
Em 1908, ocorria o grande impacto de Tunguska na Sibéria.

Em 1971, três cosmonautas são encontrados mortos no seu veículo de regresso, Soyuz 11, depois de uma missão com problemas da Salyut 1. A tripulação morreu devido a uma de fuga de ar através de uma válvula. Permanecem os únicos humanos a não ter morrido na Terra.
Em 1972, é adicionado o primeiro segundo ao sistema UTC
Em 2001, era lançado o WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe) a partir do Centro Espacial Kennedy.
Observações: Ocultação de Ganimedes, entre as 00:36 e as 03:17.
Consegue avistar o enxame estelar de Cabeleira de Berenice à vista desarmada? É grande mas disperso e ténue, alto a oeste depois do cair da noite. Pode localizá-lo da seguinte maneira: encontre Arcturo alta a sudoeste e, para a sua direita, a estrela da ponta da "frigideira" de Ursa Maior. O enxame de estrelas de Cabeleira de Berenice está para baixo do ponto médio entre as duas estrelas, formando um triângulo quase equilátero.

Dia 01/07: 182.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1770, o Cometa Lexell passa a uns meros 2,2 milhões de quilómetros da Terra, menos de 9 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
Em 1917, o espelho de 2,5 m chega ao Monte Wilson.

O empresário John D. Hooker doou os fundos para o vidro, que foi o mesmo utilizado para as garrafas de vinho feito pela companhia de Saint Gobrain em França.
Em 2004, inserção orbital da Cassini-Huygens em Saturno.
Em 2013, descoberta da lua S/2004 N 1 de Neptuno
Observações: Ocultação de Europa, entre as 01:48 e as 04:23.
Estas noites sem Lua que se aproximam são uma boa altura para ir à caça de objetos do céu profundo pouco conhecidos (e famosos, já agora) na Via Láctea, por exemplo, perto de Cisne e da sua estrela dupla Albireo.

 
     
 
Curiosidades


A viagem da New Horizons até Plutão (4,76 mil milhões de quilómetros), foi equivalente a quase 32 viagens entre a Terra e o Sol.

 
 
   
Níveis anormalmente elevados de metano marciano caem para níveis normais
 
Esta imagem foi obtida pela Navcam do rover Curiosity da NASA no dia 18 de junho de 2019, o seu 2440.º dia marciano, ou sol, da sua missão. Mostra parte de "Teal Ridge", que o rover tem vindo a estudar dentro de uma região chamada "unidade argilosa".
Crédito: NASA/JPL-Caltech
 

No seguimento do pico de metano marciano detetado anteriormente, a equipa do rover Curiosity realizou uma nova experiência este fim-de-semana que passou. Os resultados foram transmitidos algum tempo depois: os níveis de metano diminuíram drasticamente, detetando menos de uma parte por cada mil milhões de unidades de volume. É equivalente aos níveis de fundo que o Curiosity deteta regularmente.

A experiência mais recente sugere que a deteção de metano da semana passada - a maior quantidade do gás que o rover já encontrou - era de uma das plumas transientes de metano já observadas no passado. Embora os cientistas já tenham observado os níveis de fundo a subir e a descer sazonalmente, ainda não encontraram um padrão na ocorrência destas plumas transientes.

"O mistério do metano continua," disse Aswhin Vasavada, cientista do projeto Curiosity no JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia. "Estamos mais motivados do que nunca a medir e a descobrir o comportamento do metano na atmosfera marciana."

O Curiosity não possui instrumentos que possam dizer, definitivamente, se a fonte do metano é biológica ou geológica. Uma compreensão mais clara destas plumas, em combinação com medições coordenadas de outras missões, pode ajudar os cientistas a determinar a sua localização em Marte.

// NASA (comunicado de imprensa)

 


Saiba mais

CCVAlg - Astronomia:
25/06/2019 - Curiosity deteta níveis anormalmente elevados de metano

Marte:
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia 

Metano:
Wikipedia
Metano na atmosfera de Marte (Wikipedia)

Rover Curiosity (MSL):
NASA
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Wikipedia

 
   
Hubble encontra minúsculas "bolas de futebol elétricas" no espaço, ajuda a resolver mistério interestelar
 
Impressão de artista que mostra a presença de bucky-bolas no espaço. As bucky-bolas, que consistem de 60 átomos de carbono dispostos numa esfera oca, como bolas de futebol, já tinham sido detetadas no espaço por cientistas usando o Telescópio Espacial Spitzer da NASA. O novo resultado é a primeira vez que uma versão eletricamente carregada (ionizada) foi encontrada no meio interestelar.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
 

Usando o Telescópio Espacial Hubble, cientistas confirmaram a presença de moléculas eletricamente carregadas no espaço em forma de "bolas de futebol", lançando luz sobre os misteriosos conteúdos do meio interestelar - o gás e a poeira que preenchem o espaço interestelar.

Dado que as estrelas e os planetas se formam a partir de nuvens de gás e poeira no espaço, "o meio interestelar difuso pode ser considerado como o ponto de partida para os processos que finalmente dão origem a planetas e à vida," disse Martin Cordiner da Universidade Católica da América, em Washington. "Assim, a identificação completa do seu conteúdo fornece informações sobre os ingredientes disponíveis para criar estrelas e planetas." Cordiner, destacado no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, é o autor principal de um artigo sobre esta investigação, publicado na edição de 22 de abril da revista The Astrophysical Journal Letters.

As moléculas identificadas por Cordiner e pela sua equipa são uma forma de carbono chamada "Buckminsterfulereno", também chamadas "bucky-bola", que consistem em 60 átomos de carbono (C60) dispostos numa esfera oca. C60 já foi encontrado em alguns casos raros na Terra, em rochas e em minerais, e também pode aparecer em fuligem de combustão a altas temperaturas.

C60 também já foi visto no espaço. No entanto, esta é a primeira vez que a sua versão eletricamente carregada (ionizada) foi confirmada como presente no meio interestelar difuso. O C60 torna-se ionizado quando a luz ultravioleta das estrelas arranca um eletrão da molécula, dando ao C60 uma carga positiva (C60+). "O meio interestelar difuso era historicamente considerado um ambiente demasiado rigoroso e ténue para a ocorrência de uma abundância apreciável de moléculas grandes," explicou Cordiner. "Antes da deteção do C60, as maiores moléculas conhecidas no espaço tinham apenas 12 átomos de tamanho. A nossa confirmação do C60+ mostra quão complexa a astroquímica pode ser, mesmo nos ambientes de densidade mais baixa, os mais fortemente irradiados por radiação ultravioleta na Galáxia."

A vida como a conhecemos é baseada em moléculas contendo carbono e esta descoberta mostra que as moléculas complexas de carbono podem formar-se e sobreviver no ambiente hostil do espaço interestelar. "De certa forma, a vida pode ser considerada como o expoente máximo da complexidade química," salientou Cordiner. "A presença do C60 demonstra inequivocamente um alto nível de complexidade química intrínseca aos ambientes espaciais e aponta para uma forte probabilidade de outras moléculas extremamente complexas, portadoras de carbono, surgirem espontaneamente no espaço."

A maior parte do meio interestelar é hidrogénio e hélio, mas tem muitos compostos que ainda não foram identificados. Dado que o espaço interestelar é tão remoto, os cientistas estudam como afeta a luz de algumas estrelas distantes para identificar o seu conteúdo. À medida que a luz estelar passa pelo espaço, os elementos e os compostos do meio interestelar absorvem e bloqueiam certas cores (comprimentos de onda) da luz. Quando os cientistas analisam a luz estelar, separando-a nas suas cores componentes (espectro), as cores que foram absorvidas parecem escuras ou ausentes. Cada elemento ou composto tem um padrão de absorção único que age como uma impressão digital, permitindo com que seja identificado. No entanto, alguns padrões de absorção do meio interestelar cobrem uma gama mais ampla de cores, que parecem diferentes de qualquer átomo ou molécula conhecida na Terra. Esses padrões de absorção são chamados de Bandas Interestelares Difusas (BIDs). A sua identidade permanece um mistério desde que foram descobertas por Mary Lea Heger, que publicou observações das duas primeiras BIDs em 1922.

Uma BID pode ser atribuída encontrando uma correspondência precisa com a impressão digital de absorção de uma substância em laboratório. No entanto, existem milhões de diferentes estruturas moleculares para testar, e levaria gerações a testá-las todas.

"Hoje, conhecemos mais de 440 BIDs, mas (além das poucas recém-atribuídas ao C60+) nenhuma foi identificada conclusivamente," realçou Cordiner. "Em conjunto, o aspeto das BIDs indica a presença de uma grande quantidade de moléculas ricas em carbono no espaço, algumas das quais podem eventualmente participar da química que dá origem à vida. No entanto, a composição e as características deste material permanecerão desconhecidas até que as BIDs restantes sejam atribuídas."

Décadas de estudos de laboratório não conseguiram encontrar uma correspondência precisa com quaisquer BIDs até este trabalho sobre o C60+. No novo trabalho, a equipa conseguiu igualar o padrão de absorção do C60+ em laboratório com as observações do meio interestelar do Hubble, confirmando a designação feita recentemente por uma equipa da Universidade de Basel, Suíça, cujos estudos de laboratório forneceram os dados do C60+ necessários para comparação. O grande problema da deteção do C60+, usando telescópios terrestres convencionais, é que o vapor de água atmosférico bloqueia a nossa visão do padrão de absorção do C60+. No entanto, orbitando acima da maior parte da atmosfera, no espaço, o Telescópio Hubble tem uma vista clara e desobstruída. No entanto, os cientistas ainda tiveram que puxar o Hubble muito além dos seus limites normais de sensibilidade para ter uma hipótese de detetar as impressões digitais fracas do C60+.

As estrelas observadas eram todas supergigantes azuis, localizadas no plano da nossa Galáxia, a Via Láctea. O material interestelar da Via Láctea está localizado principalmente num disco relativamente plano, de modo que as linhas de visão das estrelas no plano Galáctico atravessam as maiores quantidades de matéria interestelar e, portanto, mostram as características de absorção mais fortes devido às moléculas interestelares.

A deteção do C60+ no meio interestelar difuso suporta as expetativas da equipa de que as moléculas muito grandes e carregadas de carbono são candidatas prováveis a explicar muitas das BIDs não identificadas. Isto sugere que os futuros esforços de laboratório devem medir os padrões de absorção de compostos relacionados com o C60+, a fim de ajudar a identificar algumas das restantes BIDs.

A equipa está a tentar detetar C60+ em mais ambientes para ver como as bucky-bolas estão disseminadas no Universo. De acordo com Cordiner, com base nas suas observações até agora, parece que o C60+ está muito difundido na Galáxia.

// NASA (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal Letters)
// Artigo científico (arXiv.org)

 


Saiba mais

CCVAlg - Astronomia:
16/08/2011 - Grafenos possivelmente detetados no espaço
29/10/2010 - Spitzer descobre que fulerenos são abundantes
27/07/2010 - Spitzer descobre fulerenos no espaço

Buckminsterfulereno:
Wikipedia

Fulereno:
Wikipedia

Meio interestelar:
Wikipedia
Universidade de New Hampshire

Bandas Interestelares Difusas (BIDs):
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

 
   
Investigação redefine linha temporal da vida em Marte

Investigadores canadianos, liderando uma equipa internacional, mostraram que a primeira "chance real" de Marte ter desenvolvido vida começou cedo, há 4,48 mil milhões de anos, quando meteoritos gigantescos e inibidores da vida pararam de atingir o Planeta Vermelho. As descobertas não esclarecem apenas as possibilidades para o vizinho mais próximo da Terra, mas também podem redefinir a linha temporal da vida no nosso próprio planeta.

O estudo foi publicado na passada segunda-feira na revista Nature Geoscience.

Os investigadores da Universidade Western sugerem que as condições em que a vida pode ter prosperado podem ter ocorrido em Marte há 3,5-4,2 mil milhões de anos atrás. Isto antecede as primeiras evidências de vida na Terra até 500 milhões de anos.

 
Pequenos grãos de zircão ígneo dentro deste fragmento rochoso foram fraturados pelo lançamento a partir de Marte, mas permaneceram inalterados por mais de 4,4 mil milhões de anos.
Crédito: Western’s Zircon and Accessory Phase Laboratory
 

"Os impactos de meteoritos gigantescos em Marte podem, na verdade, ter acelerado a libertação das primeiras águas do interior do planeta, preparando o cenário para reações de formação da vida," disse Desmond Moser, cientista da Universidade Western.

O professor de Geografia e Ciências da Terra explicou que é sabido que o número e os tamanhos dos impactos de meteoritos em Marte e na Terra diminuíram gradualmente após a formação dos planetas. Eventualmente, os impactos tornaram-se pequenos e pouco frequentes para que as condições próximas da superfície pudessem permitir que a vida se desenvolvesse. No entanto, há muito que é debatido quando este bombardeamento pesado de meteoritos teve lugar.

Foi proposta uma fase "tardia" de bombardeamento pesado em ambos os planetas que terminou há cerca de 3,8 mil milhões de anos.

 
Pequenos grãos de zircão ígneo dentro deste fragmento rochoso foram fraturados pelo lançamento a partir de Marte, mas permaneceram inalterados por mais de 4,4 mil milhões de anos.
Crédito: Western’s Zircon and Accessory Phase Laboratory
 

Para o estudo, Moser e a sua equipa analisaram os grãos minerais mais antigos e conhecidos de meteoritos que se pensa terem tido origem nas terras altas do sul de Marte. Estes grãos antigos, observados até níveis atómicos, estão quase inalterados desde que cristalizaram perto da superfície de Marte.

Em comparação, a análise das áreas impactadas na Terra e na Lua mostra que mais de 80% dos grãos estudados contêm características associadas a impactos, como a exposição a pressões e temperaturas intensas.

Os resultados sugerem que o bombardeamento pesado de Marte terminou antes da formação dos minerais analisados, o que significa que a superfície marciana teria ficado habitável quando a água se tornou abundante. A água também estava presente na Terra durante esta época - de modo que é plausível que o relógio biológico do Sistema Solar tenha começado muito antes da data aceite anteriormente.

// Universidade Western (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Nature Geoscience)
// Via em Marte era possível depois do grande impacto meteorítico há quase 4,5 mil milhões de anos (Universidade Western via YouTube)

 


Saiba mais

Notícias relacionadas:
Astronomy
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spaceref
New Scientist
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Marte:
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia 
Possibilidade de vida em Marte (Wikipedia)

 
   
Também em destaque
  Compostos de cianeto descobertos em meteoritos podem conter pistas para a origem da vida (via NASA)
O cianeto e o monóxido de carbono são venenos mortais para os humanos, mas compostos contendo ferro, cianeto e monóxido de carbono descobertos em meteoritos ricos em carbono podem ter ajudado à vida na Terra. Estas substâncias extraterrestres, descobertas em meteoritos, assemelham-se a hidrogenases, enzimas que fornecem energia às bactérias quebrando o gás hidrogénio (H2). Os resultados sugerem que estes compostos químicos também estavam presentes na Terra primitiva, antes do início da vida, durante um período em que o nosso planeta era constantemente bombardeado por meteoritos e a atmosfera era provavelmente mais rica em hidrogénio. Ler fonte
 
   
Álbum de fotografias - As 25 Estrelas Mais Brilhantes do Céu Noturno
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Tragoolchitr Jittasaiyapan
 
Sabe os nomes de algumas das estrelas mais brilhantes? É provável que sim, embora algumas estrelas brilhantes tenham nomes tão antigos que remontam ao início da linguagem escrita. Muitas culturas do mundo têm os seus próprios nomes para as estrelas mais brilhantes, e é cultural e historicamente importante lembrá-las. No entanto, no interesse de uma comunicação global clara, a União Astronómica Internacional começou a designar nomes estelares padronizados. Na imagem em destaque, em cores verdadeiras, as 25 estrelas mais brilhantes do céu noturno, atualmente vistas pelos humanos, juntamente com os seus nomes reconhecidos pela UAI. Alguns nomes têm significados interessantes, incluindo Sirius ("o queimador" em Latim), Vega ("caindo" em Árabe) e Antares ("rival de Marte" em Grego). Também é provável que outros destes nomes de estrelas brilhantes não lhe sejam tão familiares, embora a famosa Polar seja demasiado fraca para fazer parte desta lista.
 
   
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