Dia 01/02: 32.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1958, era lançado o Explorer I, o primeiro satélite artificial americano. Transmitiu dados sobre micrometeoritos e radiação cósmica durante 105 dias. A missão resultou na descoberta das cinturas de radiação Van Allen por James Van Allen.
Em 1999, voo rasante n.º 19 da sonda Galileu por Europa.
Em 2003, o vaivém espacial Columbia desintegra-se durante a sua reentrada na atmosfera terrestre, matando os sete astronautas a bordo: Rick D. Husband, William C. McCool, Michael P. Anderson, Ilan Ramon, Kalpana Chawla, David M. Brown e Laurel Clark. Observações: Lua Nova, pelas 05:46.
O maior asterismo do céu (padrão informal de estrelas) - pelo menos o maior largamente reconhecido - é o Hexágono de Inverno. Preenche o céu a sudeste por estas noites. Comece com a brilhante Sirius em baixo. No sentido dos ponteiros do relógio, prossiga até Procyon, Pollux e Castor, Menkalinan e Capella bem alto, descendo por Aldebarã, Rigel no pé de Orionte e finalmente de volta a Sirius.
Betelgeuse brilha dentro do Hexágono, um pouco fora do centro.
O Hexágono é um pouco distendido. Mas se desenhar uma linha através da linha que passa pelo meio, de Capella até Sirius, o Hexágono é razoavelmente simétrico em relação a esse eixo.
Dia 02/02: 33.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1964, a sonda norte-americana Ranger 6 chegava à Lua.
Em 2004 é detetado pela primeira vez oxigénio e carbono na atmosfera de um exoplaneta, HD 209458b.
No mesmo ano, os picos de Columbia Hills em Marte recebem os nomes dos sete astronautas que morreram no desastre do Columbia (STS-107) de 1 de fevereiro de 2003.
O rover Spirit passou vários anos a explorar Columbia Hills até deixar de funcionar em 2010. Observações: Pouco depois do cair da noite, olhe baixo a oeste-sudoeste até encontrar a Lua, que faz hoje um bonito par com Júpiter, a "falsa Estrela da Tarde" (tenta fazer-se passar por Vénus nesta parte do céu, mas falha sempre).
Dia 03/02: 34.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1966, a sonda soviética Luna 9, não tripulada, faz a primeira aterragem assistida com motores na Lua e, por isso, a primeira em qualquer outro corpo planetário que não a Terra.
Em 1984, lançamento da missão STS-41-B do vaivém espacial Challenger.
Em 1994, lançamento da STS-60, do vaivém Discovery, com o primeiro cosmonauta russo a bordo desta nave americana. Foi também a primeira missão do programa Shuttle-Mir.
Em 1995, a astronauta Eileen Collins torna-se na primeira mulher a pilotar o vaivém espacial na missão STS-63, a partir do Centro Espacial Kennedy na Flórida, EUA.
Em 2005, o novo olho sensível do Arecibo, Alfalfa, começa a fazer um gigantesco levantamento do céu.
Em 2006, a equipa da Deep Impactda NASA divulga as primeiras evidências de gelo cometário. Observações: Hoje e amanhã, ao anoitecer, a borda curva da Lua Crescente aponta quase para Júpiter, como um arco que lhe dispara uma seta.
Um objeto misterioso diferente de tudo o que os astrónomos já viram
Uma equipa de mapeamento de ondas de rádio no Universo descobriu algo invulgar que liberta uma enorme explosão de energia três vezes por hora e que é diferente de qualquer coisa que os astrónomos já viram antes.
A equipa que o descobriu pensa que pode ser uma estrela de neutrões ou uma anã branca - núcleos colapsados de estrelas - com um campo magnético ultrapoderoso. Girando no espaço, o estranho objeto envia um feixe de radiação que atravessa a nossa linha de visão e, durante um minuto em cada vinte, é uma das fontes de rádio mais brilhantes do céu.
A Dra. Natasha Hurley-Walker, astrofísica do ICRAR (International Centre for Radio Astronomy Research) na Universidade Curtin, liderou a equipa que fez a descoberta. "Este objeto estava a aparecer e a desaparecer ao longo das nossas horas de observações," disse. "Isto era completamente inesperado. Foi um pouco assustador para um astrónomo, porque não há nada conhecido no céu que faça isso. E está realmente muito perto de nós - a cerca de 4000 anos-luz de distância. Está no nosso 'quintal galáctico.'"
Aspeto ilustrativo do objecto caso seja um magnetar. Os magnetares são estrelas de neutrões incrivelmente magnéticas, algumas das quais produzem, por vezes, emissões de rádio. Os magnetares conhecidos completam uma volta sob si próprios a cada poucos segundos, mas teoricamente, os "magnetares de período ultralongo" poderiam girar muito mais lentamente.
Crédito: ICRAR
O objeto foi descoberto pelo estudante da Universidade Curtin, Tyrone O'Doherty, usando o telescópio MWA (Murchison Widefield Array) no "outback" australiano e uma nova técnica que desenvolveu. "É excitante que a fonte que identifiquei o ano passado se tenha revelado um objeto tão peculiar," disse O'Doherty, que está agora a tirar o seu doutoramento na mesma universidade. "O amplo campo de visão e a extrema sensibilidade do MWA são perfeitos para vigiar o céu inteiro e para detetar o inesperado."
Os objetos que se "ligam e desligam" no Universo não são novos para os astrónomos - eles chamam-lhes "transientes". A Dra. Gemma Anderson, astrofísica também do ICRAR e da Universidade Curtin, disse que "ao estudar os transientes, estamos a assistir à morte de uma estrela massiva ou à atividade dos remanescentes que deixa para trás."
Os "transientes lentos" - como supernovas - podem aparecer ao longo de alguns dias e desaparecer após alguns meses. Os "transientes rápidos" - como um tipo de estrela de neutrões chamada pulsar - "ligam-se e desligam-se" em milissegundos ou segundos.
Mas a Dra. Anderson disse que encontrar algo que se "ligasse" durante um minuto era realmente estranho. Explicou que o objeto misterioso era incrivelmente brilhante e mais pequeno do que o Sol, emitindo ondas de rádio altamente polarizadas - sugerindo que o objeto tinha um campo magnético extremamente forte.
A Dra. Hurley-Walker disse que as observações correspondem a um objeto astrofísico previsto chamado "magnetar de período ultralongo. É um tipo de estrela de neutrões com rotação lenta que se previu existir na teoria. Mas ninguém esperava detetar diretamente uma como esta, porque não esperávamos que fosse tão brilhante. De alguma forma está a converter energia magnética em ondas de rádio muito mais eficazmente do que qualquer coisa que já tenhamos visto antes."
O grupo n.º 107, ou "Outlier" como é conhecido, é um dos 256 grupos do MWA, localizado a 1,5 km do núcleo do telescópio. O MWA é um instrumento precursor do SKA.
Crédito: Pete Wheeler, ICRAR
A cientista está agora a monitorizar o objeto com o MWA para ver se volta a "ligar-se". "Se o fizer, existem telescópios espalhados pelo hemisfério sul e mesmo em órbita que podem apontar diretamente para ele," continuou. Ela planeia procurar mais destes objetos invulgares nos vastos arquivos do MWA. "Mais deteções dirão aos astrónomos se este foi um acontecimento raro e único ou uma vasta nova população que nunca tínhamos notado antes," comentou.
Steven Tingay, diretor do MWA, disse que o telescópio é um instrumento precursor do SKA (Square Kilometre Array) - uma iniciativa global para construir os maiores radiotelescópios do mundo na Austrália Ocidental e na África do Sul.
"A chave para encontrar este objeto, e estudar as suas propriedades detalhadas, é o facto de termos sido capazes de recolher e armazenar todos os dados que o MWA produz há quase dez anos. Ser capaz de olhar para trás através de um conjunto de dados tão massivo quando se encontra um objeto é bastante único em astronomia," disse. "Existem, sem dúvida, muitas mais 'joias' que o MWA e o SKA vão descobrir nos próximos anos."
Cocktail exótico na atmosfera de um exoplaneta extremo
Usando espectroscopia de alta resolução, investigadores da Universidade de Lund, na Suécia, conseguiram mapear a atmosfera de um exoplaneta localizado a 322 anos-luz da Terra. O conhecimento adquirido sobre o gás quente que envolve o planeta semelhante a Júpiter é importante para a compreensão dos planetas semelhantes à Terra.
WASP-189b é um planeta para lá do nosso Sistema Solar, com uma temperatura diurna de 3200 graus Celsius. O planeta está muito próximo da sua estrela hospedeira, com um ano que dura 2,7 dias, que é o tempo que leva para o planeta completar uma órbita em torno da estrela. WASP-189b é talvez o mais extremo dos cerca de 4300 exoplanetas - planetas em sistemas que não o nosso - que foram confirmados até à data.
Impressão de artista do exoplaneta WASP-189b.
Crédito: Bibiana Prinoth
Desde que foi observado em 2020 pelo satélite Cheops que tem sido alvo de interesse para os astrónomos. Num novo estudo publicado na revista Nature Astronomy, surgem novos factos sobre o escaldante gigante gasoso.
"Utilizámos um espectrógrafo de alta resolução para recolher luz estelar da estrela hospedeira, numa altura em que a luz também passava pelo invólucro de gás do exoplaneta. Depois de extrairmos as partes relevantes do espectro, conseguimos ligar pelo menos nove variantes de substâncias conhecidas à atmosfera de WASP-189b", diz Bibiana Prinoth, estudante de doutoramento em astronomia na Universidade de Lund, que liderou o estudo.
A descoberta principal é que a atmosfera de WASP-189b contém óxido de titânio, que até agora não podia ser detetado com certeza na atmosfera de um gigante gasoso ultra-quente. Além do óxido de titânio, os investigadores encontraram os seguintes elementos: ferro, titânio, crómio, vanádio, magnésio e manganês.
No entanto, não é só isto que se destaca: ao estudar as chamadas posições de linha para cada elemento na atmosfera, os investigadores puderam observar que estas variavam. Isto mostrou que WASP-189b tem um tipo de atmosfera em camadas onde a química tridimensional, os efeitos térmicos e a dinâmica sob a forma de ventos desempenham um papel importante.
"No passado, só foi possível analisar as atmosferas deste tipo de exoplaneta com modelos unidimensionais. No nosso estudo, preparamos o caminho para a utilização de espectrógrafos de alta resolução para obter uma compreensão muito mais profunda das atmosferas exoplanetárias," diz Bibiana Prinoth.
A caracterização das atmosferas dos exoplanetas tornou-se uma importante área de investigação em astronomia e astrofísica. Agora que as ferramentas técnicas estão prontas, será possível aos cientistas comparar em detalhe a composição química em diferentes tipos de atmosferas exoplanetárias, mesmo quando se trata de corpos celestes mais frios e mais semelhantes ao nosso próprio planeta.
"Perguntam-me frequentemente se penso se a minha investigação é relevante para a procura de vida noutros locais do Universo. A minha resposta é sempre sim. Este tipo de estudo é um primeiro passo nesta busca," conclui Bibana Prinoth.
Revelados quase 1000 misteriosos filamentos no centro da Via Láctea
Uma nova imagem telescópica, sem precedentes, do centro turbulento da Via Láctea, revelou quase 1000 filamentos misteriosos, inexplicavelmente "pendurados" no espaço.
Esticando-se até 150 anos-luz, os "fios" unidimensionais (ou filamentos) encontram-se em pares e em aglomerados, muitas vezes empilhados e igualmente espaçados, lado a lado como cordas numa harpa. Usando observações no rádio, Farhad Yusef-Zadeh, da Universidade Northwestern, descobriu os filamentos magnéticos altamente organizados no início da década de 1980. Os filamentos mistificantes que ele encontrou são compostos por eletrões de raios cósmicos que giram no campo magnético a uma velocidade próxima da da luz. Mas a sua origem tem permanecido um mistério por resolver desde então.
Mosaico do centro da Via Láctea, capturado no rádio. Os filamentos magnéticos são os "cortes" grandes e verticais espalhados pela imagem.
Crédito: Universidade Northwestenr, Yusef-Zadeh et al., SARAO
Agora, a nova imagem expôs 10 vezes mais filamentos do que os anteriormente descobertos, permitindo a Yusef-Zadeh e à sua equipa realizar, pela primeira vez, estudos estatísticos sobre uma vasta população de filamentos. Esta informação poderá ajudá-los a desvendar finalmente o mistério de longa data.
O estudo está disponível online e foi aceite para publicação na revista The Astrophysical Journal Letters.
"Há muito tempo que estudamos filamentos individuais com uma visão míope," disse Yusef-Zadeh, autor principal do artigo científico. "Agora, vemos finalmente o quadro geral - uma vista panorâmica de filamentos em abundância. O simples exame de alguns filamentos torna difícil tirar qualquer conclusão real sobre o que são e de onde vieram. Isto é um ponto de viragem na nossa compreensão destas estruturas."
Yusef-Zadeh é professor de física e astronomia no Colégio Weinberg de Artes e Ciências da Universidade Northwestern e membro do CIERA (Center for Interdisciplinary Exploration and Research in Astrophysics).
Contruindo a imagem
Para construir a imagem com clareza e detalhe sem precedentes, os astrónomos passaram três anos a examinar o céu e a analisar dados do SARAO (South African Radio Astronomy Observatory). Ao utilizarem o telescópio MeerKAT do SARAO durante 200 horas, os investigadores juntaram um mosaico de 20 observações separadas de diferentes secções do céu em direção ao centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, a 25.000 anos-luz da Terra.
A imagem completa será publicada num artigo adicional e complementar - liderado pelo astrofísico Ian Heywood da Universidade de Oxford, em que Yusef-Zadeh é coautor - num futuro número da revista The Astrophysical Journal. Juntamente com os filamentos, a imagem capta as emissões rádio de vários fenómenos, incluindo estrelas em erupção, berçários estelares e novos remanescentes de supernova.
"Passei muito tempo a trabalhar e a olhar para esta imagem, nunca me canso dela," disse Heywood. "Quando mostro esta imagem a pessoas que possam ser novas na radioastronomia, ou que não estejam familiarizadas com ela, tento sempre enfatizar que as imagens no rádio nem sempre foram assim, e que salto em frente o MeerKAT realmente é em termos das suas capacidades. Tem sido um verdadeiro privilégio trabalhar ao longo dos anos com os colegas do SARAO que construíram este fantástico telescópio."
Para ver os filamentos a uma escala mais fina, a equipa de Yusef-Zadeh utilizou uma técnica para remover o fundo da imagem principal, a fim de isolar os filamentos das estruturas circundantes. A imagem resultante espantou-o.
"É como arte moderna," disse. "Estas imagens são tão belas e ricas, o mistério de tudo isto torna-as ainda mais interessantes."
Aglomerado de filamentos paralelos, como cordas numa harpa.
Crédito: Universidade Northwestenr, Yusef-Zadeh et al., SARAO
O que sabemos
Apesar de ainda permanecerem muitos mistérios em torno destes filamentos, Yusef-Zadeh tem sido capaz de juntar mais peças do puzzle. No seu trabalho mais recente, ele e colaboradores exploraram especificamente os campos magnéticos dos filamentos e o papel dos raios cósmicos na iluminação dos campos magnéticos.
A variação na emissão emitida pelos filamentos é muito diferente daquela dos remanescentes de supernova recentemente descobertos, sugerindo que os fenómenos têm origens diferentes. É mais provável, descobriram os investigadores, que os filamentos estejam relacionados com a atividade passada do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, em vez de explosões coordenadas de supernovas. Os filamentos também podem estar relacionados com enormes bolhas emissoras de rádio, que Yusef-Zadeh e colaboradores descobriram em 2019.
E, embora Yusef-Zadeh já soubesse que os filamentos são magnetizados, agora pode dizer que os campos magnéticos são amplificados ao longo dos filamentos, uma característica primária que todos os filamentos partilham.
"Esta é a primeira vez que conseguimos estudar as características estatísticas dos filamentos," disse. "Ao estudar as estatísticas, podemos aprender mais sobre as propriedades destas fontes invulgares.
"Se fôssemos de outro planeta, por exemplo, e se encontrássemos uma pessoa muito alta na Terra, podíamos quiçá assumir que todas as pessoas são altas. Mas se fizermos estatísticas sobre uma população de pessoas, podemos encontrar a altura média. É exatamente isso que estamos a fazer. Podemos determinar a força dos campos magnéticos, os seus comprimentos, as suas orientações e o espectro da radiação."
O que não sabemos
Entre os restantes mistérios, Yusef-Zadeh está particularmente intrigado com a forma como os filamentos parecem estar estruturados. Os filamentos dentro dos aglomerados estão separados uns dos outros a distâncias perfeitamente iguais - mais ou menos a distância da Terra ao Sol.
"Eles assemelham-se quase ao espaçamento regular nos 'loops' solares," disse. "Ainda não sabemos porque surgem em aglomerados nem compreendemos como se separam, e não sabemos como ocorrem estes espaçamentos regulares. De cada vez que respondemos a uma pergunta, surgem várias outras questões."
Yusef-Zadeh e a sua equipa também ainda não sabem se os filamentos se movem ou mudam ao longo do tempo ou o que está a causar a aceleração dos eletrões a velocidades tão incríveis.
"Como é que aceleramos eletrões para velocidades tão perto da da luz?", perguntou. "Uma ideia é que existem algumas fontes no fim destes filamentos que estão a acelerar estas partículas."
O que se segue
Yusef-Zadeh e a sua equipa estão atualmente a identificar e a catalogar cada filamento. O ângulo, curva, campo magnético, espectro e intensidade de cada filamento serão publicados num estudo futuro. A compreensão destas propriedades dará à comunidade astrofísica mais pistas sobre a natureza elusiva dos filamentos.
O telescópio MeerKAT, inaugurado em julho de 2018, vai continuar a desvendar novos segredos.
"Estamos certamente um passo mais perto de uma compreensão mais completa," disse Yusef-Zadeh. "Mas a ciência é uma série de progressos a diferentes níveis. Esperamos chegar ao fundo da questão, mas são necessárias mais observações e análises teóricas. Uma compreensão completa de objetos complexos leva tempo."
Rotação de buraco negro binário revelada usando técnicas inovadoras (via Universidade de Cornell)
A investigação feita em Cornell revelou, a partir de dados de ondas gravitacionais, os potenciais primeiros sinais de ressonâncias de rotação orbital em buracos negros binários, um passo para a compreensão dos mecanismos das supernovas e de outras grandes questões na astrofísica. Ler fonte
O mistério das nebulosas planetárias mais brilhantes (via IAC)
Um estudo recente realizado por investigadores do IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) resolveu um antigo debate sobre as estrelas progenitoras das nebulosas planetárias mais brilhantes. Ler fonte
Álbum de fotografias - O Enxame de Galáxias da Fornalha
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Marco Lorenzi, Angus Lau, Tommy Tse
Com o nome da constelação do hemisfério sul onde se encontra a maioria das suas galáxias, o Enxame da Fornalha é um dos enxames galácticos mais próximos. A cerca de 62 milhões de anos-luz de distância, está quase 20 vezes mais distante do que a nossa vizinha Galáxia de Andrómeda, e apenas cerca de 10% mais distante do que o mais famoso e mais povoado Enxame de Virgem. Visto através deste campo com dois graus de largura, quase cada mancha amarelada na imagem é uma galáxia elíptica do Enxame da Fornalha. As galáxias elípticas NGC 1399 e NGC 1404 são os membros dominantes e brilhantes do enxame, em cima e à esquerda (mas não as estrelas "pontiagudas" em primeiro plano). A galáxia espiral barrada NGC 1365, que salta à vista em baixo à direita, também faz parte do Enxame da Fornalha.
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