Apresentação às Estrelas | Entre Eclipses Data: 12 de maio de 2022 Hora: 20:30-22:30 Local:Centro Ciência Viva do Algarve
Estamos numa altura do ano propícia à ocorrência de eclipses! Vamos explicar o porquê disto, e falar no eclipse lunar que aí vem. Após a apresentação, e se a meteorologia for favorável, iremos observar o céu com telescópio. Adulto: 4€ Jovem: 2€ Menores de 12 anos: gratuito.
A observação astronómica com telescópio depende de condições meteorológicas favoráveis. Pré-inscrição:siga este link Telefone: 289 890 920 E-mail: info@ccvalg.pt
Efemérides
Dia 22/04: 112.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1500, Pedro Álvares Cabral chegava pela primeira vez ao Brasil, numa viagem épica em que o Oceano era o equivalente atual do Espaço.
Em 1891, nascia Harold Jeffreys, astrogeofísico e o primeiro a teorizar o núcleo líquido da Terra. Jeffreys também fez contribuições para o nosso conhecimento da fricção de marés, nutação, estrutura planetária geral e da origem do Sistema Solar.
Em 1904, nascia Robert Oppenheimer, físico americano mais conhecido pelo seu papel como diretor científico do Projeto Manhattan.
É por isso lembrado como o "Pai da Bomba Atómica".
Em 1970 comemorava-se pela primeira vez o Dia da Terra. Observações:Arcturo é a estrela mais brilhante alta a este por estas noites, de pálido tom amarelo-alaranjado. Espiga, azul-esbranquiçada, brilha para baixo e para a direita de Arcturo a cerca de três punhos à distância do braço esticado. Para a direita de Espiga, a metade dessa distância, está a distintiva constelação de quatro estrelas, Corvo.
Dia 23/04: 113.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1792, nascia John Thomas Romney Robinson, astrónomo irlandês que compilou o catálogo estelar Armagh, fez trabalhos sobre a construção de instrumentos astronómicos e foi também provavelmente o inventor de um aparelho que media a velocidade do vento, o anemómetro de Robinson. A cratera Robinson na Lua tem o seu nome.
Em 1858, nascia Max Planck, físico alemão considerado o fundador da teoria quântica, pela qual recebeu o Prémio Nobel da Física em 1918.
Em 1967, era lançada a missão Soyuz 1 com o Coronel Valentim Komarov a bordo, que viria a morrer no dia seguinte quando a nave se despenhou contra o solo na reentrada.
Em 2009, a explosão de raios-gama GRB 090423 é observada durante 10 segundos, classificada à data como o segundo objeto mais distante e antigo do Universo conhecido. Observações:A Lua Minguante nasce pouco antes das 03:00 na direção da constelação de Capricórnio, bem para baixo e para a direita de Altair.
Antes do amanhecer, observe a linha diagonal constituída pelo nosso satélite natural e pelos planetas Saturno, Marte, Vénus e Júpiter
(entre sul e este).
Lua em Quarto Minguante, pelas 12:56.
Dia 24/04: 114.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1967, o cosmonauta Vladimir Komarov morre a bordo da Soyuz 1, quando o pára-quedas se recusa a abrir. É o primeiro ser humano a morrer numa missão espacial.
Em 1970, é lançado o primeiro satélite chinês, o Dong Fang Hong I.
Em 1971, a Soyuz 10 acopla com a Salyut 1.
Em 1990, STS-31: o telescópio espacial Hubble é lançado a bordo do vaivém Discovery.
Em 1992, o COBE envia dados que confirmam a existência de flutuações de temperatura na radiação de fundo dos confins do Universo. Esta observação suporta a teoria do Big Bang.
Em 2007, Gliese 581 d é descoberto por um observatório chileno, que se pensa ser um exoplaneta habitável. Observações: Durante os próximos dias poderá ver a Lua a "viajar" perto dos planetas Saturno, Marte, Vénus e Júpiter, baixos a este e sudeste antes do amanhecer.
Vega, a Estrela de Verão, de magnitude parecida à de Arcturo, brilha agora baixa a nordeste após a hora de jantar... dependendo da latitude do observador. Quanto mais para norte estiver, mais alta estará.
Dia 25/04: 115.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1983 a sonda Pioneer 10 passava para lá da órbita de Plutão.
Em 1990, astronautas a bordo do vaívem espacial Discovery (STS-31) colocam o Telescópio Espacial Hubble em órbita. Observações:Continue a observação da posição da Lua em relação aos planetas perto do horizonte a este e sudeste. Hoje, antes do amanhecer, a Lua encontra-se para baixo de Saturno.
Astrónomos descobrem micronovas, um novo tipo de explosão estelar
Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, uma equipa de astrónomos observou um novo tipo de explosão estelar — uma micronova. Estas explosões ocorrem na superfície de certas estrelas e podem queimar cerca de 3,5 mil milhões de Grandes Pirâmides de Gizé de material estelar em apenas algumas horas.
"Descobrimos e identificámos pela primeira vez algo a que estamos a chamar micronova," explica Simone Scaringi, astrónomo na Universidade de Durham, Reino Unido, que liderou o estudo sobre estas explosões publicado anteontem na revista Nature. "O fenómeno desafia o nosso entendimento de como é que as explosões termonucleares ocorrem nas estrelas. Pensávamos que já sabíamos isso, mas esta descoberta propõe-nos um modo completamente novo disto acontecer," acrescenta.
Esta imagem artística mostra um sistema binário onde podem ocorrer micronovas. O disco azul rodopiante em torno da anã branca brilhante, no centro, é composto de matéria, principalmente hidrogénio, "roubado" à sua estrela companheira (amarela). No centro deste disco, a estrela anã branca, devido aos seus fortes campos magnéticos, encaminha o hidrogénio na direção dos polos. Ao cair na superfície quente da anã branca, a matéria dá origem a uma explosão de micronova, explosão esta contida pelos campos magnéticos de um dos polos da estrela.
Crédito: ESO/M. Kornmesser, L. Calçada
As micronovas são eventos extremamente poderosos, no entanto são também eventos pequenos à escala astronómica; são muito menos energéticos que as explosões estelares conhecidas como novas, as quais os astrónomos conhecem desde há séculos. Ambos os tipos de explosões ocorrem em anãs brancas, estrelas "mortas" com uma massa comparável à do nosso Sol, mas tão pequenas como a Terra em termos de tamanho, o que significa que são objetos muito densos.
Uma anã branca num sistema binário pode "roubar" material, essencialmente hidrogénio, à sua estrela companheira se ambas estiveram suficientemente próximas uma da outra. À medida que este gás vai caindo na superfície muito quente da estrela anã branca, os átomos de hidrogénio vão-se fundindo em hélio de modo bastante explosivo. Nas novas, estas explosões termonucleares ocorrem em toda a superfície estelar. "Tais detonações fazem com que toda a superfície da anã branca arda e brilhe intensamente durante várias semanas," explica a coautora do estudo, Nathalie Degenaar, astrónoma na Universidade de Amesterdão, Países Baixos.
As micronovas são explosões semelhantes, mas mais pequenas em escala e mais rápidas, durando apenas algumas horas. Ocorrem em algumas anãs brancas com campos magnéticos fortes, onde o material é encaminhado em direção aos polos magnéticos da estrela. "Vimos pela primeira vez que a fusão do hidrogénio também se pode dar de maneira localizada. O hidrogénio fica contido na base dos polos magnéticos de algumas anãs brancas, de tal maneira que a fusão ocorre apenas nesses polos magnéticos," disse Paul Groot, coautor do estudo e astrónomo na Universidade de Radbound, Países Baixos.
"Isto leva a que bombas de microfusão expludam, com cerca de um-milionésimo da força de uma explosão de uma nova; daí o nome de micronova," continua Groot. Apesar do "micro" implicar que estes eventos são pequenos, não nos devemos deixar enganar: apenas uma destas explosões pode queimar aproximadamente 20.000.000 biliões de kg de matéria, ou seja, o correspondente a cerca de 3,5 mil milhões de Grandes Pirâmides de Gizé.
Esta imagem artística mostra um sistema binário, com uma anã branca (em primeiro plano) e uma estrela companheira (no fundo), onde podem ocorrer micronovas. A anã branca "rouba" matéria à sua estrela companheira, encaminhando esta matéria na direção dos seus pólos. Ao cair na superfície quente da anã branca, a matéria dá origem a uma explosão de micronova, explosão esta contida num dos pólos magnéticos da estrela.
Crédito: Mark Garlick (http://www.markgarlick.com/)
Estas novas micronovas desafiam a compreensão dos astrónomos no que concerne às explosões estelares, podendo ser mais abundantes do que o que se pensava anteriormente. "Isto mostra bem como o Universo é dinâmico. Estes eventos podem ser, de facto, bastante comuns, mas como são extremamente rápidos acabam por ser difíceis de apanhar no momento do ato," explica Scaringi.
A equipa descobriu inicialmente estas microexplosões misteriosas quando estava a analisar dados do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA. "Ao analisarmos os dados astronómicos recolhidos pelo TESS, descobrimos algo invulgar: um clarão de luz visível brilhante com a duração de apenas algumas horas. Ao investigarmos o fenómeno mais atentamente, descobrimos vários outros sinais semelhantes," diz Degenaar.
A equipa observou três micronovas com o TESS: duas em anãs brancas conhecidas e uma terceira que necessitou de mais observações, recolhidas com o instrumento X-shooter montado no VLT do ESO, para se confirmar que se tratava também de uma anã branca.
"Com a ajuda do VLT, descobrimos que todos estes clarões de luz visível eram produzidos por anãs brancas," diz Degenaar. "Esta observação foi crucial para interpretarmos os nossos resultados e para a descoberta das micronovas," acrescenta Scaringi.
A descoberta de micronovas junta-se ao repertório de explosões estelares conhecidas. A equipa quer agora capturar mais destes eventos elusivos, o que requer rastreios de larga escala e medições de seguimento rápidas. "Uma resposta rápida por telescópios como o VLT ou o NTT (New Technology Telescope) do ESO e respetivos complementos de instrumentos disponíveis, permitir-nos-á investigar com mais detalhe o que são na realidade estas misteriosas micronovas," conclui Scaringi.
Buracos negros aniquilam milhares de estrelas para estimular crescimento
Imagens óticas e em raios-X das galáxias NGC 1385, NGC 1566, NGC 3344 e NGC 6503. Estas quatro galáxias fazem parte de um grande levantamento de mais de 100 galáxias realizado pelo Chandra que procurava evidências de buracos negros crescentes. Um novo estudo revelou evidências de que buracos negros de massa estelar nestes ambientes densos estão a dilacerar várias estrelas e depois a usar os seus detritos para alimentar o seu crescimento. Os resultados do Chandra fornecem um percurso para a criação de "buracos negros de massa intermédia", uma classe que é maior do que a variedade de massa estelar, mas mais pequena do que os buracos negros supermassivos. Para cada uma destas galáxias, os dados do Chandra são mostrados com imagens ópticas do Telescópio Espacial Hubble.
Crédito: raios-X - NASA/CXC/Universidade Estatal de Washington/V. Baldassare et al.; ótico - NASA/ESA/STScI (ver imagens individuais dos raios-X para NGC 1385, NGC 1566, NGC 3344 e NGC 6503)
Um novo levantamento de mais de 100 galáxias pelo Observatório de raios-X Chandra da NASA revelou sinais de que buracos negros estão a demolir milhares de estrelas numa tentativa de ganhar massa. As quatro galáxias vistas na imagem estão entre as 29 galáxias da amostra que mostraram evidências do crescimento de buracos negros perto dos seus centros. Os raios-X do Chandra (a azul) foram sobrepostos em imagens óticas, pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA, das galáxias NGC 1385, NGC 1566, NGC 3344 e NGC 6503. As caixas destacam a localização dos buracos negros em crescimento.
Estes novos resultados sugerem um percurso algo violento para que pelo menos alguns destes buracos negros atinjam o seu tamanho atual - destruição estelar numa escala que raramente ou nunca foi vista antes.
Os astrónomos fizeram estudos detalhados de duas classes distintas de buracos negros. A variedade mais pequena são os buracos negros de "massa estelar", que tipicamente têm massas de 5 a 30 vezes a massa do Sol. No outro lado do espectro estão os buracos negros supermassivos que vivem no meio da maioria das grandes galáxias, que têm milhões ou mesmo milhares de milhões de massas solares. Nos últimos anos, também têm encontrado evidências de que existe uma classe chamada "buracos negros de massa intermédia". O novo estudo do Chandra poderia explicar como tais buracos negros de massa intermédia são produzidos através do crescimento violento de buracos negros de massa estelar.
A chave para fazer buracos negros de massa intermédia pode ser o seu ambiente. Esta última investigação analisou enxames estelares muito densos nos centros de galáxias. Com estrelas tão próximas umas das outras, muitas passarão dentro da atração gravitacional de buracos negros nos centros dos enxames. O trabalho teórico da equipa implica que se a densidade de estrelas num enxame - o número comprimido num determinado volume - estiver acima de um valor limiar, um buraco negro de massa estelar no centro do enxame sofrerá um crescimento rápido à medida que puxa, desfaz e ingere as abundantes estrelas vizinhas em íntima proximidade.
Dos enxames do novo estudo do Chandra, os que tinham densidade acima deste limiar tinham cerca do dobro de buracos negros em crescimento do que os que estavam abaixo deste limiar de densidade. O limiar de densidade depende também da rapidez com que as estrelas nos enxames se estão a mover.
O processo sugerido pelo estudo Chandra mais recente pode ocorrer em qualquer altura da história do Universo, implicando que os buracos negros de massa intermédia podem formar-se milhares de milhões de anos após o Big Bang, até nos dias de hoje.
O artigo que descreve estes resultados foi aceite para publicação na revista The Astrophysical Journal. Também está disponível online.
Há muito que os cientistas se perguntam como é que a lua mais interior de Júpiter, Io, tem encostas serpenteantes tão grandes como as que podem ser vistas em filmes como "Duna". Agora, cientistas forneceram uma nova explicação de como as dunas se podem formar mesmo numa superfície tão gelada e rugosa como a de Io.
O estudo, publicado na revista Nature Communications, baseia-se numa análise dos processos físicos que controlam o movimento dos grãos, juntamente com uma análise de imagens da missão espacial Galileo da NASA que durou 14 anos, que permitiu a criação dos primeiros mapas detalhados das luas de Júpiter. Espera-se que o novo estudo expanda a nossa compreensão científica das características geológicas destes mundos semelhantes a planetas.
Potenciais dunas na lua de Júpiter, Io. Uma análise indica que o material escuro (em baixo à esquerda) corresponde a fluxos de lava recentes, enquanto as características repetidas, semelhantes a linhas, que dominam a imagem, são potenciais dunas. As áreas claras e brancas podem ser grãos recém-colocados à medida que os fluxos de lava vaporizam a geada adjacente.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Rutgers
"Os nossos estudos apontam para a possibilidade de Io como um novo 'mundo dunar'", disse o primeiro autor George McDonald, investigador pós-doutorado do Departamento de Ciências da Terra e Planetárias da Universidade de Rutgers, New Jersey, EUA. "Propusemos e testámos quantitativamente um mecanismo pelo qual os grãos de areia se podem mover e, por sua vez, formarem-se aí dunas."
O conhecimento científico atual dita que as dunas, pela sua natureza, são colinas ou encostas de areia amontoadas pelo vento. E os cientistas de estudos anteriores de Io, embora descrevendo a sua superfície como contendo algumas características semelhantes a dunas, concluíram que as encostas não poderiam ser dunas, uma vez que os ventos em Io são fracos devido à atmosfera de baixa densidade da lua.
"Este trabalho diz-nos que os ambientes em que se encontram as dunas são consideravelmente mais variados do que as clássicas e infinitas paisagens desérticas em partes da Terra ou no plano fictício Arrakis do filme 'Duna'", disse McDonald.
A missão Galileo, que durou de 1989 a 2003, registou tantas "estreias" científicas que os investigadores até ainda hoje estudam os dados que recolheu. Uma das principais conclusões retiradas dos dados foi a elevada extensão da atividade vulcânica em Io - de tal forma que os seus vulcões ressurgem repetidamente e rapidamente neste pequeno mundo.
A superfície de Io é uma mistura de fluxos de lava escura solidificada e areia, fluxos de lavas "efusiva" e "neve" de dióxido de enxofre. Os cientistas utilizaram equações matemáticas para simular as forças num único grão de basalto ou geada e para calcular o seu trajeto. Quando a lava flui em dióxido de enxofre sob a superfície da lua, a sua descarga é "densa e rápida o suficiente para mover grãos em Io e possivelmente permitir a formação de características de grande escala como dunas", disse McDonald.
Assim que os investigadores conceberam um mecanismo através do qual as dunas se pudessem formar, procuraram fotografias da superfície de Io, tiradas pela sonda Galileo, em busca de mais evidências. O espaçamento das cristas e os rácios altura/largura observados eram consistentes com as tendências para as dunas vistas na Terra e noutros planetas.
"Trabalhos como este permitem-nos realmente compreender como funciona o cosmos," disse Lujendra Ojha, coautor e professor assistente no Departamento de Ciências da Terra e Planetárias. "Afinal de contas, é isso mesmo que estamos a tentar fazer na ciência planetária."
Rover Perseverance da NASA captura vídeo de eclipse solar em Marte (via NASA)
O rover Perseverance da NASA capturou imagens dramáticas de Fobos, a lua em forma de batata de Marte, a atravessar a face do Sol. Estas observações podem ajudar os cientistas a melhor compreender a órbita da lua e como a sua gravidade atrai a superfície marciana, acabando por moldar a crosta e o manto do Planeta Vermelho. Ler fonte
Rover Perseverance da NASA chega a delta para nova campanha científica (via NASA)
Depois de recolher oito amostras rochosas da sua primeira campanha científica e de completar um recorde de 31 dias marcianos (ou sols) a percorrer cerca de 5 quilómetros em Marte, o rover Perseverance chegou ao antigo delta do rio da Cratera Jezero no passado dia 13 de abril. O local serve de base para a segunda expedição científica do rover. Ler fonte
Álbum de fotografias - "Desfile" planetário sobre Ponte de Nova Iorque
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Stan Honda
Há algo interessante para se ver atualmente no céu antes do nascer-do-Sol. Alinhados em direção ao horizonte a este, estão quatro planetas em fila. Os planetas são tão brilhantes que até podem ser vistos sob o céu poluído de uma cidade. Esta imagem em destaque foi capturada em Nova Iorque, EUA, com o primeiro plano realçado pela Ponte RFK (Triborough). Na fotografia, os planetas são, da esquerda para a direita, Júpiter, Vénus, Marte e Saturno. Os planetas aparecem todos em fila porque todos eles orbitam o Sol no mesmo plano. Este plano, chamado eclíptica, foi formado nos primeiros tempos do nosso Sistema Solar e inclui todos os planetas, a Terra também. Este "desfile" planetário antes do amanhecer vai continuar durante todo o mês de abril e maio, até Mercúrio se junta em junho.
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