NOITES ASTRONÓMICAS EM TAVIRA
Observação noturna Data: 26 de abril de 2023 Hora: 21:00 Local:Forte do Rato
Nesta noite realiza-se a sessão de observação de estrelas e Lua no Forte do Rato. Será também feito um reconhecimento das constelações. A sessão é gratuita.
Participe! Inscrição obrigatória.
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas e está sujeita a um número mínimo e máximo de participantes Informações e inscrições:
281 326 231 | 924 452 528 E-mail: geral@cvtavira.pt
APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
Por baixo das nuvens de Vénus! Data: 11 de maio de 2023 Hora: 20:30-22:30
Nesta atividade observaremos o céu a olho nu, falaremos um pouco sobre o planeta Vénus e voltaremos depois à observação do céu recorrendo ao telescópio, sem Lua no céu.
A observação astronómica com telescópio depende de condições meteorológicas favoráveis!
Adulto: 4€ Jovem: 2€ Menores de 12 anos: gratuito. Inscrição obrigatória
(info@ccvalg.pt)
Pré-inscrições válidas até às 17:00 do dia anterior à realização da atividade. Após a hora referida o lugar pode não ser garantido. Telefone: 289 890 920 E-mail: info@ccvalg.pt
EFEMÉRIDES
DIA 25/04: 115.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1983 a sonda Pioneer 10 passava para lá da órbita de Plutão.
Em 1990, astronautas a bordo do vaívem espacial Discovery (STS-31) colocam o Telescópio Espacial Hubble em órbita. HOJE, NO COSMOS:
A Lua Crescente junta-se a Marte no centro de Gémeos.
DIA 26/04: 116.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1803, milhares de fragmentos de meteoros caem sobre os céus de L'Aigle, França; o evento convence a ciência europeia da existência dos meteoros.
Em 1920 decorria o debate Shapley-Curtis sobre a natureza e distância das "nebulosas" espirais, na Academia Nacional de Ciências em Washington, D.C.. Shapley acreditava que a Via Láctea era todo o Universo, enquanto Curtis apoiava a teoria de um "universo-ilha".
Em 1933 nascia Arno Penzias, que ganhou o prémio Nobel pelo seu contributo na descoberta da radiação cósmica de fundo.
Em 1962, a sonda Ranger 4 da NASA colide com a Lua.
Em 1993, o vaivém espacial Columbia parte na sua missão STS-55 para realizar experiências a bordo do módulo Spacelab.
Em 1994, físicos anunciam a primeira evidência da partícula subatómicaT-quark. HOJE, NO COSMOS:
Arcturo brilha alta a este por estas noites. A igualmente brilhante Capella está a descer, também alta, mas a noroeste. Arcturo e Capella estão praticamente à mesma altura acima do horizonte algures entre as 21:30 e as 22:00, dependendo de quão para este oeste se encontra no fuso horário. Arcturo é a estrela mais brilhante de Boieiro. É o fim do asterismo em forma de papagaio-de-papel formado pelas estrelas mais brilhantes da constelação. O papagaio-de-papel, um tanto ou quanto estreito, situa-se de momento de lado para a esquerda de Arcturo. A sua cabeça, muito para a esquerda, está ligeiramente dobrada para cima. O papagaio-de-papel mede 23º: cerca de dois punhos à distância do braço esticado.
E Vega, a Estrela de Verão, a outra estrela de magnitude zero quase igual a Arcturo e a Capella, brilha agora baixa a nordeste algum tempo após o cair da noite.
DIA 27/04: 117.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1999, passagem do asteroide 1989 ML pela Terra (0,2520 UA).
Em 2002, última telemetria bem sucedida da Pioneer 10.
Em 2013, o satélite Fermi avistou uma erupção de alta-energia na direção da constelação de Leão, com uma energia de pelo menos 94 GeV, cerca de 35 mil milhões de vezes a energia da luz visível, cerca de 3 vezes superior ao recorde anterior. HOJE, NO COSMOS:
O nosso satélite natural encontra-se esta noite na direção da constelação de Caranguejo. Assim que as estrelas apareçam, procure Régulo a cerca de dois punhos à distância do braço esticado para a esquerda da Lua e Pollux e Castor não muito longe mas para a direita. Com o passar das horas, esta linha inclina-se no sentido dos ponteiros do relógio.
Lua em Quarto Crescente, pelas 22:20.
Um novo perigo estelar para planetas
Ilustração de um planeta parecido com a Terra atingido por raios-X altamente energéticos durante décadas, levando a uma extinção em massa.
Crédito: NASA/CXC/M. Weiss
De acordo com um novo estudo utilizando o Observatório de raios-X Chandra da NASA e outros telescópios de raios-X, a explosão de uma estrela pode representar mais riscos para os planetas próximos do que se pensava anteriormente. Esta ameaça recentemente identificada envolve uma fase de raios-X intensos que podem danificar as atmosferas dos planetas até 160 anos-luz de distância.
A Terra não está hoje em perigo de tal ameaça porque não existem potenciais progenitoras de supernovas dentro desta distância, mas pode ter estado exposta a este tipo de raios-X no passado.
Antes deste estudo, a maioria da investigação sobre os efeitos das explosões de supernova tinha-se concentrado no perigo de dois períodos: a radiação intensa produzida por uma supernova nos dias e meses após a explosão e as partículas energéticas que chegam centenas a milhares de anos depois.
No entanto, mesmo estas ameaças alarmantes não catalogam completamente os perigos na sequência da explosão de uma estrela. Os investigadores descobriram que, entre estes dois perigos previamente identificados, se esconde outro. As consequências das supernovas produzem sempre raios-X, mas se a onda da explosão de supernova atingir gás circundante e denso, pode produzir uma dose particularmente grande de raios-X que chega meses a anos após a explosão e pode durar décadas.
Os cálculos neste último estudo baseiam-se em observações de raios-X de 31 supernovas e das suas consequências obtidas principalmente com o Chandra, Swift e NuSTAR da NASA, juntamente com o XMM-Newton da ESA. A análise destas observações mostra que podem haver consequências letais da interação de supernovas com o seu meio envolvente, para planetas localizados até cerca de 160 anos-luz de distância.
"Se uma torrente de raios-X varrer um planeta próximo, a radiação alteraria severamente a química atmosférica do planeta", disse Ian Brunton da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, EUA, que liderou o estudo. "Para um planeta semelhante à Terra, este processo poderia eliminar uma porção significativa de ozono, o que em última análise protege a vida da perigosa radiação ultravioleta da sua estrela hospedeira".
Se um planeta com a biologia da Terra fosse atingido por uma contínua radiação altamente energética de uma supernova próxima, especialmente uma que interagisse fortemente com o seu ambiente, poderia levar ao desaparecimento de uma vasta gama de organismos, especialmente os marinhos na base da cadeia alimentar. Estes efeitos podem ser suficientemente significativos para iniciar um evento de extinção em massa.
"A Terra não se encontra em perigo de um evento como este agora, porque não existem potenciais supernovas dentro da zona de perigo dos raios-X", disse o coautor Connor O'Mahoney, também da Universidade de Illinois. "No entanto, é possível que tais eventos tenham desempenhado um papel no passado da Terra".
Existem fortes indícios - incluindo a deteção, em diferentes locais do globo, de um tipo radioativo de ferro - de que ocorreram supernovas perto da Terra há cerca de 2-8 milhões de anos atrás. Os investigadores estimam que estas supernovas se encontravam a cerca de 65 a 500 milhões de anos-luz da Terra.
A Terra está na "Bolha Local", uma bolha ainda em expansão de gás quente e de baixa densidade rodeada por uma concha de gás frio que se estende por cerca de 1000 anos-luz. A expansão exterior de estrelas perto da superfície da "Bolha Solar" implica que esta se formou a partir de um surto de formação estelar e de supernovas perto do centro da bolha há aproximadamente 14 milhões de anos. As enormes estrelas jovens responsáveis pelas explosões de supernovas estavam então muito mais próximas do nosso planeta do que essas estrelas estão agora, o que colocou a Terra em muito maior risco dessas supernovas no passado.
Embora esta evidência não ligue as supernovas a qualquer evento específico de extinção em massa na Terra, sugere que as explosões cósmicas afetaram o nosso planeta ao longo da sua história.
Embora a Terra e o Sistema Solar se encontrem atualmente num espaço seguro em termos de potenciais explosões de supernova, muitos outros planetas na Via Láctea não estão. Estes eventos altamente energéticos reduziriam efetivamente as áreas dentro da nossa Galáxia, conhecida como Zona Galáctica Habitável, onde as condições seriam propícias à vida tal como a conhecemos.
Uma vez que as observações de raios-X das supernovas são escassas, particularmente da variedade que interage fortemente com o seu ambiente, os autores argumentam que as observações de acompanhamento das supernovas, em interação durante meses e anos após a explosão, seriam valiosas.
"Há valor em investigar mais a fundo os raios-X das supernovas, não só para compreender o ciclo de vida das estrelas", disse o coautor Brian Fields da Universidade de Illinois, "mas também tem implicações em campos como a astrobiologia, paleontologia e nas ciências da Terra e planetárias".
O artigo científico que descreve este resultado foi publicado na edição de 20 de abril da revista The Astrophysical Journal. Os outros coautores são Adrian Melott da Universidade do Kansas e Brian Thomas da Universidade de Washburn, no mesmo estado norte-americano.
Hubble celebra o seu 33.º aniversário com uma espreitadela a uma região de formação estelar próxima
Os astrónomos estão a celebrar o 33.º aniversário do lançamento do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA com uma fotografia etérea de uma região de formação estelar próxima, NGC 1333. A nebulosa encontra-se na nuvem molecular de Perseu e está localizada a aproximadamente 960 anos-luz de distância.
Uma imagem vertical com cores que vão desde o azul no topo até ao dourado no meio e ao vermelho em baixo. Na parte superior, uma estrela azul e brilhante ilumina as nuvens de gás circundantes. No centro da imagem, uma estrela amarela mais brilhante ilumina as nuvens de gás circundantes. A parte inferior da imagem é visivelmente mais escura do que as restantes, com excepção de um salpico dramático de vermelho.
Crédito: NASA, ESA, STScI
A imagem colorida obtida pelo Hubble, mostrando a sua capacidade única de obter imagens desde o ultravioleta até ao infravermelho próximo, revela um caldeirão efervescente de gases incandescentes e poeira escura agitados e soprados por várias centenas de estrelas recém-formadas incrustadas na nuvem escura. Mesmo assim, o Hubble apenas arranha a superfície; a maior parte da tempestade de formação estelar está escondida atrás de nuvens de poeira fina - essencialmente fuligem - que são mais espessas na parte inferior da imagem. As áreas escuras da imagem não são espaços vazios, mas estão cheias de poeira obscurante.
Para capturar esta imagem, o Hubble espreitou através de um véu de poeira na orla de uma nuvem gigante de hidrogénio molecular frio - a matéria-prima para a produção de novas estrelas e planetas sob a implacável atração da gravidade. A imagem sublinha o facto de que a formação estelar é um processo conturbado num Universo exuberante.
Os ferozes ventos estelares, provavelmente da brilhante estrela azul no topo da imagem, estão a soprar através de uma cortina de poeira. A poeira fina dispersa a luz das estrelas em comprimentos de onda azuis.
Mais abaixo, outra estrela brilhante e superquente brilha através de filamentos de poeira obscurante, como o Sol que brilha através de nuvens dispersas. Uma cadeia diagonal de estrelas companheiras mais pequenas aparece em tons de vermelho porque a poeira está a filtrar a sua luz estelar, permitindo a passagem de mais luz vermelha.
O fundo da imagem é como ver uma nebulosa escura através do buraco de uma fechadura. O Hubble captura o brilho avermelhado do hidrogénio ionizado. Parece o final de uma exibição de fogo-de-artifício, com vários eventos sobrepostos. Isto é provocado por jatos finos expelidos de estrelas recém-formadas para lá da imagem. Estas estrelas estão rodeadas por discos circunstelares, que podem eventualmente produzir sistemas planetários e poderosos campos magnéticos que direcionam dois feixes paralelos de gás quente para o espaço, como um duplo sabre de luz dos filmes de ficção científica. Eles esculpem padrões no casulo de hidrogénio como feixes laser. Os jatos são o anúncio do nascimento de uma estrela.
Esta vista é um exemplo de quando o nosso próprio Sol e planetas se formaram dentro de uma nuvem molecular poeirenta, há 4,6 mil milhões de anos. O nosso Sol não se formou isoladamente, mas sim dentro de um berçário de frenética formação estelar, talvez até mais energético e massivo do que NGC 1333.
O Hubble foi colocado em órbita da Terra no dia 25 de abril de 1990 por astronautas da NASA a bordo do vaivém espacial Discovery. Até à data, o lendário telescópio obteve aproximadamente 1,6 milhões de observações de quase 52.000 alvos celestes. Este tesouro de conhecimento do Universo está disponível ao público no Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais, no STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland, e no Arquivo de Ciências do eHST (European Hubble Space Telescope), alojado no ESAC (European Space Astronomy Centre) da ESA em Madrid.
Fazendo melhores medições da composição das galáxias
Um estudo, utilizando dados de telescópios na Terra e no espaço, resolveu um problema que incomoda os astrónomos que trabalham no infravermelho e poderá ajudar a fazer melhores observações da composição do Universo com o Telescópio Espacial James Webb e outros instrumentos. O trabalho foi publicado dia 20 de abril na revista Nature Astronomy.
"Estamos a tentar medir a composição dos gases dentro das galáxias", disse Yuguang Chen, investigador pós-doutorado a trabalhar com o professor Tucker Jones no Departamento de Física e Astronomia da Universidade da Califórnia, Davis.
Composição da galáxia anã Markarian 71, a 11 milhões de anos-luz da Terra. Observações óticas e infravermelhas de Mrk71 resolvem uma questão acerca de dois métodos utilizados para medir a composição das galáxias e poderão melhorar os estudos com telescópios espaciais infravermelhos.
Crédito: NASA/ESA/Hubble
A maioria dos elementos para além do hidrogénio, hélio e lítio são produzidos dentro de estrelas, pelo que a composição e distribuição de elementos mais pesados - especialmente a proporção entre o oxigénio e o hidrogénio - pode ajudar os astrónomos a compreender quantas e que tipos de estrelas se estão a formar num objeto distante.
Os astrónomos usam dois métodos para medir o oxigénio numa galáxia mas, infelizmente, dão resultados diferentes. Um método comum, linhas excitadas por colisão, dá um sinal forte, mas pensa-se que os resultados são sensíveis às mudanças de temperatura, disse Chen. Um segundo método utiliza um conjunto diferente de linhas, chamadas linhas de recombinação, que são mais fracas, mas que se pensa não serem afetadas pela temperatura.
O método da linha de recombinação produz, consistentemente, cerca do dobro das medições de linhas excitadas por colisão. Os cientistas atribuem a discrepância às flutuações de temperatura nas nuvens de gás, mas isto não foi diretamente comprovado, disse Chen.
Chen, Jones e colegas utilizaram astronomia ótica e infravermelha para medir a abundância de oxigénio na galáxia anã Markarian 71, a cerca de 11 milhões de anos-luz da Terra. Utilizaram dados de arquivo do recentemente aposentado telescópio SOFIA e do também aposentado Observatório Espacial Herschel, bem como observações com telescópios no Observatório W. M. Keck em Mauna Kea, Hawaii.
O SOFIA (Stratospheric Observatory For Infrared Astronomy) foi um telescópio montado num avião Boeing 747. Ao voar entre 11.500 e 13.700 metros, a aeronave podia chegar acima de 99% do vapor de água na atmosfera terrestre, que efetivamente bloqueia a luz infravermelha do espaço profundo de atingir o solo. Um projeto conjunto da NASA e da agência espacial alemã, o SOFIA fez o seu último voo operacional em setembro de 2022 e ficará agora exposto num museu em Tucson.
O SOFIA durante um voo em 2016.
Crédito: NASA (Carla Thomas)
O Observatório Espacial Herschel, com o nome dos astrónomos William e Caroline Herschel, foi um telescópio espacial infravermelho operado pela ESA. Esteve ativo de 2009 a 2013.
Um resultado surpreendente
Com dados destes instrumentos, Chen e Jones examinaram a abundância de oxigénio na galáxia Markarian 71 enquanto corrigiam as flutuações de temperatura. Descobriram que o resultado das linhas infravermelhas excitadas por colisão era ainda 50% inferior ao do método da linha de recombinação, mesmo depois de eliminar o efeito da temperatura.
"Este resultado é muito surpreendente para nós", disse Chen. Não há consenso sobre uma explicação para a discrepância, disse. A equipa planeia observar objetos adicionais para descobrir que propriedades das galáxias se correlacionam com esta variação, disse Chen.
Um dos objetivos do Telescópio Espacial James Webb, lançado em 2022, é fazer observações infravermelhas da composição de galáxias distantes nos primeiros mil milhões de anos do Universo. Os novos resultados fornecem um enquadramento para a realização destas medições com o JWST e com o ALMA (Atacama Large Millimeter Array) no Chile.
Webb revela prequela de um enorme enxame de galáxias no início do Universo (via NASA)
Todos os gigantes foram em tempos bebés, embora talvez nunca os tenhamos visto nessa fase do seu desenvolvimento. O Telescópio Espacial James Webb da NASA começou a lançar luz sobre os anos formativos na história do Universo que até agora estavam fora de alcance: a formação e "montagem" de galáxias. Pela primeira vez, foi confirmado um protoenxame de sete galáxias a uma distância que os astrónomos designam por desvio para o vermelho de 7,9, ou seja, apenas 650 milhões de anos após o Big Bang. Com base nos dados recolhidos, os astrónomos calcularam o desenvolvimento futuro do enxame bebé, concluindo que provavelmente crescerá em tamanho e massa até se assemelhar ao enxame de Coma, um monstro do Universo moderno. Ler fonte
Investigadores usam IA para descobrir um novo exoplaneta (via Universidade da Geórgia)
Uma equipa de investigação da Universidade da Geórgia confirmou a existência de um planeta anteriormente desconhecido fora do nosso Sistema Solar e utilizou ferramentas de aprendizagem de máquina para o detetar. Um estudo recente da equipa demonstrou que a aprendizagem de máquina pode determinar corretamente a presença de um exoplaneta através da observação de discos protoplanetários, o gás que rodeia as estrelas recém-formadas. Ler fonte
Álbum de fotografias O Cavalo Marinho Escuro em Cefeu
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Jeff Herman
Com anos-luz em diâmetro, esta forma sugestiva conhecida como a Nebulosa do Cavalo Marinho aparece em silhueta contra um fundo rico e luminoso de estrelas. Vista na direção da constelação real do hemisfério norte, Cefeu, as nuvens empoeiradas e obscuras fazem parte de uma nuvem molecular da Via Láctea a aproximadamente 1200 anos-luz de distância. Está também listada como Barnard 150 (B150), uma das 182 marcas escuras do céu catalogadas no início do século XX pelo astrónomo E. E. Barnard. No seu interior formam-se conjuntos de estrelas de baixa massa, visíveis apenas em longos comprimentos de onda infravermelhos. Ainda assim, estrelas coloridas de Cefeu acrescentam beleza a esta paisagem galáctica.
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