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Com o apoio do Centro Ciência de Tavira
   
 
  Astroboletim #2104  
  07/05 a 09/05/2024  
     
 
NOITES ASTRONÓMICAS EM TAVIRA - OBSERVAÇÃO DA LUA
Data: 15 de maio de 2024
Hora: 19:30-21:30
No dia 15 de maio, em conjunto com o Centro Ciência Viva do Algarve iremos realizar mais uma Sessão de Observação da Lua na Ponte Romana em Tavira pelas 19:30.
A sessão é gratuita. Participe!
Local: Ponte Romana em Tavira Coordenadas GPS: 37.12654, -7.650038
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas.
Informações: 281 326 231
924 452 528
geral@cvtavira.pt
 
     
 
EFEMÉRIDES

DIA 07/05: 128.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1975, era lançado o Observatório Espacial de raios-X, Explorer 53
Em 1992, o vaivém espacial Endeavour descolava pela primeira vez (STS-49).

Em 1997, a sonda Galileo fazia o seu quarto voo rasante por Ganimedes.
HOJE, NO COSMOS:
A Galáxia do Sombrero, M104, é um dos objetos mais emblemáticos do céu profundo. Com magnitude 8, está idealmente colocado o mais alto a sul nestas noites sem Lua. Fica na fronteira de Corvo e Virgem, 10º para oeste de Espiga.

 

DIA 08/09: 129.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1962, era lançado o primeiro foguetão Atlas Centaur.

HOJE, NO COSMOS:
Lua Nova, pelas 04:22.
O Arco da Primavera atravessa o céu ocidental ao final do lusco-fusco. Pollux e Castor formam o seu topo: estão alinhadas horizontalmente a oeste-noroeste, separadas por cerca de três dedos à distância do braço esticado. Procure Procyon para baixo e para a esquerda e Menkalinan, de segunda magnitude, para baixo e para a direita, e depois a brilhante Capella.
No dia 10 de maio a Lua Crescente começará a subir pelo interior do Arco.

 

DIA 09/09: 130.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1971, lançamento da Mariner 8.

Tinha como objetivo entrar em órbita de Marte e enviar imagens e dados, mas o veículo de lançamento falhou e nem conseguiu alcançar órbita terrestre.
HOJE, NO COSMOS:
Ainda faltam seis semanas para a chegada do verão, mas o Triângulo de Verão está a começar a aparecer a este, uma estrela após a outra. A primeira a ficar visível é a brilhante Vega. Já está baixa a nordeste ao anoitecer.
Mais de uma hora depois nasce Deneb, para baixo e para a esquerda de Vega, a cerca de dois punhos à distância do braço esticado.
A terceira é Altair, que surge bem para baixo e para a direita das duas estrelas anteriores antes da meia-noite.

 
 
   
M51 foi moldada pela repetida passagem de uma galáxia satélite pelo seu disco
 
Imagem de M51 com a sua galáxia satélite NGC 5195 (à esquerda). A estrutura dos braços é claramente visível.
Crédito: Daniel López/IAC
 

Uma equipa de investigação internacional, com a participação do IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias), mostra que a galáxia satélite NGC 5195 passou duas vezes pelo disco da Galáxia do Redemoinho (M51), em tempos relativamente recentes, estimulando a formação estelar e definindo a estrutura dos seus braços. A investigação foi publicada na prestigiada revista The Astrophysical Journal.

A Galáxia do Redemoinho, ou M51, é uma galáxia espiral dominada por dois braços bem definidos. Descoberta por Charles Messier em 1771, M51 situa-se a cerca de 31 milhões de anos-luz da Terra. Como se vê de face e está relativamente perto, tem sido um objeto de estudo contínuo desde a sua descoberta. É também conhecida pela sua pequena galáxia companheira, NGC 5195, visível perto da extremidade de um dos seus braços.

Os braços de galáxias espirais como M51 contêm estrelas massivas, jovens e quentes, formadas a partir do gás interestelar pela compressão das ondas de densidade em rotação espiral no disco da galáxia. Estas ondas de densidade são semelhantes às ondas estacionárias dos instrumentos musicais, mas giram em torno do eixo da galáxia em rotação. A sua presença explica a origem dos braços e como podem manter a sua forma durante longos períodos da vida da galáxia.

Alguns estudos teóricos anteriores mostraram que a estrutura espiral de M51, com os seus dois braços espirais bem definidos e bastante simétricos, poderia dever-se à influência da sua vizinha NGC 5195. A interação entre elas poderia desencadear a formação destes braços e moldar a sua estrutura.

Confirmação observacional de uma previsão

Em 2010, um grupo de investigação da Universidade de Exeter publicou um artigo teórico no qual previu que NGC 5195 tinha passado pelo disco de M51, e sugeriu que poderia ter havido um segundo encontro que teria produzido "dobras" em cada um dos dois braços. Agora, a investigação de um grupo internacional em que o IAC participou, juntamente com o Observatório Astronómico Nacional da Espanha, e outras instituições do Chile, França e Reino Unido, veio confirmar de forma surpreendente estas previsões, com base em observações precisas de M51 em diferentes bandas de onda e com vários telescópios, no espaço e no solo.

 
Esquerda: mapa de velocidade da galáxia M51 medida usando a emissão do seu gás ionizado. Direita: mapa de velocidade medida com o seu gás molecular. O centro de rotação da galáxia está assinalado com um X em ambos os mapas. A barra de cores indica os valores das velocidades medidas.
Crédito: Font et al., 2024
 

"O nosso trabalho mostra muito claramente que a primeira passagem de NGC 5195 produziu a estrutura de dois braços de M51, afetando mais fortemente a parte interior do disco e o braço sul, enquanto a segunda passagem deu origem às dobras nos braços, com um efeito maior na parte exterior do disco e no braço norte" explica Joan Font, antigo pós-doutorada do IAC e agora na equipa do Observatório Gemini South no Chile, a primeira autora do artigo científico.

Os resultados também confirmam o poder das técnicas utilizadas (tanto teóricas como observacionais) que podem ser aplicadas para compreender a história evolutiva dinâmica das galáxias espirais. "É notável que simulações tão complexas como as publicadas há mais de dez anos por Clare Dobbs e pelo seu grupo tenham sido capazes de prever tão bem as observações altamente pormenorizadas que obtivemos muito mais recentemente", afirma John Beckman, investigador do IAC e coautor do artigo.

 
Imagem infravermelha da galáxia M51 e da sua galáxia satélite, NGC 5195, pelo Observatório Espacial Spitzer. Os nós de ressonância das ondas de densidade (CR1, etc.) são representados por símbolos coloridos, identificados pelo facto de serem detetados com gás ionizado ou com gás molecular (CO).
Crédito: NASA/JPL-Caltech, Font et al., 2024
 

No estudo, os autores utilizaram imagens infravermelhas do arquivo de dados do Telescópio Espacial Spitzer porque revelam a estrutura dos braços, evitando os efeitos de distorção da poeira interestelar. A velocidade foi analisada em duas dimensões através da emissão ótica do hidrogénio (H-alfa) nas zonas de gás ionizado nas regiões de formação estelar, utilizando um interferómetro Fabry-Perot no Observatório de Mont Mégantic, no Canadá, e da emissão em ondas milimétricas da molécula de CO, emitida nas regiões de gás mais frio, com o interferómetro rádio NOEMA, na França.

O grupo de investigação está atualmente a alargar o seu trabalho à obtenção de mapas de velocidade das galáxias utilizando a alta resolução do interferómetro ALMA no Chile.

// IAC (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal)

 


Quer saber mais?

Galáxia do Redemoinho (Messier 51):
NASA
SEDS
Wikipedia
NGC 5195 (Wikipedia)

Telescópio Espacial Spitzer:
Caltech
NASA
Centro Científico Spitzer 
Wikipedia

OMM (Observatoire du Mont-Mégantic):
Página principal
Wikipedia

NOEMA (Northern Extended Milimeter Array):
IRAM
Wikipedia

 
   
Novas descobertas apontam para um ambiente semelhante ao da Terra no passado de Marte
 
O rover Curiosity da NASA continua a procurar sinais de que as condições da cratera Gale pudessem suportar vida microbiana.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS
 

Uma equipa de investigação que utiliza o instrumento ChemCam a bordo do rover Curiosity da NASA descobriu quantidades de manganês superiores às habituais em rochas da cratera Gale em Marte, o que indica que os sedimentos se formaram num rio, delta ou perto da costa de um lago antigo. Os resultados foram publicados na revista Journal of Geophysical Research: Planets.

"É difícil que o óxido de manganês se forme na superfície de Marte, por isso não esperávamos encontrá-lo em concentrações tão elevadas num depósito costeiro", disse Patrick Gasda, do grupo de Ciências Espaciais e Aplicações do Laboratório Nacional de Los Alamos, no estado norte-americano do Novo México, e principal autor do estudo. "Na Terra, estes tipos de depósitos ocorrem constantemente devido ao elevado teor de oxigénio na nossa atmosfera, produzido pela vida fotossintética e pelos micróbios que ajudam a catalisar as reações de oxidação do manganês.

"Em Marte, não temos evidências de vida e o mecanismo de produção de oxigénio na antiga atmosfera de Marte não é claro, pelo que a forma como o óxido de manganês se formou e se concentrou aqui é realmente intrigante. Estas descobertas apontam para processos maiores que ocorreram na atmosfera marciana ou na água superficial e mostram que é necessário trabalhar mais para compreender a oxidação em Marte", acrescentou Gasda.

O instrumento ChemCam, que foi desenvolvido em Los Alamos e no CNES (a agência espacial francesa), utiliza um laser para formar um plasma na superfície de uma rocha e recolhe essa luz para quantificar a composição elementar das rochas.

As rochas sedimentares exploradas pelo rover são uma mistura de areias, sedimentos e lamas. As rochas arenosas são mais porosas e a água subterrânea pode passar mais facilmente através das areias, em comparação com as lamas que constituem a maior parte das rochas do leito do antigo lago da Cratera Gale. A equipa de investigação analisou a forma como o manganês poderia ter sido enriquecido nestas areias - por exemplo, pela percolação de água subterrânea através das areias na margem de um lago ou na foz de um delta - e que oxidante poderia ser responsável pela precipitação de manganês nas rochas.

Na Terra, o manganês enriquece devido à presença de oxigénio na atmosfera, e este processo é frequentemente acelerado pela presença de micróbios. Os micróbios na Terra podem usar os muitos estados de oxidação do manganês como energia para o metabolismo; caso houvesse vida no passado de Marte, o aumento das quantidades de manganês nestas rochas ao longo da margem do lago teria sido uma fonte de energia útil para a vida.

"O ambiente do lago Gale, tal como revelado por estas rochas antigas, dá-nos uma janela para um ambiente habitável que é surpreendentemente semelhante aos locais da Terra atual", disse Nina Lanza, investigadora principal do instrumento ChemCam. "Os minerais de manganês são comuns nas águas pouco profundas e óxicas que se encontram nas margens dos lagos na Terra, e é notável encontrar características tão reconhecíveis em Marte."

// Laboratório Nacional de Los Alamos (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Journal of Geophysical Research: Planets)

 


Quer saber mais?

Notícias relacionadas:
EurekAlert!
SPACE.com
ScienceDaily
PHYSORG
Science alert
Newsweek

Rover Curiosity:
NASA
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X/Twitter
Wikipedia

Marte:
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia
Cratera Gale (Wikipedia)

 
   
Anãs brancas "famintas": resolvendo o puzzle da poluição metálica
 
As órbitas de planetesimais em torno de uma anã branca. Inicialmente, cada planetesimal tem uma órbita circular e prógrada. O "pontapé natal" forma um disco excêntrico de detritos com órbitas prógradas (azul) e retrógradas (laranja).
Crédito: Steven Burrows/grupo de Madigan
 

As estrelas mortas, conhecidas como anãs brancas, têm uma massa parecida à do Sol, mas têm um tamanho semelhante ao da Terra. São comuns na nossa Galáxia, uma vez que 97% das estrelas estão destinadas a tornar-se anãs brancas. Quando as estrelas chegam ao fim das suas vidas, os seus núcleos colapsam na densa bola de uma anã branca, fazendo com que a nossa Galáxia pareça um cemitério etéreo.

Apesar da sua prevalência, a composição química destes remanescentes estelares tem permanecido um enigma para os astrónomos durante anos. A presença de elementos metálicos pesados - como o silício, o magnésio e o cálcio - na superfície de muitos destes objetos compactos é uma descoberta intrigante que desafia as nossas expetativas do comportamento estelar.

"Sabemos que se estes metais pesados estiverem presentes na superfície da anã branca, esta é suficientemente densa para que estes metais pesados se afundem rapidamente em direção ao núcleo", explica Tatsuya Akiba, estudante do laboratório JILA na Universidade do Colorado, em Boulder, EUA. "Por isso, não se devem ver metais na superfície de uma anã branca, a menos que ela esteja ativamente a 'comer' alguma coisa".

Embora as anãs brancas possam consumir vários objetos próximos, como cometas ou asteroides (conhecidos como planetesimais), as complexidades deste processo ainda não foram totalmente exploradas. No entanto, este comportamento pode ser a chave para desvendar o mistério da composição metálica de uma anã branca, levando potencialmente a revelações interessantes sobre a dinâmica das anãs brancas.

Nos resultados relatados num novo artigo científico publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, Akiba, juntamente com a bolseira do JILA e professora de Ciências Astrofísicas e Planetárias da Universidade do Colorado em Boulder, Ann-Marie Madigan, e a estudante Selah McIntyre, acreditam ter encontrado uma razão para estas zombies estelares 'comerem' os seus planetesimais próximos. Usando simulações em computador, os investigadores simularam a anã branca a receber um "pontapé natal" durante a sua formação (o que já foi observado), causado por uma perda de massa assimétrica, alterando o seu movimento e a dinâmica de qualquer material circundante.

Em 80% dos seus testes, os investigadores observaram que, a partir deste pontapé, as órbitas dos cometas e asteroides num raio de 30 a 240 UA da anã branca (correspondente à distância Sol-Neptuno e mais além) se tornaram alongadas e alinhadas. Para além disso, cerca de 40% dos planetesimais comidos subsequentemente provêm de órbitas retrógradas.

Os investigadores também alargaram as suas simulações para examinar a dinâmica da anã branca após 100 milhões de anos. Descobriram que os planetesimais próximos da anã branca continuavam a ter órbitas alongadas e a mover-se como uma unidade coerente, um resultado nunca antes visto.

"Isto é algo que considero único na nossa teoria: podemos explicar porque é que os eventos de acreção são tão duradouros", afirma Madigan. "Ao passo que outros mecanismos podem explicar um evento original de acreção, as nossas simulações com o pontapé mostram porque é que ainda acontece centenas de milhões de anos mais tarde." Estes resultados explicam porque é que os metais pesados se encontram na superfície de uma anã branca, pois essa anã branca consome continuamente objetos mais pequenos no seu caminho.

É tudo uma questão de gravidade

Uma vez que o grupo de investigação de Madigan no JILA se concentra na dinâmica gravitacional, olhar para a gravidade que rodeia as anãs brancas pareceu ser um foco natural de estudo.

"As simulações ajudam-nos a compreender a dinâmica de diferentes objetos astrofísicos", diz Akiba. "Assim, nesta simulação, lançamos uma série de asteroides e cometas em torno da anã branca, que é significativamente maior, e vemos como a simulação evolui e quais destes asteroides e cometas a anã branca come."

Os investigadores esperam levar as suas simulações a escalas maiores em projetos futuros, analisando a forma como as anãs brancas interagem com planetas maiores.

Akiba explica: "Outros estudos sugeriram que os asteroides e os cometas, os corpos pequenos, podem não ser a única fonte de poluição metálica na superfície das anãs brancas. Por isso, as anãs brancas podem comer algo maior, como um planeta".

Descobrindo mais sobre a formação do Sistema Solar

Estas novas descobertas revelam mais sobre a formação das anãs brancas, o que é importante para compreender como os sistemas solares mudam ao longo de milhões de anos. Ajudam também a esclarecer as origens e a evolução futura do nosso Sistema Solar, revelando mais sobre a química envolvida.

"A grande maioria dos planetas no Universo acabará por orbitar uma anã branca", diz Madigan. "É possível que 50% destes sistemas sejam comidos pela sua estrela, incluindo o nosso próprio Sistema Solar. Agora, temos um mecanismo para explicar porque é que isto acontece".

"Os planetesimais podem dar-nos mais informações sobre outros sistemas solares e sobre composições planetárias para além da nossa região solar", acrescenta McIntyre. "As anãs brancas não são apenas uma lente para o passado. São também uma espécie de lente para o futuro".

// JILA (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal Letters)
// Artigo científico (arXiv.org)

 


Quer saber mais?

Anãs brancas:
NASA
Wikipedia

 
   
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Álbum de fotografias
GK Per: Nova e Nebulosa Planetária

(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Deep Sky Collective
 
Sabe-se que o sistema estelar GK Per está associado a apenas duas das três nebulosas vistas aqui. A 1500 anos-luz de distância, a Nova Persei 1901 (GK Persei) foi a segunda nova mais próxima já registada. No centro está uma estrela anã branca, o núcleo sobrevivente de uma antiga estrela semelhante ao Sol. Está rodeada pela circular Nebulosa Fogo de Artifício, gás que foi ejetado por uma explosão termonuclear na superfície da anã branca - uma nova - registada em 1901. O gás vermelho brilhante que rodeia a Nebulosa Fogo de Artifício é a atmosfera que costumava rodear a estrela central. Este gás foi expelido antes da nova e aparece como uma nebulosa planetária difusa. O gás cinzento ténue que o atravessa é um cirro interestelar que parece estar a passar por coincidência. Em 1901, a nova de GK Per tornou-se mais brilhante que Betelgeuse. Da mesma forma, espera-se que o sistema estelar T CrB entre em erupção numa nova ainda este ano, mas não sabemos exatamente quando nem quão brilhante se tornará.
 
   
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