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  Astroboletim #2267  
  28/11 a 01/12/2025  
     
 
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EFEMÉRIDES

DIA 28/11: 332.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1964, a NASA lança a sonda Mariner 4.
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Foi a primeira sonda a fazer um voo rasante pelo Planeta Vermelho e a primeira a enviar imagens da superfície de outro mundo a partir do espaço profundo.
Em 2000, é descoberto 20000 Varuna, um objeto da Cintura de Kuiper.
HOJE, NO COSMOS:
Lua em Quarto Crescente, pelas 06:59.
Não parece que o Sol já se põe o mais cedo possível? Poderá ter razão! Ainda estamos a algum tempo do solstício de inverno - mas o Sol põe-se o mais cedo possível por volta do dia 6 ou 7 de dezembro à latitude de Faro, Portugal. Hoje estamos a um mero minuto dessa hora.
Este desfasamento do solstício é balançado pelo oposto ao nascer-do-Sol: o Sol só nasce o mais tarde possível dia 4 de janeiro. Culpe a inclinação do eixo da Terra e a excentricidade da órbita.

 

DIA 29/11: 333.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1803, nascia Christian Doppler, matemático e físico austríaco, famoso pela sua descoberta do que é agora denominado efeito Doppler.
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Em 1961, Enos, um chimpanzé, é lançado para o espaço a bordo da missão Mercury-Atlas 5. A nave orbitou a Terra duas vezes e aterrou no mar perto da costa de Porto Rico.
Em 1965, a agência espacial canadiana lança o satélite Alouette 2.
Em 1967, lançamento do primeiro satélite australiano, o WRESAT.
HOJE, NO COSMOS:
A Lua brilha a 4 ou 5 graus para cima e para a esquerda do planeta Saturno após o lusco-fusco. À hora de jantar o céu já girou para colocar o nosso satélite natural logo para cima de Saturno.

 

DIA 30/11: 334.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1756 nascia Ernst Chladni, físico e músico alemão, conhecido como o "pai dos meteoritos". Também calculou a velocidade do som para gases diferentes.
Em 1954, Ann Elizabeth Hodges é atingida por um meteorito de 5 kg no estado norte-americano do Alabama.
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Em 2000, lançamento da missão STS-97, do vaivém espacial Endeavour.
HOJE, NO COSMOS:
Vega ainda brilha alta a oeste-noroeste depois do anoitecer. A estrela mais brilhante para cima é Deneb, a cauda do Cisne. O resto da constelação estende-se para baixo e para a esquerda de Deneb. Por volta das 23 horas, Cisne fica como que "implantado" no horizonte a noroeste.

 

DIA 01/12: 335.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1960, os cães espaciais Pchyolka (Pequena Abelha) e Mushka (Pequena Mosca) são lançados a bordo do Korabl-Sputnik-3, também conhecido como Sputnik 6.
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A nave passou um dia em órbita mas a re-entrada foi mal configurada e, ao descer num ângulo muito acentuado, foi destruída.
Em 1984, a NASA leva a cabo a Demonstração de Impacto Controlado. Um Boeing 720 controlado remotamente é intencionalmente despenhado a fim de melhorar a capacidade de sobrevivência dos ocupantes.
Em 2013, a China lança o Yutu, o seu primeiro rover lunar, como parte da missão de exploração Chang'e 3.
Em 2020, o radiotelescópio de Arecibo colapsa.
HOJE, NO COSMOS:
A Lua, a caminho da sua fase Cheia, encontra-se quase no ponto médio entre o planeta Saturno, para a sua direita a sul (por volta da hora de jantar) e o enxame das Plêiades para a sua esquerda a este.
À hora de jantar a constelação de Oríon está a terminar o seu nascer - a estrela Saiph sobe acima do horizonte pelas 20:04.

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Após quase 100 anos, os cientistas podem ter detetado matéria escura
 
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Mapa de intensidade de raios gama excluindo componentes que não o halo, abrangendo aproximadamente 100 graus na direção do centro galáctico. A barra horizontal cinzenta na região central corresponde à área do plano galáctico, que foi excluída da análise para evitar uma forte radiação astrofísica.
Crédito: Tomonori Totani, Universidade de Tóquio
 

No início da década de 1930, o astrónomo suíço Fritz Zwicky observou galáxias no espaço a moverem-se mais rapidamente do que a sua massa deveria permitir, o que o levou a inferir a presença de um "andaime" invisível - a matéria escura - que mantém as galáxias coesas. Quase 100 anos depois, o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA poderá ter fornecido evidências diretas da existência de matéria escura, permitindo que a matéria invisível tenha sido "vista" pela primeira vez.

A matéria escura tem permanecido um grande mistério desde que foi proposta há tantos anos. Até agora, os cientistas só tinham conseguido observar indiretamente a matéria escura através dos seus efeitos na matéria observável, como a sua capacidade de gerar força gravitacional suficiente para manter as galáxias coesas. A razão pela qual a matéria escura não pode ser observada diretamente é porque as partículas que a compõem não interagem com a força eletromagnética - o que significa que a matéria escura não absorve, reflete ou emite luz.

Existem muitas teorias, mas muitos investigadores colocam a hipótese de a matéria escura ser constituída por algo chamado WIMPs (Weakly Interacting Massive Particles), partículas massivas de interação fraca, que são mais pesadas do que os protões, mas que interagem muito pouco com outra matéria. Apesar desta falta de interação, quando duas WIMPs colidem, prevê-se que as duas partículas se aniquilem uma à outra e libertem outras partículas, incluindo fotões de raios gama.

Há anos que os investigadores, através de observações astronómicas, procuram regiões onde a matéria escura se concentra, como o centro da Via Láctea, em busca destes raios gama específicos. Utilizando os dados mais recentes do Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi, o professor Tomonori Totani, do Departamento de Astronomia da Universidade de Tóquio, pensa ter finalmente detetado os raios gama específicos previstos pela aniquilação de partículas teóricas de matéria escura.

O estudo de Totani foi publicado na revista Journal of Cosmology and Astroparticle Physics.

"Detetámos raios gama com uma energia de 20 gigaeletrões-volt (ou 20 mil milhões eletrões-volt, uma quantidade extremamente grande de energia) que se estendem numa estrutura semelhante a um halo na direção do centro da Galáxia, a Via Láctea. A componente de emissão de raios gama corresponde de perto à forma esperada do halo de matéria escura", disse Totani.

O espetro observado de energia, ou a gama de intensidades de emissão de raios gama, corresponde à emissão prevista da aniquilação das hipotéticas WIMPs, com uma massa cerca de 500 vezes superior à de um protão. A frequência de aniquilação das WIMPs, estimada a partir da intensidade medida dos raios gama, também se enquadra no intervalo das previsões teóricas.

É importante notar que estas medições de raios gama não são facilmente explicadas por outros fenómenos astronómicos ou emissões de raios gama mais comuns. Por isso, Totani considera estes dados uma forte indicação da emissão de raios gama da matéria escura, que tem sido procurada há muitos anos.

"Se isto estiver correto, tanto quanto sei, será a primeira vez que a humanidade 'vê' a matéria escura. E acontece que a matéria escura é uma nova partícula não incluída no atual modelo padrão da física de partículas. Isto significa um grande desenvolvimento na astronomia e na física", disse Totani.

Embora Totani esteja confiante de que as suas medições de raios gama estão a detetar partículas de matéria escura, os seus resultados têm de ser verificados através de análises independentes por outros investigadores. Mesmo com esta confirmação, os cientistas vão querer evidências adicionais de que a radiação semelhante ao halo é, de facto, o resultado da aniquilação da matéria escura e não proveniente de outros fenómenos astronómicos.

Evidências adicionais de colisões das WIMPs, noutros locais que albergam uma elevada concentração de matéria escura, reforçariam estes resultados iniciais. A deteção de emissões de raios gama com a mesma energia em galáxias anãs no halo da Via Láctea, por exemplo, apoiaria a análise de Totani.

"Isto pode ser conseguido depois da recolha de mais dados e, se assim for, forneceria evidências ainda mais fortes de que os raios gama têm origem na matéria escura", disse Totani.

// Universidade de Tóquio (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Journal of Cosmology and Astroparticle Physics)
// Artigo científico (arXiv)

 


Quer saber mais?

Matéria escura:
Wikipedia
WIMPs (Wikipedia)

Via Láctea:
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia
SEDS

Telescópio Espacial Fermi:
NASA
Wikipedia

 
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Astrónomos descodificam o passado secreto de uma estrela
 
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Imagem, gerada por inteligência artificial, de uma estrela gigante vermelha a orbitar um buraco negro silencioso no sistema Gaia BH2.
Crédito: Google Gemini, Universidade do Hawaii
 

Astrónomos do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii desvendaram o passado turbulento de uma gigante vermelha distante, escutando a sua "canção" celeste. Variações subtis no brilho da estrela sugerem que, potencialmente e em tempos, colidiu e fundiu-se com outra estrela, um evento explosivo que a deixou a girar rapidamente. Atualmente, orbita um buraco negro silencioso no sistema Gaia BH2.

Utilizando dados do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, os astrónomos detetaram ténues "sismos estelares" que ondulam na estrela companheira de Gaia BH2, um sistema que alberga um buraco negro identificado pela primeira vez pela missão Gaia da ESA em 2023. Tal como as ondas sísmicas revelam as camadas interiores da Terra, estas vibrações estelares deram aos cientistas um raro vislumbre sob a superfície da estrela, permitindo-lhes medir as propriedades do seu núcleo com uma precisão notável. As descobertas da equipa foram recentemente publicadas na revista The Astronomical Journal.

"Tal como os sismólogos usam os terramotos para estudar o interior da Terra, podemos usar as oscilações estelares para compreender o que se passa no interior de estrelas distantes", disse Daniel Hey, investigador e autor principal do estudo. "Estas vibrações disseram-nos algo inesperado sobre a história desta estrela".

Uma estrela que desafia a sua idade

A maior surpresa veio da composição da estrela. É considerada "rica em elementos alfa", o que significa que está repleta de elementos mais pesados, normalmente encontrados em estrelas muito mais antigas, o que sugere que deve ser antiga. No entanto, quando os cientistas estudaram as suas vibrações, descobriram que, na realidade, tem apenas cerca de 5 mil milhões de anos, demasiado jovem para se ter formado com essas características químicas.

"As estrelas jovens e ricas em elementos alfa são muito raras e intrigantes", explicou Hey. "A combinação de juventude e química antiga sugere que esta estrela não evoluiu isoladamente. Provavelmente adquiriu massa extra de uma companheira, quer através de uma fusão, quer absorvendo material quando o buraco negro se formou".

Mais depressa do que o esperado

O mistério aprofunda-se com observações a longo prazo de telescópios terrestres que mostram que a estrela gira uma vez a cada 398 dias, muito mais depressa do que o esperado para uma gigante vermelha isolada da sua idade.

"Se esta rotação for real, não pode ser explicada apenas pela rotação da estrela à nascença", disse o coautor Joel Ong. "A estrela deve ter sido acelerada através de interações de maré com a sua companheira, o que apoia ainda mais a ideia de que este sistema tem uma história complexa".

A equipa também examinou Gaia BH3, outro sistema que contém um buraco negro e uma estrela companheira ainda mais invulgar. Embora os modelos previssem que esta estrela deveria mostrar oscilações claras, nenhuma foi detetada, o que sugere que as teorias atuais sobre estrelas extremamente pobres em metais podem precisar de ser atualizadas.

Tanto Gaia BH2 como BH3 são sistemas com buracos negros dormentes, o que significa que não se estão a alimentar das suas estrelas companheiras e, por isso, não emitem raios X. A sua descoberta, através de medições precisas do movimento estelar, está a alterar a forma como os astrónomos compreendem os buracos negros na nossa Galáxia.

Olhando mais profundamente

As futuras observações TESS de Gaia BH2 darão aos cientistas um olhar mais pormenorizado das suas vibrações estelares e poderão confirmar se se formou através de uma fusão passada, ajudando a desvendar como surgiram estes pares silenciosos de buracos negros.

// Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astronomical Journal)

 


Quer saber mais?

CCVAlg - Astronomia:
19/04/2024 - Identificado o buraco negro estelar mais massivo da nossa Galáxia descoberto até à data
04/04/2023 - Gaia descobre uma nova família de buracos negros

Gaia BH2:
Simbad
Wikipedia

Gaia BH3:
Simbad
Wikipedia

Estrela gigante vermelha:
Wikipedia

Buraco negro:
Wikipedia
Buraco negro estelar (Wikipedia)

Asterossismologia:
Wikipedia 
asteroseismology.org

TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):
NASA
NASA/Goddard
Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)
MAST (Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais)
Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)
Wikipedia

 
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Primeira deteção de descargas elétricas em Marte
 
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Deteção de descargas elétricas nos diabos de poeira pelo instrumento SuperCam, a bordo do rover Perseverance em Marte.
Crédito: Nicolas Sarter
 

Pela primeira vez, foram registadas descargas elétricas nas tempestades e redemoinhos de poeira - conhecidos como diabos de poeira - que varrem a superfície de Marte. Captados pelo microfone do instrumento SuperCam a bordo do rover Perseverance da NASA, os sinais foram analisados por uma equipa de cientistas do CNRS (Centre national de la recherche scientifique), da Universidade de Toulouse e do Observatório de Paris - PSL, trabalhando como parte de uma equipa internacional. As descargas representam uma descoberta importante com implicações imediatas para a nossa compreensão da química atmosférica, do clima e da habitabilidade de Marte, bem como para as futuras missões robóticas e tripuladas. Estes resultados foram publicados na revista Nature no dia 26 de novembro de 2025.

Em Marte, os ventos levantam constantemente redemoinhos de poeira fina. Foi no centro de dois destes diabos marcianos de poeira que o microfone do instrumento SuperCam, o primeiro a funcionar em Marte, registou acidentalmente sinais particularmente fortes. Análises realizadas por cientistas do IRAP (Institut de recherche en astrophysique et planétologie - CNES/CNRS/Université de Toulouse) e do LATMOS (Laboratoire Atmosphères et Observations Spatiales - CNRS/Sorbonne Université/Université de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines) mostraram que se tratava de assinaturas eletromagnéticas e acústicas de descargas elétricas comparáveis aos pequenos choques de eletricidade estática que podem ser sentidos na Terra quando se toca numa maçaneta de uma porta em tempo seco. Há muito teorizada, a existência de descargas elétricas na atmosfera marciana foi agora confirmada pela primeira vez por observação.

Estes fenómenos podem ser explicados pela fricção entre minúsculas partículas de poeira: estas tornam-se carregadas com eletrões e depois libertam as suas cargas sob a forma de arcos elétricos com alguns centímetros de comprimento, acompanhados de ondas de choque audíveis. Na Terra, é sabido que as partículas de poeira podem ficar carregadas eletricamente, especialmente nas regiões desérticas, embora isso raramente resulte em descargas reais. Em Marte, a fina atmosfera, composta principalmente por dióxido de carbono, torna este fenómeno muito mais provável de ocorrer: a quantidade de carga necessária para formar faíscas é muito menor do que na Terra.

A descoberta destas descargas elétricas altera profundamente a nossa compreensão da química atmosférica marciana. Estes fenómenos mostram que a atmosfera marciana pode atingir níveis de carga suficientes para acelerar a formação de compostos altamente oxidantes. Estas substâncias podem destruir as moléculas orgânicas à superfície, bem como numerosas substâncias atmosféricas, perturbando assim profundamente o equilíbrio fotoquímico da atmosfera. Esta descoberta poderia explicar o desaparecimento surpreendentemente rápido do metano, que tem sido objeto de debate científico desde há vários anos.

As cargas elétricas necessárias para estas descargas são suscetíveis de afetar o transporte de poeiras em Marte, desempenhando assim um papel central no clima marciano, cuja dinâmica permanece largamente desconhecida. Podem também representar um risco para o equipamento eletrónico das atuais missões robóticas e constituir um perigo para potenciais futuras missões tripuladas.

O microfone do instrumento SuperCam a bordo do rover Perseverance da NASA registou os primeiros sons em Marte em 2021, no dia seguinte à sua aterragem no planeta. Ligado todos os dias, recolheu mais de 30 horas de sons do Planeta Vermelho: vento a soprar, o ruído das pás do helicóptero Ingenuity e, agora, descargas elétricas. Esta nova observação confirma o enorme potencial da acústica como ferramenta de exploração planetária.

// CNRS (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Nature)

 


Quer saber mais?

Marte:
NASA
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia
The Nine Planets
Diabos marcianos de poeira (Wikipedia)

Rover Perseverance:
NASA
Facebook
Rede social X
Wikipedia

 
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Também em destaque
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  Olhando para o interior das luas geladas (via Universidade da Califórnia, Davis)
Os planetas exteriores do Sistema Solar estão repletos de luas envoltas em gelo. Algumas delas, como a lua de Saturno Encélado, são conhecidas por terem oceanos de água líquida entre o invólucro de gelo e o núcleo rochoso e podem ser os melhores locais do nosso Sistema Solar para procurar vida extraterrestre. Um novo estudo, publicado no passado dia 24 de novembro na revista Nature Astronomy, lança luz sobre o que poderá estar a acontecer sob a superfície destes mundos e fornece informações acerca da forma como as suas diversas características geológicas se podem ter formado. Ler fonte
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Álbum de fotografias
Campo Profundo do Enxame Globular M15

exemplo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Alvaro Ibanez Perez
 
As estrelas, como as abelhas, aglomeram-se em torno do centro do brilhante enxame globular M15. A bola central de mais de 100.000 estrelas é uma relíquia dos primeiros anos da nossa Galáxia e continua a orbitar o centro da Via Láctea. M15, um dos cerca de 150 enxames globulares que restam, é conhecido por ser facilmente visível apenas com binóculos, por ter no seu centro uma das mais densas concentrações de estrelas conhecidas e por conter uma elevada abundância de estrelas variáveis e pulsares. A imagem em destaque de M15 foi obtida através da combinação de exposições muito longas - 122 horas no total - e por isso mostra ténues nuvens de gás e poeira em frente da bola gigante de estrelas. M15 encontra-se a cerca de 35.000 anos-luz de distância na direção da constelação de Pégaso.
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