Problemas ao ver este e-mail?
Veja no browser

 
 
  Arquivo | CCVAlg - Astronomia
Com o apoio do Centro Ciência de Tavira
  transparent   feed rss
logotipos
 
  Astroboletim #2268  
  02/12 a 04/12/2025  
     
 
transparent
EFEMÉRIDES

DIA 02/12: 336.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1988, lançamento da STS-27, missão do vaivém espacial Atlantis, sob a alçada do Departamento de Defesa dos EUA.
Em 1990, lançamento do vaivém Columbia, na sua missão STS-35
Em 1992, lançamento do vaivém Discovery, na sua missão STS-53, também para suporte do Departamento de Defesa dos EUA. 
Em 1993, lançamento da missão STS-61 do vaivém Endeavour, a primeira missão de manutenção do Hubble.
imagem
HOJE, NO COSMOS:
A Ursa Maior situa-se no lado oposto de Cassiopeia, passando pela Estrela Polar. Portanto, nesta altura do ano, a famosa constelaçao está muito baixa depois do anoitecer.
Mas por volta da meia-noite a Ursa Maior já "deu a volta" para ficar na vertical, como que apoiada na sua "pega" a nordeste, ao passo que Cassiopeia girou para noroeste para se apoiar quase também verticalmente na extremidade mais brilhante do seu "W".

 

DIA 03/12: 337.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1886 nascia Manne Siegbahn, físico sueco que recebeu o Prémio Nobel da Física em 1924 pelas "suas descobertas e pesquisas no campo da espetroscopia de raios-X".
Em 1904, Charles Dillon Perrine descobre a lua joviana Himalia.
Em 1958, o JPL era transferido do controlo do exército americano para o controlo da NASA.
Em 1971, a sonda soviética Mars 3 torna-se na primeira a aterrar com sucesso em Marte.
Em 1973, a Pioneer 10 enviava para a Terra as primeiras imagens de Júpiter.
imagem
Em 1974, voo rasante da sonda Pioneer 11 por Júpiter
Em 1999, a NASA perdia o contato com a Mars Polar Lander, minutos antes da entrada na atmosfera de Marte.
Em 2014, a JAXA (agência espacial japonesa) lança a sonda Hayabusa2, numa missão com a duração de seis anos e com o objetivo de recolher amostras de um asteroide.
Em 2015, a ESA lança com sucesso a LISA Pathfinder, uma nave desenhada para demonstrar tecnologia para observar ondas gravitacionais no espaço.
HOJE, NO COSMOS:
Orionte sobe totalmente acima do horizonte a este pouco depois das 20:00, dependendo de quão para este ou oeste vive.
A inclinação de Orionte depende da latitude. Se viver acima de 33º N, Betelgeuse estará mais alta que Rigel. Se viver abaixo dos 33º N, Rigel será a mais alta logo após nascerem; Orionte nasce de pés primeiro.
No entanto, com o passar da noite, Betelgeuse ganha sempre a posição superior - como visto de qualquer parte do Hemisfério Norte.

 

DIA 04/12: 338.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 1639, Jeremiah Horrocks fazia a primeira observação, de que há registo, de um trânsito de Vénus.
Em 1965, lançamento da missão Gemini 7.
imagem
Frank Borman e James A. Lovell Jr. completam um voo de 14 dias, ao todo 220 órbitas. A missão tinha dois objetivos: estudar os efeitos a longo-prazo do voo espacial e fazer o "rendezvous" com a Gemini 6
Em 1978, a sonda americana Pioneer/Venus torna-se na primeira a orbitar Vénus.
Em 1996, é lançada a Mars Pathfinder.
Em 1998, é lançado o módulo Unity, o segundo módulo da Estação Espacial Internacional.
HOJE, NO COSMOS:
A Lua, 99% iluminada, oculta as Plêiades. O evento começa pouco antes das 3 da manhã e termina um pouco antes do amanhecer, já com os dois objetos perto do horizonte a noroeste. É recomendado utilizar um telescópio.
Lua Cheia, pelas 23:14. É novamente uma super-Lua: ligeiramente mais próxima, maior e mais brilhante do que a Lua Cheia média. Encontra-se na secção norte de Touro, a cerca de um-terço do caminho entre Aldebarã, para baixo e para a direita ao início da noite, e Capella, ao dobro da distância no outro lado do nosso satélite natural.

transparent
 
 
  transparent  
Estudo identifica 400 enxames binários na Via Láctea
 
imagem
O Enxame Duplo de Perseu, também denominado h e Chi Persei, ou com os números de catálogo NGC 869 (direita) e NGC 884 (esquerda), é o enxame binário mais famoso do céu.
Crédito: Ron Brecher
 

As estrelas formam-se normalmente em enxames, enxames estes que também se podem formar aos pares ou em grupos. Os enxames binários são definidos como pares de enxames abertos estreitamente associados tanto em termos de posição como de cinemática. Fornecem informações sobre o modo como as estrelas se formam dentro de nuvens moleculares gigantes, tornando-os indicadores importantes da formação estelar e da evolução dos enxames.

Utilizando astrometria de alta precisão do satélite Gaia e aplicando critérios de seleção uniformes e rigorosos, investigadores do Observatório Astronómico de Xinjiang da Academia Chinesa de Ciências identificaram 400 candidatos a enxames abertos binários na Via Láctea; 268 destes foram recentemente divulgados. Os resultados, publicados na revista Astronomy & Astrophysics, fornecem um esquema unificado e estruturado para identificar e classificar enxames binários galácticos.

Os cientistas analisaram cerca de 4000 enxames abertos utilizando a astrometria e a cinemática do catálogo Gaia DR3. Estabeleceram um critério estatístico e quantitativo para a proximidade espacial e de velocidade e validaram-no contra amostras simuladas aleatórias. Usando esta estrutura, os investigadores identificaram 400 candidatos a enxames binários e classificaram-nos em três categorias: (1) enxames binários primordiais (conatais), (2) enxames binários de captura por efeitos de maré/captura ressonante, e (3) pares óticos (alinhamentos casuais).

Uma análise mais aprofundada mostra que 61% dos enxames binários candidatos são altamente consistentes em termos de idade e cinemática, apoiando a formação a partir da mesma nuvem molecular gigante, e 83% apresentam interações de maré significativas. A força da interação está claramente correlacionada com a separação espacial - quanto mais próximo o par, mais forte é a atração mútua e a perturbação.

Em geral, cerca de 17% dos enxames abertos estão atualmente em sistemas binários ou de múltiplos enxames e cerca de 10% formaram-se provavelmente como enxames binários primordiais. Estas percentagens estão bem alinhadas com estimativas teóricas e observacionais anteriores.

O cruzamento com enxames binários previamente reportados mostra que o método recupera uma grande fração de sistemas conhecidos. Apesar de critérios de seleção mais rigorosos, também acrescenta 268 enxames binários físicos recentemente identificados à amostra galáctica.

Este estudo sugere que a formação hierárquica de estrelas é um processo importante e fornece evidências observacionais fundamentais para os mecanismos de formação e evolução dinâmica de sistemas multienxame. Esta evidência apoia um cenário hierárquico e aglomerado de formação estelar em múltiplas escalas.

// Academia Chinesa de Ciências (comunicado de imprensa)
// Observatório Astronómico de Xinjiang (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Astronomy & Astrophysics)

 


Quer saber mais?

Enxames abertos:
CCVAlg - Astronomia
Wikipedia

Gaia:
ESA
Página da ESA para a comunidade científica
Arquivo de dados do Gaia (ESA)
Wikipedia

 
  transparent  
Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um "polar intermédio"
 
imagem
Uma estrela anã branca mais pequena (à esquerda) puxa material de uma estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par é denominado um "polar intermédio", e astrónomos do MIT usaram potentes telescópios para medir, pela primeira vez, a polarização de raios X do sistema, revelando características chave no centro das suas regiões mais quentes e extremas.
Crédito: Jose-Luis Olivares, MIT
 

A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.

Agora, astrónomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) utilizaram um telescópio de raios X no espaço para identificar as principais características da região mais interior do sistema - um ambiente extremamente energético que tem, até agora, permanecido inacessível à maioria dos telescópios. Num estudo publicado na revista The Astrophysical Journal, a equipa relata a utilização do IXPE (Imaging X-ray Polarimetry Explorer) da NASA para observar o sistema polar intermédio conhecido como EX Hydrae.

A equipa encontrou um grau surpreendentemente elevado de polarização de raios X, que descreve a direção do campo elétrico de uma onda de raios X, bem como uma inesperada direção de polarização nos raios X provenientes de EX Hydrae. A partir destas medições, os investigadores seguiram os raios X até à sua fonte na região mais interior do sistema, perto da superfície da anã branca.

Além disso, determinaram que os raios X do sistema eram emitidos por uma coluna de material branco e quente que a anã branca estava a atrair da sua estrela companheira. Estimam que esta coluna tem mais de 3200 quilómetros de altura - cerca de metade do raio da própria anã branca e muito mais alta do que os físicos tinham previsto para um sistema deste género. Determinaram também que os raios X são refletidos da superfície da anã branca antes de se dispersarem no espaço - um efeito que os físicos suspeitavam, mas que não tinham confirmado até agora.

Os resultados da equipa demonstram que a polarimetria de raios X pode ser uma forma eficaz de estudar ambientes estelares extremos, como as regiões mais energéticas de uma anã branca em acreção.

"Mostrámos que a polarimetria de raios X pode ser usada para fazer medições detalhadas da geometria de acreção da anã branca", diz Sean Gunderson, pós-doutorado no Instituto Kavli para Astrofísica e Investigação Espacial do MIT, que é o autor principal do estudo. "Abre a janela para a possibilidade de fazer medições semelhantes noutros tipos de anãs brancas em acreção que também nunca tiveram sinais de polarização de raios X previstos".

Os coautores de Gunderson no Kavli do MIT incluem a estudante Swati Ravi e os investigadores Herman Marshall e David Huenemoerder, juntamente com Dustin Swarm da Universidade do Iowa, Richard Ignace da ETSU (East Tennessee State University), Yael Nazé da Universidade de Liège e Pragati Pradhan da ERAU (Embry Riddle Aeronautical University).

Uma fonte de alta energia

Todas as formas de luz, incluindo os raios X, são influenciadas por campos elétricos e magnéticos. A luz viaja em ondas que se agitam, ou oscilam, em ângulos retos em relação à direção em que a luz viaja. Os campos elétricos e magnéticos externos podem puxar estas oscilações em direções aleatórias. Mas quando a luz interage e faz ricochete numa superfície, pode tornar-se polarizada, o que significa que as suas vibrações se concentram numa direção. A luz polarizada pode, portanto, ser uma forma de os cientistas localizarem a fonte da luz e discernirem alguns pormenores sobre a geometria da fonte.

O observatório espacial IXPE é a primeira missão da NASA concebida para estudar os raios X polarizados que são emitidos por objetos astrofísicos extremos. A nave espacial, que foi lançada em 2021, orbita a Terra e regista estes raios X polarizados. Desde o lançamento, tem-se concentrado principalmente em supernovas, buracos negros e estrelas de neutrões.

O novo estudo do MIT é o primeiro a utilizar o IXPE para medir os raios X polarizados de um polar intermédio - um sistema mais pequeno em comparação com os buracos negros e as supernovas, que, no entanto, é conhecido por ser um forte emissor de raios X.

"Começámos a falar sobre a quantidade de polarização que seria útil para ter uma ideia do que está a acontecer neste tipo de sistemas, que a maioria dos telescópios vê apenas como um ponto no seu campo de visão", diz Marshall.

Um sistema polar intermédio recebe o seu nome da força do campo magnético da anã branca central. Quando este campo é forte, o material da estrela companheira é diretamente puxado para os polos magnéticos da anã branca. Quando o campo é muito fraco, o material estelar gira em torno da anã num disco de acreção que eventualmente deposita matéria diretamente na superfície da anã.

No caso de um polar intermédio, os físicos preveem que o material caia numa espécie de complexo padrão intermédio, formando um disco de acreção que também é puxado para os polos da anã branca. O campo magnético deve levantar o disco de material vindouro para cima, como uma fonte altamente energética, antes de os detritos estelares caírem em direção aos polos magnéticos da anã branca a velocidades de milhões de quilómetros por hora, naquilo a que os astrónomos chamam uma "cortina de acreção". Os físicos suspeitam que este material em queda deve chocar com material previamente levantado que ainda está a cair em direção aos polos, criando uma espécie de engarrafamento de gás. Este amontoado de matéria forma uma coluna de gás em colisão com uma temperatura de milhões de graus Celsius e deverá emitir raios X altamente energéticos.

Uma imagem mais profunda

Ao medir os raios X polarizados emitidos por EX Hydrae, a equipa pretendia testar a imagem dos polares intermédios que os físicos tinham colocado como hipótese. Em janeiro de 2025, o IXPE obteve um total de cerca de 600.000 segundos, ou cerca de sete dias, de medições de raios X do sistema.

"A cada raio X que chega da fonte, é possível medir a direção da polarização", explica Marshall. "Recolhemos uma grande quantidade destes raios e todos eles estão em ângulos e direções diferentes, e podemos calcular uma média para obter um grau e uma direção preferidos da polarização".

As suas medições revelaram um grau de polarização de 8%, muito superior ao que os cientistas tinham previsto de acordo com alguns modelos teóricos. A partir daí, os investigadores puderam confirmar que os raios X estavam de facto a vir da coluna do sistema, e que esta coluna tem cerca de 3200 quilómetros de altura.

"Se nos aproximássemos um pouco do polo da anã branca, veríamos uma coluna de gás que se estende por 3200 quilómetros para o céu e depois se espalha para fora", diz Gunderson.

A equipa também mediu a direção da polarização dos raios X de EX Hydrae, que determinaram ser perpendicular à coluna de gás vindouro da anã branca. Isto foi um sinal de que os raios X emitidos pela coluna estavam a fazer ricochete na superfície da anã branca antes de viajarem para o espaço e, eventualmente, para os telescópios do IXPE.

"O que é útil na polarização dos raios X é que nos dá uma imagem da porção mais interior e mais energética de todo este sistema", diz Ravi. "Quando olhamos através de outros telescópios, não vemos nenhum destes pormenores".

A equipa planeia aplicar a polarização de raios X no estudo de outros sistemas de anãs brancas em acreção, o que poderá ajudar os cientistas a compreender fenómenos cósmicos muito mais vastos.

"Chega-se a um ponto em que há tanto material a cair sobre a anã branca, vindo de uma estrela companheira, que a anã branca não consegue aguentar mais, o objeto colapsa e produz um tipo de supernova que é observável em todo o Universo, que pode ser usada para descobrir o tamanho do Universo", diz Marshall. "Por isso, compreender estes sistemas de anãs brancas ajuda os cientistas a compreender as fontes dessas supernovas e dá-nos informações sobre a ecologia da Galáxia".

// MIT (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Astrophysical Journal)

 


Quer saber mais?

Intermédio polar:
Wikipedia

EX Hydrae:
Wikipedia

Anã branca:
NASA
Wikipedia

IXPE (Imaging X-ray Polarimetry Explorer):
NASA
Wikipedia

 
  transparent  

Álbum de fotografias
NGC 1055

exemplo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: John Hayes
 
A grande e bela galáxia espiral NGC 1055 é um membro dominante de um pequeno grupo de galáxias a apenas 60 milhões de anos-luz de distância, na direção da aquática e intimidante constelação de Baleia. Visto de lado, o universo insular estende-se por mais de 100.000 anos-luz, sendo um pouco maior do que a nossa Via Láctea. As estrelas coloridas e pontiagudas que decoram este retrato cósmico de NGC 1055 estão em primeiro plano, bem dentro da Via Láctea. Mas as regiões de formação estelar rosadas e os jovens enxames estelares azuis estão espalhados por sinuosas faixas de poeira ao longo do fino disco da galáxia distante. Com um punhado de galáxias de fundo ainda mais distantes, a imagem profunda revela também um halo quadrangular que se estende muito acima e abaixo do bojo central e do disco de NGC 1055. O próprio halo está repleto de estruturas ténues e estreitas, e pode representar os detritos misturados e espalhados de uma galáxia satélite perturbada pela espiral maior há cerca de 10 mil milhões de anos.
transparent
 
  transparent  
Arquivo | CCVAlg - Astronomia | Feed RSS | Contacte o Webmaster | Remover da lista
transparent
 
  logotipo ccvalg  
  logotipo ccvtavira  
  facebook   twitter   instagram   trip advisor  
  facebook   twitter   instagram   trip advisor  
   
Centro Ciência Viva do Algarve
Rua Comandante Francisco Manuel
8000-250, Faro
Portugal
Telefone: 289 890 922
Telemóvel: 962 422 093
E-mail: info@ccvalg.pt
Centro Ciência Viva de Tavira
Convento do Carmo
8800-311, Tavira
Portugal
Telefone: 281 326 231
Telemóvel: 924 452 528
E-mail: geral@cvtavira.pt
   

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um caráter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML e classes CSS - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente de webmail suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook ou outras apps para leitura de mensagens eletrónicas.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve e do Centro Ciência Viva de Tavira. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando o webmaster.

Esta mensagem destina-se unicamente a informar e está de acordo com as normas europeias de proteção de dados (ver RGDP), conforme Declaração de Privacidade e Tratamento de dados pessoais.

2025 - Centro Ciência Viva do Algarve | Centro Ciência Viva de Tavira

ccvalg.pt cvtavira.pt