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Edição n.º 1507
17/08 a 20/08/2018
 
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ASTRONOMIA NO VERÃO DO CCVAlg

Atividades astronómicas planeadas para o restante mês de agosto:

22/08 - Observar o Sol, Ilha Deserta - Faro, junto ao restaurante Estaminé, a partir das 10:45

24/08 - Observação astronómica noturna, Olhão, na Marina (Jardim dos Pescadores), a partir das 21:00

(todas as atividades estão dependentes de condições meteorológicas favoráveis)

 
EFEMÉRIDES

Dia 17/08: 229.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1877, Asaph Hall descobria Fobos, a maior e mais interior lua de Marte.
Em 1958, é lançada a Pioneer 0, a primeira tentativa dos EUA em atingir órbita lunar, usando os primeiros foguetões Thor-Able. A missão falha. No entanto, é notável por ser uma das primeiras a ir para lá da Terra. 
Em 1966 era lançada a sonda Pioneer 7.
Em 1970 a sonda soviética Venera 7 é lançada a partir do cosmódromo de Baikonur. Chega a Vénus no dia 15 de dezembro de 1970. É a primeira nave a enviar dados para a Terra a partir da superfície de outro planeta. A Venera 7 teve também uma sonda gémea, lançada a 22 de agosto, mas que permaneceu em órbita da Terra.
Em 1980, depois de 1400 órbitas em torno de Marte, a sonda Viking 1 foi desligada. Lançada a 25 de agosto de 1975, a missão Viking revelou, na altura, as melhores imagens do planeta. Uma das suas fotografias mais famosas é a "Cara em Marte". 
Em 1999 a sonda Cassini passava pela Terra (1166 km), sobre o lado este do Pacífico Sul.

Este é um de 4 voos rasantes planetários (Vénus, Vénus novamente, Terra e Júpiter), para uma assistência gravitacional a fim da sonda chegar a Saturno em 2004. Este voo rasante deu à Cassini um aumento de velocidade de 20.000 quilómetros por hora. As vozes contra a Cassini e o seu plutónio respiraram de alívio.
Observações: Vénus na sua maior elongação oeste, 46º, pelas 18:00
Júpiter acompanha esta noite a Lua, para baixo e para a sua direita. Antares está três vezes mais distante, mas para a esquerda do nosso satélite natural.
Eclipse de Io, entre as 22:19 e as 00:36 (já de dia 18).

Dia 18/08: 230.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1814 nascia Anders Jonas Angström, físico sueco e um dos fundadores da ciência da espectroscopia.
Em 1868, Pierre Janssen em conjunto com Norman Lockyer observam pela primeira vez hélio no espectro do Sol.
Em 1985 era lançado o Suisei, a segunda missão japonesa a estudar o cometa Halley.

Detetou água cometária, monóxido de carbono e iões de dióxido de carbono
Observações: Lua em Quarto Crescente, pelas 08:48.
Trânsito da sombra de Io, entre as 19:36 e as 21:48.
Eclipse de Europa, entre 19:31 e as 22:00.
Eclipse de Ganimedes, entre as 19:45 e as 22:11.
Alinhadas quase verticalmente para baixo da Lua esta noite, estão as estrelas que assinalam a cabeça de Escorpião. Para baixo e para a esquerda da Lua está Antares, uma das supergigantes vermelhas mais brilhantes do céu. Bem para a esquerda da Lua estão Saturno, e depois Marte.

Dia 19/08: 231.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1646 nascia John Flamsteed, astrónomo inglês, o primeiro Astrónomo Real. Catalogou mais de 3000 estrelas.
Em 1924 nascia Willard Boyle, físico canadiano que recebeu o prémio Nobel da Física pela invenção do CCD
Em 1960, os cães espaciais russos Belka ("Squirrel") e Strelka ("Little Arrow") começaram a orbitar a Terra a bordo do satélite Korabl-Sputnik-2.

Iam também na missão 40 ratos brancos, 2 ratazanas e diversas qualidades de plantas. No dia seguinte todos foram recuperados em perfeitas condições.
Em 1964, lançamento do Syncom 3, o primeiro satélite de comunicações geoestacionário.
Em 1997, lançamento do Agila 2, a partir de Xichang, China. Foi o primeiro satélite de comunicações das Filipinas. 
Observações: Ao longo dos últimos dias, a Lua tem-se afastado de Júpiter e vagueado para a esquerda, para mais próximo (a partir do ponto de vista do céu da Terra) de Saturno. Note a diferença de posição desde ontem para esta noite.

Dia 20/08: 232.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1719, nascia Christian Mayer, astrónomo checo pioneiro no estudo das estrelas binárias.
Em 1975, a NASA lança a sonda Viking 1 para Marte.
Em 1977, a NASA lança a sonda Voyager 2.

As viagens das Voyager até Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno abriram uma nova era de investigações no reino dos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar. A missão primária teve a duração de cinco anos e explorou Júpiter e Saturno. No entanto, graças ao sucesso desta fase, os gestores do projeto no JPL enviaram a sonda para Úrano e Neptuno juntamente com um plano para 30 anos que desenharam. Após 40 anos, ainda está em operação científica e a comunicar diariamente com a Terra. 
Em 1999, o Telescópio Espacial de Raios-X Chandra, lançado a 23 de julho de 1999, revela características ainda não observadas nos remanescentes de três explosões de supernovas.
Observações: Tal como ontem, note que a Lua moveu-se para perto de Saturno no céu, estando agora para o lado direito do "Senhor dos Anéis". E amanhã já estará do lado esquerdo, afastando-se de Saturno e aproximando-se agora de Marte (a partir do ponto de vista do céu da Terra).

 
CURIOSIDADES

A razão porque a Via Láctea é mais visível no início das noites de verão, está associada ao facto de nesta altura do ano estarmos voltados para o Centro da Galáxia que fica entre as constelações de Escorpião e Sagitário.
 
NUMA REGIÃO MASSIVA DO ESPAÇO, OS ASTRÓNOMOS ENCONTRAM MUITO MENOS GALÁXIAS DO QUE O ESPERADO
Uma simulação de computador da distribuição da matéria no Universo. As regiões alaranjadas contêm galáxias; as estruturas azuis são gás e matéria escura.
Crédito: Colaboração TNG
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Astrónomos da Universidade da Califórnia, incluindo três da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), resolveram um mistério sobre o Universo primitivo e suas primeiras galáxias.

Os astrónomos sabem que há mais de 12 mil milhões de anos, cerca de mil milhões após o Big Bang, o gás no espaço profundo era, em média, muito mais opaco do que é agora em algumas regiões, embora a opacidade variasse muito de local para local. Mas não tinham a certeza do que provocava essas variações.

Para saber porque é que essas diferenças ocorreram, os astrónomos usaram um dos maiores telescópios do mundo, o telescópio Subaru em Mauna Kea, Hawaii, para procurar galáxias com estrelas jovens numa região excecionalmente grande do espaço - com 500 milhões de anos-luz de diâmetro - onde sabiam que o gás intergaláctico era extremamente opaco.

Se a região tivesse um número anormalmente pequeno de galáxias, os cientistas seriam capazes de concluir que a luz das estrelas não podia penetrar tão longe quanto o esperado através do gás intergaláctico; se tivesse um número invulgarmente grande de galáxias, a implicação seria que a região havia arrefecido significativamente centenas de milhões de anos antes (ter poucas galáxias numa região significaria que não só havia menos luz emitida por essas galáxias, mas também que estava a ser formado um gás ainda mais opaco, de modo que a luz não podia viajar tanto quanto os astrónomos esperavam).

"Foi um caso raro na astronomia, onde dois modelos concorrentes, ambos convincentes à sua própria maneira, forneceram previsões precisamente opostas, e tivemos sorte que essas previsões fossem testáveis," comenta Steven Furlanetto, professor de astronomia na UCLA e coautor da investigação.

Os investigadores descobriram que a região contém muito menos galáxias do que o esperado - evidências claras de que a luz das estrelas não conseguia passar. A escassez de galáxias pode ser a razão pela qual esta região é tão opaca.

"Não é que a opacidade seja a causa da falta de galáxias," diz Furlanetto. "Em vez disso, é ao contrário."

Eles concluíram que, como o gás no espaço profundo é mantido transparente pela radiação ultravioleta das galáxias, um menor número de galáxias próximas pode torná-lo mais sombrio.

A investigação foi publicada na revista The Astrophysical Journal.

Nos primeiros mil milhões de anos após o Big Bang, a radiação ultravioleta das primeiras galáxias preencheu o Universo e tornou o gás no espaço profundo transparente. Isto teria ocorrido anteriormente em regiões com mais galáxias, concluíram os astrónomos. Os astrónomos planeiam estudar ainda mais se o vazio e outros como ele vão revelar pistas sobre como as primeiras gerações de galáxias iluminaram o Universo durante aquele período inicial. Furlanetto disse que os astrónomos esperam que o estudo da interação entre as galáxias e o gás no espaço profundo revele mais sobre como o ecossistema intergaláctico tomou forma durante aquele período do início do Universo.

Links:

Notícias relacionadas:
UCLA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (The Astrophysical Journal)
Artigo científico (arXiv.org)
EurekAlert!
spaceref
PHYSORG

Universo:
A expansão acelerada do Universo (Wikipedia)
Lei de Hubble (Wikipedia)
Universo (Wikipedia)
Idade do Universo (Wikipedia)
Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)
Big Bang (Wikipedia)
Cronologia do Big Bang (Wikipedia)

Telescópio Subaru:
Página oficial
Wikipedia

 
ENCONTRANDO BURACOS NEGROS DE MASSA INTERMÉDIA
O levantamento COSMOS Legacy mostra dados que forneceram evidências para a existência de buracos negros de massa intermédia.
Crédito: raios-X - NASA/CXC/ICE/M. Mezcua et al.; infravermelho - NASA/JPL-Caltech; ilustração - NASA/CXC/A. Hobart
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os cientistas deram passos importantes na sua busca para encontrar buracos negros que não são nem muito pequenos nem extremamente grandes. A descoberta destes elusivos buracos negros de massa intermédia pode ajudar os astrónomos a melhor compreender as "sementes" dos maiores buracos negros do Universo primitivo.

A nova investigação surge de dois estudos separados, cada um usando dados do Observatório de raios-X Chandra da NASA e de outros telescópios.

Os buracos negros que contêm entre cem e várias centenas de milhares de vezes a massa do Sol são chamados buracos negros de "massa intermédia" (IMBHs, singla inglesa para "intermediate mass black holes"). Isto porque a sua massa os coloca entre os bem documentados e frequentemente estudados buracos negros de "massa estelar", numa extremidade da escala de massa, e na outra os "buracos negros supermassivos" encontrados nas regiões centrais de galáxias massivas.

Embora tenham sido relatados nos últimos anos vários possíveis IMBHs, os astrónomos ainda estão a tentar determinar quão comuns são e o que as suas propriedades nos ensinam sobre a formação dos primeiros buracos negros supermassivos.

Uma equipa de cientistas usou uma grande campanha de pesquisa chamada Chandra COSMOS-Legacy para estudar galáxias anãs que contêm menos de 1% das estrelas na nossa Via Láctea (COSMOS é uma abreviação de "Cosmic Evolution Survey"). A caracterização destas galáxias foi tornada possível pelo rico conjunto de dados disponíveis para o campo COSMOS em diferentes comprimentos de onda, incluindo dados de telescópios da NASA e da ESA.

Os dados do Chandra foram cruciais para esta investigação porque uma fonte brilhante e pontual de emissão de raios-X, perto do centro de uma galáxia, é um sinal revelador da presença de um buraco negro. Os raios-X são produzidos por gás aquecido a milhões de graus pelas enormes forças gravitacionais e magnéticas próximas do buraco negro.

"Podemos ter descoberto que as galáxias anãs são um paraíso para estes buracos negros intermédios," comenta Mar Mezcua do Instituto de Ciências Espaciais da Espanha, que liderou um dos estudos. "Nós não encontrámos apenas um punhado de IMBHs - podemos ter encontrado dúzias."

A sua equipa identificou quarenta buracos negros em crescimento em galáxias anãs. Doze deles estão localizados a uma distância superior a 5 mil milhões de anos-luz da Terra e o mais distante está a 10,9 mil milhões de anos-luz, o buraco negro em crescimento mais distante jamais visto numa galáxia anã. Uma das galáxias anãs é a galáxia menos massiva que se sabe abrigar um buraco negro no seu centro.

A maioria destas fontes são provavelmente IMBHs com massas que variam entre 10 mil e 100 mil vezes a massa do Sol. Um resultado crucial desta pesquisa é que a fração de galáxias com buracos negros em crescimento é menor para galáxias menos massivas do que para as suas homólogas mais massivas.

Uma segunda equipa liderada por Igor Chilingarian do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts, encontrou uma amostra separada e importante de possíveis IMBHs em galáxias mais próximas da Via Láctea. Na sua amostra, o candidato mais distante a IMBH encontra-se a aproximadamente 2,8 mil milhões de anos-luz e cerca de 90% dos candidatos que descobriram não está a mais do que 1,3 mil milhões de anos-luz de distância.

Com dados do SDSS (Sloan Digital Sky Survey), Chilingarian e colegas descobriram galáxias com a assinatura ótica de buracos negros em crescimento e, em seguida, estimaram a sua massa. Selecionaram 305 galáxias com propriedades que sugeriam um buraco negro com uma massa inferior a 300.000 vezes a massa do Sol, espreitando nas regiões centrais de cada uma dessas galáxias.

Apenas 18 membros desta lista continham observações de raios-X de alta qualidade que permitiram a confirmação de que as fontes são buracos negros. Foram obtidas deteções com o Chandra e com o XMM-Newton para 10 fontes, mostrando que aproximadamente metade dos 305 candidatos a IMBH são provavelmente IMBHs válidos. As massas das dez fontes detetadas com observações de raios-X têm massas determinadas entre 40.000 e 300.000 vezes a massa do Sol.

"Esta é a maior amostra de buracos negros de massa intermédia já encontrada," comenta Chilingarian. "Este tesouro de buracos negros pode ser usado para abordar um dos maiores mistérios da astrofísica."

Os IMBHs podem explicar como os maiores buracos negros, os supermassivos, foram capazes de se formar tão rapidamente após o Big Bang. Uma explicação diz que os buracos negros supermassivos crescem ao longo do tempo a partir de buracos negros menores, "sementes" com cerca de 100 vezes a massa do Sol. Algumas destas sementes devem fundir-se para formar IMBHs. Outra explicação diz que se formam muito rapidamente a partir do colapso de uma gigantesca nuvem de gás com uma massa igual a centenas de milhares de vezes a do Sol.

Mezcua e a sua equipa podem estar a ver evidências a favor da ideia de colapso direto, porque esta hipótese prevê que as galáxias menos massivas na sua amostra têm uma probabilidade mais baixa de conter IMBHs.

"As nossas evidências são apenas circunstanciais porque é possível que os IMBHs sejam igualmente comuns nas galáxias mais pequenas, mas não estejam a consumir matéria suficiente para serem detetados como fontes de raios-X," diz a coautora de Mezcua, Francesca Civano do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica.

A equipa de Chilingarian tem uma conclusão diferente.

"Argumentamos que meramente a presença de buracos negros de massa intermédia, na gama de massas que detetámos, sugere a existência de buracos negros mais pequenos com massas equivalentes a várias centenas de sóis," comenta o coautor de Chilingarian, Ivan Yu. Katkov da Universidade Estatal de Moscovo, Rússia. "Estes buracos negros mais pequenos podem ser as sementes da formação dos buracos negros supermassivos."

Outra possibilidade é a ocorrência de ambos os mecanismos. Ambas as equipas concordam que, para fazer conclusões firmes, são necessárias amostras muito maiores de buracos negros, usando dados de satélites futuros. O artigo por Mar Mezcua e colegas foi publicado na edição de agosto da revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e está disponível online. O artigo por Igor Chilingarian foi recentemente aceite para publicação na revista The Astrophysical Journal e está também disponível online.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Artigo científico - M. Mezcua et al. (arXiv.org)
Artigo científico - M. Mezcua et al. (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)
Artigo científico - Igor Chilingarian et al. (arXiv.org)
Artigo científico - Igor Chilingarian et al. (The Astrophysical Journal)
Space Daily

Buraco negro de massa intermédia:
Wikipedia

Observatório Chandra:
Página oficial (Harvard)
Página oficial (NASA)
Wikipedia

Observatório XMM-Newton:
ESA
Wikipedia

 
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - M86 no Centro do Enxame Galáctico de Virgem
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Mark Hanson, Obsv. Stan Watson
 
Será que existe uma ponte de gás que liga estas duas grandes galáxias? Muito possivelmente, mas é difícil ter a certeza. M86, na parte superior esquerda, é uma galáxia elíptica gigante perto do centro do enxame de galáxias de Virgem. A nossa própria Via Láctea está caindo em direção ao Enxame de Virgem, localizado a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância. Para baixo e para a direita de M86 está a invulgar galáxia espiral NGC 4438 que, juntamente com a vizinha angular NGC 4435, são conhecidas como as Galáxias dos Olhos (também por Arp 120). A imagem em destaque é uma das mais profundas já obtidas da região, indicando gás vermelho e brilhante que rodeia M86 e que aparentemente liga-a a NGC 4438. A imagem cobre aproximadamente o tamanho aparente de uma Lua Cheia. Sabe-se também, no entanto, que o gás "cirrus" na nossa própria Galáxia está sobreposto em frente ao aglomerado de Virgem, e as observações da baixa velocidade deste gás parecem mais consistentes com a hipótese de origem da Via Láctea. Uma resposta definitiva poderá vir de investigações futuras, que também podem resolver como os braços azuis estendidos de NGC 4435 foram formados.
 

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