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  Arquivo | CCVAlg - Astronomia
Com o apoio do Centro Ciência de Tavira
   
 
 
  Astroboletim #1820  
  17/08 a 19/08/2021  
     
 

Astronomia no Verão pelo Centro Ciência Viva de Tavira

Observação noturna do céu de Tavira no Parque do Palácio da Galeria
Datas:
22-08-2021 21:30 - Data esgotada - Lista de espera
23-08-2021 21:30 - Data esgotada - Lista de espera
29-08-2021 21:30 - Data esgotada - Lista de espera

30-08-2021 21:30 - Data esgotada - Lista de espera
02-09-2021 20:30 - Inscrição
03-09-2021 21:00 - Data esgotada - Lista de espera

Observação noturna do céu na Mata da Conceição
10-09-2021 21:30 - Inscrição

Astronomia no Verão pelo Centro Ciência Viva do Algarve

Observação no Miradouro da Praia da Marinha
19-08-2021 20:30 - Inscrição

Observação astronómica entre a Penina e a Pena
25-08-2021 20:30 - Data esgotada - Lista de espera

Observação astronómica em São Brás de Alportel
26-08-2021 20:45 - Inscrição

Programa em atualização
Consulte sempre a página das atividades para informações mais detalhadas como o itinerário, ponto de encontro, coordenadas GPS, etc., e para fazer a sua inscrição obrigatória.
Todas as atividades estão dependentes de condições meteorológicas favoráveis.
Não dispensa a consulta do FAQ no site da Ciência Viva no Verão

 
     
 
Efemérides

Dia 17/08: 229.º dia do calendário gregoriano.
História:
Em 1877, Asaph Hall descobria Fobos, a maior e mais interior lua de Marte.
Em 1958, é lançada a Pioneer 0, a primeira tentativa dos EUA em atingir órbita lunar, usando os primeiros foguetões Thor-Able. A missão falha. No entanto, é notável por ser uma das primeiras a ir para lá da Terra. 
Em 1966 era lançada a sonda Pioneer 7.
Em 1970 a sonda soviética Venera 7 é lançada a partir do cosmódromo de Baikonur. Chega a Vénus no dia 15 de dezembro de 1970. É a primeira nave a enviar dados para a Terra a partir da superfície de outro planeta. A Venera 7 teve também uma sonda gémea, lançada a 22 de agosto, mas que permaneceu em órbita da Terra.
Em 1980, depois de 1400 órbitas em torno de Marte, a sonda Viking 1 foi desligada. Lançada a 25 de agosto de 1975, a missão Viking revelou, na altura, as melhores imagens do planeta. Uma das suas fotografias mais famosas é a "Cara em Marte". 
Em 1999 a sonda Cassini passava pela Terra (1166 km), sobre o lado este do Pacífico Sul.

Este é um de 4 voos rasantes planetários (Vénus, Vénus novamente, Terra e Júpiter), para uma assistência gravitacional a fim da sonda chegar a Saturno em 2004. Este voo rasante deu à Cassini um aumento de velocidade de 20.000 quilómetros por hora. As vozes contra a Cassini e o seu plutónio respiraram de alívio.
Observações: Depois do cair da noite, procure os "Olhos do Gato" bem para baixo da Lua, na cauda de Escorpião. As estrelas são Lambda e a mais ténue Upsilon Scorpii (magnitudes 2,6 e 1,6), separadas por 0,6º e ligeiramente inclinadas; o gato tem a cabeça um pouco descida para a direita. Ambas as estrelas são gigantes azul-esbranquiçadas, a 500 e 700 anos-luz de distância, respetivamente. A mais fraca é a mais próxima.

Dia 18/08: 230.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1814 nascia Anders Jonas Angström, físico sueco e um dos fundadores da ciência da espectroscopia.
Em 1868, Pierre Janssen em conjunto com Norman Lockyer observam pela primeira vez hélio no espectro do Sol.
Em 1985 era lançado o Suisei, a segunda missão japonesa a estudar o cometa Halley.

Detetou água cometária, monóxido de carbono e iões de dióxido de carbono.
Observações: Bem, bem, bem perto do horizonte, no brilho do lusco-fusco, Mercúrio e Marte estão em conjunção apenas separados por 0,1º. Cerca de 15 ou 20 minutos depois do pôr-do-Sol, use binóculos ou um pequeno telescópio para tentar avistar Mercúrio poucos graus acima do horizonte. Está um pouco para a direita do ponto cardeal oeste, bem para baixo e para a direita de Vénus. É uma observação complexa, mas alcançável; Mercúrio tem atualmente magnitude -0,5. Marte é outra história; com magnitude +1,8, tem apenas 1/8 do brilho...
Depois do anoitecer, procure para a esquerda da Lua a estrela Sigma Sagittarii, de segunda magnitude (Nunki). É a estrela mais brilhante na "pega" do "bule de chá" de Sagitário.

Dia 19/08: 231.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1646 nascia John Flamsteed, astrónomo inglês, o primeiro Astrónomo Real. Catalogou mais de 3000 estrelas.
Em 1924 nascia Willard Boyle, físico canadiano que recebeu o prémio Nobel da Física pela invenção do CCD
Em 1960, os cães espaciais russos Belka ("Esquilo") e Strelka ("Flecha") começaram a orbitar a Terra a bordo do satélite Korabl-Sputnik-2.

Iam também na missão 40 ratos brancos, 2 ratazanas e diversas qualidades de plantas. No dia seguinte todos foram recuperados em perfeitas condições.
Em 1964, lançamento do Syncom 3, o primeiro satélite de comunicações geoestacionário.
Em 1997, lançamento do Agila 2, a partir de Xichang, China. Foi o primeiro satélite de comunicações das Filipinas. 
Observações: A Lua forma um grande arco curvo com Saturno e o mais brilhante Júpiter, que estão para a sua esquerda.
Júpiter está em oposição, isto é, no lado exatamente oposto ao Sol a partir do ponto de vista do céu da Terra. Entre outras coisas, isto significa que as pequenas manchas escuras das luas de Júpiter atravessam a face do planeta muito perto dos próprios satélites. Ambas as sombras e as luas entram e saem dos limites de Júpiter poucos minutos depois uns dos outros.

 
     
 
Curiosidades


Titã é 50% maior do que a nossa Lua. É maior do que o planeta Mercúrio mas tem metade da sua massa.

 
 
   
Tamanho dos buracos negros revelado pelos seus padrões de alimentação

Investigadores relatam que os padrões de alimentação dos buracos negros fornecem informações sobre o seu tamanho. Um novo estudo revelou que a oscilação no brilho, observada em buracos negros supermassivos que se alimentam ativamente, está relacionada com a sua massa.

Os buracos negros supermassivos são milhões a milhares de milhões de vezes mais massivos do que o Sol e geralmente residem no centro de galáxias massivas. Quando estão dormentes, isto é, quando não estão a alimentar-se de gás e estrelas em seu redor, essa região emite muito pouca luz; a única maneira que os astrónomos podem detetá-los é por meio das suas influências gravitacionais nas estrelas e no gás na sua vizinhança. No entanto, no início do Universo, quando os buracos negros supermassivos cresciam rapidamente, alimentavam-se ativamente - ou acretavam - materiais a ritmos intensos e a emitiam uma enorme quantidade de radiação - às vezes ofuscando toda a galáxia onde residiam.

O novo estudo, liderado pelo estudante Colin Burke e pelo professor Yue Shen, ambos da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, descobriu uma relação definitiva entre a massa dos buracos negros supermassivos que se alimentam ativamente e a escala de tempo característica no padrão oscilante de luz. Os achados foram publicados na revista Science.

 
Animação de um disco de acreção em torno de um buraco negro supermassivo. O processo de acreção produz flutuações aleatórias de luminosidade ao longo do tempo, um padrão que se descobriu estar relacionado com a massa do buraco negro.
Crédito: Mark A. Garlick/Fundação Simons
 

A luz observada de um buraco negro supermassivo em acreção não é constante. Devido a processos físicos que ainda não são compreendidos, exibe uma oscilação ubíqua a escalas de tempo que variam de horas a décadas. "Muitos estudos exploraram possíveis relações entre a cintilação observada e a massa dos buracos negros supermassivos, mas os resultados foram inconclusivos e às vezes controversos," disse Burke.

A equipa compilou um grande conjunto de dados de buracos negros supermassivos em alimentação ativa para estudar o padrão de variabilidade de cintilação. Eles identificaram uma escala de tempo característica, ao longo do qual o padrão muda, que está correlacionado intimamente com a massa do buraco negro supermassivo. Os cientistas então compararam os resultados com anãs brancas em acreção, os remanescentes de estrelas como o nosso Sol, e descobriram que a mesma relação escala de tempo-massa se mantém, embora as anãs brancas sejam milhões a milhares de milhões de vezes menos massivas do que os buracos negros supermassivos.

As oscilações de luz são flutuações aleatórias no processo de alimentação de um buraco negro, disseram os investigadores. Os astrónomos podem quantificar este padrão de oscilação medindo o poder da variabilidade em função das escalas de tempo. Para buracos negros supermassivos em acreção, o padrão de variabilidade muda de escalas de tempo curtas para escalas de tempo longas. Esta transição do padrão de variabilidade acontece numa escala de tempo característica que é mais longa para buracos negros mais massivos.

A equipa comparou a alimentação de um buraco negro com o nosso comer e beber, equiparando esta transição a um arroto humano. Os bebés arrotam frequentemente enquanto bebem leite, e os adultos podem "segurar" o arroto por mais tempo. Os buracos negros fazem a mesma coisa enquanto se alimentam, disseram.

"Estes resultados sugerem que os processos que conduzem a cintilação durante a acreção são universais, seja o objeto central um buraco negro supermassivo ou uma anã branca muito mais leve," disse Shen.

"O estabelecimento firme de uma ligação entre a oscilação na luz observada e as propriedades fundamentais do acretor vão certamente ajudar-nos a melhor entender os processos de acreção," disse Yan-Fei Jiang, investigador no Instituto Flatiron e coautor do estudo.

Os buracos negros têm uma ampla gama de tamanhos e massas. Entre a população de buracos negros de massa estelar, com menos de várias dezenas de vezes a massa do Sol, e os buracos negros supermassivos, existe uma população de buracos negros de massa intermédia com cerca de 100 e 100.000 vezes a massa do Sol.

Pensa-se que os buracos negros de massa intermédia se formem em grande número e ao longo da história do Universo, e que possam fornecer as sementes necessárias para se transformarem mais tarde em buracos negros supermassivos. No entanto, observacionalmente, esta população de buracos negros de massa intermédia é surpreendentemente elusiva. Existe apenas um buraco negro de massa intermédia indiscutivelmente confirmado, com mais ou menos 150 vezes a massa do Sol. Mas esse buraco negro de massa intermédia foi descoberto por acaso graças à deteção de ondas gravitacionais da fusão de dois buracos negros menos massivos.

"Agora que há uma correlação entre o padrão de oscilação e a massa do objeto central em acreção, podemos usá-la para prever como pode ser o sinal de oscilação de um buraco negro de massa intermédia," disse Burke.

Os astrónomos de todo o mundo estão à espera do início oficial de uma nova era de levantamentos gigantescos com o objetivo de monitorizar o céu dinâmico e variável. O LSST (Legacy Survey of Space and Time) no Observatório Vera C. Rubbin, no Chile, fará um levantamento de todo o céu ao longo de uma década e irá recolher dados da oscilação da luz para milhares de milhões de objetos, começando no final de 2023.

"A mineração do conjunto de dados LSST para procurar padrões de cintilação que sejam consistentes com a acreção de buracos negros de massa intermédia tem o potencial de descobrir e compreender totalmente esta misteriosa população, há muito procurada, de buracos negros," disse o coautor Xin Liu, professor de astronomia na Universidade de Illinois.

// Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (Science)
// Artigo científico (arXiv.org)

 


Saiba mais

Notícias relacionadas:
Nature
Sky & Telescope
SPACE.com
PHYSORG
Popular Science
UPI

Buracos negros:
Wikipedia

Disco de acreção:
Wikipedia

Observatório Vera C. Rubin:
Página principal
Wikipedia
LSST (página principal)

 
   
Missão Dragonfly a Titã anuncia grandes objetivos científicos

Entre as muitas luas do nosso Sistema Solar, Titã, de Saturno, destaca-se - é a única lua com uma atmosfera substancial e líquido à superfície. Tem até um sistema meteorológico como o da Terra, embora chova metano em vez de água. Poderá também hospedar algum tipo de vida?

A missão Dragonfly da NASA, que enviará um módulo de pouso deslocável para a superfície de Titã em meados da década de 2030, será a primeira missão a explorar a superfície de Titã, e tem grandes objetivos.

 
Ilustração do conceito de entrada, descida, pouso, operações à superfície e voo em Titã da missão Dragonfly.
Crédito: Johns Hopkins/APL
 

No dia 19 de julho, a equipa científica da Dragonfly publicou um artigo científico na revista The Planetary Science Journal. O autor principal é Jason Barnes, investigador principal adjunto e professor de física na Universidade de Idaho.

Os objetivos do módulo Dragonfly incluem a busca por bioassinaturas químicas; a investigação do ciclo de metano ativo da lua; e a exploração da química prebiótica que ocorre atualmente na atmosfera de Titã e à sua superfície.

"Titã representa a utopia de um explorador," disse o coautor Alex Hayes, professor associado de astronomia na Faculdade de Ciências e Artes da Universidade Cornell e coinvestigador da Dragonfly. "As questões científicas que temos para Titã são muito amplas porque ainda não sabemos muito sobre o que realmente está a acontecer à superfície. Por cada pergunta que respondemos durante a exploração de Titã pela missão Cassini, a partir de órbita de Saturno, ganhámos 10 novas."

Embora a Cassini tenha orbitado Saturno por mais de 13 anos, a espessa atmosfera de metano de Titã tornou impossível identificar com confiança os materiais à sua superfície. Embora o radar da Cassini tenha permitido aos cientistas penetrar na atmosfera e identificar estruturas morfológicas semelhantes às da Terra, incluindo dunas, lagos e montanhas, os dados não puderam revelar a sua composição.

"Na verdade, aquando do lançamento da Cassini nem sabíamos se a superfície de Titã era um oceano líquido global de metano ou etano, ou uma superfície sólida de água gelada e materiais orgânicos sólidos," disse Hayes, que também é diretor do Centro Cornell para Astrofísica e Ciência Planetária e do SPIF (Spacecraft Planetary Image Facility).

 
A missão Dragonfly da NASA, que enviará um veículo aéreo para a superfície de Titã em meados de 2030, será a primeira missão a explorar a superfície da lua de Saturno.
Crédito: Johns Hopkins/APL
 

A sonda Huygens, que aterrou em Titã em 2005, foi projetada para flutuar num mar de metano/etano ou para pousar numa superfície dura. As suas experiências científicas eram predominantemente atmosféricas, porque os cientistas não tinham certeza de que sobreviveria ao pouso. A Dragonfly será a primeira missão a explorar a superfície de Titã e a identificar a composição detalhada da sua superfície rica em materiais orgânicos.

"Para mim, o empolgante é que fizemos previsões sobre o que está a acontecer à escala local à superfície e sobre como Titã funciona como um sistema," disse Hayes, "e as imagens e medições do Dragonfly vão dizer-nos quão certas ou erradas estão."

Hayes tem investigado Titã durante quase toda a sua carreira. Ele está particularmente ansioso por responder a algumas das questões levantadas pela Cassini na sua área de especialidade: processos à superfície planetária e interações superfície-atmosfera.

"Os meus principais interesses científicos são entender Titã como um mundo complexo semelhante à Terra e tentar entender os processos que estão a impulsionar a sua evolução," acrescentou. "Isso envolve tudo desde as interações do ciclo de metano com a superfície e com a atmosfera, até ao encaminhamento do material por toda a superfície e a potencial troca com o interior."

Hayes também dará contributo significativo noutra área: experiência operacional de missões de rovers marcianos.

"A missão Dragonfly recebe benefícios e representa a intersecção da história substancial de Cornell com as operações de rovers e a ciência da Cassini," disse Hayes. "Ela reúne essas duas coisas ao explorar Titã com um veículo deslocável."

Os astrónomos de Cornell estão atualmente envolvidos nas missões MSL (Mars Science Laboratory) e Mars 2020 e lideraram a missão MER (Mars Exploration Rovers). As lições aprendidas com esses rovers em Marte estão a ser realocadas para Titã, explicou Hayes.

 
Impressão de artista do Dragonfly em Titã.
Crédito: Johns Hopkins/APL
 

A Dragonfly vai passar um dia inteiro de Titã (o equivalente a 16 dias terrestres) em cada local, realizando experiências e observações científicas, e depois voando para um novo. A equipa científica vai precisar de tomar decisões sobre o que a nave fará a seguir com base nas lições da localização anterior - "que é exatamente o que os rovers marcianos têm vindo a fazer há décadas," acrescentou Hayes.

A baixa gravidade (cerca de um-sétimo da da Terra) e a espessa atmosfera (quatro vezes mais densa que a da Terra) de Titã tornam o satélite num lugar ideal para um veículo aéreo. A sua atmosfera relativamente tranquila, com ventos mais leves do que a Terra, tornam-no ainda melhor. E embora a equipa científica não espere chuva durante os voos do Dragonfly, Hayes observou que ninguém realmente conhece os padrões meteorológicos locais de Titã - ainda.

Muitas das questões científicas descritas no artigo do grupo abordam a química prebiótica, uma área que interessa profundamente Hayes. Muitos dos compostos químicos prebióticos que se formaram na Terra primitiva também se formaram na atmosfera de Titã, e Hayes está ansioso para ver o quão longe Titã realmente avançou no caminho da química prebiótica. A atmosfera de Titã pode ser um bom análogo para o que aconteceu na Terra primitiva.

A busca da missão Dragonfly por bioassinaturas químicas também será ampla. Além de examinar a habitabilidade de Titã em geral, também vai investigar potenciais bioassinaturas químicas, passadas ou presentes, tanto de vida à base de água quanto daquela que pode usar hidrocarbonetos líquidos como solvente, como nos seus lagos, mares ou aquíferos.

// Universidade Cornell (comunicado de imprensa)
// Artigo científico (The Planetary Science Journal)

 


Saiba mais

Cobertura da missão Dragonfly pelo CCVAlg - Astronomia:
30/10/2019 - Descoberta molécula "estranha" na atmosfera de Titã
02/07/2019 - "Libelinha" da NASA vai voar por Titã à procura das origens e sinais de vida

Dragonfly:
NASA
JHUAPL
Wikipedia

Cassini:
NASA
Wikipedia

Titã:
Solarviews
Wikipedia

Saturno:
Solarviews
Wikipedia

 
   
Também em destaque
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Álbum de fotografias - Uma Espiral Perfeita
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: NASAESAHubbleHLA; Processamento: Mehmet Hakan Ozsarac
 
Se não perfeita, então esta galáxia espiral é pelo menos uma das mais fotogénicas. Um universo-ilha com cerca de 100 mil milhões de estrelas, a 32 milhões de anos-luz na direção da constelação de Peixes, M74 mostra aqui a sua espantosa face. Classificada como uma galáxia Sc, os seus lindos braços espirais são traçados por enxames estelares azuis e correntes de poeira cósmica. Esta composição nítida foi construída a partir de dados obtidos pelo instrumento ACS (Advanced Camera for Surveys) do Telescópio Espacial Hubble. Com cerca de 30.000 anos-luz em diâmetro, esta imagem de M74 inclui exposições da emissão de átomos de hidrogénio, realçando o tom avermelhado das grandes regiões de formação estelar da galáxia. Com um brilho superficial inferior ao da maioria das galáxias no catálogo Messier, M74 é às vezes conhecida como a Galáxia Fantasma.
 
   
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