18/03/22 - Noites Astronómicas em Tavira
No dia 18 de março realiza-se a sessão de Noites Astronómicas em Tavira no Forte do Rato. Nesta sessão vamos ter oportunidade de observar a Lua e algumas constelações que nos acompanham nesta estação.
A inscrição é gratuita mas obrigatória e o número de participantes é limitado. É necessário o uso de equipamento de proteção individual (máscara ou viseira) durante o decorrer da atividade.
Participe! Data: 18 de março, 20:00 Local:Forte do Rato
INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA (a realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas e está sujeita a um número mínimo e máximo de participantes). Informações e inscrições:
281 326 231 | 924 452 528 E-mail: geral@cvtavira.pt
Apresentação às Estrelas | Abril estrelas mil! Data: 14 de abril de 2022 Hora: 20:30-22:30 Local:Centro Ciência Viva do Algarve
Abril é o mês da Astronomia! E o tema desta sessão vai ser mesmo só "Estrelas", sejam elas verdadeiras ou alusivas. Celebramos o Global Astronomy Month (GAM) a maior celebração de Astronomia a nível global! Adulto: 4€ Jovem: 2€ Menores de 12 anos: gratuito.
A observação astronómica com telescópio depende de condições meteorológicas favoráveis. Pré-inscrição:siga este link Telefone: 289 890 920 E-mail: info@ccvalg.pt
Efemérides
Dia 18/03: 77.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1781, Charles Messier redescobre o enxame globular M92.
Em 1965, Aleksei Leonov torna-se o primeiro homem a passear no espaço após sair durante 12 minutos no exterior da Voskhod 2.
Em 1980, um foguetão Vostok preparado para uma missão de reabastecimento explode na rampa de lançamento, no Cosmódromo de Plesetsk, matando 50 pessoas.
Em 2011, inserção orbital da sonda MESSENGER em Mercúrio. Observações: Lua Cheia, pelas 07:18.
Assim que a Lua estiver bem alta
antes da meia-noite, forma um triângulo quase retângulo com Arcturo, a cerca de três punhos à distância do braço esticado para a sua esquerda e com Espiga, a metade dessa distância mas para baixo.
Dia 19/03: 78.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1915, Plutão era fotografado pela primeira vez. No entanto, não foi identificado como planeta.
Em 2008, GRB 080319B, uma explosão cósmica que se torna no objeto mais distante visível [brevemente] a olho nu. Observações: A Lua, que já se nota a minguar, nasce por volta da hora de jantar. Assim que esteja razoavelmente alta, procure Espiga a cerca de 4º para baixo e para a sua direita, brilhando entre o luar.
A mais brilhante Arcturo brilha três punhos à distância do braço esticado para cima e para a esquerda.
Dia 20/03: 79.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1916, era publicada a Teoria da Relatividade Geral na sequência das lectures apresentadas à Academia Prussiana de Ciências a 25 de novembro de 1915.
Em 1964 era criada a ESRO (European Space Research Organization) percursora da ESA (Agência Espacial Europeia).
Em 2015, um eclipse solar, o equinócio e uma super-Lua ocorrem no mesmo dia. Observações: Equinócio vernal. A primavera começa pelas 15:33.
Dia 21/03: 80.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1768, nascia Jean-Baptiste Joseph Fourier, matemático e físico francês, conhecido por ter iniciado a investigação das séries de Fourier e das suas aplicações para problemas como a transferência de calor e vibrações.
Fourier é também considerado o descobridor do efeito de estufa.
Em 1905, Albert Einstein publica a sua teoria sobre a relatividade especial.
Em 1927, nascia Halton Arp, astrónomo americano conhecido pelo seu Atlas de Galáxias Peculiares de 1966, que contém muitos exemplos de galáxias em interação e em fusão.
Em 1965, a NASA lança a Ranger 9, a última numa série de sondas lunares não tripuladas. Observações:A Ursa Maior brilha alta a nordeste por estas noites, apoiando-se na sua "pega". Provavelmente já sabe que as duas estrelas que formam a frente da "frigideira" são as estrelas-guia: apontam para a Estrela Polar, atualmente para a sua esquerda.
E provavelmente também sabe que se seguir a curva da "pega da frigideira" de Ursa Maior vai ter a Arcturo, da constelação de Boieiro.
Mas sabe que se seguir as estrelas-guia na direção oposta, chega a Leão?
Desenhe uma linha diagonal que passa o início da "pega da frigideira" da Ursa Maior e continue até chegar a Gémeos.
Forme uma linha com as duas estrelas que formam a abertura da "frigideira" e chega a Capella.
Curiosidades
A NASA alargou as operações de voo do helicóptero Ingenuity em Marte até setembro.
Telescópio Espacial James Webb atinge marco no alinhamento, ótica está a funcionar na perfeição
Após a conclusão das etapas críticas de alinhamento dos espelhos, a equipa do Telescópio Espacial James Webb da NASA espera que o desempenho ótico do Webb seja capaz de cumprir ou exceder os objetivos científicos para que o observatório foi construído.
No dia 11 de março, a equipa do Webb completou a fase de alinhamento conhecida como "faseamento fino". Nesta fase chave do comissionamento do OTE (Optical Telescope Element) do Webb, todos os parâmetros óticos que foram verificados e testados estão a funcionar de acordo com, ou acima, das expetativas. A equipa também não encontrou problemas críticos e nenhuma contaminação ou bloqueios mensuráveis no percurso ótico do Webb. O observatório é capaz de recolher com sucesso luz de objetos distantes e de a "entregar" aos seus instrumentos sem problemas.
Embora faltem meses até que o Webb acabe por fornecer a sua nova visão dos cosmos, alcançar este marco científico significa que a equipa está confiante de que o sistema ótico do Webb, o primeiro do seu género, está a funcionar da melhor forma possível.
Apesar do objetivo desta imagem ser o de focar na estrela brilhante no centro para avaliação do alinhamento, as óticas do Webb e do instrumento NIRCam são tão sensíveis que as galáxias e estrelas de fundo também aparecem. Nesta fase do alinhamento dos espelhos do Webb, conhecida como "faseamento fino", cada um dos segmentos do espelho primário foi ajustado para produzir uma imagem unificada da mesma estrela, utilizando apenas o instrumento NIRCam. Esta imagem da estrela denominada 2MASS J17554042+6551277 utiliza um filtro vermelho para optimizar o contraste visual.
Crédito: NASA/STScI
"Há mais de 20 anos, a equipa do Webb propôs-se a construir o telescópio mais poderoso que alguém alguma vez colocou no espaço e inventou um design ótico audacioso para satisfazer objetivos científicos exigentes", disse Thomas Zurbuchen, administrador associado do Diretorado de Missões Científicas da NASA em Washington. "Hoje podemos dizer que esse design vai dar resultados."
Apesar de alguns dos maiores telescópios terrestres já utilizarem espelhos primários segmentados, o Webb é o primeiro telescópio no espaço a usar um tal conceito. O espelho primário de 6,5 metros - demasiado grande para caber dentro de um foguetão - é composto por 18 segmentos hexagonais feitos de berílio. Teve de ser dobrado para o lançamento e depois desdobrado no espaço antes de cada segmento ser ajustado - a uma escala de nanómetros - para formar uma única superfície espelhada.
"Para além de permitir a incrível ciência que o Webb irá alcançar, as equipas que conceberam, contruíram, testaram, lançaram e agora operam este observatório foram pioneiras numa nova forma de construir telescópios espaciais", disse Lee Feinberg, gestor do OTE do Webb no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland.
Com a fase de rastreamento fino do telescópio concluída, a equipa alinhou agora totalmente o instrumento primário do Webb, o NIRCam (Near-Infrared Camera), com os espelhos do observatório.
"Alinhámos e focámos totalmente o telescópio numa estrela, e o desempenho está a ultrapassar as especificações. Estamos entusiasmados com o que isto significa para a ciência," disse Ritva Keski-Kuha, da equipa do ETO em Goddard. "Sabemos agora que construímos o telescópio certo."
Esta nova "selfie" foi criada utilizando uma lente especializada de imagem de pupila dentro do instrumento NIRCam que foi concebida para obter imagens dos segmentos do espelho primário em vez de imagens do céu. Esta configuração não é utilizada durante operações científicas e é utilizada estritamente para fins de engenharia e alinhamento. Nesta imagem, todos os 18 segmentos de espelho primário da Webb são mostrados recolhendo a luz da mesma estrela em uníssono.
Crédito: NASA/STScI
Durante as próximas seis semanas, a equipa prosseguirá com os restantes passos de alinhamento antes dos preparativos finais dos instrumentos científicos. Além do NIRCam, a equipa alinhará ainda mais o telescópio para incluir o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph), o MIRI (Mid-Infrared Instrument) e o FGS/NIRISS (Fine Guidance Sensor/Near InfraRed Imager and Slitless Spectrograph). Nesta fase do processo, um algoritmo avaliará o desempenho de cada instrumento e depois calculará as correções finais necessárias para alcançar um telescópio bem alinhado com todos os instrumentos científicos. Depois disto, terá início a etapa final de alinhamento do Webb e a equipa ajustará quaisquer erros residuais de posicionamento nos segmentos do espelho.
A equipa está no bom caminho para concluir todos os aspetos do alinhamento do OTE até ao início de maio, se não mais cedo, antes de passar cerca de dois meses a preparar os instrumentos científicos. Os primeiros dados científicos e as primeiras imagens de resolução completa do Webb serão divulgados no verão.
O Telescópio Espacial James Webb é o principal observatório de ciências espaciais do mundo e, uma vez plenamente operacional, ajudará a resolver mistérios no nosso Sistema Solar, olhará mais além para mundos distantes em redor de outras estrelas e investigará as misteriosas estruturas e origens do nosso Universo e o nosso lugar nele. O Webb é um programa internacional liderado pela NASA com os seus parceiros, a ESA e a Agência Espacial Canadiana.
Estrela minúscula liberta feixe gigantesco de matéria e antimatéria
Os astrónomos fotografaram um feixe de matéria e antimatéria com mais de 60 biliões de quilómetros com o Observatório de raios-X Chandra. O feixe de raios-X é alimentado por um pulsar, uma estrela colapsada com rotação rápida e um forte campo magnético.
Com a sua tremenda escala, este feixe pode ajudar a explicar o número surpreendentemente grande de positrões, os homólogos de antimatéria dos eletrões, por toda a Via Láctea.
O pulsar conhecido como PSR J2030+4415 em raios-X pelo Chandra e no visível pelo telescópio Gemini no Hawaii. O campo de visão de médio alcance mostra cerca de um-terço do comprimento de um filamento extremamente longo, ou feixe, do pulsar detetado nos dados do Chandra (comparar com a imagem de campo completo, à esquerda). A imagem de grande plano mostra onde os raios-X são criados pelas partículas que voam em torno do próprio pulsar. À medida que o pulsar se move pelo espaço, algumas destas partículas escapam e criam o filamento longo. Este feixe pode ajudar a explicar o número surpreendentemente grande de positrões, os homólogos de antimatéria dos eletrões que os cientistas detetaram na Terra.
Crédito: raios-X - NASA/CXC/Universidade de Stanford/M. de Vries; ótico - NSF/AURA/Consórcio Gemini
Os astrónomos descobriram pela primeira vez o feixe, ou filamento, em 2020, mas não sabiam o seu comprimento total porque se estendia para lá do limite do detetor do Chandra. Novas observações do Chandra feitas pelo mesmo par de investigadores em fevereiro e novembro de 2021 mostram que o filamento é cerca de três vezes mais longo do que o originalmente visto. O filamento abrange cerca de metade do diâmetro da Lua Cheia no céu, tornando-o o feixe mais longo de um pulsar, a partir do ponto de vista da Terra.
"É espantoso que um pulsar com apenas 16 km de diâmetro possa criar uma estrutura tão grande que a podemos ver a milhares de anos-luz de distância," disse Martijn de Vries da Universidade Stanford em Palo Alto, no estado norte-americano da Califórnia, que liderou o estudo. "Com o mesmo tamanho relativo, se o filamento se esticasse de Nova Iorque a Los Angeles, o pulsar seria cerca de 100 vezes mais pequeno do que o objeto mais pequeno visível a olho nu."
O pulsar tem o nome PSR J2030+4415 e está localizado a cerca de 1600 anos-luz da Terra. Este objeto do tamanho de uma cidade gira cerca de três vezes por segundo, mais depressa do que a maioria das ventoinhas de teto.
Este resultado pode fornecer uma nova visão sobre a fonte de antimatéria da Via Láctea, que é semelhante à matéria comum, mas com as suas cargas elétricas invertidas. Por exemplo, um positrão é equivalente, com carga positiva, ao eletrão.
A grande maioria do Universo consiste de matéria comum e não antimatéria. Contudo, os cientistas continuam a encontrar evidências de um número relativamente grande de positrões em detetores na Terra, o que leva à questão: quais são as possíveis fontes desta antimatéria?
Os investigadores do novo estudo do Chandra pensam que pulsares como PSR J2030+4415 podem ser uma resposta. A combinação de dois extremos - a rotação veloz e os fortes campos magnéticos dos pulsares - leva à aceleração de partículas e radiação altamente energética que cria pares de eletrões e positrões (o processo habitual de conversão de massa em energia, famoso pela equação E=mc^2 de Albert Einstein, é invertido, e a energia é convertida em massa).
O pulsar pode estar a "vazar" estes positrões para a Galáxia. Os pulsares geram ventos de partículas carregadas que estão normalmente confinados dentro dos seus poderosos campos magnéticos. O pulsar viaja através do espaço interestelar a cerca de 1,6 milhões de quilómetros por hora, com o vento a arrastar-se atras dele. Um choque de gás na proa move-se em frente do pulsar, semelhante ao acumular de água na frente de um barco em movimento. No entanto, há cerca de 20 a 30 anos, o movimento de choque da proa parece ter estagnado, e o pulsar apanhou-o, resultando numa interação com o campo magnético interestelar que corre quase em linha reta da esquerda para a direita.
"Isto provavelmente desencadeou uma fuga de partículas," disse o coautor Roger Romani, também de Stanford. "O campo magnético do vento pulsar ligou-se ao campo magnético interestelar e os eletrões e positrões altamente energéticos foram 'esguichados' através de um bocal formado pela ligação."
À medida que as partículas se moviam então ao longo dessa linha do campo magnético interestelar a cerca de um-terço da velocidade da luz, tornaram-se brilhantes em raios-X. Isto produziu o feixe longo visto pelo Chandra.
Anteriormente, os astrónomos observaram grandes halos em torno de pulsares próximos em raios-gama que implicam que os positrões energéticos geralmente têm dificuldade em "vazar" para a Galáxia. Isto anula a ideia de que os pulsares explicam o excesso de positrões que os cientistas detetam. No entanto, filamentos de pulsares recentemente descobertos, como PSR J2030+4415, mostram que as partículas podem realmente escapar para o espaço interestelar e eventualmente chegar à Terra.
O artigo que descreve estes resultados aparecerá na revista The Astrophysical Journal e está disponível online.
Astrónomos desenvolvem novo método para tirar a temperatura dos buracos negros
Uma equipa internacional de investigação dirigida por investigadores do IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu um novo método para medir as massas de buracos negros com base na temperatura do gás que os rodeia quando estão ativos. Os resultados do trabalho foram recentemente publicados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
A confirmação da existência dos buracos negros é um dos resultados mais básicos da astrofísica. Os buracos negros têm uma vasta gama de massas, desde buracos negros de massa estelar, que são o resultado da catastrófica fase final de estrelas muito massivas e têm massas comparáveis à das estrelas, a buracos negros supermassivos nos centros da maioria das galáxias.
Impressão de artista de um buraco negro frio e massivo no centro de uma galáxia, com 100 milhões de vezes a massa do nosso Sol, aquecendo o seu ambiente a milhares de graus, em comparação com um buraco negro mais pequeno e superaquecido, com 10 vezes a massa do nosso Sol, mas capaz de aquecer o seu ambiente a milhões de graus.
Crédito: Gabriel Pérez Diaz, SMM-IAC
A massa de um buraco negro é, de momento, o único parâmetro que os cientistas são capazes de medir. Um artigo recente liderado por Almudena Prieto, investigadora no IAC, mostrou um método original para medir a massa dos buracos negros, desde os de massa estelar até ao tipo supermassivo, baseado numa simples medição do espectro de emissão do gás ionizado que é produzido nas imediações de um buraco negro quando este está ativo, ou seja, quando está a "engolir" a matéria que cai no seu campo gravitacional.
Este novo método é baseado numa teoria proposta pela primeira vez em 1973, aplicada a sistemas binários que emitem raios-X, que contêm um objeto compacto, geralmente um buraco negro, e uma estrela companheira. "Este método abre uma nova possibilidade de medir massas de buracos negros, para buracos negros de massa estelar e também para massas intermédias e buracos negros supermassivos," explica a investigadora. "Ao mesmo tempo, graças à sua base teórica, o novo método fornece a possibilidade de determinar a rotação de um buraco negro, bem como a sua massa."
Quanto mais pequeno, mais quente, quanto maior, mais frio
A investigação também deu alguns resultados que surpreenderam os investigadores. "Um resultado curioso deste trabalho, talvez contraintuitivo, é que quanto mais massivo é o buraco negro, mais inativo se torna e mais frio é o meio que o envolve," explica Albert Rodríguez Ardilla, investigador do Laboratório Nacional de Astrofísica do Brasil, coautor do artigo científico. "O contrário ocorre quando têm menos massa, caso em que são capazes de aquecer o material à sua volta a milhões de graus, embora apenas quando estão ativos," acrescenta Rodríguez Ardilla.
Rodríguez Ardilla foi um investigador convidado do IAC no Programa Severo Ochoa em 2014, e realizou uma grande parte da investigação que foi publicada neste artigo recente durante uma segunda estadia de um ano, financiada pelo Governo do Brasil em 2018. Este estudo faz parte do projeto PARSEC que estuda, em vários comprimentos de onda, os núcleos de galáxias locais e os processos de acreção nos seus buracos negros centrais. Os dados para o projeto foram obtidos com o Telescópio Gemini Sul e no Observatório SOAR (Southern Astrophysical Research) no Chile, graças à participação do Brasil nestes observatórios.
Programa ExoMars suspenso (via ESA)
Devido à invasão russa da Ucrânia, a Europa não tentará mais este ano enviar o seu primeiro rover para Marte, que deveria ter estudado se o planeta alguma vez acolheu vida. E se a cooperação na missão com a Roscosmos, a empresa espacial estatal russa, não puder ser retomada, então é provável que a missão só seja lançada em 2026 ou 2028, disse ontem a ESA. Ler fonte
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