Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.

Edição n.º 1010
08/11 a 11/11/2013
 
Siga-nos:      
 
ACTIVIDADES

29.11.13 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 23:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica nocturna com telescópio.
Público: Público em geral, local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Palestra sobre um tema de astronomia seguida de observação do céu noturno com telescópio (dependente de meteorologia favorável)

30.11.13 - DESCOBRINDO O SOL 15:30 – 16:30 (actividade incluída na visita ao centro; 1€ para participantes que não visitem o Centro – crianças até 12 anos grátis)
Observação do Sol em segurança para conhecer um pouco melhor alguns aspectos da nossa estrela. Público: Público em geral, local: CCVAlg

 
EFEMÉRIDES

Dia 08/11: 312.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1656 nascia Edmond Halley (no calendário juliano corresponde a 29 de Outubro).

Halley foi um cientista inglês que usou a sua teoria das órbitas cometárias para calcular que o cometa de 1682 (Cometa Halley) era periódico e encorajou Isaac Newton a publicar a sua famosa obra de cálculo, gravidade, e das leis da gravidade. Também descobriu em 1718 que algumas das estrelas "fixas" (Sirius, AldebarãBetelgeuse e Arcturo) na realidade tinham o que se chama de "movimento próprio", o que significa que não estão estacionárias ("fixas"). Pensava-se que as estrelas estavam fixas no céu desde a compilação da obra "Almagest" de Ptolomeu.
Em 1984, lançamento da missão STS-51-A, do vaivém Discovery.

Em 2011, o asteróide potencialmente perigoso 2005 YU55 passa a 0,85 distâncias lunares da Terra (cerca de 324.600 km), a maior aproximação conhecida de um asteróide do seu brilho desde 2010 XC15 em 1976. 
Observações: Use binóculos pouco tempo depois do anoitecer, olhe um pouco para cima e para a esquerda da Lua Crescente. Aí encontra Alpha e Beta Capricorni, duas estrelas duplas e largas. Alpha é fácil de avistar e até se consegue discernir como dupla a olho nu se tiver bom olho e um bom céu. Beta, com a sua companheira mais próxima e ténue, é mais difícil até em binóculos.

Dia 09/11: 313.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1934 nascia Carl Sagan.

Carl Sagan começou a sua carreira na ciência da vida no Universo como assistente do prémio Nobel da medicina H. J. Muller nos anos 50. Conhecedor, tanto de Astronomia como de Biologia, as suas contribuições para o estudo da ciência planetária são a fundação da pesquisa actual. "Cosmos", a série televisiva, ganhou vários prémios Emmy e Peabody. O livro, foi o livro científico mais vendido de sempre. O seu romance "Contacto" foi trazido para o cinema através da Warner Bros. Teve um papel fundamental nas sondas MarinerViking e Voyager, pelas quais recebeu a medalha de Feito Científico Excepcional da NASA (duas vezes) e a medalha de Notável Seviço Público. Co-fundador da Sociedade Planetária. Dr. Sagan recebeu o prémio Pulitzer, a medalha Oersted e muitos outros prémios - incluindo dezoito graduações de colégios e Universidades americanas - pelas suas contribuições à Ciência, literatura, educação e conservação do ambiente. Sagan teve o título de Professor David Duncan de Astronomia e Ciências Espaciais e foi director do Laboratório de Estudos Planetários na Universidade de Cornell. O prémio Masursky da Sociedade Astronómica Americana cita "as suas extraordinárias contribuições no desenvolvimento da ciência planetária". Morreu a 20 de Dezembro de 1996. Hoje faria 78 anos.
Em 1967, a NASA lança a nave não-tripulada Apollo 4, no topo do primeiro foguetão Saturno V.
Em 2005, lançamento da missão europeia Venus Express
Observações: Novembro é a altura do ano em que a Ursa Maior descansa horizontalmente na sua mais baixa posição a Norte-Noroeste após o lusco-fusco. Como tal, pode nao a conseguir observar por mergulhar para baixo do horizonte. 

Dia 10/11: 314.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1970 era lançada a sonda lunar Lunokhod 1.

Em 2008, após mais de cinco meses em Marte, a NASA declara a missão Phoenix como terminada depois da perda de comunicações com o "lander".
Observações: Lua em Quarto Crescente, pelas 05:57.

Dia 11/11: 315.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1572 Tycho Brahe observa uma nova no céu.

Isto é uma prova contra a teoria de Aristóteles que os céus são imutáveis.
Em 1966, lançamento da Gemini 12.
Observações: Aproveite a noite para observar de binóculos o enxame aberto das Plêiades. Quantas estrelas consegue contar?

 
CURIOSIDADES


A próxima tripulação da Estação Espacial levou a chama olímpica (dos Jogos Olímpicos de Inverno, para o ano que vem a decorrer na Rússia) pela primeira vez para o espaço. Durante o fim-de-semana a tripulação actual da ISS vai transportar a chama num passeio espacial.

 
NASA E INVESTIGADORES INTERNACIONAIS OBTÊM DADOS CRUCIAIS A PARTIR DE IMPACTO DE METEORÓIDE
Esta fotografia da nuvem do meteoro que explodiu por cima dos céus de Chelyabinsk, no dia 15 de Fevereiro de 2013, foi obtida por um cidadão local, M. Ahmetvaleev. O pequeno asteróide media entre 17 e 20 metros de diâmetro.
Crédito: M. Ahmetvaleev
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Uma equipa de cientistas internacionais e da NASA reuniu pela primeira vez uma compreensão detalhada dos efeitos na Terra de um pequeno impacto de asteróide.

Os dados inéditos obtidos como resultado da explosão aérea de um meteoróide sobre a cidade russa de Chelyabinsk no dia 15 de Fevereiro de 2013, revolucionou a compreensão dos cientistas acerca deste fenómeno natural.

O evento de Chelyabinsk foi bem observado por câmaras de cidadãos e por outras fontes. Isto proporcionou uma oportunidade única para os pesquisadores calibrarem o evento, com implicações para o estudo de objectos próximos da Terra (em inglês, near-Earth objects ou NEOs) e para o desenvolvimento de estratégias de mitigação de risco para a defesa planetária. Cientistas de nove países estabeleceram agora um novo marco para a modelagem de impactos futuros de asteróides.

"O nosso objectivo foi compreender todas as circunstâncias que resultaram na onda de choque," afirma o especialista em meteoros Peter Jenniskens, co-autor principal de um estudo publicado na revista Science. Jenniskens, astrónomo do Centro de Pesquisa Ames da NASA e do Instituto SETI, participou num estudo de campo liderado por Olga Popova do Instituto para Dinâmica de Geosferas da Academia Russa de Ciências em Moscovo nas semanas que se seguiram após o evento.

"Foi importante para nós termos seguido os relatos em primeira mão de muitos cidadãos, que registaram vídeos incríveis, enquanto a experiência ainda estava fresca nas suas mentes," afirma Popova.

Ao calibrar as imagens de vídeo utilizando a posição das estrelas no céu nocturno, Jenniskens e Popova calcularam a velocidade de impacto do meteoro em 19 quilómetros por segundo. À medida que o meteoro penetrava na atmosfera, fragmentou-se de forma eficiente em pedaços a 30 km por cima da superfície da Terra. Nesse ponto, a luz do meteoro parecia mais brilhante que o Sol, até mesmo para pessoas a 100 km de distância.

Devido ao calor extremo, muitos dos fragmentos dos detritos vaporizaram-se antes de cairem para fora da brilhante nuvem laranja de detritos. Os cientistas acreditam que entre 4.000 e 6.000 kg de meteoritos caíram no chão. Isto inclui um fragmento com aproximadamente 650 kg recuperado das profundezas do Lago Chebarkul no passado dia 16 de Outubro, por mergulhadores profissionais guiados por investigadores da Universidade Federal dos Urais.

Massa principal da queda do meteoro de Chelyabinsk, no Museu Estatal de História Local de Chelyabinsk.
Crédito: Andrey Yarantsev; Science/AAAS
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os cientistas da NASA que participavam no consórcio de 59 membros suspeitam que a abundância de fracturas de choque na rocha contribuíram para a sua fragmentação na atmosfera superior. Os meteoritos disponibilizados pelos pesquisadores da Universidade Estatal de Chelyabinsk foram analisados para aprender mais sobre a origem das veias de choque e suas propriedades físicas.

"Um destes meteoritos quebrou-se ao longo de uma destas veias quando pressionado durante a nossa análise," afirma Derek Sears, meteorólogo em Ames.

Mike Zonlensky, cosmoquímico do Centro Espacial Johnson da NASA em Houston, EUA, pode ter descoberto o porquê destas veias de choque (ou fracturas de choque) serem tão frágeis. Continham camadas de pequenos grãos de ferro apenas dentro do veio, que precipitou do material vítreo quando arrefeceu.

"Existem casos onde o material derretido do impacto aumenta a resistência mecânica do meteorito, mas o de Chelyabinsk foi enfraquecido," afirma Zolensky.

O impacto que criou as veias de choque pode ter ocorrido há 4,4 mil milhões de anos. Isto deverá ter sido cerca de 115 milhões de anos após a formação do Sistema Solar, de acordo com a equipa de pesquisa, que descobriu que os meteoritos já tinham passado por um significativo evento de impacto nessa altura.

"Os eventos de há muito tempo atrás afectaram o modo como o meteoróide de Chelyabinsk se quebrou na atmosfera, influenciando a onda de choque prejudicial," afirma Jenniskens.

A pesquisa está ainda a decorrer de modo a melhor compreender a origem e natureza dos NEOs. Estes estudos essenciais são necessários para informar a nossa abordagem à preparação para a potencial descoberta e deflexão de um objecto em rota de colisão com a Terra.

A NASA anunciou recentemente uma missão que será a primeira a capturar e transferir um asteróide. Representa um feito tecnológico sem precedentes que levará a novas descobertas científicas e capacidades tecnológicas que ajudarão a proteger o nosso planeta.

Além de representarem uma ameaça potencial, o estudo dos asteróides e cometas representa uma valiosa oportunidade para aprender mais sobre as origens do nosso Sistema Solar, a fonte de água na Terra, e até mesmo a origem das moléculas orgânicas que levaram ao desenvolvimento da vida.

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
06/08/2013 - Asteróide apontado como provável fonte do meteoro russo
08/03/2013 - Actualização do meteoro russo
26/02/2013 - Cientistas calculam órbita e origens de bola de fogo russa 
19/02/2013 - Impacto de asteróide na Rússia: actualização e avaliação
15/02/2013 - Explosão de meteoro nos céus da Rússia

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universidade da Califórnia - Davis (comunicado de imprensa)
Science
PHYSORG
SPACE.com
Space Daily
Discover
Scientific American
New Scientist
Popular Science
BBC News
National Geographic
UPI.com

Evento Chelyabinsk - 2013 (meteorito Chebarkul):
Wikipedia
Wikipedia (meteorito Chebarkul)

Meteoros, meteoritos:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
22% DAS ESTRELAS TIPO-SOL TÊM PLANETAS TIPO-TERRA NA ZONA HABITÁVEL

Quão comuns são planetas como a Terra? Esta tem sido uma questão que astrónomos e sonhadores têm ponderado ao longo de décadas, e agora, graças ao telescópio Kepler, têm uma resposta. De acordo com um estudo recente de dados do Kepler, uma em cada cinco estrelas semelhantes ao Sol na nossa Galáxia têm planetas do tamanho da Terra que podem albergar vida.

"O que isto significa é que, quando olhamos para as milhares de estrelas no céu nocturno, a estrela mais próxima parecida com o Sol, com um planeta do tamanho da Terra na sua zona habitável, está provavelmente a apenas 12 anos-luz de distância e pode ser vista a olho nu. Isto é incrível," afirma o estudante Erik Petigura, da Universidade da Califórnia em Berkeley, que liderou a análise dos dados do Kepler e do Observatório Keck.

Impressão de artista da "zona habitável", a gama de órbitas onde a água líquida existe à superfície de um planeta. Os autores descobriram que 22% de estrelas tipo-Sol contêm um planeta entre uma e duas vezes o tamanho da Terra na zona habitável.
Crédito: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A missão do telescópio Kepler era tentar encontrar pequenos planetas rochosos com o potencial para albergar água líquida e talvez os ingredientes necessários para os blocos de construção da vida. Durante quatro anos, o telescópio espacial monitorizou o brilho de mais de 150.000 estrelas, registando uma medição a cada 30 minutos.

Para um estudo recente, os cientistas focaram-se em 42.000 estrelas parecidas com o Sol (do tipo G e K), procurando diminuições periódicas no brilho que ocorrem quando um planeta transita - ou passa em frente - da sua estrela-mãe. Uma equipa de cientistas da missão Kepler e do telescópio Kepler no Hawaii anunciaram que a partir desse estudo, descobriram 603 planetas, 10 dos quais são do tamanho da Terra e orbitam na zona habitável, onde as condições permitem água à superfície.

Uma vez que existem cerca de 200 mil milhões de estrelas na nossa Galáxia, e dessas 40 mil milhões são como o Sol, realça o caçador de planetas Geoff Marcy, isso dá-nos cerca de 8,8 mil milhões de planetas do tamanho da Terra na Via Láctea.

Mas Marcy também advertiu que planetas tipo-Terra em órbitas tipo-Terra não são necessariamente hospitaleiros para a vida, mesmo que orbitem na zona habitável de uma estrela onde a temperatura não é muito quente nem muito fria.

Análises de quatro anos de medições precisas do Kepler mostram que 22±8% de estrelas tipo-Sol têm planetas tipo-Terra na zona habitável. Se estes planetas são tão prevalentes localmente como são no campo de visão do Kepler, então a distância até ao mais próximo deverá rondar os 12 anos-luz.
Crédito: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Alguns podem ter atmosferas espessas, tornando-se demasiado quentes à superfície para que moléculas tipo-DNA consigam sobreviver. Outros podem ter superfícies rochosas que podem abrigar água líquida adequada para organismos vivos," realça Marcy. "Nós não sabemos que gamas de planetas e seus ambientes são adequados para a vida."

Todos os planetas potencialmente habitáveis descobertos no estudo encontram-se em redor de estrelas do tipo-K, que são mais frias e ligeiramente mais pequenas que o Sol, acrescenta Petigura. Mas a análise da equipa mostra que o resultado para as estrelas do tipo-K podem ser extrapolados para estrelas do tipo-G como o Sol.

O observatório espacial Kepler está agora lesionado devido a defeitos nas rodas de reacção, mas os cientistas dizem que caso o Kepler tivesse continuado a operar numa missão estendida, teria obtido dados suficientes para detectar directamente um punhado de planetas do tamanho da Terra nas zonas habitáveis de estrelas do tipo-G.

Se as estrelas no campo de visão do Kepler são representativas das estrelas na vizinhança solar, então o planeta (tipo-Terra) mais próximo deverá orbitar uma estrela a menos de 12 anos-luz da Terra e pode ser vista a olho nu. Os instrumentos futuros para capturar imagens e obter espectros destas Terras podem necessitar de observar apenas umas poucas dúzias de estrelas vizinhas em ordem a detectar uma amostra de planetas tipo-Terra a residir nas zonas habitáveis das suas estrelas hospedeiras.

"Para a NASA, este número - que cada quinta estrela tem um planeta parecido com a Terra - é realmente importante, porque as missões que sucedem ao Kepler vão tentar obter uma imagem real de um planeta, e o tamanho do telescópio a ser construído depende de quão perto estão estes planetas tipo-Terra," afirma Andrew Howard, astrónomo do Instituto para Astronomia da Universidade do Hawaii. "Uma abundância de planetas em órbita de estrelas próximas simplifica estas missões de acompanhamento."

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)

Observatório W. M. Keck (comunicado de imprensa)
Instituto para Astronomia da Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)
Universidade da Califórnia em Berkeley (comunicao de imprensa)
Artigo científico (formato PDF)
Universe Today
SPACE.com
redOrbit
PHYSORG
New Scientist
National Geographic
UPI.com
BBC News
RT
The Verge
Boas Notícias
Notícias SAPO
RTP
Diário Digital

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas confirmados (Wikipedia)
Lista de planetas não confirmados (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
Arquivo de dados do Kepler
Descobertas planetárias do Kepler
Mapa das zonas de estudo do Kepler (formato PDF)
Wikipedia

Observatório W. M. Keck:
Página oficial
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Eclipse a 44.000 Pés
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Ben Cooper (Launch Photography)
 
O timing foi fundamental para capturar esta imagem do eclipse solar de 3 de Novembro passado. A 44 mil pés de altitude, os intrépidos caçadores de eclipses viajaram num jacto fretado a mais de 800 km/h e conseguiram interceptar a sombra da Lua. O notável voo fez uma travessia perpendicular da faixa da sombra central do eclipse. Escurecendo os céus naquele momento, a sombra da Lua movia-se a cerca de 12.800 km/h por cima do Oceano Atlântico, 600 km para Sudeste de Bermuda. Após um instante de totalidade, esta imagem capturou o disco lunar em silhueta. Os raios de luz cintilando para lá dos picos e vales do limbo lunar criam a aparência fugaz de um anel brilhante de diamantes.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e não pode ser considerada SPAM, porque tem incluído contacto e instruções para a remoção da nossa lista de email (art. 22.º do Decreto-lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro).

2013 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.