Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.

Edição n.º 1103
03/10 a 06/10/2014
 
Siga-nos:      
 

SEMANA MUNDIAL DO ESPAÇO (4 a 10 de Outubro).
O Centro Ciência Viva do Algarve associa-se às celebrações promovendo as actividades ligadas a este tema:

Sexta-feira, 3 de outubro - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS – Distância da Terra à Lua
20:30 – 22:30
Apresentação às estrelas inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia (distância da Terra à Lua) seguida de observação astronómica nocturna com telescópio e experiência em colaboração simultânea com o OASA (Observatório Astronómico de Santana, Açores) (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral, Local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/estudantes/reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

Quarta-feira, 8 de outubro - Eclipses
10:00 – 11:30
Em dia de eclipse lunar não visível em Portugal, esta atividade que explora como os eclipses ocorrem.
Público: grupos escolares do 7º ano
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.

Sexta-feira, 10 de outubro - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS - especial Foguetões
20:30 – 22:30
Apresentação às estrelas inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia (Como lançar um satélite para o espaço) seguida de observação astronómica nocturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral, local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/estudantes/reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

 
EFEMÉRIDES

Dia 03/10: 276.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1942, era lançado da Alemanha o primeiro foguete V-2/A-4, que se tornaria também no primeiro artefacto humano a atingir o espaço.

Em 1962, era lançada de Cabo Canaveral a missão Mercúrio 8.
Em 1985, o vaivém Atlantis fazia a sua viagem inaugural. 
Em 2005, ocorreu o último eclipse anular de Sol visível em Portugal.
Observações: Por volta das 20 horas, procure Fomalhaut, a Estrela de Outono, a subir no céu a Sudeste. Esta noite está bem para baixo e para a esquerda da Lua.

Dia 04/10: 277.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1582, o Papa Gregório XIII implementa o Calendário Gregoriano. Na Itália, Polónia, em Portugal e em Espanha, o dia 4 de Outubro é seguido directamente pelo dia 15 de Outubro.
Em 1957, era lançado o Sputnik 1, o primeiro satélite artifical.

Tinha começado a "corrida espacial".
Em 1959, lançamento da Luna 3(missão soviética de flyby pela Lua).
Em 2004, a SpaceShipOne ganha o prémio Ansari X, de voo espacial privado, ao ser a primeira nave privada a viajar no espaço.
Observações: O "W" de Cassiopeia está agora na vertical (apoiado na sua extremidade mais ténue), alto a Nordeste pelas 22 ou 23 horas, dependendo da sua localização. Nessa altura, já a Ursa Maior está na horizontal muito perto do horizonte Norte-Noroeste - caso esteja a latitudes médias Norte.

Dia 05/10: 278.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1882 nasce Robert Goddard, pioneiro no desenvolvimento dos foguetões.

Em 1923, Edwin Hubble descobre a primeira variável de Cefeida em M31, a Galáxia de Andrómeda, estabelecendo que as "nebulosas" espirais são independentes e são sistemas estelares externos, tal como a Via Láctea.
Em 1984, Marc Garneau torna-se no primeiro canadiano no espaço, a bordo do vaivém Challenger
Em 2000, astrónomos espanhóis e alemães publicam na revista Science a sua descoberta de planetas gigantes gasosos isolados, sem estrelas, a serem formados na região de Orion. Estes "super-júpiteres" flutuam livremente dentro de um enxame estelar, mas a distâncias suficientemente grandes para permitir escapar à atracção gravitacional das outras estrelas.
Observações: Pouco depois do anoitecer nesta altura do ano, cinco constelações formam uma linha que desce do zénite até ao horizonte a Oeste-Noroeste. Perto do zénite está a estrela Deneb: a cauda do Cisne. A seguir temos Lira com a brilhante Vega, depois o ténue Hércules, a pequena Coroa Boreal e finalmente o grande Boieiro com a brilhante estrela Arcturo baixa a Oeste-Noroeste.

Dia 06/10: 279.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1903, nascia Ernest Walton, físico irlandês que ganhou o prémio Nobel por ter sido a primeira pessoa na história a dividir artificalmente o átomo, dando início à era nuclear.
Em 1990 é lançado o observatório solar da ESA e da NASAUlysses, a partir do vaivém Discovery. Em Fevereiro de 1992, levou um puxão gravitacional de Júpiter, forçando-o a sair do plano da eclíptica.

Completou a sua missão principal de vigiar os dois pólos do Sol, enviando resultados inesperados. Sabe-se que o pólo magnético sul é muito mais dinâmico e sem localização fixa. A missão duraria até 2007.
Em 1995, é descoberto em 51 Pegasi o primeiro planeta a orbitar outra estrela que não o Sol.
Observações: O enxame globular NGC 6934 na constelação do Golfinho (Delphinus) é um bom desafio para quem possua um telescópio médio/grande.

 
CURIOSIDADES


Das 50 estrelas mais próximas (até 17 anos-luz da Terra), o Sol é a quarta com maior massa.

 
GRAIL APONTA PARA ORIGEM DE "OCEANO DAS TEMPESTADES" NA LUA
A Lua observada no visível (esquerda), mapa topográfico (centro, onde o vermelho é alto e o azul é baixo), e os gradientes de gravidade da missão GRAIL (direita). A região Procellarum é uma região grande de baixa topografia coberta por mares basálticos escuros. Os gradientes de gravidade revelam um padrão rectangular gigante de estruturas que rodeiam a região.
Crédito: NASA/GSFC/JPL/Escola de Minas do Colorado/MIT
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Usando dados da missão GRAIL (Gravity Recovery and Interior Laboratory) da NASA, cientistas resolveram um mistério lunar quase tão antigo quanto a própria Lua.

As primeiras teorias sugeriram que o contorno escarpado de uma região da superfície da Lua conhecida como Oceanus Procellarum, ou Oceano das Tempestades, foi formado pelo impacto de um asteróide. Se esta teoria estivesse correcta, a bacia formada seria a maior bacia de impacto de um asteróide na Lua. No entanto, os cientistas que estudam os dados das GRAIL acreditam ter encontrado evidências que o contorno escarpado desta região rectangular - com aproximadamente 2600 km de comprimento - é, na verdade, o resultado da formação de antigas falhas.

"O lado visível da Lua é estudado há séculos e ainda continua a surpreender os cientistas que disponham das ferramentas certas," afirma Maria Zuber, investigadora principal da missão GRAIL da NASA, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge, EUA. "Nós interpretamos as anomalias de gravidade descobertas pelas GRAIL como parte do sistema de canalização do magma lunar - as condutas que transportavam lava até à superfície durante antigas erupções vulcânicas."

A superfície do lado visível da Lua é dominado por uma área única chamada região Procellarum, caracterizada por baixas elevações, composição única e inúmeras planícies vulcânicas antigas.

As fendas estão enterradas sob planícies vulcânicas no lado visível da Lua e foram detectadas apenas nos dados de gravidade fornecidos pela missão GRAIL. Estas falhas inundadas por lava são totalmente diferentes de quaisquer outras características já descobertas em qualquer outro lugar na Lua e podem ao mesmo tempo ter-se assemelhado a zonas de falhas na Terra, Marte e Vénus. Os resultados foram publicados na edição online da revista Nature.

Impressão de artista que combina os gradientes de gravidade da missão GRAIL da NASA, um mosaico obtido pela câmara da LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) e dados topográficos obtidos pelo altímetro laser da LRO.
Crédito: NASA/Escola de Minas do Colorado/MIT/JPL/GSFC
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Outra teoria, que surge de uma análise de dados mais recentes, sugere que esta região se formou como resultado da agitação no interior da Lua, o que levou a uma alta concentração de elementos radioactivos que produzem calor na crosta e manto desta região. Os cientistas estudaram os gradientes nos dados de gravidade da GRAIL, que revelaram uma forma rectangular em resultado de anomalias gravitacionais.

"O padrão rectangular das anomalias gravitacionais foi completamente inesperado," afirma Jeff Andrews-Hanna, co-investigador da GRAIL na Escola de Minas do Colorado em Golden, EUA, e autor principal do estudo. "Usando os gradientes nos dados de gravidade para revelar o padrão rectangular das anomalias, podemos agora ver claramente e completamente as estruturas que eram apenas sugeridas por observações à superfície."

O padrão rectangular, com os seus cantos angulares e lados rectos, contradiz a teoria de que Procellarum é uma antiga bacia de impacto, pois tal impacto criaria uma bacia circular. Em vez disso, a nova pesquisa sugere que processos por baixo da superfície da Lua dominaram a evolução desta região.

Ao longo do tempo, a região esfriou e contraiu, afastando-se dos seus arredores e criando fracturas parecidas às fissuras que se formam na lama quando seca, mas numa escala muito maior.

O estudo também observou uma semelhança surpreendente entre o padrão rectangular das estruturas na Lua e aquelas que rodeiam a região polar sul da lua gelada de Saturno, Encelado. Ambos os padrões parecem estar relacionados com processos vulcânicos e tectónicos que operam nos seus respectivos mundos.

"Os nossos dados de gravidade estão a abrir um novo capítulo na história lunar, durante o qual a Lua era um lugar mais dinâmico do que o sugerido pela paisagem craterada que é visível a olho nu," afirma Andrews-Hanna. "São necessários mais estudos para compreender a causa deste padrão recém-descoberto de anomalias de gravidade, e as implicações para a história da Lua."

Lançadas como GRAIL A e GRAIL B em Setembro de 2011, as duas sondas, rebaptizadas Ebb e Flow, operaram numa órbita quase circular perto dos pólos da Lua a uma altitude de aproximadamente 55 km até ao fim da missão em Dezembro de 2012. A distância entre as sondas gémeas mudou ligeiramente quando sobrevoaram áreas de maior e menor gravidade provocadas por características visíveis, como montanhas e crateras, e por massas escondidas por baixo da superfície lunar.

As sondas gémeas voaram numa órbita quase circular até ao final da missão no dia 17 de Dezembro de 2012, quando foram intencionalmente enviadas para a superfície da Lua. A NASA mais tarde designou o local de impacto em honra à falecida astronauta Sally K. Ride, a primeira mulher americana no espaço e que pertenceu à equipa da missão GRAIL.

A missão principal e a missão estendida das sondas GRAIL gerou o mapa de gravidade com a mais alta-resolução já obtida de um corpo celeste. O mapa irá proporcionar uma melhor compreensão de como a Terra e os outros planetas rochosos no Sistema Solar se formaram e evoluíram.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
MIT News (comunicado de imprensa)
Nature
Science
Scientific American
ScienceDaily
redOrbit
EarthSky
PHYSORG
BBC News
UPI
ars technica
gizmag

Lua:
Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve 
Wikipedia

GRAIL:
NASA
Wikipedia

 
NUVEM RODOPIANTE NO PÓLO DE TITÃ É FRIA E TÓXICA

Cientistas que analisavam dados da missão Cassini da NASA descobriram que uma nuvem tóxica e gigante paira sobre o pólo sul da maior lua de Saturno, Titã, após a atmosfera aí ter arrefecido drasticamente.

Os cientistas descobriram que este vórtice polar gigante contém partículas geladas do composto tóxico cianeto de hidrogénio, ou HCN.

"A descoberta sugere que a atmosfera do hemisfério sul de Titã arrefece muito mais rapidamente do que esperávamos," afirma Remco de Kok do Observatório Leiden e do instituto holandês SRON para Pesquisa Espacial, autor principal do estudo publicado na revista Nature.

Titã é a única lua no Sistema Solar envolta numa atmosfera densa. Tal como o nosso planeta Terra, Titã tem estações. À medida que completa a sua órbita de 29 anos em torno do Sol, juntamente com Saturno, cada estação dura cerca de sete anos terrestres. A mudança sazonal mais recente ocorreu em 2009, quando o Inverno deu lugar à Primavera no hemisfério norte e o Verão passou para Outono no hemisfério sul.

Estas duas imagens da lua de Saturno, Titã, mostram o vórtice polar sul, uma nuvem enorme e rodopiante observada pela primeira vez em 2012 pela Cassini.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/ASI/Univ. do Arizona/SSI/Observatório Leiden/ISRON
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Em Maio de 2012, enquanto era Outono no hemisfério sul de Titã, as imagens da Cassini revelaram uma enorme nuvem rodopiante, com várias centenas de quilómetros de diâmetro, que tomava forma por cima do pólo sul de Titã. Este vórtice polar parece ser um efeito da mudança de estação.

Um detalhe intrigante acerca da nuvem rodopiante é a sua altitude, cerca de 300 km por cima da superfície de Titã, onde os cientistas pensavam que a temperatura era demasiado quente para a formação de nuvens. "Nós realmente não esperávamos ver uma nuvem tão grande tão alto na atmosfera," comenta de Kok.

Com o desejo de compreender o que poderia dar origem a esta nuvem misteriosa, os cientistas debruçaram-se sobre as observações da Cassini e encontraram uma pista importante no espectro da luz solar reflectida pela atmosfera de Titã.

As mudanças sazonais de Titã.
Crédito: ESA/AOES
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O espectro divide a luz de um corpo celeste nas suas cores constituintes, revelando assinaturas dos elementos e moléculas presentes. O instrumento VIMS (Visual and Infrared Mapping Spectrometer) da Cassini mapeia a distribuição dos compostos químicos na atmosfera de Titã e à sua superfície.

"A luz que vem do vórtice polar mostra uma notável diferença em relação a outras partes da atmosfera de Titã," realça de Kok. "Podemos ver claramente a assinatura das moléculas de HCN geladas."

Como um gás, o HCN está presente em pequenas quantidades na atmosfera rica em azoto de Titã. A descoberta destas moléculas sobre a forma de gelo é surpreendente, pois o HCN pode condensar para formar partículas congeladas apenas se a temperatura atmosférica for de pelo menos -148 graus Celsius. Isto é cerca de 100 graus Celsius mais frio do que as previsões dos modelos teóricos actuais da atmosfera superior de Titã.

Imagem em cores reais do vórtice no pólo sul de Titã, capturada pela Cassini durante uma passagem rasante em Junho de 2012.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Para verificar se tais temperaturas baixas são realmente possíveis, a equipa analisou as observações do instrumento CIRS (Composite Infrared Spectrometer) da Cassini, que mede a temperatura atmosférica em diferentes altitudes. Estes dados mostram que o hemisfério Sul de Titã tem arrefecido rapidamente, e que é possível atingir as temperaturas baixas necessárias para formar a nuvem tóxica gigante vista no pólo sul.

A circulação atmosférica vem atraindo grandes massas de gás para o sul desde a mudança de estação em 2009. À medida que o HCN se torna aí mais concentrado, as suas moléculas brilham em comprimentos de onda infravermelhos, arrefecendo o ar circundante no processo. Outro factor que contribui para este arrefecimento é a menor exposição à luz do Sol no hemisfério sul de Titã à medida que o Inverno se aproxima.

"Estes resultados fascinantes de um corpo cujas estações são medidas em anos em vez de meses, fornecem mais um exemplo da longevidade da incrível sonda Cassini e dos seus instrumentos," comenta Earl Maize, gestor do projecto Cassini no JPL da NASA em Pasadena, no estado americano da Califórnia. "Estamos ansiosos por novas revelações à medida que nos aproximamos do solstício de Verão no sistema de Saturno em 2017."

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
ESA (comunicado de imprensa)
Universidade de Bristol (comunicado de imprensa)
Nature
Nature - 2
PHYSORG
redOrbit
SPACE.com
Astronomy
Astrobiology
io9
AstroPT

Titã:
Solarviews
Wikipedia

Cianeto de hidrogénio:
Wikipedia

Saturno:
Solarviews
Wikipedia

Sonda Cassini:
Página oficial (NASA)
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Astrónomos polacos descobrem ponte estelar jovem entre Nuvens de Magalhães (via Astro Watch)
Astrónomos polacos do OGLE (Optical Gravitational Lensing Experiment) descobriram uma ponte estelar jovem, que forma uma ligação contínua entre as Nuvens de Magalhães. O achado tem por base mapas de densidade para populações estelares de dados recolhidos pelo OGLE. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - A Nebulosa da Borboleta Pelo Hubble
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: NASAESAEquipa Hubble SM4 ERO; Reprocessamento e direitos de autor:  Francesco Antonucci
 
Os enxames e nebulosas brilhantes que se vêm no céu nocturno do planeta Terra têm muitas vezes nomes de flores ou insectos. Apesar de a sua envergadura abranger mais de 3 anos-luz, NGC 6302 não é excepção. Com uma temperatura estimada em cerca de 250.000 graus C, a estrela central e moribunda desta nebulosa planetária em particular tornou-se excepcionalmente quente, brilhando no ultravioleta mas escondida de visão directa por um espesso manto de poeira. Esta impressionante imagem da nebulosa planetária foi obtida em 2009 pelo instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) do Telescópio Espacial Hubble, e é aqui apresentada em cores reprocessadas. Atravessando uma cavidade brilhante de gás ionizado, o toro de poeira que rodeia a estrela central encontra-se perto do centro, visto quase de lado. Foi detectado hidrogénio molecular no manto cósmico e poeirento da estrela moribunda. NGC 6302 está situada a aproximadamente 4000 anos-luz de distância na direcção da constelação de Escorpião.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e não pode ser considerada SPAM, porque tem incluído contacto e instruções para a remoção da nossa lista de email (art. 22.º do Decreto-lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro).

2014 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.