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Edição n.º 1151
20/03 a 23/03/2015
 
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20/03/15 - OBSERVAÇÃO DO ECLIPSE SOLAR
08:00 – 10:00 - Observação do eclipse solar de forma segura, com telescópio e outros meios, em simultâneo com outras zonas do país.
Público: Público em geral
Local: Mercado Municipal

20/03/15 - MEDIÇÃO DO RAIO DA TERRA NO EQUINÓCIO DA PRIMAVERA
12:00 – 13:30 - Cálculo do raio da Terra através de uma atividade de medição do comprimento de uma sombra, à semelhança do método usado por Eratóstenes em 250 a.C.
Local: Fórum Algarve

27/03/15 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 22:30 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

 
EFEMÉRIDES

Dia 20/03: 79.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1916, era publicada a Teoria da Relatividade Geral na sequência das lectures apresentadas à Academia Prussiana de Ciências a 25 de Novembro de 1915.
Em 1964 era criada a ESRO (European Space Research Organization) percursora da ESA (Agência Espacial Europeia).

Observações: Trânsito da sombra de Io, entre as 01:18 e as 03:39.
Eclipse solar. O eclipse é total para regiões do Atlântico Norte e Oceano Ártico. As fases parciais abrangem uma área muito maior: toda a Europa, norte de África e Ásia central. Consulte os mapas e as horas do Observatório Astronómico de Lisboa. Em Faro, o eclipse decorre entre as 07:58 e as 10:07.
Lua Nova, pelas 09:38.
Ocultação de Ganimedes, entre as 19:20 e as 23:08.
Equinócio da Primavera, pelas 22:45.
Ocultação de Io, entre as 21:43 e as 00:04 (já de dia 21).
Eclipse de Io, entre as 22:37 e as 00:59 (já de dia 21).
Eclipse de Ganimedes, entre as 23:01 e as 02:53 (já de dia 21).

Dia 21/03: 71.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1768, nascia Jean-Baptiste Joseph Fourier, matemático e físico francês, conhecido por ter iniciado a investigação das séries de Fourier e das suas aplicações para problemas como a transferência de calor e vibrações. Fourier é também considerado o descobridor do efeito de estufa.
Em 1901 é observada a primeira nova brilhante do século XX.

É também a primeira a ser estudada espectralmente e fotometricamente, atingindo uma magnitude de 0,2 a 23 de Fevereiro. O astrónomo amador T. D. Anderson foi o seu primeiro observador. Durante o declínio do brilho, mais ou menos 100 dias, este flutuou com um período de 4 dias e uma amplitude de magnitude e meia.
Em 1905, Albert Einstein publica a sua teoria sobre a relatividade especial.
Em 1927, nascia Halton Arp, astrónomo americano conhecido pelo seu Atlas de Galáxias Peculiares de 1966, que contém muitos exemplos de galáxias em interação e em fusão.
Em 1965, a NASA lança a Ranger 9, a última numa série de sondas lunares não tripuladas.
Observações: Trânsito de Io, entre as 18:50 e as 21:11.
Ao lusco-fusco, olhe para oeste e para baixo de Vénus e tente avistar a fina Lua Crescente, perto de Marte. A Lua tem apenas um dia, depois do eclipse de ontem, por isso pode ser uma tarefa complicada.
Trânsito da sombra de Io, entre as 19:47 e as 22:06.

Dia 22/03: 72.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1394 nascia Ulugh Beg, astrónomo da dinastia Timúrida, que construiu o Observatório Ulugh Begem Samarkand, considerado por muitos um dos melhores observatórios do mundo islâmico e o maior da Ásia Central (à data).
Em 1799 nascia F.W.A. Argelander, compilador de catálogos estelares que estudou as estrelas variáveis e criou a primeira organização astronómica internacional.
Em 1982, lançamento da missão STS-3, do vaivém Columbia
Em 1995, o cosmonauta Valeryiv Polyakov regressa à Terra depois de quebrar o recorde do maior tempo passado na estação espacial Mir: 438 dias.
Em 1997, o Cometa Hale-Bopp faz a sua maior aproximação à Terra.

Em 2010, última comunicação do rover Spirit com a Terra.
Observações: Trânsito de Europa, entre as 01:25 e as 04:22.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 03:17 e as 06:17.
A Lua, ainda muito fina, está para baixo e para a esquerda de Vénus. Ambos os astros estão baixos a oeste ao anoitecer.

Dia 23/03: 73.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1749 nascia Pierre-Simon Laplace, astrónomo e matemático francês, cujo trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da astronomia matemática e estatística.

Desenvolveu a hipótese nebular para a origem do Sistema Solar e foi um dos primeiros cientistas a postular a existência de buracos negros e a noção de colapso gravitacional.
Em 1840 era tirada a primeira fotografia (daguerreótipo) da Lua.
Em 1912 nascia Wernher Von Braun. Foi um importante pioneiro no desenvolvimento dos foguetões e da exploração espacial entre os anos 30 e 70.
Em 1965, os EUA lançavam a Gemini 3 até à órbita da Terra transportando os astronautas Virgil (Gus) Grissom e John W. Young. Grissom e Young orbitaram a Terra três vezes. A nave Gemini era maior que as cápsulas Mercury, com um peso de 4200 kg, e transportava dois astronautas em vez de um. A Gemini 3 foi a primeira missão tripulada do programa Gemini, depois de dois testes de voo não-tripulado.
Em 2001, a estação Mir, com 15 anos, é removida de órbita e trazida até à Terra num espetáculo de fogo e fumo, para descansar nas profundezas do Oceano Pacífico Sul, perto das Ilhas Fiji.
Observações: Eclipse de Calisto, entre as 16:49 e as 21:57.
Hoje, a Lua já está para cima e para a esquerda de Vénus, novamente ambos baixos a oeste ao anoitecer.
Ocultação de Europa, entre as 19:35 e as 22:32.
Eclipse de Europa, entre as 21:32 e as 00:29 (já de dia 24).

 
CURIOSIDADES


Já foram observadas auroras nos planetas Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno. Mercúrio é o único planeta onde ainda não foram observadas auroras. Adicionalmente, também já se observaram auroras nas luas de Júpiter, Io, Europa e Ganimedes.

 
INVESTIGADORES CALCULAM EXISTÊNCIA DE PLANETAS NA ZONA HABITÁVEL DA MAIOR PARTE DAS ESTRELAS

Os astrónomos já descobriram quase 2000 exoplanetas na nossa Galáxia e muitos deles encontram-se em sistemas múltiplos em órbita de uma estrela hospedeira. Ao analisarem estes sistemas planetários, investigadores da Universidade Nacional da Austrália e do Instituto Niels Bohr em Copenhaga calcularam probabilisticamente o número de estrelas na Via Láctea com planetas na zona habitável. Os cálculos mostram que milhares de milhões de estrelas na Via Láctea têm entre 1 e 3 planetas na zona habitável, onde existe o potencial para água líquida e existência de vida. Os resultados foram publicados na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Com o satélite Kepler da NASA, os astrónomos descobriram cerca de 1000 planetas em torno de estrelas da Via Láctea e descobriram também cerca de 3000 outros candidatos a planeta. Muitas das estrelas têm sistemas planetários com 2-6 planetas, mas as estrelas podem muito bem ter mais planetas do que aqueles observados pelo Kepler, que é mais adequado para encontrar planetas grandes que orbitam relativamente perto das suas estrelas.

Os planetas que orbitam perto das suas estrelas são demasiado quentes para albergar vida, por isso a fim de descobrirem quais os sistemas planetários que podem também ter planetas na zona habitável com o potencial de água no estado líquido e vida, um grupo de investigadores da Universidade Nacional da Austrália e do Instituto Neils Bohr em Copenhaga fez cálculos com base numa nova versão de um método com 250 anos chamado lei de Titius-bode.

O satélite Kepler observa exoplanetas ao medir a curva de luz de uma estrela. Quando um planeta passa em frente da estrela, ocorre uma diminuição do brilho. Se esta diminuição ocorrer regularmente, pode então existir um planeta em órbita da estrela.
Crédito: Universidade Nacional da Austrália e Instituto Niels Bohr
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Calculando posições planetárias

A lei de Titius-bode foi formulada por volta de 1770 e calculou corretamente a posição de Urano antes mesmo de ter sido descoberto. A lei afirma a existência de uma certa relação entre os períodos orbitais dos planetas num sistema planetário. Assim, a relação entre o período orbital do primeiro e do segundo planeta é a mesma entre o segundo e o terceiro e assim por diante. Portanto, se soubéssemos quanto tempo alguns planetas demoram para orbitar o Sol/estrela, podemos calcular quanto tempo outros planetas demoram a completar uma órbita e assim calcular a sua posição no sistema planetário. Também podemos calcular se um planeta está "em falta" na sequência.

"Nós decidimos usar este método para calcular as potenciais posições planetárias em 151 sistemas planetários, onde o satélite Kepler encontrou entre 3 6 e planetas. Em 124 dos sistemas planetários, a lei de Titius-Bode encaixou, tão bem ou melhor do que o nosso próprio Sistema Solar, com as posições dos planetas. Tentámos prever onde poderiam existir mais planetas longínquos. Mas fizemos apenas cálculos para planetas onde existe uma boa hipótese de os observarmos com o Kepler" explica Steffen Kjær Jacobsen, estudante de doutoramento do grupo de pesquisa do Instituto Niels Bohr da Universidade de Copenhaga.

Em 27 dos 151 sistemas planetários, os planetas observados não encaixam, à primeira vista, com a lei de Titius-Bode. Então, tentaram colocar planetas no "padrão" para onde os planetas deviam estar localizados. Acrescentaram os planetas que pareciam estar "em falta" entre os planetas já conhecidos e também acrescentaram um planeta extra no sistema para lá do planeta mais exterior conhecido. Desta forma, previram um total de 228 planetas nos 151 sistemas planetários.

"De seguida, fizemos uma lista de prioridades focada em 77 planetas de 40 sistemas planetários, porque têm uma alta probabilidade de fazer um trânsito, para que os possamos ver com o Kepler. Nós incentivámos outros investigadores a procurá-los. Se forem encontrados, é uma indicação de que a teoria resiste," explica Steffen Kjær Jacobsen.

A ilustração mostra a zona habitável para diferentes tipos de estrelas. A distância da zona habitável depende do tamanho e brilho da estrela. A área verde é a zona habita´vel, onde a água líquida pode existir à superfície de um planeta. A área vermelha é demasiado quente e a área azul é demasiado fria.
Crédito: NASA, Kepler
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Planetas na zona habitável

Os planetas que orbitam muito perto da estrela são demasiado quentes para ter água líquida e vida, e os planetas que estão muito longe da estrela são muito frios, mas a zona habitável intermédia, onde existe um potencial para água líquida e vida, não é uma distância fixa. A zona habitável de um sistema planetário é diferente de estrela para estrela, dependendo do seu tamanho e brilho.

Os cientistas avaliaram o número de planetas na zona habitável com base nos planetas extra adicionados aos 151 sistemas planetários segundo a lei de Titius-Bode. O resultado foi entre 1 a 3 planetas na zona habitável para cada sistema planetário.

Sistemas exoplanetários onde os planetas conhecidos anteriormente estão marcados com pontos azuis, enquanto as zonas vermelhas mostram os planetas previstos pela lei de Titius-Bode tendo em conta a composição dos sistemas planetários. 124 dos sistemas planetários no estudo, com base em dados do satélite Kepler, encaixam com esta fórmula.
Crédito: T. Bovaird, C. H. Lineweaver e S. K. Jacobsen
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Destes 151 sistemas planetários, os astrónomos fizeram já uma verificação adicional em 31 sistemas onde já tinham encontrado planetas na zona habitável ou onde seria apenas necessário um planeta extra para cumprir os requisitos.

"Nestes 31 sistemas, os nossos cálculos mostram uma média de dois planetas na zona habitável. De acordo com as estatísticas e as indicações que temos, uma boa parte dos planetas na zona habitável são rochosos, onde poderá existir água no estado líquido e vida," explica Steffen Kjær Jacobsen.

Se de seguida alargarmos os cálculos ainda mais para o espaço, isso significaria que só na nossa Galáxia, a Via Láctea, podem existir milhares de milhões de estrelas com planetas na zona habitável, onde poderá existir água líquida e vida.

Jacobsen afirma que o que querem agora fazer é encorajar outros investigadores a estudarem novamente os dados do Kepler para os 40 sistemas planetários que previram estar bem colocados para observações com o satélite Kepler.

Links:

Notícias relacionadas:
Instituto Neils Bohr (comunicado de imprensa)
Universidade Nacional da Austrália (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
AstronomyNow
EarthSky
PHYSORG
(e) Science News
Popular Mechanics
Discovery News

Lei de Titius-Bode:
Wikipedia

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
Arquivo de dados do Kepler
Descobertas planetárias do Kepler
Wikipedia

 
MAVEN DETETA AURORAS E MISTERIOSA NUVEM DE POEIRA EM TORNO DE MARTE
Impressão de artista do instrumento IUVS (Imaging UltraViolet Spectrograph) da MAVEN a observar as auroras em Marte. As observações da MAVEN mostram que as auroras em Marte são parecidas às auroras boreais da Terra mas que têm uma origem diferente.
Crédito: Universidade do Colorado
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A sonda MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) da NASA observou dois fenómenos inesperados na atmosfera de Marte: uma nuvem de poeira a alta altitude, ainda sem explicação, e uma aurora que atinge profundamente a atmosfera marciana.

A presença de poeira em altitudes orbitais que vão desde os 150 até aos 300 km acima da superfície é imprevista. Embora a origem e composição da poeira sejam desconhecidas, não há perigo para a MAVEN e para as outras sondas em órbita de Marte.

"Se a poeira é originária da atmosfera, isto sugere que nos está a faltar algum processo fundamental na atmosfera de Marte," afirma Laila Andersson do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder, EUA.

A nuvem foi detetada pelo instrumento LPW (Langmuir Probe and Waves) a bordo da sonda e está presente desde que chegou ao planeta. Não se sabe se a nuvem é um fenómeno temporário ou algo mais duradouro. A densidade da nuvem é maior em altitudes mais baixas. No entanto, mesmo nas áreas mais densas é ainda muito fina. Até ao momento quaisquer dos outros instrumentos da MAVEN não viram indícios da sua presença.

As possíveis fontes para a poeira observada incluem poeira que subiu a partir da atmosfera; poeira oriunda de Fobos e Deimos, as duas luas de Marte; poeira que se move no vento solar para longe do Sol; ou detritos que orbitam o Sol originários de cometas. No entanto, nenhum processo conhecido em Marte pode explicar a existência da poeira nos locais observados nem de qualquer uma destas fontes.

O instrumento IUVS (Imaging Ultraviolet Spectrograph) da MAVEN observou o que os cientistas chamaram de "luzes de Natal". Nos cinco dias que antecederam o dia 25 de dezembro, a MAVEN observou um brilho auroral ultravioleta no hemisfério norte de Marte. As auroras, conhecidas na Terra como auroras boreais e austrais, são provocadas por partículas energéticas, como eletrões, que colidem com a atmosfera e fazem com que o gás brilhe.

Mapa das deteções ultravioletas e aurorais do IUVS em dezembro de 2014, sobrepostas sobre a superfície do planeta. O mapa mostra as auroras por cima do hemisfério norte, mas não ligadas a uma posição geográfica em específico. As auroras foram detetadas durante um período de 5 dias.
Crédito: Universidade do Colorado
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"O que é especialmente surpreendente acerca da aurora que vimos é quão profundamente ocorre na atmosfera - muito mais abaixo que na Terra ou em qualquer outro lugar de Marte," afirma Arnaud Stiepen, membro da equipa do IUVS na Universidade do Colorado. "Os eletrões que a produzem devem ser mesmo energéticos."

A fonte das partículas energéticas parece ser o Sol. O instrumento SEP (Solar Energetic Particle) da MAVEN detetou um grande aumento de eletrões energéticos no início da aurora. Há milhares de milhões de anos atrás, Marte perdeu o seu campo magnético global, parecido ao da Terra, por isso as partículas solares podem atingir diretamente a atmosfera. Os eletrões que produzem a aurora têm cerca de 100 vezes mais energia do que uma faísca produzida pela corrente elétrica doméstica, por isso podem penetrar profundamente na atmosfera.

Os achados foram apresentados na 46.ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária no estado americano do Texas.

A MAVEN foi lançada para Marte no dia 18 de novembro de 2013, com o objetivo de resolver o mistério de como o Planeta Vermelho perdeu a maioria da sua atmosfera e grande parte da sua água. Chegou a Marte no dia 21 de setembro e está no seu quarto mês da missão principal, missão esta com a duração de um ano terrestre.

"Todos os instrumentos científicos da MAVEN estão trabalhando normalmente e os dados que recebemos são excelentes," afirma Bruce Jakosky do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, investigador principal da missão.

A MAVEN faz parte do Programa de Exploração de Marte da agência, que inclui também os rovers Opportunity e Curiosity, a Mars Odyssey e a MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) atualmente em órbita do planeta.

O Programa de Exploração de Marte da NASA procura caracterizar e compreender Marte como um sistema dinâmico, incluindo o seu ambiente passado e presente, os ciclos climáticos e o seu potencial geológico e biológico. Em paralelo, a NASA está desenvolver as capacidades de voos espaciais tripulados necessários para uma viagem de ida e volta a Marte na década de 2030.

Links:

Cobertura da missão MAVEN pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
19/12/2014 - MAVEN identifica elos da cadeia que leva a perda atmosférica
23/09/2014 - MAVEN chega a Marte, amanhã é a vez da indiana Mangalyaan
19/09/2014 - MAVEN chega a Marte este fim-de-semana 
19/11/2013 - Lançamento da MAVEN 
15/11/2013 - MAVEN vai investigar o que aconteceu em Marte 
01/11/2013 - NASA prepara lançamento da 1.ª missão de exploração da atmosfera marciana

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universidade do Colorado (comunicado de imprensa)
Nature
Astronomy
SPACE.com
Universe Today
NewScientist
AstronomyNow
EarthSky
PHYSORG
Discovery News
BBC News
UPI
Rádio Renascença
RTP
SIC Notícias
tvi24
diáriodigital
VISÃO
Jornal i
Correio da Manhã
ZAP.aeiou

MAVEN:
NASA
NASA - 2
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
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  LRO descobre cratera de impacto de 17 de março de 2013 e mais (via NASA)
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  Nova binocular descoberta em Sagitário (via Universe Today)
No dia 15 de março, John Seach na Nova Gales do Sul, Austrália, descobriu uma nova provável no coração de Sagitário usando uma câmara DSLR. A estrela tem magnitude 5,3. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - A Terra Durante um Eclipse Total do Sol
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Tripulação da Expedition 12NASA
 
Como é a Terra durante um eclipse solar total? A Terra aparece escura na região onde as pessoas conseguem observar o eclipse, porque é aí que a sombra da Lua cai. A mancha da sombra na realidade percorre a Terra a quase 2000 km/h, escurecendo locais no seu caminho durante apenas alguns minutos antes de prosseguir em frente. A imagem mostra a Terra durante o eclipse solar total de março de 2006, a partir da Estação Espacial Internacional. Hoje, a Lua vai passar em frente do Sol, mais uma vez lançando uma sombra circular que, desta vez, atravessa o Oceano Atlântico Norte.
 

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