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Edição n.º 1388
27/06 a 29/06/2017
 
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30/06/17 - DIA DO ASTEROIDE - OBSERVAÇÃO NOTURNA
20:30 - Palestra e sessão de observação às estrelas comemorativa do dia do asteroide. No dia em que se comemora o Dia Internacional do Asteroide, promovido pela ONU, o Centro Ciência Viva do Algarve promove uma palestra com observação astronómica noturna com telescópio para toda a Família (dependente de meteorologia favorável). Este evento encontra-se inserido na Noite Europeia dos Investigadores e é completamente gratuito mediante inscrição.
Local: CCVAlg
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 920
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 27/06: 178.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1949 foi descoberto o asteroide Ícaro, com um telescópio de 48 polegadas que entrou em funcionamento nove meses antes. Descobriu-se que o asteroide tem uma órbita acentuadamente excêntrica e uma distância perial de apenas 27 milhões e 358 mil quilómetros, mais próximo do Sol que Mercúrio (daí o seu nome). Estava apenas a 6 milhões e 500 mil quilómetros da Terra na altura da sua descoberta.
Em 1982 era lançada a missão STS-4 do vaivém Columbia.

Em 2013, a NASA lança o IRIS, uma sonda para observar o Sol.
Observações: Esta noite, a oeste, procure a estrela de 1.ª magnitude, Régulo, 1 ou 2 graus para cima da Lua.
Ocultação de Io, entre as 23:21 e as 01:38 (já de dia 28).

Dia 28/06: 179.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1911, rochas do meteorito Nakhla caem na Terra, perto de Alexandria, Egipto.

Descobriu-se mais tarde que estas 40 pedras vieram de Marte. A origem das rochas que caíram para a Terra pode ser determinada através da sua análise química. As rochas marcianas têm uma composição semelhante.
Em 2011, o Telescópio Espacial Hubble descobre outra lua em redor de Plutão, temporariamente denominada P4. A descoberta foi novamente verificada no dia 20 de julho do mesmo ano. O nome oficial da lua é agora Cérbero.
Observações: Eclipse de Io, entre as 00:36 e as 02:55.
Trânsito de Io, entre as 20:33 e as 22:50.
Ocultação de Europa, entre as 21:35 e as 00:12 (já de dia 29).
Trânsito da sombra de Io, entre as 21:50 e as 00:05 (já de dia 29).

Dia 29/06: 180.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1818, nascia Angelo Secchi, astrónomo italiano. Foi Diretor do Observatório da Universidade Gregoriana Pontifical durante 28 anos. Foi um pioneiro na espectroscopia astronómica, um dos primeiros cientistas a afirmar autoritariamente que o Sol era uma estrela.
Em 1868, nascia George Hale, astrónomo solar americano.

Foi quem sugeriu a Einstein (após este lhe ter perguntado) que a sua teoria da curvatura da luz devido à gravidade só poderia ser testada durante um eclipse solar total do Sol. 
Em 1961 era lançado o primeiro satélite a energia nuclear, o satélite americano Transit 4A.
Em 1995, a missão STS-71 do vaivém Atlantis doca pela primeira vez com a estação espacial Mir.
Observações: Eclipse de Europa, entre as 00:07 e as 02:42.
Ocultação de Ganimedes, entre as 00:03 e as 02:59.
Eclipse de Io, entre as 19:05 e as 21:22.
As estrelas centrais da constelação de Lira, que formam um pequeno triângulo e paralelograma, apoiam-se para baixo e para a direita de Vega a este. As duas estrelas mais brilhantes do padrão, depois de Vega, são as estrelas que perfazem a parte de baixo do paralelograma: Beta e Gamma Lyrae, Sheliak e Sulafat. Estão atualmente alinhadas verticalmente. Beta é a que está no topo.

 
CURIOSIDADES


A New Horizons está atualmente a 37,78 UA da Terra e a 4,62 UA de 2014 MU69. Os sinais de rádio demoram mais de 5 horas a viajar até à Terra (10:28:27, ida e volta, à velocidade da luz).

 
CÉREBRO ARTIFICIAL AJUDA GAIA A ENCONTRAR ESTRELAS VELOZES
Impressão de artista de duas estrelas a viajarem do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, para os seus arredores. Estas estrelas hipervelozes movem-se a centenas de quilómetros por segundo, muito mais depressa que a média galáctica. As suas altas velocidades são o resultado de uma interação passada com o buraco negro supermassivo situado no centro da Via Láctea que, com uma massa de quatro milhões de sóis, governas as órbitas das estrelas na sua vizinhança.
Com a ajuda de software que imita o cérebro humano, uma equipa de cientistas descobriu seis estrelas hipervelozes no primeiro conjunto de dados do satélite Gaia da ESA, e planeia encontrar mais nos futuros lançamentos de dados do Gaia.
Estas estrelas viajaram grandes distâncias, através da Via Láctea, assim que fornecem informações cruciais sobre o campo gravitacional, desde o centro até aos arredores.
Crédito: ESA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Com a ajuda de um software que imita o cérebro humano, o satélite Gaia da ESA avistou seis estrelas viajando, a alta velocidade, do centro da nossa Galáxia para os seus arredores. Esta descoberta poderá fornecer informações importantes sobre algumas das regiões mais obscuras da Via Láctea.

A Via Láctea, a Galáxia onde vivemos, abriga mais de cem mil milhões de estrelas, todas mantidas juntas pela gravidade. A maioria está localizada numa estrutura achatada - o disco Galáctico - com um bojo no seu centro, enquanto as estrelas restantes estão distribuídas num halo esférico mais amplo que se estende até cerca de 650.000 anos-luz do centro.

As estrelas não estão imóveis na Galáxia, movem-se em redor do Centro com uma variedade de velocidades, dependo da sua localização - por exemplo, o Sol orbita a cerca de 220 km/s, enquanto a média no halo ronda os 150 km/s.

Ocasionalmente, algumas estrelas excedem essas velocidades já bastante impressionantes.

Algumas são aceleradas por um encontro estelar próximo ou por uma explosão de supernova de uma companheira estelar, resultando em estrelas fugitivas com velocidades até várias centenas de quilómetros por segundo acima da média.

Há pouco mais de uma década, foi descoberta uma nova classe de estrelas de alta velocidade. Viajando pela Galáxia a várias centenas de quilómetros por segundo, são o resultado de interações passadas com o buraco negro supermassivo situado no centro da Via Láctea e que, com uma massa de quatro milhões de sóis, governa as órbitas das estrelas na sua vizinhança.

"Estas estrelas hipervelozes são extremamente importantes no estudo da estrutura geral da nossa Via Láctea," comenta Elena Maria Rossi da Universidade de Leiden, na Holanda, que apresentou a descoberta das novas seis estrelas pelo Gaia na Semana Europeia da Astronomia e das Ciências Espaciais em Praga, na República Checa.

"Estas são estrelas que viajaram grandes distâncias através da Galáxia, mas que podem ser traçadas até ao núcleo - uma área tão densa e obscurecida pelo gás e poeira interestelar que normalmente é muito difícil de observar - de modo que fornecem informações importantes sobre o campo gravitacional da Via Láctea, desde o centro até aos arredores."

Infelizmente, as estrelas em rápido movimento são extremamente difíceis de encontrar no "palheiro" estelar da Via Láctea, pois os levantamentos atuais listam a velocidade de, no máximo, algumas centenas de milhares de estrelas.

Para as encontrar, os cientistas têm procurado estrelas jovens e massivas que se destacariam como intrusas na antiga população estelar do halo galáctico. Devido à sua idade "fora de lugar", estas estrelas provavelmente receberam um impulso extra para alcançar o halo. As medições adicionais das suas velocidades e estimativas dos seus percursos passados podem confirmar se são, de facto, estrelas hipervelozes expulsas do centro da Via Láctea.

Até agora, apenas 20 dessas estelas foram avistadas. Devido à seleção específica deste método, são todas estrelas jovens com uma massa entre 2,5 e 4 vezes a do Sol. No entanto, os cientistas pensam que muitas mais estrelas de outras idades ou massas estão a acelerar pela Galáxia, embora não tenham sido reveladas por este tipo de pesquisa.

Impressão de artista do Gaia a mapear as estrelas da Via Láctea.
Crédito: ESA/ATG medialab; fundo - ESO/S. Brunier
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O censo de mil milhões de estrelas, realizado pelo Gaia, oferece uma oportunidade única, assim que Elena e colaboradores começaram a perguntar-se como usar um tão vasto conjunto de dados para otimizar a busca por estrelas em rápido movimento.

Depois de testar vários métodos, voltaram-se para software através do qual o computador aprende com base em experiência anterior.

"No final, escolhemos usar uma rede neuronal artificial, um software desenhado para imitar o funcionamento do nosso cérebro," explica Tommaso Marchetti, aluno de doutoramento da Universidade de Leiden e autor principal do artigo que descreve os resultados, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

"Depois um 'treino' adequado, pode aprender a reconhecer certos objetos ou padrões num enorme conjunto de dados. No nosso caso, ensinámo-lo a detetar estrelas hipervelozes num catálogo estelar como o compilado com o Gaia."

Como parte do projeto de investigação de Elena, para estudar estas estrelas, a equipa começou a desenvolver e a treinar este programa na primeira metade de 2016, a fim de estar pronto para o primeiro lançamento dos dados do Gaia alguns meses depois, no dia 14 de setembro.

Para além de um mapa com mais de mil milhões de posições estelares, este primeiro lançamento inclui um catálogo menor com distâncias e movimentos para dois milhões de estrelas, combinando observações do primeiro ano do Gaia com aquelas da missão Hipparcos da ESA, que catalogou o céu há mais de duas décadas atrás. Referida como a Solução Astrométrica Tycho-Gaia, ou TGAS (Tycho–Gaia Astrometric Solution), este recurso é uma "amostra" dos futuros catálogos baseados unicamente nos dados do Gaia.

Uma vista de todo o céu de estrelas na nossa Galáxia - a Via Láctea - e galáxias vizinhas, com base no primeiro ano de observações do satélite Gaia da ESA, desde julho de 2014 até setembro de 2015.
Este mapa mostra a densidade de estrelas observadas pelo Gaia em cada porção do céu. Regiões mais brilhantes indicam concentrações mais densas de estrelas, enquanto regiões mais escuras correspondem a zonas do céu onde são observadas menos estrelas.
A Via Láctea é uma galáxia espiral, com a maioria das suas estrelas a residir num disco com aproximadamente 100.000 anos-luz de diâmetro e cerca de 1000 anos-luz de espessura. Esta estrutura é visível no céu como o Plano Galáctico - a porção mais brilhante desta imagem - que está posicionada horizontalmente e é especialmente brilhante no centro. As regiões mais escuras do Plano Galáctico correspondem a nuvens densas de gás e poeira interestelar que absorvem a luz estelar ao longo da linha de visão.
Muitos enxames abertos e globulares - agrupamentos de estrelas mantidas juntas pela sua gravidade mútua - estão também espalhados pela imagem.
Os enxames globulares, grandes conjuntos de centenas de milhares até milhões de estrelas velhas, são principalmente encontrados no halo da Via Láctea, uma estrutura aproximadamente esférica com um raio de mais ou menos 100.000 anos-luz e por isso são visíveis na imagem.
Os enxames abertos são aglomerados mais pequenos com centenas até milhares de estrelas e encontram-se principalmente no Plano Galáctico.
Os dois objetos brilhantes perto do canto inferior direito da imagem são as Grande e Pequena Nuvem de Magalhães, duas galáxias anãs que orbitam a Via Láctea. Também são visíveis outras galáxias próximas, principalmente Andrómeda (também conhecida como M31), a maior vizinha galáctica da Via Láctea, em baixo e à esquerda da imagem. Por baixo de Andrómeda está a sua galáxia satélite, M33 ou Galáxia do Triângulo.
Na imagem estão presentes vários artefactos. Estas características curvas e listas mais escuras não são de origem astronómica mas, ao invés, refletem o processo de digitalização do Gaia. Tendo em conta que este mapa é baseado em observações recolhidas durante o primeiro ano da missão, o estudo ainda não é uniforme em todo o céu.
Estes artefactos irão gradualmente desaparecer à medida que mais dados são recolhidos durante os cinco anos da missão.
Crédito: ESA/Gaia/DPAC; reconhecimento - A. Moitinho & M. Barros (CENTRA - Universidade de Lisboa), em nome do DPAC
(clique na imagem para ver versão maior; versões de ainda mais alta-resolução disponíveis aqui)
 

"No dia do lançamento dos dados, corremos o nosso novo algoritmo nas duas milhões de estrelas do TGAS," realça Elena.

"Em apenas uma hora, o cérebro artificial já tinha reduzido o conjunto de dados até mais ou menos 20.000 potenciais estrelas de alta velocidade, reduzindo o seu tamanho até cerca de 1%.

"Uma seleção adicional, incluindo apenas medições acima de uma certa precisão em distância e movimento, reduziu o número de candidatas estelares para 80."

A equipa analisou essas 80 estrelas com mais detalhe. Uma vez que apenas as informações sobre o movimento da estrela, pelo céu, estão incluídas nos dados TGAS, tiveram que encontrar pistas adicionais para inferir a sua velocidade, estudando catálogos estelares anteriores ou realizando novas observações.

"Combinando todos estes dados, descobrimos que seis estrelas podem ser traçadas até ao Centro Galáctico, todas com velocidades acima dos 360 km/s," explica Tommaso.

Ainda mais importante, os cientistas conseguiram examinar uma população diferente das 20 estrelas já conhecidas: as estrelas recém-identificadas têm todas massas inferiores, semelhantes à massa do nosso Sol.

Uma das seis estrelas parece viajar tão depressa, a mais de 500 km/s, que já não está vinculada gravitacionalmente à Via Láctea, pelo que eventualmente deixará de pertencer à nossa Galáxia. Mas as outras estrelas, ligeiramente mais lentas, são talvez ainda mais fascinantes, pois os cientistas estão ansiosos por aprender o que as desacelerou - a matéria escura e invisível que se pensa permear a Via Láctea também poderá ter desempenhado um papel.

Embora o novo programa tenha sido optimizado para procurar estrelas aceleradas no centro da Galáxia, também identificou cinco das estrelas fugitivas mais tradicionais, que devem as suas altas velocidades a encontros estelares noutros lugares da Via Láctea.

"Este resultado mostra o grande potencial do Gaia, abrindo novas vias para investigar a estrutura e a dinâmica da nossa Galáxia," comenta Anthony Brown da Universidade de Leiden, coautor do estudo e presidente do Consórcio de Processamento e Análise dos Dados do Gaia.

Os cientistas estão ansiosos por usar os dados do próximo lançamento do Gaia, planeado para abril de 2018 e que vai incluir distâncias e movimentos, no céu, para mais de mil milhões de estrelas, bem como velocidades para um subconjunto.

Trabalhar com mil milhões de estrelas, ao invés das duas milhões exploradas até agora, é um desafio enorme, de modo que a equipa está ocupada a atualizar o programa para lidar com um catálogo tão grande a fim de descobrir as muitas estrelas velozes potencialmente escondidas nos dados.

"O grande número de estrelas analisadas pelo Gaia é uma oportunidade excitante, mas também desafiante, para os astrónomos, e estamos satisfeitos por ver que estão a abraçar o desafio," comenta Timo Prusti, cientista do projeto Gaia da ESA.

Links:

Cobertura da missão Gaia pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
17/02/2017 - Estrelas desaparecidas da vizinhança solar revelam velocidade do Sol e distância do Centro da Via Láctea
10/02/2017 - Nuvens de Magalhães estão ligadas por uma "ponte" de estrelas
16/09/2016 - O mapa de mil milhões de estrelas do Gaia sugere um tesouro vindouro
28/08/2015 - O primeiro ano de observações científicas do Gaia
07/07/2015 - Contando estrelas com o Gaia
21/01/2014 - Dados do Gaia-ESO mostram que Via Láctea pode ter sido formada de dentro para fora
20/12/2013 - Lançamento do Observatório Gaia

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
PHYSORG

Via Láctea:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

Sagitário A*:
Wikipedia

Gaia:
ESA
ESA - 2
Arquivo de dados do Gaia
SPACEFLIGHT101
Wikipedia

Satélite Hipparcos:
ESA
Wikipedia

 
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  Nascimento de uma estrela despoletou outro nascimento estelar (via NRAO)
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Betelgeuse, pelo ALMA
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/E. O'Gorman/P. Kervella
(clique na imagem para ver versão maior)
 
Esta mancha laranja mostra a estrela próxima Betelgeuse, captada pelo ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array). É a primeira vez que o ALMA observa a superfície de uma estrela e esta primeira tentativa resultou na imagem de mais alta resolução de Betelgeuse até agora. Betelgeuse é uma das maiores estrelas atualmente conhecidas - com um raio cerca de 1400 vezes maior do que o do Sol no contínuo milimétrico. A cerca de 600 anos-luz de distância na direção da constelação de Orionte, a supergigante vermelha é muito brilhante, o que faz com que tenha uma vida curta. A estrela tem apenas mais ou menos oito milhões de anos, mas já está à beira de se tornar uma supernova. Quando isso acontecer, a explosão resultante será visível da Terra, mesmo em plena luz do dia. A estrela tem sido observada em muitas frequências, particularmente no visível infravermelha e ultravioleta. Usando o VLT do ESO, os astrónomos descobriram uma vasta pluma de gás quase tão grande como o nosso Sistema Solar. Os astrónomos também descobriram uma bolha gigante à superfície de Betelgeuse. Estas características ajudam a explicar como a estrela "derrama" gás e poeira a velocidades incríveis. Na imagem, o ALMA observe o gás quente da cromosfera inferior de Betelgeuse em comprimentos de onda milimétricos - onde aumentos localizados de temperatura explicam porque não é simétrica.
 

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