Dia 03/05: 123.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1715, durante um eclipse na Inglaterra, Edmond Halley é o primeiro a registar o fenómeno mais tarde conhecido por Contas de Baily (há quem diga que Francis Baily foi o primeiro a notar estes efeitos mais tarde em 1836, daí o seu nome). Também observa proeminências vermelhas e brilhantes e a assimetria este-oeste na coroa, que atribui a uma atmosfera na Lua ou no Sol. Este eclipse tinha sido previsto por Halley com uma precisão de 4 minutos. Observações: Três estrelas de magnitude zero brilham no céu noturno em maio: Arcturo, bem alta a sudeste, Vega bem baixo a nordeste e Capella a noroeste. Parecem tão brilhantes porque cada uma é pelo menos 60 vezes mais luminosa que o Sol, e porque estão relativamente perto: 37, 25 e 42 anos-luz de distância, respetivamente.
Dia 04/05: 124.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1989 era lançada a missão Magalhães para Vénus.
O seu objetivo era obter imagens de alta-resolução de toda a superfície do planeta. Tempo de duração da viagem: 1 ano, 3 meses e 6 dias. Depois uma missão carregada de êxitos, ordenou-se à sonda para penetrar na densa atmosfera do planeta a 11 de outubro de 1994. Observações: Trânsito da sombra de Io, entre as 04:55 e as 07:09.
Lua Nova, pelas 23:45.
Dia 05/05: 125.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1961, Alan Shepard torna-se o primeiro norte-americano no espaço, a bordo da nave Freedom 7.
O seu voo sub-orbital dura 15 minutos. Observações: Eclipse de Io, entre as 02:14 e as 04:21.
Vega é a estrela mais brilhante, perto do horizonte a nordeste, tarde, por estas noites. A 14º (cerca de punho e meio à distância do braço esticado) para cima e para a esquerda de Vega está Eltanin, o nariz do Dragão. Mais perto e para cima e para a esquerda de Eltanin estão as três estrelas mais ténues que perfazem a cabeça de Dragão, também chamada Lozenge. Dragão aponta sempre o seu nariz para Vega. A estrela mais ténue da cabeça de Dragão, oposta a Eltanin, é Nu Draconis, de 4.ª magnitude. É uma estrela dupla de brilho igual, ideal para binóculos ou pequenos telescópios (separação de 61 segundos de arco).
Dia 06/05: 126.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1872, nascia Willem de Sitter, matemático, físico e astrónomo holandês.
Fez grandes contribuições para o campo da cosmologia física. Foi coautor, juntamente com Einstein, de um artigo onde explicavam que deveria existir grandes quantidades de matéria que não emitia luz, atualmente chamada matéria escura. É também famoso pela sua pesquisa sobre o planeta Júpiter. Observações: Durante estas noites de primavera, a longa mas ténue serpente marinha, Hidra, desliza pelo céu a sul. Encontre a sua cabeça, um asterismo bem fraco com aproximadamente o tamanho do polegar à distância do braço esticado, para sudoeste (está para baixo e para a direita de Régulo, a cerca de dois punhos à distância do braço esticado. Também, uma linha de Castor, passando por Pollux, aponta para lá a cerca de 2,5 punhos à distância do braço esticado). Para baixo e para a esquerda está o coração de Hidra, a alaranjada Alphard. A cauda de Hidra estica-se até Balança a sudeste. O padrão atual de Hidra, desde a cabeça até à ponta da cauda, mede 95º.
Curiosidades
O Smithsonian disponibilizou uma nova experiência online interativa que permite que os utilizadores explorem uma visualização tridimensional (3D) do remanescente de uma supernova: http://s.si.edu/supernova
Investigadores encontram água em amostras do asteroide Itokawa
Imagem do asteroide Itokawa, obtida em 2005 pela sonda Hayabusa a 8 km de distância.
Crédito: JAXA
Dois cosmoquímicos da Universidade Estatal do Arizona fizeram as primeiras medições de água presente em amostras obtidas da superfície de um asteroide. As amostras vieram do asteroide Itokawa e foram recolhidas pela sonda espacial japonesa Hayabusa.
As descobertas da equipa sugerem que os impactos iniciais na história da Terra, por asteroides semelhantes, podem ter fornecido até metade da água dos oceanos do planeta.
"Descobrimos que as amostras que examinámos foram enriquecidas com água em comparação com a média dos objetos do Sistema Solar interior," disse Ziliang Jin. Pós-doutorado na Escola de Exploração da Terra e do Espaço da mesma universidade, Jin é o autor principal de um artigo publicado na edição de 1 de maio da revista Science Advances. Maitrayee Bose é coautora do artigo, professora assistente na mesma escola.
"Foi um privilégio que a JAXA, a agência espacial japonesa, estivesse disposta a partilhar cinco partículas do Itokawa com um investigador norte-americano," disse Bose.
A ideia da equipa de procurar água nas amostras do Itokawa foi uma surpresa para o projeto Hayabusa.
"Até que o propusemos, ninguém tinha pensado em procurar água," comentou Bose. "Fico feliz por informar que o nosso pressentimento valeu a pena."
Em duas das cinco partículas, a equipa identificou o mineral piroxénio. Em amostras terrestres, as piroxenas possuem água na sua estrutura cristalina. Bose e Jin suspeitavam que as partículas de Itokawa também pudessem ter traços de água, mas queriam saber exatamente quanto. Itokawa teve uma história difícil envolvendo aquecimento, múltiplos impactos, choques e fragmentação. Estes eventos teriam aumentado a temperatura dos minerais e expulsado a água.
As duas partículas estudadas por Jin e Bose são minúsculas: para comparação, um cabelo humano tem 100 a 500 micrómetros em diâmetro. O instrumento NanoSIMS tornou possível extrair informação sobre o conteúdo de água das partículas.
Crédito: Z. Jin e M. Bose/ASU/JAXA
Para estudar as amostras, cada uma com cerca de metade da espessura de um fio de cabelo humano, a equipa usou o espectrómetro NanoSIMS (Nanoscale Secondary Ion Mass Spectrometer) da Universidade Estatal do Arizona, que pode medir grãos minúsculos com grande sensibilidade.
As medições do NanoSIMS revelaram que as amostras eram inesperadamente ricas em água. Também sugerem que até asteroides nominalmente secos, como o Itokawa, podem de facto albergar mais água do que os cientistas supunham.
Mundo fragmentado
Itokawa é um asteroide em forma de amendoim com cerca de 550 metros de comprimento e 210 a 300 de largura. Orbita a nossa estrela a cada 18 meses a uma distância média 1,3 vezes a distância entre a Terra o Sol. Parte do percurso do Itokawa leva-o para dentro da órbita da Terra e, na sua parte mais distante, alcança um pouco além da de Marte.
Com base no espectro do Itokawa, obtido a partir de telescópios terrestres, os cientistas planetários colocam-no na classe S. Isto liga-os aos meteoritos rochosos, que se pensa serem fragmentos de asteroides do tipo S quebrados em colisões.
"Os asteroides do tipo S são dos objetos mais comuns na cintura de asteroide," disse Bose. "Formaram-se originalmente a uma distância do Sol de aproximadamente um-terço a três vezes a distância da Terra." Ela acrescentou que, embora sejam pequenos, estes asteroides mantiveram a água e outros materiais voláteis com que se formaram.
Na estrutura, Itokawa assemelha-se a um par aglomerado de destroços. Tem dois lóbulos principais, cada um repleto de pedregulhos, mas com densidades gerais diferentes, enquanto entre os lóbulos está uma secção mais estreita.
Jin e Bose realçam que o Itokawa de hoje é o remanescente de um corpo maior com pelo menos 19 km de diâmetro que, em algum momento, foi aquecido a 530-815 graus Celsius. O corpo principal sofreu vários choques grandes de impactos, com um último evento que finalmente o fragmenta. No rescaldo, dois dos fragmentos fundiram-se e formaram o Itokawa de hoje, que atingiu o seu tamanho e forma atuais há cerca de 8 milhões de anos.
"As partículas que analisámos vieram de uma parte do Itokawa chamada Mar Muses," disse Bose. "É uma área do asteroide que é lisa e está coberta de poeira."
Jin acrescentou: "embora as amostras tenham sido recolhidas à superfície, não sabemos onde esses grãos estavam no corpo original. O nosso melhor palpite é que estavam enterrados a mais de 100 metros de profundidade."
Ele acrescenta que, apesar da catastrófica fragmentação do corpo maior, e apesar da exposição dos grãos da amostra à radiação e aos impactos por micrometeoritos à superfície, os minerais ainda mostram evidências de água que não foi perdida para o espaço.
Além disso, "os minerais têm composições isotópicas de hidrogénio que são indistinguíveis da Terra," disse Jin.
"Isto significa que os asteroides do tipo S e os corpos parentes dos condritos comuns são provavelmente uma fonte crucial de água e de vários outros elementos para os planetas terrestres," explicou Bose.
Ela acrescentou: "e só podemos dizer isto graças às medições isotópicas 'in-situ' das amostras trazidas do rególito de asteroides - a sua poeira superficial e rochas.
"Isto torna estes asteroides alvos de alta prioridade para exploração."
Ziliang Jin (esquerda) e Maitrayee Bose preparam as amostras do Itokawa para análise na Universidade Estatal do Arizona. Bose está a construir um laboratório limpo na Universidade Estatal do Arizona que, juntamente com o NanoSIMS, será a primeira instalação do tipo, numa universidade pública, capaz de analisar grãos de poeira oriundos de outros corpos do Sistema Solar.
Crédito: Z. Jin e M.Bose/ASU
Procurando amostras
Bose explicou que está a construir um laboratório limpo na Universidade Estatal do Arizona que, juntamente com o NanoSIMS, será a primeira instalação do tipo, numa universidade pública, capaz de analisar grãos de poeira oriundos de outros corpos do Sistema Solar.
Outra missão japonesa, Hayabusa2, está atualmente no asteroide Ryugu, onde vai recolher amostras e transportá-las para a Terra em dezembro de 2020.
Para os cientistas planetários e cosmoquímicos que estão a construir uma imagem de como o Sistema Solar se formou, os asteroides são um grande recurso. Como restos dos materiais de construção do sistema planetário, variam muito entre si enquanto preservam materiais do início da história do Sistema Solar.
"Missões de retorno de amostras são obrigatórias se quisermos fazer um estudo aprofundado de objetos planetários," disse Bose.
"A missão Hayabusa ao Itokawa expandiu o nosso conhecimento dos conteúdos voláteis dos corpos que ajudaram a formar a Terra," acrescentou. "Não seria surpreendente encontrar mecanismos similares de produção de água para exoplanetas rochosos em torno de outras estrelas."
Cientistas aprofundam conhecimentos sobre buraco negro que "cospe"
Dados do observatório de alta energia, Integral, da ESA, ajudaram a esclarecer o funcionamento de um misterioso buraco negro que se encontra a lançar "balas" de plasma enquanto gira no espaço.
O buraco negro faz parte de um sistema binário conhecido como V404 Cygni e está a sugar material de uma estrela companheira. Encontra-se na nossa Via Láctea, a cerca de 8000 anos-luz da Terra, e foi identificado pela primeira vez em 1989, quando provocou um enorme surto de radiação altamente energética e de material.
Após 26 anos de dormência, acordou novamente em 2015, tornando-se por um curto período de tempo o objeto mais brilhante no céu observável em raios-X altamente energéticos. Com base em dados recolhidos durante este surto, os cientistas pensam que a parte interna do disco de acreção está inclinada em relação ao resto do sistema, provavelmente devido à rotação do buraco negro que está inclinada em relação à órbita da estrela companheira.
Uma animação dos jatos em precessão e do fluxo de acreção em V404 Cygni pode ser vista aqui.
Crédito: ICRAR
Dados do observatório de alta energia, Integral, da ESA, ajudaram a esclarecer o funcionamento de um misterioso buraco negro que se encontra a lançar "balas" de plasma enquanto gira no espaço.
O buraco negro faz parte de um sistema binário conhecido como V404 Cygni e está a sugar material de uma estrela companheira. Encontra-se na nossa Via Láctea, a cerca de 8000 anos-luz da Terra, e foi identificado pela primeira vez em 1989, quando provocou um enorme surto de radiação altamente energética e de material.
Após 26 anos de dormência, acordou novamente em 2015, tornando-se por um curto período de tempo o objeto mais brilhante no céu observável em raios-X altamente energéticos.
Astrónomos de todo o mundo apontaram os seus telescópios terrestres e espaciais na direção do objeto celeste e descobriram que o buraco negro estava a comportar-se de maneira um tanto ou quanto estranha.
Um novo estudo, com base em dados recolhidos durante a explosão de 2015, revelou agora o funcionamento interno desse monstro cósmico. Os resultados foram divulgados na revista Nature.
"Durante a explosão observámos detalhes das emissões dos jatos quando o material é expelido a uma velocidade muito alta da vizinhança do buraco negro," diz Simone Migliari, astrofísica da ESA e coautora do artigo.
"Podemos ver os jatos disparados em várias direções numa escala de tempo de menos de uma hora, o que significa que as regiões internas do sistema estão a girar muito depressa."
Impressão de artista de um buraco negro a acretar material de uma estrela companheira. O buraco negro faz parte de um sistema binário conhecido como V404 Cygni e está a sugar material de uma estrela companheira. Encontra-se na nossa Via Láctea, a cerca de 8000 anos-luz da Terra, e foi identificado pela primeira vez em 1989, quando provocou um enorme surto de radiação altamente energética e de material.
Após 26 anos de dormência, acordou novamente em 2015, tornando-se por um curto período de tempo o objeto mais brilhante no céu observável em raios-X altamente energéticos. Com base em dados recolhidos durante este surto, os cientistas pensam que a parte interna do disco de acreção está inclinada em relação ao resto do sistema, provavelmente devido à rotação do buraco negro que está inclinada em relação à órbita da estrela companheira.
Uma animação dos jatos em precessão e do fluxo de acreção em V404 Cygni pode ser vista aqui.
Crédito: ICRAR
Normalmente, os astrónomos observam os jatos disparados diretamente dos polos dos buracos negros, perpendicularmente ao disco circundante de material que é acretado da estrela companheira.
Anteriormente, havia apenas um buraco negro observado com um jato giratório. No entanto, estava a girar muito mais lentamente, completando um ciclo a cada seis meses.
Os astrónomos puderam observar os jatos de V404 Cygni no rádio recorrendo a telescópios como o VLBA (Very Long Baseline Array) nos EUA.
Entretanto, dados de raios-X altamente energéticos obtidos pelo Integral e por outros observatórios espaciais ajudaram a descodificar o que estava a acontecer ao mesmo tempo dentro da região interna do disco de acreção com 10 milhões de quilómetros de diâmetro. Isto foi importante, já que é a mecânica do disco que provoca o comportamento estranho do jato.
"V404 Cygni é diferente pois achamos que o disco de material e o buraco negro estão desalinhados," diz o professor James Miller-Jones, do ICRAR (International Centre for Radio Astronomy Research) e da Universidade Curtin, na Austrália, que é o principal autor do novo artigo científico.
"Parece estar a fazer com que a parte interna do disco oscile como um pião que está a desacelerar, e dispara jatos em direções diferentes conforma muda de orientação."
Durante a explosão, uma grande quantidade do material circundante estava a cair no buraco negro de uma só vez, aumentando temporariamente a taxa de acreção do material do disco em direção ao buraco negro e resultando num súbito surto energético. Isto foi visto pelo Integral como um aumento repentino na emissão de raios-X.
As observações do Integral foram usadas para estimar a energia e a geometria da acreção para o buraco negro, o que por sua vez foi crucial para entender a ligação entre o material que entra e o que sai para criar uma imagem completa da situação.
O observatório Integral da ESA é capaz de detetar explosões de raios-gama, o fenómeno mais energético do Universo.
Crédito: ESA/Medialab
"Com o Integral, pudemos observar V404 Cygni continuamente durante 4 semanas, enquanto outros satélites de alta energia só podiam obter exposições mais curtas," explica Erik Kuulkers, cientista do projeto Integral na ESA.
"Os dados de raios-X suportam um modelo em que a parte interna do disco de acreção está inclinada em relação ao resto do sistema, provavelmente devido à rotação do buraco negro, inclinado em relação à órbita da estrela companheira," explica Simone.
Os cientistas têm vindo a estudar o que provocou este estranho desalinhamento. Uma possibilidade é que o eixo de rotação do buraco negro pode ter sido inclinado pelo "pontapé" recebido durante a explosão da supernova que o criou.
"Os resultados encaixam num cenário, também estudado em simulações computacionais recentes, onde o fluxo de acreção na vizinhança do buraco negro e os jatos podem girar juntos," diz Erik.
"Devemos esperar dinâmicas semelhantes em qualquer buraco negro com forte acreção cuja rotação está desalinhada com o influxo de gás, e temos que levar em conta os diferentes ângulos de inclinação do jato ao interpretar observações de buracos negros em todo o Universo."
InSight captura nascer e pôr-do-Sol em Marte (via NASA)
O "lander" da NASA capturou uma série de imagens do nascer e do pôr-do-Sol. As fotos foram obtidas por uma câmara no braço robótico do módulo nos dias 24 e 25 de abril, o 145.º dia marciano, ou sol, da missão. Como bónus, uma câmara sob o convés do "lander" também avistou nuvens que vagueavam pelo céu marciano ao pôr-do-Sol. Ler fonte
Observando Gaia a partir da Terra para melhorar os seus mapas estelares (via ESA)
Enquanto a missão Gaia da ESA examina mais de mil milhões de estrelas a partir do espaço, os astrónomos monitorizam regularmente a posição do satélite no céu com telescópios espalhados pelo mundo, incluindo o ESO no Chile, para refinar ainda mais a órbita do Gaia e, em última análise, melhorar a precisão do seu censo estelar. Ler fonte
Cientistas planeiam "flyby" por asteroide em 2029 (via NASA)
No dia 13 de abril de 2029, um ponto de luz vai riscar o céu, ficando cada vez mais brilhante e rápido. A determinado ponto vai viajar mais do que o diâmetro da Lua Cheia em 1 minuto e ficar tão brilhante quanto as estrelas da Ursa Menor. Mas não é um satélite ou um avião - é o asteroide 99942 Apophis, com 340 metros, passando a 31.000 km da superfície da Terra. É equivalente à distância que alguns objetos artificiais feitos pelo Homem orbitam a Terra. Ler fonte
Álbum de fotografias - Meteoro Falha Galáxia
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Aman Chokshi
A galáxia nunca esteve em perigo. Por um lado, a Galáxia do Triângulo (M33), na imagem, é muito maior do que o pequeno grão à cabeça do meteoro. Por outro, a galáxia está muito mais distante - neste caso 3 milhões de anos-luz em comparação com apenas 0,0003 segundos-luz. Mesmo assim, o percurso do meteoro levou-o angularmente abaixo da galáxia. Além disso, o vento alto na atmosfera da Terra soprou o rasto brilhante e evaporante do meteoro para longe da galáxia, em projeção angular. Ainda assim, o astrofotógrafo teve a sorte de capturar tanto um meteoro quanto uma galáxia numa única exposição - que foi posteriormente adicionada a duas outras imagens de M33 a fim de realçar as cores da galáxia espiral. No final, o meteoro desapareceu num segundo, mas a galáxia durará milhares de milhões de anos.
Centro Ciência Viva do Algarve
Rua Comandante Francisco Manuel
8000-250, Faro
Portugal
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt
Centro Ciência Viva de Tavira
Convento do Carmo
8800-311, Tavira
Portugal
Telefone: 281 326 231 | Telemóvel: 924 452 528
E-mail: geral@cvtavira.pt
Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um caráter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML e classes CSS - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente de webmail suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook ou outras apps para leitura de mensagens eletrónicas.
Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve e do Centro Ciência Viva de Tavira. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando o webmaster.