O Centro Ciência Viva do Algarve irá realizar, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Tavira, uma sessão de observação da Lua na seguinte data: Data: 7 de novembro de 2025 Hora: 20:00 - 22:00 Local: Parque de Lazer das Figuras, frente ao Fórum Algarve
A sessão é gratuita e não sujeita a marcação. Participe!
A realização desta atividade está dependente das condições atmosféricas.
Participe!
Informações: 289 890 920 | info@ccvalg.pt
EFEMÉRIDES
DIA 31/10: 304.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1992, o Vaticano (Papa João Paulo II) anuncia que a Igreja Católica errou em condenar Galileu, que afirmava que a Terra não era o centro do Universo.
Em 2000, lançamento da Soyuz TM-31, transportando a primeira tripulação residente da Estação Espacial Internacional. A ISS permanece tripulada continuamente desde aí.
Em 2014, durante um voo de testes da VSS Enterprise, um veículo espacial da Virgin Galactic fragmenta-se catastroficamente e despenha-se no Deserto do Mojave, Califórnia. HOJE, NO COSMOS:
O Halloween este ano encontra a Lua a sul com o amarelado planeta Saturno para a sua esquerda (a quase dois punhos à distância do braço esticado). Para baixo do nosso satélite natural brilha a solitária estrela Fomalhaut.
DIA 01/11: 305.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1962, lançamento da Mars 1. No dia 21 de março de 1963, quando a sonda estava a 106.760.000 km da Terra, as comunicações falham. Orbita agora o Sol.
Em 1963, é inaugurado oficialmente o Observatório de Arecibo em Porto Rico.
Foi o maior radiotelescópio já construído até julho de 2016, quando o chinês FAST tomou o seu lugar. HOJE, NO COSMOS:
Pouco antes do amanhecer, consegue avistar Espiga para a direita e um pouco para baixo de Vénus? Estão separados por cerca de 3,7º. A estrela, de magnitude 1,0, tem apenas 1% do brilho de Vénus, com magnitude -3,9. Use binóculos! Espiga terminou há muito pouco tempo a sua conjunção solar. Provavelmente nunca a viu nesta altura do ano!
DIA 02/11: 306.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1885, nascimento de Harlow Shapley, pioneiro americano na determinação da distância das estrelas, enxames e do centro da Via Láctea.
Corajosamente e corretamente afirmava que os enxames globulares encontravam-se à volta da Galáxia e que esta era muito maior do que inicialmente se pensava, centrada a milhares de anos-luz na direção de Sagitário. Foi diretor do Observatório de Harvard durante muitos anos.
Em 1917, inauguração do telescópio de 100 polegadas do Monte Wilson.
Em 2000, chegava à ISS a primeira tripulação residente, a bordo da Soyuz TM-31. A ISS tem sido tripulada continuamente desde aí. HOJE, NO COSMOS:
Se repetir a madrugadora observação de ontem de Espiga e Vénus, poderá discernir que o par está um pouco mais "apertado", separados agora por 3,5º.
A Lua brilha perto de Saturno. Observe os dois astros a aproximarem-se um do outro ao longo da noite, desde o anoitecer até que se ponham a oeste por volta das 3 ou 4 da manhã de dia 3.
DIA 03/11: 307.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1957, primeira forma de vida e morte terrestre no espaço: a cadela Laika é lançada a bordo do soviético Sputnik 2.
Até 2002, pensava-se que ela tinha morrido depois de uma semana em órbita. Mas nesse ano foi tornada pública a verdadeira causa e hora da sua morte: a Laika morreu em poucas horas devido a demasiado calor, possivelmente provocado por uma falha do componente R-7 em separar-se da carga.
Em 1973 era lançada a Mariner 10. Chegou a Vénus a 5 de fevereiro de 1974, maior aproximação a 5700 km. Devolveu imagens do topo das nuvens venusianas. A 29 de março de 1974, torna-se na primeira sonda a alcançar Mercúrio. HOJE, NO COSMOS:
Vega é a estrela mais brilhante alta a oeste depois do cair da noite. Para a sua direita, ou para baixo e para a sua direita, a cerca de 14º (quase um punho e meio à distância do braço esticado), procure Eltanin, o nariz do Dragão. O resto da cabeça da constelação fica um pouco para trás. Dragão olha sempre para Vega enquanto giram pelo céu.
As estrelas da constelação a que Vega pertence, Lira - também ténues - estendem-se de Vega 7º para o lado oposto ao da cabeça de Dragão.
Mais longe nessa mesma direção, poderá ver que aponta para Altair. Esta linha é o segmento de baixo do Triângulo de Verão.
Uma nova e ampla visão rádio da Via Láctea
Em cima, a vista GLEAM/GLEAM-X da Via Láctea. Em baixo, a mesma área da Via Láctea em luz visível para efeitos de comparação. Clique aqui para ver apenas a imagem rádio; aqui para fazer download da imagem com resolução total (nota: este ficheiro PNG tem 233,4 MB).
Crédito: cima - S. Mantovanini e equipa GLEAM-X; baixo - Axel Mellinger, milkywaysky.com
Esta nova e espetacular imagem capta a vista do hemisfério sul da nossa Galáxia, a Via Láctea, revelando-a através de uma vasta gama de comprimentos de onda rádio, ou "cores" da luz rádio. Esta imagem oferece aos astrónomos novas formas de explorar o nascimento, a evolução e a morte das estrelas na nossa Galáxia.
Silvia Mantovanini, estudante de doutoramento no polo do ICRAR (International Centre of Radio Astronomy Research) da Universidade Curtin, dedicou 18 meses e cerca de 1 milhão de horas de CPU à construção da imagem, utilizando os supercomputadores do Centro de Supercomputação Pawsey para processar e compilar os dados de dois levantamentos exaustivos.
Os levantamentos foram efetuados com o telescópio MWA (Murchison Widefield Array) do MRO (Murchison Radio-astronomy Observatory) da CSIRO (Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation), situado na Austrália Ocidental. Estes foram os levantamentos GLEAM (GaLactic and Extragalactic All-sky MWA) e GLEAM-X (GLEAM eXtended), respetivamente realizados durante 28 noites em 2013 e 2014, e 113 noites de 2018 a 2020.
A nova imagem, que se concentra na nossa própria Galáxia, oferece o dobro da resolução, dez vezes a sensibilidade e cobre o dobro da área em comparação com a imagem anterior do GLEAM divulgada em 2019. Esta melhoria significativa na resolução, sensibilidade e cobertura do céu permite um estudo mais detalhado e compreensivo da Via Láctea, proporcionando aos astrónomos uma riqueza de novos dados e conhecimentos.
"Esta imagem vibrante oferece uma perspetiva sem paralelo da nossa Galáxia a baixas frequências de rádio", afirmou Mantovanini. "Fornece informações valiosas sobre a evolução das estrelas, incluindo a sua formação em várias regiões da Galáxia, o modo como interagem com outros objetos celestes e, finalmente, o seu desaparecimento".
A investigação de Mantovanini centra-se nos remanescentes de supernova, as nuvens em expansão de gás e energia deixadas para trás quando uma estrela explode no fim da sua vida. Embora até agora tenham sido descobertas centenas destes remanescentes, os astrónomos suspeitam que existam milhares de outros à espera de serem encontrados.
A imagem permite-lhes distinguir entre o gás que rodeia as novas estrelas e o que é deixado pelas estrelas que morreram, revelando padrões mais claros na paisagem cósmica. "É possível identificar claramente os restos de estrelas que explodiram, representados por grandes círculos vermelhos. As regiões azuis mais pequenas indicam berçários estelares onde se estão a formar ativamente novas estrelas", disse Mantovanini.
O telescópio MWA consiste em 4096 antenas em forma de aranha, localizadas em Inyarrimanha Ilgari Bundara, no MRO (Murchison Radio-astronomy Observatory) da CSIRO (Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation), Austrália Ocidental.
Crédito: ICRAR
A imagem pode também ajudar a desvendar os mistérios que rodeiam os pulsares na nossa Galáxia. Ao medir o brilho dos pulsares em diferentes frequências do GLEAM-X, os astrónomos esperam obter uma compreensão mais profunda da forma como estes enigmáticos objetos emitem ondas de rádio e onde existem na nossa Galáxia.
A professora Natasha Hurley-Walker, da mesma equipa do ICRAR, que é a investigadora principal do levantamento GLEAM-X, sublinhou que este é um grande passo em frente no estudo da estrutura da Via Láctea. "Esta imagem de baixa frequência permite-nos desvendar grandes estruturas astrofísicas na nossa Galáxia que são difíceis de visualizar a frequências mais elevadas".
"Nenhuma imagem rádio a baixa frequência de todo o Plano Galáctico Meridional tinha publicada anteriormente, o que torna este facto um marco emocionante na astronomia. Só o maior radiotelescópio do mundo, o telescópio SKA-Low do Observatório SKA, que deverá estar concluído na próxima década, na Austrália Ocidental, terá capacidade para ultrapassar esta imagem em termos de sensibilidade e resolução", concluiu a professora Hurley-Walker.
Os levantamentos envolveram centenas de horas de recolha de dados. Os investigadores do ICRAR catalogaram umas impressionantes 98.000 fontes de rádio em todo o Plano Galáctico visível a partir do hemisfério sul, apresentando uma mistura diversificada de pulsares, nebulosas planetárias, regiões HII compactas - que são nuvens de gás densas e ionizadas no espaço - e galáxias distantes não relacionadas com a Via Láctea.
Par de fusões distintas de buracos negros lança nova luz sobre a natureza da sua formação e evolução
Representação artística da fusão de um par de buracos negros.
Crédito: C. Knox/OzGrav/Universidade Swinburne de Tecnologia
As fusões, medidas com um mês de diferença em 2024 pela colaboração LIGO-Virgo-KAGRA, contribuem para a compreensão científica da natureza da formação dos buracos negros e da física fundamental.
Um par de fusões de buracos negros cósmicos distantes, medidas com apenas um mês de diferença no final de 2024, está a melhorar a forma como os cientistas compreendem a natureza e a evolução das mais violentas colisões do espaço profundo no nosso Universo. Os dados recolhidos a partir das fusões também validam, com uma precisão sem precedentes, leis fundamentais da física que foram previstas há mais de 100 anos por Albert Einstein e promovem a procura de novas e ainda desconhecidas partículas elementares com potencial para extrair energia dos buracos negros.
A primeira fusão detetada, GW241011, ocorreu a cerca de 700 milhões de anos-luz de distância e resultou da colisão de dois buracos negros com cerca de 20 e 6 vezes a massa do Sol. O maior dos buracos negros de GW241011 foi avaliado como um dos buracos negros de rotação mais rápida observados até à data. A segunda fusão, GW241110, ocorreu a cerca de 2,4 mil milhões de anos-luz de distância e envolveu buracos negros com cerca de 17 e 8 vezes a massa do Sol. Enquanto a maioria dos buracos negros observados gira na mesma direção que a sua órbita, o buraco negro primário de GW241110 girava na direção oposta à da sua órbita - um caso inédito.
Infográfico para GW241011 e GW241110.
Crédito: S. Galaudage/LVK
Curiosamente, ambas as fusões detetadas apontam para a possibilidade de se tratarem de buracos negros de "segunda geração". "GW241011 e GW241110 estão entre os eventos mais inesperados das várias centenas que a rede LIGO-Virgo-KAGRA observou", diz Stephen Fairhurst, professor da Universidade de Cardiff e porta-voz da Colaboração Científica LIGO. "Com ambos os eventos a terem um buraco negro significativamente mais massivo do que o outro e a girar rapidamente, fornecem evidências tentadoras de que estes buracos negros se formaram a partir de anteriores fusões de buracos negros". Este processo, designado por fusão hierárquica, sugere que estes sistemas se formaram em ambientes densos, em regiões como enxames de estrelas, onde é mais provável que os buracos negros se cruzem e se fundam uma e outra vez.
"Estas duas fusões de buracos negros binários oferecem-nos alguns dos conhecimentos mais interessantes acerca do início da vida dos buracos negros", disse Thomas Callister, coautor e professor assistente no Williams College. "Ensinam-nos que alguns buracos negros não existem apenas como parceiros isolados, mas provavelmente como membros de uma multidão densa e dinâmica. No futuro, a esperança é que estes eventos e outras observações nos ensinem cada vez mais sobre os ambientes astrofísicos que acolhem estas populações".
A precisão com que GW241011 foi medida também permitiu que as previsões fundamentais da teoria da relatividade geral de Einstein fossem testadas em condições extremas. A equipa de investigação encontrou uma excelente concordância com a solução de Kerr e verificou a previsão de Einstein com uma precisão sem precedentes. A descoberta teve ainda outra aplicação - na física de partículas. A observação de que o buraco negro massivo do sistema binário que produziu GW241011 continua a girar rapidamente, mesmo milhões ou milhares de milhões de anos após a sua formação, exclui uma vasta gama de massas de bosões ultraleves previstas por algumas extensões do Modelo Padrão da física de partículas.
Postais do antigo Marte: isótopos iluminam o clima marciano primitivo
O rover Curiosity da NASA tirou esta "selfie" num local apelidado de "Mary Anning", em homenagem a uma paleontóloga inglesa do século XIX. O Curiosity recolheu três amostras de rocha perfurada neste local, ao sair da região Glen Torridon, que os cientistas pensam ser um local onde as condições antigas teriam sido favoráveis à existência de vida, se é que alguma vez existiu.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS
Uma nova análise das assinaturas químicas medidas pelo rover Curiosity da NASA dá uma ideia do passado de Marte, numa época, há cerca de 3,7 mil milhões de anos, em que era mais quente e mais húmido.
Através de medições de rácios isotópicos de oxigénio, uma equipa de colaboradores, incluindo investigadores do Caltech e do JPL da NASA, descobriu que o lago que existiu na cratera Gale de Marte estava a sofrer uma evaporação significativa mais cedo do que a mineralogia e a geoquímica dos sedimentos do leito do lago sugeriam. O processo de evaporação, embora comum para nós na Terra, dá pistas importantes sobre o antigo clima marciano. A presença de assinaturas de evaporação nas composições isotópicas da água extraída de minerais de argila nas rochas marcianas indica que a atmosfera marciana era quente, mas também seca, promovendo a evaporação da água parada.
"'Quente' é relativo", diz Amy Hofmann, associada do Caltech e cientista investigadora do JPL, que o Caltech gere para a NASA. "Estamos a falar de um pouco acima do ponto de congelação, mas estava suficientemente quente para suportar potencialmente os tipos de química pré-biótica em que os astrobiólogos estão interessados. Esta foi uma altura dinâmica na história de Marte: o planeta estava no meio de uma transição climática global, mas sabemos, pelas rochas da cratera Gale, que a superfície de Marte ainda estava a sofrer meteorização química, e as águas do lago tinham um pH quase neutro e não eram particularmente salgadas. Por isso, se juntarmos a esta mistura os compostos orgânicos simples anteriormente descobertos nestas mesmas rochas, temos um ambiente local convincentemente habitável".
Hofmann é a autora principal de um novo artigo científico que descreve o estudo, publicado no passado dia 20 de outubro na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).
O estudo centra-se nos isótopos de oxigénio em vez dos isótopos de hidrogénio, mais habitualmente estudados. O projeto é o primeiro a encontrar fortes enriquecimentos de oxigénio-18 num antigo reservatório marciano de água. O oxigénio-18 é uma forma relativamente rara de oxigénio que é mais pesada do que o seu equivalente típico, o oxigénio-16, devido ao facto de ter mais dois neutrões. Quando a água se evapora, as moléculas de H2O que contêm um átomo de oxigénio mais leve tendem a ser as primeiras a desaparecer, deixando para trás água líquida com uma maior concentração de oxigénio pesado.
A equipa estudou amostras recolhidas pelo rover Curiosity entre 2012 e 2021 na região da cratera Gale de Marte. Esta depressão profunda em Marte mostra sinais de ter contido em tempos um grande lago. O rover recolheu amostras de minerais de argila, que são conhecidos por reterem com maior precisão as assinaturas isotópicas de oxigénio e hidrogénio imputadas desde o momento em que se formaram. Embora os rácios de isótopos de oxigénio na atmosfera de Marte sejam bastante semelhantes aos rácios na Terra, a água extraída dos minerais de argila mostrou um forte enriquecimento de oxigénio mais pesado. Esta descoberta indica que a evaporação estava de facto a ocorrer na cratera Gale na altura em que estes sedimentos foram depositados.
"Esta descoberta da equipa do rover Curiosity é um importante passo em frente na nossa longa luta para compreender como a água moldou a superfície de Marte de formas que nos fazem lembrar a Terra, mas que são tão diferentes nos seus pormenores e nos seus resultados", afirma o coautor John Eiler, professor de geologia e geoquímica e líder da Divisão de Ciências Geológicas e Planetárias de Caltech. "O mais importante para mim é a nova compreensão que adquirimos sobre a forma como a atmosfera mais seca e a hidrosfera em constante mudança em Marte controlavam os ciclos de vida dos seus lagos - indiscutivelmente os nossos melhores alvos para descobrir evidências de vida ou dos seus precursores químicos para além da Terra".
Preparação para amostras de Marte na Terra (via Sociedade Max Planck)
Uma equipa internacional de investigadores publicou um relatório sobre a forma como as amostras de Marte devem ser tratadas do ponto de vista científico quando chegarem à Terra. Christian Schröder, do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar, e Andreas Pack, da Universidade de Gotinga, serão os únicos representantes de instituições de investigação alemãs a participar na análise das amostras. Em laboratórios na Terra, os investigadores poderão desvendar segredos cruciais das amostras marcianas, tais como pistas sobre a existência de vida passada no planeta. O rover Perseverance da NASA já recolheu 33 amostras. Uma missão futura irá trazê-las para a Terra. Ler fonte
Álbum de fotografias NGC 6995: A Nebulosa do Morcego
Consegue ver o morcego? Ele assombra este grande plano cósmico da Nebulosa do Véu a leste. A Nebulosa do Véu propriamente dita é um grande remanescente de supernova, a nuvem de detritos em expansão resultante da explosão mortal de uma estrela massiva. Ao passo que a Nebulosa do Véu tem uma forma aproximadamente circular e cobre quase 3 graus no céu na direção da constelação do Cisne, NGC 6995, conhecida informalmente como a Nebulosa do Morcego, cobre apenas 1/2 grau, aproximadamente o tamanho aparente da Lua. Isto traduz-se em 12 anos-luz à distância estimada do Véu, a uns tranquilizadores 1400 anos-luz do planeta Terra. Na composição de dados de imagem registados através de vários filtros de banda estreita, a emissão dos átomos de hidrogénio é mostrada a vermelho e a forte emissão de átomos de oxigénio é mostrada em tons de azul. Naturalmente, na parte ocidental do Véu encontra-se outra aparição sazonal: a Nebulosa Vassoura da Bruxa.
Centro Ciência Viva do Algarve
Rua Comandante Francisco Manuel
8000-250, Faro
Portugal
Telefone: 289 890 922
Telemóvel: 962 422 093
E-mail: info@ccvalg.pt
Centro Ciência Viva de Tavira
Convento do Carmo
8800-311, Tavira
Portugal
Telefone: 281 326 231
Telemóvel: 924 452 528
E-mail: geral@cvtavira.pt
Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um caráter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML e classes CSS - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente de webmail suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook ou outras apps para leitura de mensagens eletrónicas.
Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve e do Centro Ciência Viva de Tavira. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando o webmaster.