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Edição n.º 1101
26/09 a 29/09/2014
 
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SEMANA MUNDIAL DO ESPAÇO (4 a 10 de Outubro).
O Centro Ciência Viva do Algarve associa-se às celebrações promovendo as actividades ligadas a este tema:

Sexta-feira, 3 de outubro - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS – Distância da Terra à Lua
20:30 – 22:30
Apresentação às estrelas inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia (distância da Terra à Lua) seguida de observação astronómica nocturna com telescópio e experiência em colaboração simultânea com o OASA (Observatório Astronómico de Santana, Açores) (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral, Local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/estudantes/reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

Quarta-feira, 8 de outubro - Eclipses
10:00 – 11:30
Em dia de eclipse lunar não visível em Portugal, esta atividade que explora como os eclipses ocorrem.
Público: grupos escolares do 7º ano
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.

Sexta-feira, 10 de outubro - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS - especial Foguetões
20:30 – 22:30
Apresentação às estrelas inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia (Como lançar um satélite para o espaço) seguida de observação astronómica nocturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral, local: Centro Ciência Viva do Algarve, Rua Comandante Francisco Manuel, Faro.
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/estudantes/reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922

 
EFEMÉRIDES

Dia 26/09: 269.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1580, Sir Francis Drake completa a sua circumnavegação da Terra.

Observações: Por volta das 20-21 horas, procure Fomalhaut, a solitária Estrela de Outono e de primeira magnitude, cintilando pouco acima do horizonte a Sudeste. Estará mais alto a Sul por volta da meia-noite.

Dia 27/09: 270.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1905, a revista de Física, Annalen der Physik, recebe o artigo de Einstein, "A inércia de um corpo depende de seu conteúdo de energia?", introduzindo a equação E=mc^2
Em 2003 era lançada a sonda da ESASmart-1, a primeira tentativa de lançar naves espaciais de baixo custo.
Em 2007, a NASA lança a sonda Dawn, com destino Vesta e Ceres, os dois maiores membros da cintura de asteróides.

Em 2008, o astronauta da agência espacial chinesa CNSA, Zhai Zhigang, torna-se no primeiro chinês a fazer um passeio espacial enquanto voava na Shenzhou 7.
Observações: Baixos a Sudoeste ao lusco-fusco, Marte e Antares estão separados por apenas 3º esta noite e amanhã (Domingo). Entretanto, para a sua direita, a Lua Crescente flutua poucos graus para baixo e para a direita de Saturno.

Dia 28/09: 271.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1860, nascia Paul Ulrich Villard, físico e químico francês, que descobriu os raios-gama em 1900 enquanto estudava a radiação emanada pelo elemento químico rádio.
Em 1999, o Observatório de Raios-X Chandra da NASA anuncia uma espectacular imagem da Nebulosa do Caranguejo, os espectaculares restos de uma explosão estelar, revelando algo ainda nunca visto.

O brilhante anel à volta do coração da nebulosa são ondas de partículas altamente energéticas que parecem ter sido expulsas a uma distância de 1 ano-luz da estrela central, e os jactos de partículas afastam-se da estrela de neutrões numa direcção perpendicular à espiral.
Em 2008, a SpaceX lança sua a primeira nave espacial privada, a Falcon 1, para órbita.
Observações: Antares encontra-se para a esquerda da Lua ao anoitecer.

Dia 29/09: 272.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1954 é assinada a convenção que estabelece o CERN.
Em 1962 era lançado o Alouette 1, o primeiro satélite canadiano.
Em 1988 era lançada a missão STS-26 do vaivém Discovery.

Marca o resumo das missões depois do acidente 1986 51-L do vaivém Challenger. Duração da missão: 97 horas e 11 minutos.
Em 2004, o asteróide 4179 Toutatis passa a quatro distâncias lunares da Terra. No mesmo ano, a nave SpaceShipOne de Burt Rutan faz o seu primeiro voo espacial, dos dois necessários para ganhar o Ansari X Prize.
Observações: Ao anoitecer, a Lua encontra-se para cima de Marte. Marte, por sua vez, encontra-se para cima de Antares. Os três astros formam quase uma linha.

 
CURIOSIDADES


Todos os planetas do nosso Sistema Solar cabem dentro do planeta Júpiter.

 
TELESCÓPIOS ENCONTRAM CÉUS LIMPOS E VAPOR DE ÁGUA EM EXOPLANETA
Um planeta do tamanho de Neptuno com uma atmosfera limpa passa em frente da sua estrela nesta impressão de artista. Estes trânsitos são observados por telescópios como o Hubble e Spitzer para recolher mais informações sobre as atmosferas dos planetas.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Astrónomos usaram dados de três telescópios espaciais - Hubble, Spitzer e Kepler - para descobrir céus limpos e vapor de água fumegante num planeta gasoso para lá do nosso Sistema Solar. O planeta é aproximadamente do tamanho de Neptuno, e assim sendo é o planeta mais pequeno onde foram detectadas moléculas de qualquer espécie.

"Esta descoberta é um marco importante no caminho para finalmente analisar a composição atmosférica de planetas mais pequenos e rochosos como a Terra," afirma John Grunsfeld, administrador assistente do Directorado para Missões Científicas da NASA em Washington. "Estas conquistas só são possíveis hoje com as capacidades combinadas destes observatórios únicos e poderosos."

As nuvens na atmosfera de um planeta podem bloquear a vista de moléculas que revelam informação acerca da história e composição do planeta. A descoberta de céus limpos num planeta com o tamanho de Neptuno é um bom sinal de que planetas mais pequenos podem ter igualmente boa visibilidade.

"Quando os astrónomos observam à noite com telescópios, dizem 'céus limpos' para significar boa sorte," comenta Jonathan Fraine da Universidade de Maryland em College Park, autor principal de um novo estudo publicado na revista Nature. "Neste caso, encontrámos céus limpos num planeta distante. Para nós isto é ter sorte porque significa que as nuvens não bloqueiam a observação de moléculas de água."

Os cientistas ficaram entusiasmados por descobrir céus limpos num planeta relativamente pequeno, com aproximadamente o tamanho de Neptuno, usando o poder combinado dos telescópios espaciais Hubble, Spitzer e Kepler.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O planeta, HAT-P-11b, está classificado como um exo-Neptuno - um planeta do tamanho de Neptuno que orbita a estrela HAT-P-11. Está localizado a 120 anos-luz de distância na direcção da constelação de Cisne. Este planeta orbita mais perto da sua estrela do que Neptuno do Sol, completando uma volta a cada cinco dias, aproximadamente. É um mundo quente que se pensa ter um núcleo rochoso e uma atmosfera gasosa. Não se sabia muito mais sobre a composição do planeta, ou de outros exo-Neptuno como este, até agora.

Parte do desafio em analisar as atmosferas de planetas como este é o seu tamanho. Planetas maiores e semelhantes a Júpiter são mais fáceis de observar devido ao seu tamanho e às suas atmosferas relativamente inflacionadas. De facto, os cientistas já detectaram vapor de água nas atmosferas desses planetas. O punhado de planetas mais pequenos observados anteriormente provaram ser mais difíceis de estudar, parcialmente porque todos pareciam estar escondidos por trás de nuvens.

No novo estudo, os astrónomos dedicaram-se a observar a atmosfera de HAT-P-11b, sem saber se o seu clima exigia nuvens. Usaram o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) do Hubble e uma técnica chamada espectroscopia de transmissão, na qual um planeta é observado à medida que passa em frente da sua estrela-mãe. A luz estelar é filtrada através da orla da atmosfera do planeta; se existirem aí moléculas de água, estas absorvem parte da luz da estrela, deixando assinaturas distintas na luz que chega aos nossos telescópios.

Usando esta estratégia, o Hubble foi capaz de detectar vapor de água em HAT-P-11b. Mas antes da equipa comemorar céus limpos no exo-Neptuno, tiveram de demonstrar que as manchas estelares - "sardas" mais frias na superfície das estrelas - não eram as verdadeiras fontes do vapor de água. As manchas estelares podem conter vapor de água que pode erroneamente parecer ser do planeta.

Gráfico do espectro de transmissão do exoplaneta HAT-P-11b, com dados combinados dos observatórios Kepler, Hubble e Spitzer. Os resultados mostram uma detecção robusta de absorção de água nos dados do Hubble. O espectro de transmissão de modelos atmosféricos seleccionados são aqui também mostrados para comparação.
Crédito: NASA/ESA/STScI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A equipa voltou-se depois para o Kepler e para o Spitzer. O Kepler tinha vindo a observar uma zona do céu durante anos, e acontece que HAT-P-11b estava nesse campo. Estes dados no visível foram combinados com observações do Spitzer obtidas em comprimentos de onda infravermelhos. Ao comparar estas observações, os astrónomos descobriram que as manchas estelares eram demasiado quentes para ter qualquer vapor de água. Foi nesse ponto que a equipa celebrou a detecção de vapor de água num mundo totalmente diferente de qualquer outro do nosso Sistema Solar. Esta descoberta indica que o planeta não tinha nuvens que bloqueavam a vista, um sinal esperançoso de que se possam localizar e analisar mais planetas sem nuvens no futuro.

"Nós pensamos que os exo-Neptunos têm composições muito diversas que reflectem as suas histórias de formação," comenta Heather Knutson, co-autora do estudo, do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, EUA. "Agora, com dados como estes, podemos começar a juntar uma narrativa sobre a origem destes mundos distantes."

Os resultados de todos os três telescópios demonstram que HAT-P-11b está coberto de vapor de água, hidrogénio gasoso e provavelmente outras moléculas ainda por identificar. Os teóricos vão elaborar novos modelos para explicar a composição e origem do planeta.

"Estamos a trabalhar dos maiores para os mais pequenos, dos Júpiteres quentes até aos exo-Neptunos," realça Drake Deming, co-autor do estudo e também da Universidade de Maryland. "Queremos ampliar o nosso conhecimento a uma gama diversificada de exoplanetas."

Os astrónomos planeiam examinar mais exo-Neptunos no futuro, e esperam aplicar o mesmo método às super-Terras - primos rochosos e maciços do nosso planeta com até 10 vezes a sua massa. Embora não exista nenhuma super-Terra no nosso Sistema Solar, a missão Kepler da NASA está a encontrar imensos exoplanetas deste género noutras estrelas. O Telescópio Espacial James Webb da NASA, com lançamento previsto para 2018, vai procurar nas super-Terras sinais de vapor de água e de outras moléculas; apesar disso, provavelmente vamos ter que esperar ainda mais algum tempo até à descoberta de sinais de oceanos em mundos potencialmente habitáveis.

"O trabalho que estamos agora a fazer é importante para os estudos futuros de super-Terras e planetas ainda mais pequenos, porque nós queremos ser capazes de escolher com antecedência os planetas com atmosferas limpas que nos permitem detectar moléculas," afirma Knutson.

Mais uma vez, os astrónomos têm que aguardar por céus limpos.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
ESA (comunicado de imprensa)
Hubblesite (comunicado de imprensa)
Artigo científico (formato PDF)
Nature
SPACE.com
Universe Today
Astronomy
(e) Science News
NewScientist
PHYSORG
science 2.0
ScienceNews
Space Daily
redOrbit
Nature World News
EarthSky
Science alert
National Geographic
BBC News
Forbes
ars technica
The Verge
engadget
ZAP.aeiou
AstroPT

HAT-P-11b:
Wikipedia

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas confirmados (Wikipedia)
Lista de planetas não confirmados (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial 
NASA
Centro Espacial Spitzer 
Wikipedia

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
Arquivo de dados do Kepler
Descobertas planetárias do Kepler
Mapa das zonas de estudo do Kepler (formato PDF)
Wikipedia

 
MOM ENTRA COM SUCESSO EM ÓRBITA DE MARTE

A sonda MOM (Mars Orbiter Mission) ou Mangalyaan da Índia entrou com sucesso em órbita do planeta Marte no passado dia 24 de Setembro, depois de disparar o seu motor principal e outros oito motores mais pequenos. A operação durou 1388,67 segundos, o que mudou a velocidade da nave espacial por 1099 m/s. Com esta operação, a sonda entrou numa órbita elíptica em torno de Marte.

Os eventos relacionados com a inserção orbital evoluiram satisfatoriamente e a performance da sonda esteve dentro do normal. Está agora numa órbita cujo ponto mais próximo de Marte encontra-se a 421,7 km e o mais distante a 76.993,6 km. A inclinação da órbita em relação ao plano equatorial de Marte é de 150 graus, como se pretendia. Nesta órbita, a sonda demora 72 horas e 51 minutos e 51 segundos a completar uma volta a Marte.

Impressão de artista da sonda MOM (Mars Orbiter Mission, ou Mangalyaan).
Crédito: Nesnad, Wikipedia
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A Mangalyaan foi lançada a bordo do veículo de lançamento indiano PSLV no dia 5 de Novembro de 2013, onde ficou estacionada em órbita terrestre até dia 1 de Dezembro. Seguiu-se uma manobra de injecção e a sonda escapou da órbita da Terra e seguiu um percurso que permitiu encontrar-se com o Planeta Vermelho a 24 de Setembro de 2014.

Com o sucesso da operação de inserção orbital, a ISRO (Indian Space Research Organisation) torna-se na quarta agência espacial a enviar com sucesso uma nave espacial para a órbita de Marte e é a primeira nação a alcançar Marte logo à primeira tentativa. Nas próximas semanas, a sonda será testada exaustivamente e seguidamente terá início a campanha de observação sistemática do planeta com os seus cinco instrumentos.

A primeira imagem obtida pela missão MOM que mostra a superfície de Marte a partir dos 7300 km.
Crédito: ISRO, Twitter
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A sonda indiana vai estudar o clima de Marte, fotografar a superfície e mapear os minerais do planeta, e poderá ser capaz de determinar de onde é que surgiu o metano detectado por sondas anteriores.

A MOM é a segunda sonda a chegar a Marte no espaço de uma semana - a sonda MAVEN da NASA chegou a Marte no passado dia 21 de Setembro. Curiosamente, o custo da missão total da MOM é de aproximadamente 74 milhões de dólares, uma fracção dos 670 milhões de dólares que a NASA está a gastar com a MAVEN.

Links:

Cobertura da missão MOM (Mangalyaan):
05/11/2013 - Lançamento da sonda indiana MOM

Cobertura da missão MAVEN:
23/09/2014 - MAVEN chega a Marte, amanhã é a vez da indiana Mangaylaan
19/09/2014 - MAVEN chega a Marte este fim-de-semana 
19/11/2013 - Lançamento da MAVEN 
15/11/2013 - MAVEN vai investigar o que aconteceu em Marte 
01/11/2013 - NASA prepara lançamento da 1.ª missão de exploração da atmosfera marciana

Notícias relacionadas:
ISRO (comunicado de imprensa)
Sky & Telescope
SPACE.com
Universe Today
PHYSORG
Astronomy Now
io9
BBC News
CNN
ZAP.aeiou
Boas Notícias
Destak
Expresso
Público

MOM (Mars Orbiter Mission):
ISRO
Twitter
Wikipedia

MAVEN:
NASA
NASA - 2
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
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Os buracos negros há muito que captam a imaginação do público e são assunto popular da cultura. São o derradeiro desconhecido - os objectos mais densos e escuros do Universo, de onde nem mesmo a luz escapa. E como se isso não fosse suficientemente bizarro, uma cientista demonstrou matematicamente que não existem. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - NGC 206 e as Nuvens Estelares de Andrómeda
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Telescópio Subaru (NAOJ), Telescópio Espacial HubbleEstudo de Galáxias do Grupo Local (Phil Massey, PI), telescópio Mayall de 4 metros Robert Gendler
 
A grande associação estelar catalogada como NGC 206 situa-se dentro dos braços de poeira da vizinha galáxia de Andrómeda. Também conhecida como M31, a galáxia espiral está a uns meros 2,5 milhões de anos-luz de distância. NGC 206 está perto do centro superior nesta linda ampliação da área sudoeste do disco de Andrómeda, uma combinação notável de dados obtidos por observatórios espaciais e terrestres. As estrelas azuis e brilhantes de NGC 206 são jovens. De facto, as estrelas mais massivas e jovens têm menos de 10 milhões de anos. Muito maior que os enxames abertos no disco da nossa Via Láctea, NGC 206 estende-se por cerca de 4000 anos-luz, comparável em tamanho com o berçário estelar gigante NGC 604, na galáxia espiral M33, e a Nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães. Os locais de formação estelar em Andrómeda são revelados pela emissão avermelhada de nuvens de hidrogénio gasoso ionizado.
 

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