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Edição n.º 1537
30/11 a 03/12/2018
 
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EFEMÉRIDES

Dia 30/11: 334.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1756 nascia Ernst Chladni, físico e músico alemão, conhecido como o "pai dos meteoritos". Também calculou a velocidade do som para gases diferentes.
Em 1954, Ann Elizabeth Hodges é atingida por um meteorito de 5 kg no estado norte-americano do Alabama. É o único caso documentado de um meteorito ter atingido uma pessoa.

Em 2000, lançamento da missão STS-97, do vaivém espacial Endeavour.
Observações: Lua em Quarto Minguante, pelas 00:20.
Dois desafios a olho nu: a Galáxia de Andrómeda (M31) e o Enxame Duplo de Perseu são dois dos mais famosos objetos de céu profundo. Estão ambos catalogados como tendo 4.ª magnitude, e com um céu razoavelmente bom conseguirá vê-los à vista desarmada. Estão localizados a apenas 22º entre si, muito altos a este ao início destas noites - para a direita de Cassiopeia e mais perto e para baixo de Cassiopeia, respetivamente. Mas quanto mais escuro for o céu, mais aspeto diferente têm. Se quiser pode recorrer a binóculos.

Dia 01/12: 335.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1960, os cães espaciais Pchyolka (Pequena Abelha) e Mushka (Pequena Mosca) foram lançados a bordo do Korabl-Sputnik-3, também conhecido como Sputnik 6.

A nave passou um dia em órbita mas a re-entrada foi mal configurada e, ao descer num ângulo muito acentuado, foi destruída.
Em 1984, a NASA leva a cabo a Demonstração de Impacto Controlado. Um Boeing 720 controlado remotamente é intencionalmente despenhado a fim de melhorar a capacidade de sobrevivência dos ocupantes.
Em 2013, a China lança o Yutu, o seu primeiro rover lunar, como parte da missão de exploração Chang'e 3.
Observações: Vega ainda brilha a oeste-noroeste depois do anoitecer. A estrela mais brilhante para cima é Deneb, a cabeça da Cruz do Norte, asterismo constituído por estrelas da constelação de Cisne. Ao cair da noite, a estaca da cruz prolonga-se para baixo e para a esquerda de Deneb (cerca de dois punhos à distância do braço esticado). Pelas 23-24 horas, implanta-se mais ou menos na vertical no horizonte a noroeste.

Dia 02/12: 336.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1988, lançamento da STS-27, missão do vaivém espacial Atlantis, sob a alçada do Departamento de Defesa dos EUA.
Em 1990, lançamento do vaivém Columbia, na sua missão STS-35
Em 1992, lançamento do vaivém Discovery, na sua missão STS-53, também para suporte do Departamento de Defesa dos EUA. 
Em 1993, lançamento da missão STS-61 do vaivém Endeavour, a primeira missão de manutenção do Hubble.

Observações: Marte na sua quadratura este, pelas 23:43.

Dia 03/12: 337.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1886 nascia Manne Siegbahn, físico sueco que recebeu o Prémio Nobel da Física em 1924 pelas "suas descobertas e pesquisas no campo da espectroscopia de raios-X".
Em 1904, Charles Dillon Perrine descobre a lua joviana Himalia.
Em 1958, o JPL era transferido do controlo do exército americano para o controlo da NASA.
Em 1971, a sonda soviética Mars 3 torna-se na primeira a aterrar com sucesso em Marte.
Em 1973, a Pioneer 10 enviava para a Terra as primeiras imagens de Júpiter.

Em 1974, voo rasante da sonda Pioneer 11 por Júpiter
Em 1999, a NASA perdia o contato com a Mars Polar Lander, minutos antes da entrada na atmosfera de Marte.
Em 2014, a JAXA (agência espacial japonea) lança a sonda Hayabusa 2, numa missão com a duração de seis anos e com o objetivo de recolher amostras de um asteroide.
Em 2015, a ESA lança com sucesso a LISA Pathfinder, uma nave desenhada para demonstrar tecnologia para observar ondas gravitacionais no espaço.  
Observações: Antes do amanhecer, olhe para este-sudeste na direção da Lua. O nosso satélite natural perfaz um triângulo com Vénus (o ponto brilhante para baixo) e com Espiga, para a direita e para baixo.

 
CURIOSIDADES

"Project Eagle: A 3D Interactive Mars Base" é uma demonstração interativa que ilustra o aspeto de uma futura base em Marte. Não é um jogo - mas uma exploração do possível futuro da Humanidade. Pode ser descarregado gratuitamente na loja online Steam.
 
EM DEMANDA DAS RELÍQUIAS GALÁCTICAS DO UNIVERSO PRIMORDIAL
Galáxias massivas ultracompactas (assinaladas com uma seta amarela, no centro das imagens) com massas estelares superiores a 80 mil milhões de sóis. Situam-se a distâncias entre 2 e 5 mil milhões de anos-luz. Imagens obtidas com o rastreio KiDS, realizado com o telescópio VST, do ESO.
Crédito: Buitrago et al, 2018
 

São massivas, são muito pequenas e são extremamente raras, mas podem albergar os segredos de como as galáxias se formam e evoluem. Um novo estudo levanta a ponta do véu sobre a vida tímida das galáxias massivas ultracompactas. Foi publicado no dia 16 de novembro, na revista científica Astronomy & Astrophysics, e produzido por uma equipa internacional liderada por Fernando Buitrago, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

As galáxias massivas ultracompactas têm várias vezes mais estrelas do que a Via Láctea, mais do que o equivalente a 80 mil milhões de sóis, e são por isso muito brilhantes, mas as suas estrelas estão densamente empacotadas num tamanho muito menor do que o da nossa Galáxia. Os investigadores identificaram um novo conjunto de 29 galáxias com estas características, a distâncias entre os dois e os cinco mil milhões de anos-luz da Terra.

Sete destes modestos pesos pesados são de facto galáxias primordiais que permaneceram intactas, sem interagir com outras desde a sua formação, há mais de dez mil milhões de anos. Estas relíquias abrem janelas sobre o aspeto e a constituição das galáxias nas primeiras idades do Universo, embora estejam na nossa vizinhança galáctica.

"Quando estudamos objetos muito pequenos e os estudamos no Universo distante, é muito difícil dizer o que quer que seja sobre eles", diz Fernando Buitrago. "Como este conjunto de galáxias que estudámos está no Universo próximo e relativamente perto de nós, mesmo sendo verdadeiramente pequenas, temos melhores condições para as sondar."

Um dos avanços deste artigo agora publicado é a apresentação da densidade destas galáxias massivas ultracompactas no Universo, no seu conjunto, relíquias e as que o não são. Os investigadores encontraram apenas 29 no mais completo rastreio de galáxias no Universo local. "São tão raras que precisamos de um volume com quase 500 milhões de anos-luz de lado a lado para encontrar uma delas apenas", diz Ignacio Ferreras, o segundo autor do estudo.

Ferreras determinou a idade das estrelas nas galáxias, separando as galáxias vermelhas e antigas (as "relíquias") das azuis e jovens. Como puderam estas relíquias ser preservadas intactas através do tempo cósmico é algo ainda por compreender, diz Fernando Buitrago.

De acordo com o paradigma da formação e evolução das galáxias, estas relíquias ultracompactas só poderiam ser poupadas à fusão com outras galáxias e impedidas de evoluir se residissem em enxames galácticos sobrepovoados. Poderá soar contraintuitivo já que se esperaria que em tais ambientes elas mais facilmente interagissem e perdessem as suas propriedades originais, mas Buitrago explica: "Num lugar onde existem muitas galáxias, haverá também muita atração gravítica e as velocidades relativas das galáxias serão muito elevadas. Por isso, elas irão passar umas pelas outras sem tempo suficiente para interagirem significativamente."

"A surpresa surgiu quando nos apercebemos de que nem todas as galáxias do nosso conjunto vivem em tais ambientes", acrescenta Buitrago. "Descobrimo-las numa diversidade de ambientes, e para aquelas que vivem em vizinhanças subpovoadas, isso é muito difícil de explicar."

Neste estudo, os investigadores tentaram medir algumas das propriedades destes objetos, como os seus tamanhos e idades, mas estão a pedir tempo de observação com grandes telescópios para apontar diretamente para eles. De modo a compreender o seu passado, querem estudar em maior detalhe os lugares onde se encontram, as outras galáxias à sua volta, e as suas posições relativas no espaço.

"As galáxias massivas evoluem de forma acelerada quando comparadas com outras galáxias no Universo. Ao tentarmos entender as propriedades das galáxias mais massivas, poderemos vir a entender o eventual destino de todas as outras galáxias, incluindo o da própria Via Láctea", comenta Fernando Buitrago.

Links:

Notícias relacionadas:
Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (comunicado de imprensa)
Artigo científico (Astronomy & Astrophysics)
Artigo científico (arXiv.org)
PHYSORG
COSMOS

Levantamento GAMA:
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ESTUDO PRODUZ NOVOS MODELOS CLIMÁTICOS PARA OS SETE MUNDOS DE TRAPPIST-1
TRAPPIST-1 é uma estrela anã ultrafria na direção da constelação de Aquário e os seus sete planetas orbitam muito perto dela.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Nem todas as estrelas são como o Sol, por isso nem todos os sistemas planetários podem ser estudados com as mesmas expetativas. Uma nova investigação por uma equipa liderada por astrónomos da Universidade de Washington forneceu modelos climáticos atualizados para os sete planetas em redor da estrela TRAPPIST-1.

O trabalho também poderá ajudar os astrónomos a estudar planetas mais eficazmente em redor de estrelas nada parecidas com o Sol, e a melhor utilizar os recursos limitados e dispendiosos do Telescópio Espacial James Webb, que deverá ser lançado em 2021.

"Estamos a modelar atmosferas desconhecidas, não apenas assumindo que as coisas que vemos no Sistema Solar vão ser iguais em torno de outra estrela," comenta Andrew Lincowski, estudante de doutoramento da Universidade de Washington e autor principal do artigo publicado no dia 1 de novembro na revista The Astrophysical Journal. "Nós realizámos esta investigação para mostrar o aspeto destes diferentes tipos de atmosferas."

Resumidamente, a equipa descobriu que, devido a uma fase estelar inicial extremamente brilhante e quente, todos os sete mundos da estrela podem ter evoluído como Vénus, com qualquer oceano primitivo a evaporar e a deixar para trás atmosferas densas e inabitáveis. No entanto, um planeta, TRAPPIST-1 e, poderá ser um mundo oceânico parecido com a Terra, que merece um estudo mais aprofundado, como já tinha sido indicado por investigações anteriores.

TRAPPIST-1, a 39 anos-luz de distância, é tão pequena quanto uma estrela pode ser e ainda ser uma estrela. Uma relativamente fria estrela "anã M" - o tipo mais comum no Universo - tem cerca de 9% da massa do Sol e aproximadamente 12% do seu raio. TRAPPIST-1 tem um raio apenas um pouco maior que o planeta Júpiter, embora tenha uma massa muito superior.

Todos os sete planetas de TRAPPIST-1 têm mais ou menos o tamanho da Terra e pensa-se que três deles - os planetas e, f e g - estejam na zona habitável, uma faixa do espaço em torno de uma estrela onde um planeta rochoso poderá ter água líquida à sua superfície, dando uma chance à vida. TRAPPIST-1 d percorre a orla interna da zona habitável, enquanto TRAPPIST-1 h, mais distante, orbita logo após a fronteira externa dessa zona.

"Esta é uma sequência inteira de planetas que nos podem fornecer informações sobre a evolução dos planetas, em particular em torno de uma estrela que é muito diferente da nossa, que emite radiação distinta," comenta Lincowski. "É apenas uma mina de ouro."

Trabalhos anteriores já haviam modelado os mundos de TRAPPIST-1, acrescenta Linkowski, mas ele a sua equipa de investigação "tentaram fazer a modelagem física mais rigorosa em termos de radiação e química - tentando fazer com que a física e a química fossem o mais correto possível."

O modelo químico e o modelo de radiação da equipa criam assinaturas espectrais, ou de comprimento de onda, para cada gás atmosférico possível, permitindo aos observadores melhor prever onde procurar tais gases em atmosferas exoplanetárias. Lincowski disse que quando forem detetados vestígios de gases pelo Telescópio Webb, ou outros, algum dia, "os astrónomos vão usar os impactos observados nos espectros para inferir quais os gases presentes - e compará-los com trabalhos como o nosso para dizer mais sobre a composição, ambiente e talvez sobre a história evolutiva do planeta."

Esta ilustração mostra o possível aspeto do sistema TRAPPIST-1 a partir de um ponto de vista próximo do planeta TRAPPIST-1f (direita).
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Ele afirmou que as pessoas estão habituadas a pensar sobre a habitabilidade de um planeta em torno de estrelas parecidas com o Sol. "Mas as anãs M são muito diferentes, de modo que temos que pensar nos efeitos químicos na(s) atmosfera(s) e como essa química afeta o clima."

Através da combinação de modelos climáticos terrestres com modelos fotoquímicos, os cientistas simularam estados ambientais para cada um dos mundos de TRAPPIST-1.

A sua modelagem indica que:

  • TRAPPIST-1 b, o mais próximo da estrela, é um mundo ardente demasiado quente até para a formação de nuvens de ácido sulfúrico, como em Vénus;
  • Os planetas c e d recebem um pouco mais de energia da sua estrela do que Vénus e a Terra recebem do Sol e podem ser semelhantes a Vénus, com uma atmosfera densa e inabitável;
  • TRAPPIST-1 e é o mais provável dos sete para hospedar água líquida numa superfície temperada, e seria uma excelente escolha para estudos adicionais tendo a habitabilidade em mente;
  • Os planetas exteriores f, g e h podem ser parecidos com Vénus ou podem ser gelados, dependendo da quantidade de água formada no planeta durante a sua evolução;
  • Lincoski disse que, na verdade, qualquer um ou todos os planetas de TRAPPIST-1 podem ser parecidos com Vénus, com qualquer água ou oceanos "queimados" há muito tempo atrás. Ele explicou que quando a água evapora a partir da superfície de um planeta, a luz ultravioleta da estrela quebra as moléculas de água, libertando hidrogénio, que é o elemento mais leve e este pode escapar à gravidade de um planeta. Isto poderá deixar para trás muito oxigénio, que poderá permanecer na atmosfera e irreversivelmente remover água do planeta. Um tal planeta poderá ter uma espessa atmosfera de oxigénio - mas não gerada pela vida, diferente de qualquer uma já observada.

"Isto pode ser possível se estes planetas tivessem, inicialmente, mais água do que a Terra, Vénus ou Marte," realça. "Se o planeta TRAPPIST-1 e não perdeu toda a sua água durante esta fase, poderá hoje ser um mundo de água, completamente coberto por um oceano global. Neste caso, poderá ter um clima semelhante ao da Terra."

Lincowski disse que esta investigação foi feita mais com um olho na evolução climática do que para julgar a habitabilidade de um planeta. Ele planeia futuras pesquisas focadas mais diretamente na modelagem de planetas de água e nas suas hipóteses de vida.

"Antes de conhecermos este sistema planetário, as estimativas para a detetabilidade atmosférica para planetas do tamanho da Terra pareciam muito mais difíceis," afirma o coautor Jacob Lustig-Yaeger, estudante de doutoramento da Universidade de Washington.

A estrela, sendo tão pequena, tornará as assinaturas de gases (como dióxido de carbono) nas atmosferas dos planetas mais pronunciadas nos dados telescópicos.

"O nosso trabalho informa a comunidade científica do que podemos esperar ver dos planetas TRAPPIST-1 com o Telescópio Espacial James Webb."

A outra coautora de Lincowski é Victoria Meadows, professora de astronomia e diretora do Programa de Astrobiologia da Universidade de Washington. Meadows é também a investigadora principal do Laboratório Virtual Planetário do Instituto de Astrobiologia da NASA, com base na mesma instituição de ensino. Todos os autores são afiliados desse laboratório de investigação.

"Os processos que moldam a evolução de um planeta terrestre são críticos para a habitabilidade (ou não habitabilidade), bem como para a nossa capacidade de interpretar possíveis sinais de vida," comenta Meadows. "Este artigo sugere que em breve poderemos procurar sinais potencialmente detetáveis destes processos em mundos alienígenas."

TRAPPIST-1, na constelação de Aquário, tem o nome da instalação terrestre que, em 2015, encontrou evidências de planetas em seu redor (Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope).

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
23/03/2018 - Planetas de TRAPPIST-1 fornecem indícios da natureza dos mundos habitáveis
06/02/2018 - Planetas TRAPPIST-1 são provavelmente ricos em água
08/09/2017 - Será que os sete planetas de TRAPPIST-1 têm irmãos gigantes e gasosos?
05/09/2017 - Hubble fornece pistas do possível conteúdo de água dos planetas de TRAPPIST-1
15/07/2017 - TRAPPIST-1 é mais antiga que o nosso Sistema Solar
18/07/2017 - Baixa probabilidade de existência de vida em TRAPPIST-1
13/06/2017 - Astrónomos explicam formação de sete exoplanetas em redor de TRAPPIST-1
23/05/2017 - Astrónomos confirmam detalhes orbitais do planeta menos compreendido de TRAPPIST-1
02/05/2017 - Sistema solar recém-descoberto pode "semear" vida entre exoplanetas
28/02/2017 - Planetas do tamanho da Terra: a geração mais recente e estranha
24/02/2017 - Anã ultrafria e os sete planetas
10/02/2017 - NASA descobre que planetas de anãs vermelhas podem perder oxigénio nas zonas habitáveis
28/10/2016 - Preferencialmente, planetas do tamanho da Terra com muita água
16/09/2016 - Conheça a estrela, conheça o planeta 
22/07/2016 - Hubble faz o primeiro estudo atmosférico de exoplanetas do tamanho da Terra
03/05/2016 - Três mundos potencialmente habitáveis em torno de uma estrela anã muito fria

Notícias relacionadas:
Universidade de Washington (comunicado de imprensa)
Artigo científico (The Astrophysical Journal)
EurekAlert!
SPACE.com
Astrobiology
ScienceDaily
PHYSORG
Astronomy Now
Inverse

TRAPPIST-1:
Wikipedia
Open Exoplanet Catalogue
TRAPPIST-1b (Wikipedia)
TRAPPIST-1b (Exoplanet.eu) 
TRAPPIST-1c (Wikipedia) 
TRAPPIST-1c (Exoplanet.eu)
TRAPPIST-1d (Wikipedia)
TRAPPIST-1d (Exoplanet.eu)
TRAPPIST-1e (Wikipedia)
TRAPPIST-1e (Exoplanet.eu)
TRAPPIST-1f (Wikipedia)
TRAPPIST-1f (Exoplanet.eu)
TRAPPIST-1g (Wikipedia)
TRAPPIST-1g (Exoplanet.eu)
TRAPPIST-1h (Wikipedia)
TRAPPIST-1h (Exoplanet.eu)

Anãs vermelhas:
Wikipedia

Zona habitável:
Wikipedia

Exoplanetas:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

JWST (Telescópio Espacial James Webb):
NASA
STScI
ESA
Wikipedia

Telescópio TRAPPIST:
Página oficial (Universidade de Lieja)
ESO
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Encontrados campos magnéticos num jato de estrela bebé (via Observatório ALMA)
Uma equipa internacional fez uma descoberta com o ALMA, confirmando a presença de campos magnéticos num jato de uma protoestrela. Pensa-se que o jato desempenhe um papel importante na formação estelar, permitindo que a protoestrela acrete massa a partir de um disco de acreção, retirando momento angular do disco. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Pela Coroa Austral
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Fabian Neyer
 
Nuvens de poeira cósmica estão espalhadas por um rico campo estelar neste amplo panorama telescópico perto da fronteira norte de Coroa Austral. A menos de 500 anos-luz de distância, as nuvens mais densas bloqueiam efetivamente a luz de estrelas de fundo mais distantes na Via Láctea. Toda a vista abrange cerca de 5 graus ou quase 45 anos-luz à distância estimada das nuvens. Para a direita encontra-se um grupo de nebulosas de reflexão azuladas catalogadas como NGC 6726, 6727, 6729 e IC 4812. A característica cor azul é produzida à medida que a luz das estrelas quentes é refletida pela poeira cósmica. A poeira também obscurece as estrelas da região ainda em processo de formação. A nebulosa amarelada e mais pequena, NGC 6729, rodeia a jovem estrela variável R Coronae Australis. Abaixo estão arcos e "loops" identificados como objetos Hebig Haro (HH) associados com estrelas recém-nascidas e energéticas. O magnífico enxame globular NGC 6723 está acima e para a direita das nebulosas. Embora NGC 6723 pareça fazer parte do grupo, as suas estrelas antigas estão a quase 30.000 anos-luz de distância, muito para lá das jovens estrelas das nuvens de poeira de Coroa Austral.
 

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