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Edição n.º 1006
25/10 a 28/10/2013
 
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EFEMÉRIDES

Dia 25/10: 298.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1999, observações terrestres de um vulcão em erupção em Io, uma lua de Júpiter

Observações: Vai ficar acordado(a) até tarde? Esteja atento(a) ao nascer de Júpiter a Este-Nordeste, por volta das 23:30. Castor e Pollux brilham para a sua esquerda. Cerca de 30-45 minutos depois, é a vez da Lua. E pouco tempo depois, é a vez de Procyon.

Dia 26/10: 299.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1959, o mundo vê pela primeira vez o outro lado da Lua, graças à sonda soviética Luna 3.
Em 1965, lançamento do primeiro satélite francês, o Astérix 1.

Em 1968, o cosmonauta soviético Georgy Beregovoy pilota a Soyuz 3 para o espaço, numa missão de quatro dias.
Observações: Fomalhaut, a Estrela de Outono, brilha baixa a Sul-Sudeste após o anoitecer. Dirige-se para Sul ao longo da noite. O lado a Oeste (direito) do Grande Quadrado de Pégaso, muito alto no céu, aponta directamente para Fomalhaut.

Dia 27/10: 300.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1961, primeiro lançamento com sucesso do foguetão Saturno I

Em 1994, é inquestionavelmente identificado o primeiro objecto de massa subestelar, Gliese 229B.
Em 2005, é lançado o micro-satélite SSETI Express do Cosmódromo de Plesetsk.
Observações: Lua em Quarto Minguante, pelas 00:40. A Lua nasce por volta da 01:00 de dia 26 para 27, na ténue constelação de Caranguejo, por baixo de Júpiter e Gémeos. Para a direita da Lua e Júpiter, Procyon forma um triângulo quase equilátero com eles.
Início do período de "Hora de Inverno". Atrase os seus relógios 60 minutos às 02:00 de Domingo em Portugal, passando para a 01:00.

Dia 28/10: 301.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1971 a Grã-Bretanha lança o Prospero, o seu primeiro satélite. 
Em 1974, lançamento da sonda Luna 23.
Em 2009, a NASA lança com sucesso a sua missão Ares I-X, o único lançamento do cancelado programa Constellation

Observações: Observe telescopicamente Júpiter. Por volta das 03:50 e até às 06:00 (de 27 para 28), a sombra de Io passa pela atmosfera do planeta. O próprio satélite desaparece em frente do disco joviano a partir das 05:00.

 
CURIOSIDADES


É oficial! Já se conhecem mais de 1000 exoplanetas! A contagem actual situa-se em 1010 planetas extrasolares em 770 sistemas planetários, 169 dos quais são multiplanetários.

 
 
 
ROVER OPPORTUNITY COMEÇA SUBIDA
O rover Opportunity da NASA capturou esta imagem Sul após começar a subida da encosta Norte de "Solander Point" na orla Oeste da Cratera Endeavour.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O rover Opportunity da NASA começou a subir "Solander Point", o extremo norte do monte mais alto que encontrou em quase 10 anos terrestres em Marte.

Guiado por mapeamento mineral de órbita, o rover está explorando afloramentos nas encostas noroeste de Solander Point, fazendo o seu caminho acima tal como um geólogo de campo faria. Os afloramentos estão expostos desde cerca de 2 metros até cerca de 6 metros acima das planícies vizinhas, em encostas tão íngremes quanto 15 a 20 graus. O rover pode mais tarde dirigir-se para Sul e subir ainda mais o monte, que tem uma altura de mais ou menos 40 metros acima das planícies.

"Este é o nosso primeiro montanhismo marciano com o Opportunity," afirma Steve Squyres, investigador principal do rover da Universidade de Cornell em Ithaca, Nova Iorque. "Esperamos alcançar algumas das rochas mais antigas já vistas com este rover - um vislumbre do passado de Marte.

A colina sobe para Sul como um cume de Solander Point, formando uma porção elevada da borda ocidental da Cratera Endeavour. A cratera mede 22 km em diâmetro. Os materiais do cume foram elevados pelo grande impacto que escavou a cratera há milhares de milhões anos atrás, revertendo o padrão geológico comum de materiais mais antigos situados por baixo de outros mais jovens.

As principais metas no cume incluem rochas de argila identificações a partir de observações pelo instrumento CRISM (Compact Reconnaissance Imaging Spectrometer for Mars) a bordo da sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter). As observações foram especialmente concebidas para produzir mapas de minerais com maior resolução espacial.

Este segmento da orla da cratera está muito mais alto do que "Cape York", um segmento para Norte que o Opportunity investigou há 20 meses, com início em meados de 2011.

"Em Cape York, descobrimos coisas fantásticas," afirma Squyres. "Veias de gipsita, terrenos ricos em argila e esférulas. Sabemos que existem ainda maiores exposições de materiais ricos em argila para onde nos estamos dirigindo. Podem ser parecidas com as que encontrámos em Cape York ou podem ser completamente diferentes."

O Opportunity chegou a Solander Point em Agosto após meses de condução desde Cape York. Os investigadores usaram então o rover para investigar uma zona de transição em torno da base do rebordo. A área revela contacto entre uma formação geológica rica em sulfatos e uma formação mais antiga. As rochas ricas em sulfatos contêm registos de um ambiente mais antigo e molhado, mas muito ácido. O contacto com as rochas mais velhas pode contar aos cientistas mais sobre o momento em que as condições ambientais mudaram.

O Opportunity explorou primeiro o lado oriental de Solander Point, e de seguida voltou para Norte em redor do ponto para explorar o lado ocidental. "Levámos tempo a encontrar o melhor ponto de partida da ascensão," afirma John Callas, gestor do projecto do Opportunity, do JPL da NASA em Pasadena, no estado americano da Califórnia. "Agora começámos a subida."

O percurso do rover Opportunity entre 2004 e 2013. Este mapa mostra todo o caminho percorrido durante mais de 9 anos e 3431 sols, ou dias marcianos, desde a aterragem em 2004.
Crédito: NASA/JPL/Cornell/ASU/Marco Di Lorenzo/Ken Kremer
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O rover começou a subir no dia 8 de Outubro e avançou mais para cima com três viagens subsequentes.

"Estamos no lugar certo, na hora certa, numa encosta virada a Norte," afirma Callas. No Hemisfério Sul de Marte, uma encosta virada a Norte inclina os painéis solares do rover na direcção do Sol durante o inverno marciano, proporcionando um importante impulso na energia disponível.

Durante o mais recente dos cinco invernos que o Opportunity já trabalhou em Marte, o rover passou vários meses sem se mover, seguro numa pequena encosta virada a Norte de Cape York. A área que o rover está actualmente a subir, no entanto, oferece uma área muito maior virada para Norte, com muito chão seguro para o rover permanecer móvel. O Opportunity está actualmente numa inclinação norte de aproximadamente 17 graus.

No próximo inverno marciano, a luz solar diária vai alcançar um mínimo em Fevereiro de 2014. A equipa do rover planeia uma estratégia que fará uso de manchas de solos com declives especialmente favoráveis como locais para recarregar as baterias do rover entre viagens.

O Opportunity aterrou em Marte no dia 25 de Janeiro de 2004, três semanas após o seu irmão gémeo, Spirit. O Spirit foi o primeiro alpinista marciano, subindo um monte de 82 metros em 2005. O Spirit encerrou as suas operações em 2010. O rover mais recente da NASA, o Curiosity, aterrou em 2012 e está actualmente dirigindo-se na direcção de uma montanha com 5 km de altura.

As movimentações mais recentes do Opportunity e do Curiosity levaram a distância total percorrida pelos quatro rovers marcianos da NASA (incluindo o Sojourner em 1997) para lá dos 50 km. O total em 21 de Outubro situava-se nos 50,10 km, incluindo 38,45 km pelo Opportunity.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universe Today
spaceref
PHYSORG

Rovers Spirit e Opportunity:
NASA
Wikipedia

Rover Curiosity:
NASA
NASA - 2 
NASA - 3
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
DESCOBERTA A GALÁXIA MAIS DISTANTE CONHECIDA

Astrónomos descobriram e mediram a distância da galáxia mais longínqua já descoberta. A galáxia é vista apenas 700 milhões de anos após o Big Bang.

Embora as observações com o Telescópio Hubble da NASA já tenham identificado muitas outras candidatas no Universo jovem, incluindo algumas que talvez sejam ainda mais distantes, esta galáxia é a mais longínqua e antiga que pode ser definitivamente confirmada com observações de seguimento do Telescópio Keck I, um dos maiores telescópios terrestres.

Os resultados foram publicados ontem na revista Nature.

"Queremos estudar galáxias muito distantes para aprender como mudam com o tempo, o que nos ajuda a compreender a formação da Via Láctea," afirma Steven Finkelstein da Universidade do Texas.

Isso é o que faz com que esta distância confirmada seja tão excitante, porque "temos um vislumbre das condições de quando o Universo tinha apenas 5% da sua idade actual de 13,8 mil milhões de anos," afirma Casey Papovich da mesma universidade, o segundo autor do estudo.

Impressão de artista da galáxia z8_GND_5296.
Crédito: V. Tilvi, S. L. Finkelstein, C. Papovich, Equipa de Arquivo do Hubble
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os astrónomos podem estudar como as galáxias evoluem porque a luz viaja a uma certa velocidade, aproximadamente 300.000 quilómetros por segundo. Assim, quando olhamos para objectos distantes, vemo-los como apareciam no passado. Quanto mais longe os astrónomos conseguem empurrar as suas observações, mais distante no passado conseguem ver.

No entanto, quando se trata de fazer conclusões acerca de evolução galáctica, o diabo está nos detalhes. "Antes que possamos tirar fortes conclusões sobre como as galáxias evoluem, temos que ter a certeza que estamos observando as galáxias certas."

Isto significa que os astrónomos têm que utilizar métodos rigorosos para medir a distância até estas galáxias, para entender em que época do Universo estão.

A equipa de Finkelstein seleccionou esta galáxia, e dezenas de outras, para acompanhamento a partir das aproximadamente 100.000 galáxias descobertas no estudo CANDELS (Cosmic Assembly Near-infrared Deep Extragalactic Legacy Survey) do Hubble, de que Finkelstein faz parte. O CANDELS é o maior projecto na história do Hubble e usou mais de um mês de tempo de observação do telescópio.

A equipa procurou galáxias que podiam ser extremamente distantes, com base nas suas cores em imagens do Hubble. Este método é bom, mas não infalível, realça Finkelstein. O uso de cores para classificar galáxias é complicado porque objectos mais próximos podem disfarçar-se de galáxias distantes.

Assim, para medir a distância destas galáxias potencialmente primitivas de modo definitivo, os astrónomos usam espectroscopia - especificamente, vêm quanto da luz da galáxia foi desviada para a extremidade vermelha do espectro durante a sua viagem até à Terra por causa da expansão do Universo. Este fenómeno é chamado de "desvio para o vermelho".

A equipa usou o telescópio Keck I do Observatório Keck no Hawaii, um dos maiores telescópios ópticos/infravermelhos do mundo, para medir o desvio para o vermelho da galáxia CANDELS designada z8_GND_5296 em 7,51, o desvio mais alto já confirmado. O desvio para o vermelho significa que esta galáxia vem de um tempo apenas 700 milhões de anos após o Big Bang.

O Keck I foi equipado com o novo instrumento MOSFIRE, que tornou a medição possível, acrescenta Finkelstein. "O instrumento é espectacular. Não só é sensível, como pode observar vários objectos ao mesmo tempo". Ele explicou que foi esta última vantagem que permitiu à sua equipa observar 43 galáxias CANDELS em apenas duas noites no Keck e obter observações de maior qualidade do que seria possível em qualquer outro lugar.

Os cientistas são capazes de medir com precisão as distâncias de galáxias medindo uma característica do elemento hidrogénio chamada transição Lyman alpha, que emite intensamente em galáxias distantes. É detectada em quase todas as galáxias vistas a partir dos mil milhões de anos após o Big Bang, mas para chegar ainda mais longe, a linha de emissão do hidrogénio, por alguma razão, torna-se cada vez mais difícil de ver.

Imagem do estudo CANDELS pelo Hubble que realça a galáxia z8_GND_5296.
Crédito: V. Tilvi, S. L. Finkelstein, C. Papovich, A. Koekemoer, CANDELS e STScI/NASA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Das 43 galáxias observadas com o MOSFIRE, a equipa de Finkelstein detectou esta característica Lyman alpha em apenas uma. "Ficámos contentes em ver esta galáxia," afirma Finkelstein. "E então o nosso próximo pensamento foi, 'porque é que não vimos mais? Estamos a usar o melhor instrumento no melhor telescópio com a melhor amostra galáctica. Tivemos o melhor tempo - foi lindo. E mesmo assim, vimos apenas esta linha de emissão de uma galáxia entre uma amostra de 43 observadas, quando esperávamos ver por volta de seis. O que está a acontecer?'".

Os investigadores suspeitam que possam ter acertado numa época em que o Universo fazia a sua transição entre um estado opaco, em que a maior parte do hidrogénio gasoso entre as galáxias era neutro, até um estado translúcido onde a maioria do hidrogénio é ionizado (chamada de Era de Re-ionização). Portanto, não é que as galáxias distantes não estejam lá. Pode ser que estejam escondidas de detecção por uma parede de hidrogénio neutro, que bloqueia o sinal Lyman alpha que a equipa procurava.

Embora os astrónomos tenham detectado apenas uma galáxia a partir da sua amostra CANDELS, acabou por ser extraordinário. Além da sua grande distância, as observações da equipa mostraram que a galáxia z8_GND_5296 forma estrelas extremamente rápido - produzindo estrelas a uma taxa 150 vezes superior à da nossa Via Láctea. Este novo recorde de distância reside na mesma parte do céu que o detentor anterior (desvio para o vermelho de 7,2), que também passa a ter uma elevada taxa de formação estelar.

"Por isso estamos a aprender algo sobre o Universo distante," afirma Finkelstein. "Existem muitas mais regiões de extrema formação estelar do que pensávamos... Deve haver um bom número delas se encontramos duas na mesma área do céu."

Além dos seus estudos com o Keck, a equipa também observou z8_GND_5296 no infravermelho com o Telescópio Espacial Spitzer da NASA. O Spitzer mediu a quantidade de oxigénio ionizado que a galáxia contém, o que ajuda a fixar a taxa de formação de estrelas. As observações do Spitzer também ajudaram a descartar outros tipos de objectos que podiam disfarçar-se de galáxia extremamente distante, como uma galáxia mais próxima particularmente poeirenta.

A equipa tem confiança nos seus estudos futuros da região. A Universidade do Texas em Austin é um dos sócios fundadores do GMT (Giant Magellan Telescope) de 25 metros, que em breve começará construção nas montanhas do Chile. Este telescópio terá cerca de cinco vezes o poder de captação de luz do Keck e será sensível a linhas de emissão muito mais fracas, bem como a galáxias ainda mais distantes. Embora as observações actuais estejam apenas a começar a determinar o momento da re-ionização, é necessário mais trabalho.

"É improvável que o processo de re-ionização seja muito repentino," afirma Finkelstein. "Com o GMT, vamos detectar muitas mais galáxias, empurrando o nosso estudo do Universo distante para ainda mais perto do Big Bang."

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
2012/12/14 - Astrónomos descobrem galáxias perto de "madrugada cósmica"
2012/09/21 - Telescópios da NASA espiam galáxia ultra-distante
2012/06/05 - Descoberta a galáxia mais distante da "alvorada cósmica"
2011/01/28 - Hubble descobre a mais distante galáxia do Universo conhecido
2010/10/22 - Medida a galáxia mais distante

Notícias relacionadas:
Observatório McDonald (comunicado de imprensa)
Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)
Observatório Keck (comunicado de imprensa)
Nature (requer subscrição)
Astronomy
SPACE.com
Universe Today
PHYSORG
redOrbit
National Geographic
Discover
BBC News
UPI.com
io9

Universo:
Universo (Wikipedia)
Idade do Universo (Wikipedia)
Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)
Big Bang (Wikipedia)
Cronologia do Big Bang (Wikipedia)

Galáxias:
Wikipedia
CCVAlg - O que são as galáxias?
CCVAlg - A descoberta das galáxias
CCVAlg - Galáxias espirais
CCVAlg - Galáxias espiral-barradas

Observatório W. M. Keck:
Página oficial
Wikipedia

CANDELS:
Página oficial
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Wikipedia

Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial 
NASA
Centro Espacial Spitzer 
Wikipedia

GMT (Giant Magellan Telescope):
Página oficial
Wikipedia

 
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Árvore Celeste Norte
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Jerónimo Losada
 
Se subisse esta árvore magnífica, parecia que podia alcançar e tocar no Pólo Celeste Norte no centro de todos os arcos estelares. Esta boa composição foi obtida durante um período de quase 2 horas como uma série de exposições consecutivas de 30 segundos na noite de 5 de Outubro. As exposições foram feitas com uma câmara digital fixada num tripé perto de Almaden de la Plata, Sevilha, no Sul de Espanha. Claro, os graciosos traços das estrelas reflectem a rotação diária da Terra sob o seu eixo. Por extensão, o eixo de rotação aponta para o centro dos arcos concêntricos no céu nocturno. Conveniente para os astrofotógrafos do Hemisfério Norte e para os navegadores celestes, a brilhante estrela Polar está muito perto do Pólo Celeste Norte e por isso faz um traço muito curto no vazio central entre os ramos da árvore.
 

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